6 de março de 2021
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Maria fofoca, foi a definição que Bolsonaro encontrou para colocar na boca de Ricardo Salles sua classificação sobre o general Ramos. Como todos sabem, a chamada ala ideológica do governo, não existe, o que existe são os mambembes de Bolsonaro, colocados nas pastas para reproduzir o que ele quer falar, quer fazer, mas não pode parecer ser quem ele é.

É assim que Bolsonaro utiliza o presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, para disseminar seu racismo, assim como usa Salles para seu principal projeto de governo, dar total garantias a garimpeiros, madeireiros, grileiros e outros bandoleiros da floresta que, certamente, têm algum negócio com o clã, já que a principal tradição da família Bolsonaro, a começar pelo pai, é a de fazer garimpo ilegal.

Essa é uma forma de milícia florestal que, no final das contas, reproduz em áreas rurais as mesmas práticas violentas das milícias cariocas por quem Bolsonaro sempre reservou seus maiores elogios, somado a isso, a família tem como braço direito o miliciano Fabrício Queiroz.

Se nesta quinta-feira (22), Bolsonaro humilhou Pazuello por duas vezes, primeiro desautorizando o ministro fantoche sobre a compra de 46 milhões de doses da vacina Sinovac e, no dia seguinte, fez live com o próprio Pazuello para que este desse a ele total autoridade para humilhá-lo, dizendo que no governo é assim, um manda e outro obedece, hoje, Bolsonaro usa a boca de aluguel de Ricardo Salles para chamar o general Ramos de Maria fofoca.

Assim, de general em general, Bolsonaro vai desmoralizando a já pra lá de desmoralizada Forças Armadas que vem aceitando toda essa humilhação em nome de um batalhão de militares que vive de uma boquinha nas tetas gostosas do Estado, graças a Bolsonaro.

Esse é o preço que se paga por não ter dignidade.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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