8 de janeiro de 2022
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Vera Magalhães, pra variar, tomou uma espécie de novo fôlego para escrever, ao fim e ao cabo, a mesma marmota adiposa que produziu aquele toucinho cheirando a bolsonarismo que escreveu às vésperas do segundo turno de 2018, na disputa entre Haddad e Bolsonaro.

Em síntese, a moça vem com a mesma falsa simetria para enfiar o pé de leve na mesma jaca em que faz um nariz de cera com aquela baba de quiabo toda que já conhecemos, para construir um paralelo entre o governo genocida de Bolsonaro, vincado pelo neoliberalismo imposto pelo PSDB, Dem e mídia e Temer retomou com o golpe em Dilma e Bolsonaro sacramentou com a prisão encomendada de Lula por essa mesma tropa.

Isso deixa clara a tática que a mídia já havia escancarado no mais recente artigo bate entope de Merval Pereira que, além de aconselhar Bolsonaro a mudar de atitude para vencer Lula, ignora o candidato Moro, tendo sua pífia pontuação como favas contadas e que o jeito é abraçar a candidatura de Bolsonaro para ver se o milagre lhe concede a eleição de 2022.

Mas, na verdade, cada qual com o seu artigo maroto, o velho Merval pede a reconciliação do país, mas com Bolsonaro. Afinal de contas, nesses três anos de governo, se ele foi um carrasco para o povo, foi uma fada madrinha, sobretudo para os abutres  do sistema financeiro que nunca viram tanto dinheiro na vida, já que estão livres para cobrar uma taxa pornográfica de juros do brasileiro que, por desespero, toma um empréstimo pagando 1000% de juros ao ano.

Trocando em miúdos para a Verinha Magalhães, se não tem remédio, remediado está. E, neste caso, Bolsonaro tem que continuar porque o show dos bilhões para a banca não pode parar.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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