27 de janeiro de 2021
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Num mundo cada vez mais globalizado em que as experiências pessoais, não importando a distância, estão cada vez mais próximas, ter uma liderança respeitada no mundo todo, como Lula, diante de uma catástrofe que assombra o planeta, chamada Bolsonaro, é uma real possibilidade do Brasil reverter rapidamente a imagem degradante que Bolsonaro em menos de dois anos criou.

Sim, o Brasil hoje é visto como um país de selvagens comandado por uma junta militar medieval que o retrocedeu ao extrativismo, voltando a ser um grande fazendão com ilhas urbanas e industrializadas aonde soma-se a negação da ciência, a falsa religiosidade, um patriotismo de araque e um nacionalismo mandrake.

Tudo isso depois de uma onda falso moralista que colocou no poder um clã envolvido com a nata da contravenção carioca e que, na outra ponta, tem um pacto de sangue com grileiros, madeireiros, garimpeiros, mineradores e fazendeiros que só pensam em uma coisa, transformar a Amazônia e o Pantanal em terra de ninguém, numa grande Rio das Pedras.

O nível de degradação a que o Brasil chegou e que precisa ser urgentemente revertido, não é tarefa para qualquer um, principalmente porque precisa ter muito prestígio internacional, capacidade gerencial e que faça o país voltar a sonhar, coisa que nós brasileiros não sabemos o que é desde 2015 quando se iniciou uma sabotagem feita pela escória brasileira para derrubar o governo Dilma.

De lá para cá o Brasil vem sendo picado e moído junto com os direitos dos trabalhadores e o fatiamento das estatais estratégicas caminha sem muito alarde, mas caminha.

Ou seja, o Brasil precisa de alguém capaz de reconstruí-lo. Lula não precisa mais provar nada para ninguém, pois saiu do governo com uma aprovação recorde, 87%. Já o Brasil, nunca precisou tanto que Lula na presidência como agora.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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