14 de julho de 2020
  • 22:41 Vídeo: O banho de sol do Queiroz que custou uma cadeira no STF
  • 19:41 Mutreta de Guedes: Glauber Braga quer detalhes da carteira de crédito de R$ 2,9 bilhões do BB para o Banco Pactual
  • 18:00 “Nem o pior ministro da Saúde fez o que Exército está fazendo, desmontando a engrenagem do SUS”
  • 15:57 Cúpula militar se manifesta contra as verdades ditas por Gilmar Mendes
  • 14:41 Não é hora de perdoar a Globo

Se nos primeiros 12 meses após a reforma (que foi aprovada em novembro de 2017) apenas 47.729 vagas foram criadas com trabalho intermitente, nos últimos 12 meses foram 82.536: um salto de 70%. Jair Bolsonaro defende a geração de vagas com menos direitos.

“Dois anos após a aprovação da reforma trabalhista, o trabalho intermitente — modalidade criada pelas novas regras e na qual o funcionário pode ser chamado ao serviço apenas algumas vezes por semana — decolou. Em novembro, 12% das vagas criadas com carteira assinada no país foram de trabalho intermitente. Ao todo, 11.354 dos 99.232 postos abertos no mês passado foram deste tipo, um recorde. Empresas de diferentes portes já aderiram ao modelo, incluindo grandes redes como Lojas Renner, Magazine Luiza, Burger King e hotéis Hilton”, aponta reportagem de Karen Garcia, no jornal O Globo.

“Se nos primeiros 12 meses após a reforma (que foi aprovada em novembro de 2017) apenas 47.729 vagas foram criadas com trabalho intermitente, nos últimos 12 meses foram 82.536: um salto de 70%”, diz a jornalista. Jair Bolsonaro defende a geração de vagas com menos direitos e mais precariedade para o trabalhador.

 

 

*Com informações do 247

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: