28 de setembro de 2020
  • 22:45 O problema dessa direita provinciana, não é Paulo Freire, é o Brasil
  • 20:52 Vídeo – A vergonhosa mídia de aluguel: Caio Coppola, da CNN, idolatra Bolsonaro e recebe de volta agradecimento público
  • 18:19 Vídeo: No Leblon, arquiteta joga garrafa em mulheres que se beijaram em público e levará um processo
  • 16:43 Vem aí a Ação mundial “Stop Bolsonaro”, dia 11 de outubro
  • 16:14 Bolsonaro é incapaz de governar o Brasil. Este é o novo normal

Segundo a Transparência Internacional, o país ocupa a 106ª posição em índice que leva em conta a percepção de especialistas e empresários

Isso joga no lixo de uma vez o marketing de que Bolsonaro e Moro eram combatentes heroicos da corrupção.

Lógico que é uma piada imaginar o chefe do clã de um exército de laranjas e fantasmas, com envolvimento direto com milicianos assassinos e com os próprios filhos e esposa envolvidos em pesadas denúncias, combateria a corrupção.

Moro é outro embuste no assunto e os fatos revelados pela Vaza Jato do Intercept, que deram a Glauber Braga munição para chamá-lo de ladrão e corrupto, não deixam dúvidas de quem é de fato Moro.

O Brasil ficou em sua pior colocação e a pontuação mais baixa no ranking sobre a percepção da corrupção elaborado pela entidade Transparência Internacional.

Em sua série história, que começou em 2012, o país aparece na 106ª posição entre 180 países avaliados.

O relatório, que foi divulgado nesta quinta-feira 23, mostra que a nota do Brasil é a mesma de Albânia, Argélia, Costa do Marfim, Egito, Macedônia e Mongólia.

Um dos motivos da nota, apresentados pelo relatório, foi a “interferência política” do presidente Jair Bolsonaro em órgãos de controle e a paralisação de investigações que utilizavam dados do Coaf. “Dentre os desafios atuais, há a crescente interferência política do presidente Bolsonaro nos chamados órgãos de controle e a aprovação de legislação que ameaça a independência dos agentes da lei e a accountability dos partidos políticos”, diz o relatório.

Também entre os retrocessos na agenda contra a corrupção apontados pela organização, está a liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli que, em julho do ano passado, determinou a paralisação das investigações criminais que utilizavam dados do Coaf e outros órgãos de controle sem autorização judicial prévia.

“Após as eleições de 2018, que foram profundamente influenciadas por acentuada narrativa anticorrupção por parte de diversos candidatos, o Brasil passou por uma série de retrocessos em seu arcabouço legal e institucional anticorrupção”

1. Dinamarca

2. Nova Zelândia

3. Finlândia

4. Singapura

5. Suécia

6. Suíça

7. Noruega

8. Holanda

9. Alemanha

10. Luxemburgo

106. Brasil

 

 

*Com informações da Carta Capital

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. afonso Schroeder Posted on 23 de janeiro de 2020 at 11:19

    O mundo e o povo do Brasil acredita em Glenn Greenwald querem o cumprimento da justiça pelo (STF) “Moro” é descumpridor da Constituição/88, mentiro comprovado pela INTERCEPT e deve ser colocado na cadeia lá que é lugar de criminoso”Moro”.

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: