13 de maio de 2021
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Agência com mais verbas do Planalto é também cliente de Wajngarten.

O escândalo em torno da Secom, cujo secretário Fábio Wajngarten foi flagrado num esquema de conflito de interesses por pagar veículos de comunicação, como Band e Record, e também ser remunerado por eles, ganhou novo elemento nesta segunda-feira.

A agência publicidade que mais recebe recursos da Secom, a Artplan, também é cliente da FW, empresa do secretário.

Sob o comando de Wajngarten, a agência recebeu da secretaria R$ 70 milhões entre 12 de abril e 31 de dezembro de 2019, 36% mais do que o pago no mesmo período do ano anterior (R$ 51,5 milhões), aponta reportagem de Fábio Fabrini e Júlio Wiziack, publicada na Folha de S. Paulo.

A despeito do evidente conflito de interesses, Bolsonaro já sinalizou que não pretende demitir o secretário que o aproximou da comunidade judaica paulista, durante a campanha presidencial de 2018.

 

 

*Com informações do Brasil 247

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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1 COMMENTS

  1. gustavo_horta Posted on 20 de janeiro de 2020 at 15:55

    É claro que sou *hoje* um apoiador do Lula, mas a conversa de colocar um prato de comida, três refeições por dia, nossa dívida social e coisas assim, ainda que eu concorde inteiramente, por incrível que pareça, não conquista ninguém além de nossa bolha.
    Para termos o poder no passado foi requerida concessão com aliança com o partido do José de Alencar/PL e outros fisiologistas históricos. Posteriormente concessões e “alianças”, frágeis como se mostraram, com gente escrota do PMDB, Sarney, Collor, Maluf e o carai-a-quatro.
    Quando as traições começaram o castelo de areia ruiu.
    Sinceramente não sei como conduzir de forma mais eficaz e eficiente um processo de ampliação desta bolha progressista neste sistema neo-liberal capitalista entreguista e traidor.
    Não vejo nenhum processo de transição pacífico em um curto prazo. Os tempos para uma transição serão muito longos, centenários.
    Este pessoal vem construindo as convicções sociais atualmente predominantes desde o final da idade média, revolução francesa burguesa e presença marcante e determinante da maçonaria.
    Não devemos nos iludir com transições a curto prazo, desde que se faça a opção por processos pacíficos.
    Se for pra ser pacífico, com convencimento das massas, vai demorar. Só a dor ensina a gemer.

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