13 de abril de 2021
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Presidente da Corte, Humberto Martins, acatou pedido porque caso envolve procuradores com foro privilegiado.

BRASÍLIA – O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, determinou que o inquérito que investiga a suposta “venda de facilidades” ao juiz Marcelo Bretas e a membros da Força Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro seja enviado à Corte. A decisão foi tomada porque a investigação envolve procuradores da República que, pelo cargo, têm foro privilegiado no STJ. A decisão foi tomada nesta segunda-feira. Até então, a investigação tramitava na 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro.

O caso veio à tona em outubro deste ano, quando a Polícia Federal executou mandados de busca e apreensão contra o advogado Nythalmar Dias Ferreira Filho, que defende diversos clientes que são alvo da operação Lava Jato no Rio de Janeiro. As suspeitas são de que Nythalmar vendia acesso privilegiado ao juiz titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, e a procuradores da operação.

Nythalmar é conhecido como “o mais caro criminalista da Lava-Jato”. Ele já defendeu nomes como o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ), e empresários como Fernando Cavendish (Delta Construções) e Arthur Soares, conhecido como Rei Arthur.

A decisão do ministro foi em resposta a uma reclamação feita pelo advogado que pediu que o caso fosse remetido ao STJ.

No início do mês, o nome do advogado foi envolvido em mais um caso relacionado à Lava Jato do Rio. O diretor administrativo da 7ª Vara Criminal Federal, Fernando Pombal, disse em depoimento à Polícia Federal que o advogado teria sido o responsável por ameaças feitas a Bretas para que ele encerrasse a operação.

Procurado à época, Nythalmar negou irregularidades e disse desconhecer qualquer ameaça ao magistrado.

 

*Com informações de O Globo

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