Dia: 27 de setembro de 2021

Ex-líder do partido vitorioso na Alemanha: “Lula terá meu apoio em 2022”

A vitória do SPD (Partido Social-Democrata) nas eleições alemãs, ainda que por margem apertada, é uma boa notícia para o campo progressista brasileiro e, em especial, para o ex-presidente Lula.

O PT tem uma proximidade que não vem de hoje com os sociais-democratas da Alemanha e a possibilidade de Lula vencer as próximas eleições abrem a possibilidade de uma relação ainda mais amistosa entre o Brasil e o país Europeu caso o SPD consiga, de fato, formar uma coalizão com os Verdes e formar um governo com seu representante, Olaf Scholz, como novo chefe de Estado.

Uma das ocasiões em que a relação entre Lula e os sociais-democratas alemães foi explicitada se deu na visita que ex-líder do SPD e ex-presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, fez ao petista na prisão em agosto de 2018.

Na ocasião, Schulz disse “nós [sociais-democratas] temos um grande interesse em uma vitória eleitoral do PT”, e declarou ainda que não é “um especialista na lei criminal brasileira” mas que “confia” e “acredita” em Lula.

“O Brasil merece um presidente que defenda a justiça social, o respeito e a cooperação multilateral. Este é o projeto do Partido dos Trabalhadores que eu apoio”, afirmou.

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Com cenário conturbado no Brasil, exportadores brasileiros deixam US$ 46 bilhões no exterior

Apesar das exportações recordes em 2021, as empresas têm mantido fora do País uma parte significativa do valor obtido com as vendas; especialistas dizem que vários fatores podem explicar o movimento.

Beneficiadas por alguns efeitos da covid-19 sobre a economia, as exportações brasileiras, com destaque para as vendas de soja e minério de ferro para a China, estão batendo recorde em 2021, mas uma parte dos bilhões de dólares levantados pelos exportadores está ficando no exterior, indicam os dados de fluxo cambial e da balança comercial.

As exportações somam US$ 260,6 bilhões no acumulado em 12 meses até agosto na balança comercial, maior valor na série histórica iniciada em 1995. O fluxo cambial em operações de exportação soma US$ 214,4 bilhões, no mesmo período. Essa diferença, de US$ 46,2 bilhões a mais para o valor registrado na balança, está no maior nível desde 1995, em recordes que vêm sendo renovados desde abril, mostra uma compilação dos dados do Ministério da Economia e do Banco Central (BC) feita pelo pesquisador Armando Castelar, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Os valores da balança comercial são registrados quando os produtos são embarcados para o exterior. Já o BC registra as operações de câmbio que internalizam no País o pagamento pelas exportações. O fato de os valores vendidos para fora estarem acima dos valores do fluxo cambial sugere que parte dos pagamentos aos exportadores está ficando no exterior.

Para Castelar, as incertezas em relação à política econômica, como o nível de desequilíbrio das contas públicas, e a crise política estão pesando mais. “Desde que o Banco Central (BC) começou a subir a Selic (a taxa básica de juros, hoje em 6,25% ao ano), o câmbio deveria ter valorizado mais (ou seja, o dólar deveria ter caído). Além do diferencial de juros, temos a perspectiva sobre até onde vai a taxa de câmbio. Se a perspectiva é que o câmbio vai andar mais ainda (ou seja, o dólar vai subir), é a crise política atrapalhando”, disse o pesquisador do Ibre/FGV.

*Com informações do Estadão

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Câmara impõe derrota a Bolsonaro e derruba vetos que incluem proibição de despejos na pandemia

Reuters – A Câmara dos Deputados derrubou nesta segunda-feira sete vetos do presidente Jair Bolsonaro, entre eles o feito pelo presidente sobre lei aprovada pelos parlamentares que proíbe a efetivação de despejos em imóveis urbanos durante a pandemia de coronavírus.

A decisão foi tomada pelos deputados durante sessão do Congresso após um acordo de lideranças partidárias que permitiu a análise dos vetos em bloco, o que resultou na derrubada deles por 435 votos a favor, seis contra e duas abstenções. Ainda faltam os senadores apreciarem esses vetos e, se concordarem com os deputados, eles serão efetivamente derrubados.

A proposta que suspende os despejos determinados pela Justiça até o final do ano foi aprovada pelas duas Casas Legislativas e, posteriormente, vetada por Bolsonaro.

Por meio do acordo, os deputados derrubaram, entre outros, o veto à proposta que prevê a ajuda financeira de 3,5 bilhões de reais da União para entes regionais garantirem acesso à internet para alunos e professores das redes públicas de ensino em razão da pandemia.

Também foi derrubado o veto imposto por Bolsonaro à lei que determina à União que faça o pagamento antecipado de contribuições fixas previstas em contrato de concessão de infraestrutura aeroportuária federal.

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Vídeo: Véio da Havan coloca algemas e pede para ser preso

Antes de depor na CPI da Covid-19 na próxima quarta-feira (27), o empresário bolsonarista Luciano Hang, o véio da Havan, provocou os integrantes da comissão ao gravar um vídeo usando algemas e desafiando: “que me prendam”.

“Se por acaso eles não aceitarem aquilo que vou falar, já comprei… Para não gastar dinheiro com algema, já comprei uma algema, vou entregar uma chave para cada senador. E que me prendam”, disse o bolsonarista.

No vídeo, publicado nos stories de seu perfil no Instagram, Hang disse que terá “toda a quarta-feira disponível” para responder as perguntas dos senadores.

“Estou indo na CPI com o coração aberto. Gentileza gera gentileza, respeito gera respeito. Eu quero que eles façam as perguntas e eu tenha todo o tempo do mundo para responder. Eu tenho tanto tempo, toda a quarta-feira vai estar disponível. Eu trabalho 24 horas por dia, então vou ter todo o tempo do mundo”, afirma o empresário.

No sábado (25), o Véio da Havan emitiu nota atacando jornalistas da Globo, emissora que divulgou conversa que mostra negociação com Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para financiar o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos.

Assista:

*Com informações da Forum

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O Brasil inteiro em compasso de espera pela volta de Lula

“Lula fazia o nosso dinheiro multiplicar”, esta foi a frase que ouvi ontem de uma funcionária de um supermercado.

Isso reflete perfeitamente o clima que já tomou conta do país pela volta de Lula, mas também a derrocada do governo Bolsonaro que, depois de mil dias de crise permanente, ninguém dá mais um tostão por ele.

Ao redor de Bolsonaro, seu rebanho vai ficando mais ralo, enquanto seus assessores e familiares, dentro e fora do governo, vão se vendo cada vez mais enrolados com a justiça.

Ou seja, todos aquelas tramas macabras saídas do laboratório do clã Bolsonaro, vão produzir um refluxo ainda mais amargo do que ele vive no momento em que a inflação está desmensurável, mas que o povo sente no bolso que ela rompeu há muito tempo a casa dos dois dígitos e, no caso dos alimentos, uma hiperinflação coloca uma faca na nuca da população que já vive o drama de ter que escolher entre pagar o aluguel ou comer, pagar a prestação ou comprar o feijão.

Segundo disse o próprio Bolsonaro, “nada está tão ruim que não possa piorar”

Esse é o sentimento coletivo mais forte no momento, que arrasta o povo para uma luta muitas vezes silenciosa pela volta de Lula, dando como certo que esta é a única chance do Brasil voltar a ser um país e que as camadas mais pobres da população voltem a sonhar como sonharam nos anos de governo Lula.

Bolsonaro é um pesadelo dos grandes, pior, não se tem ideia de quando vamos acordar antes da volta de Lula. Bolsonaro alimenta artificialmente as crises no Brasil, como se fosse uma solução de gênio para tentar encobrir a crise do dia anterior. Ele vive uma espécie de guerra futura.

Lula deixou um histórico na memória do povo que o próprio Bolsonaro acabou por reacender, com os seus ataques de forma diversa à vida da imensa maior parte da população brasileira. Então, o paralelo entre Lula e Bolsonaro é inevitável.

Na verdade, esse processo se precipitou, o que abala ainda mais o já combalido governo genocida que é responsável pela morte de 600 mil brasileiros por covid.

Há muita gente que votou em Bolsonaro que hoje está envergonhada diante de suas barbaridades e só não se sente mais pagã porque está migrando justamente para uma campanha pela volta de Lula.

Isso acontece com Lula não só censurado, mas também atacado pela grande mídia, numa guerrilha diária, já que ela não pode mais declarar guerra contra ele, não depois de tudo que ela promoveu de mal ao país com o seu antipetismo e antilulismo.

A mídia vai viver de escapismos, mantendo Lula num exílio de holofotes, enquanto tenta, como fez no primeiro programa “Debate” na GloboNews em que estimulou ataques a Lula pelas línguas dos seus adversários.

Mas tudo isso no universo brasileiro não tem qualquer efetividade, o que de fato decidirá a eleição de 2022 será a mesa dos brasileiros, o bolso dos trabalhadores e emprego para todos, que são marcas definitivas na biografia do ex-presidente Lula.

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TSE vai julgar em outubro ação que pode cassar a chapa Bolsonaro-Mourão: “material forte”, dizem ministros

O Tribunal Superior Eleitoral deve julgar em outubro a ação que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por impulsionamento ilegal de mensagens em massa. As provas que o ministro do STF Alexandre de Moraes enviou ao TSE revelam o núcleo político que integra uma organização criminosa digital que atua desde 2018.

O Tribunal Superior Eleitoral irá julgar em outubro a ação que pede a cassação da chapa Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão por impulsionamento ilegal de mensagens em massa pelo WhatsApp. De acordo com a reportagem do jornal Valor Econômico, as novas provas que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes aportou ao inquérito são um “material forte”. Elas indicam a existência de um núcleo político no comando da campanha de fake news.

O material inclui dados obtidos a partir de quebras de sigilo de pessoas investigadas por integrar uma organização criminosa digital que atua desde 2018 em um esquema de financiamento, produção e publicação de notícias falsas e ataques às instituições democráticas.

Na avaliação dos ministros do TSE há condições técnicas para cassar a chapa Bolsonaro-Mourão. Os quatro processos que correm na Corte revelam que foram cometidas irregularidades durante a campanha eleitoral de 2018.

Abuso de poder econômico e uso indevido das redes sociais se destacam entre as violações das leis cometidas pela campanha de Jair Bolsonaro.

Atualmente, tramitam no TSE quatro ações eleitorais, conhecidas como Aije (Ações de Investigação Judicial Eleitoral), envolvendo a chapa Bolsonaro-Mourão. Elas apuram desde o uso fraudulento de nomes e CPFs de idosos para registrar chips de celular e garantir disparos em massa aos eleitores à existência de uma “estrutura piramidal de comunicação” para disseminar desinformação.

As provas de irregularidades cometidas pela chapa encabeçada por Bolsonaro foram compartilhadas com o TSE a partir de uma decisão proferida em julho pelo ministro Alexandre de Moraes, integrante do STF e da Corte eleitoral. Há indícios de que o material possa ter relação com as eleições passadas.

*Com informações do 247

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O projeto morde e sopra da Globo para 2022 já começou

Não se iludam com a revolta da Globo que, no Fantástico, mostrou a lambança ou parte da obra dramática produzida por Bolsonaro em Nova York diante dos olhos do mundo.

O jeca e mais uma dúzia de idiotas que lhe lambiam as mãos, em mais um exercício de vergonhosa subserviência, já era pra lá de conhecida da Globo quando decidiu apoiá-lo no segundo turno das eleições de 2018.

Ontem, a Globo usou no retrato dois diferentes manequins para produzir sua ilusão pitoresca. Se de um lado, ela pôs no ar parte do vexame de Bolsonaro na ONU, de outro, no programa “Debate na GloboNews” foi, na verdade um bate em Lula para ver se consegue fazer um picado de quem não só está em primeiríssimo lugar disparado nas pesquisas, mas já apontado como o possível vencedor já no primeiro turno das eleições de 2022.

Em qualquer lugar do mundo, das mais importantes emissoras de televisão às mais modestas, se propusesse empreender de maneira adequada um grande debate nacional sobre o principal cargo da República, a primeira pessoa a ser chamada seria aquela que, diante dos olhos do eleitor, apontado pelas pesquisas, é a mais preparada para assumir a cadeira da presidência.

Mas a GloboNews levou franco-atiradores de vultos eleitorais tão grandes que a média de votos deles não passa de 3%, para abrir a cantilena antipetista, como é a tradição da emissora.

Em poucos minutos, a harpa dos três concorrentes virginais já havia reproduzido o som daquele pigarro senil, fazendo as tripas da coitada soar as mesmas baboseiras de sempre, tendo Ciro elaborando o seu piriri pororó na caça de almas perdidas que, ao abandonar Bolsonaro, vagam na erraticidade.

Ou seja, Ciro está na fila do osso eleitoral junto com Mandetta, entre outros.

Imagino que os candidatos a candidatos que, em poucos minutos, repetiram o nome de Lula diversas vezes com a surrada moralidade da carochinha, revelando o que será desse crepúsculo de macambúzios que produziram apenas aquelas sensações emotivas sorumbáticas, sem definir qualquer sentimento humano numa proposta, por mais imbecil que fosse.

Para a Globo, o importante era dar pedradas em Lula, e foi o que eles fizeram, porque, afinal de contas, esse é o objetivo do programa numa emissora que tem como ditadura estatutária censurar qualquer elogio a Lula para não tirar a venda dos olhos do povo brasileiro.

E assim será daqui até 2022 quando a Globo vai trilhar o mesmo caminho de todos, no caso, Bolsonaro, menos Lula e o PT.

Trocando em miúdos, tudo, menos qualquer benefício ao povo, sobretudo aos mais pobres.

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Indígenas fazem ofensiva na ONU para desmentir Bolsonaro e denunciar crimes

Uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro usar a tribuna da ONU para apresentar sua versão da realidade brasileira, indígenas vão às Nações Unidas para desmentir o chefe-de-estado e denunciar crimes, numa ofensiva orquestrada por entidades e grupos tradicionais.

No dia 21 de setembro, em Nova Iorque, Bolsonaro afirmou que “14% do território nacional, ou seja, mais de 110 milhões de hectares, uma área equivalente a Alemanha e França juntas, é destinada às reservas indígenas». «Nessas regiões, 600.000 índios vivem em liberdade e cada vez mais desejam utilizar suas terras para a agricultura e outras atividades», declarou.

Para os grupos indígenas, porém, Bolsonaro omitiu graves violações de direitos humanos e um desmonte de medidas de proteção. Agora, diferentes vozes vão se alternar nas reuniões da ONU para alertar para uma série de violações do estado brasileiro contra os povos indígenas relacionadas à pandemia da covid-19, à preservação ambiental e territorial, bem como de direitos humanos.

A meta é a de obter apoio internacional contra o presidente brasileiro e aliados para pressionar o Brasil a mudar de rota no que se refere ao debate sobre direitos humanos e grupos indígenas. Se as denúncias não geram uma ação imediata por parte da ONU, a ofensiva constrange ainda mais o governo, em condição de fragilidade no palco internacional.

Serão seis intervenções entre diálogos interativos, painéis, eventos paralelos e debates gerais no Conselho de Direitos Humanos da ONU, todos com a participação de lideranças indígenas e representantes de organizações indigenistas e da sociedade civil, representando o Conselho Indígena de Roraima (CIR), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), Rede Nacional em Defesa da Soberania Alimentar na Guatemala (REDSAG Guatemala) e Franciscans International.

Há duas semanas, ao abrir os trabalhos do Conselho, a alta comissária para Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, incluiu o Brasil na lista de locais que preocupavam e citou explícitamente a violência contra os indígenas no país, assim como as tentativas de legalizar a exploração dos territórios. Na oportunidade, Bachelet também pediu ao Brasil que reverta “políticas que afetam negativamente os povos indígenas”.

A primeira intervenção no Conselho da ONU será feita pelo secretário executivo do Cimi, Antônio Eduardo de Oliveira, que irá abordar aspectos da pandemia da covid-19, a vacinação e as medidas adotadas pelos povos indígenas.

No dia seguinte, Roberto Liebgott, coordenador do Cimi Regional Sul, que deve denunciar a ineficiência do governo brasileiro diante da pandemia. No mesmo dia, o assessor jurídico do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Ivo Cípio Aureliano, do povo Macuxi, denunciará o marco temporal.

No dia 30, a situação da pandemia entre indígenas será tratada, em um debate com a participação de María Carmelina Chocooj, da Rede Nacional em Defesa da Soberania Alimentar na Guatemala, Ulises Quero, da entidade Franciscans International, e da irmã Laura Vicuñ, do Cimi.

Já no dia 4 de outubro, Ângela Mendes, representando o Comitê Chico Mendes e filha do líder extrativista, pedirá o reconhecimento do meio ambiente como um direito humano e a criação de um mandato especial sobre mudanças climáticas na ONU.

No mesmo dia, grupos como a Rede Eclesial Pan-Amazônica, denunciarão o racismo ambiental e o aumento da destruição de biomas brasileiro.

*Jamil Chade/Uol

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Vídeo: Bolsonaro envenena a imagem do Brasil na ONU

Matéria do Fantástico de 26 de setembro mostra como todo o clero bolsonarista ganhou as luzes do mundo por amesquinhar qualquer conceito de civilização, quando esses senhores que negam a ciência e defendem que a terra é plana, estiveram na ONU.

A matéria mostra que Bolsonaro é o grande expoente natural da estupidez humano no planeta, a besta fera, a própria treva. Por isso ganhou assento central nos programas de televisão de todo o mundo que deram amplitude à imagem mais negativa que o Brasil já foi vendido, através das grosserias e atitudes medievais de Bolsonaro e sua claque de comedores de pizza.

Foi uma espécie de cercadinho exportação quando paspalhos contratados pelo Palácio do Planalto fazem aquele jogo patético de perguntas idiotas e combinadas para Bolsonaro dar respostas imbecis que causam vômito em qualquer brasileiro minimamente racional.

Pois foi isso que Bolsonaro reproduziu na ONU, com a maior comitiva brasileira já vista, com um gasto absurdo saído do suor do povo brasileiro que está vendo a vó pela greta no seu dia a dia.

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