10 de janeiro de 2022
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É hoje que Augusto Nunes, Ana Paula do Vôlei e Guilherme Fiuza vão se refestelar na cloroquina. Não porque eles acham que a cloroquina seja benéfica na cura da covid, mas porque eles são muito bem pagos com dinheiro público, via Secom que faz transfusão para a Jovem Pan e, de lá, direto para as contas dos picaretas, assim como Alexandre Garcia e outras figuras que vivem do tutu saído dos cofres públicos. Essas figuras são encarregadas de compartilhar todas as zombarias de Bolsonaro que culminam sempre na morte de brasileiros.

Essa turma faz isso com a mão no peito cantando o hino nacional, e a outra mão na botica, porque ninguém é de ferro.

Pois bem, o maldito Bolsonaro, que não tem um discurso que não seja falsificado, voltou à histérica campanha pela cloroquina, certamente, com os aplausos do PGR, Augusto Aras.

Para quem tem o torturador Ustra como herói absoluto, Bolsonaro só não tem coerência com o seu intestino e, agora, viu na cepa ômicron a possibilidade de requentar seu lobby para a venda da cloroquina, o que, na verdade, nunca saiu do seu forno, esperando a oportunidade de colocá-la novamente na vitrine para dar lucros sabe-se Deus lá pra quem, além dos fabricantes.

A ômicron está num grau avançado de ebulição no mundo e já acendeu todas as luzes vermelhas e provoca uma agitação no planeta, mas Bolsonaro faz uma live solene mentindo mais uma vez que uma tal universidade, que ele não sabe o nome, constatou que as únicas coisas que podem frear a nova cepa ou rivalizar com ela, é a cloroquina ou charanga da imunidade de rebanho.

Lógico que o gado do seu ranchinho, cada vez menor, que vive de uma raiva cega e surda, enxerga nisso tudo uma palavra mágica que tudo explica e tudo cura.

Para quem vê o governo de Bolsonaro como um paraíso sem conseguir mostrar um feito dessa bactéria que está na presidência da República há três anos, as palmas caducas e cada vez mais ralas, estão garantidas. Aliás, muitos que estão enfiados numa toca, agora vão colocar a cabecinha de fora para defender mais essa mórbida receita do genocida.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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