20 de maio de 2022
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Os ratos sempre estiveram aí, os barcos também. História de naufrágios famosos produzem especulações e paixões até hoje. Quando juntam os três numa mesma realidade, todos sabem, “quando o navio afunda, os ratos são os primeiros a pular fora”.

Este termo popular também pode ser colocado da seguinte forma, “quando os ratos pulam fora do barco, é porque ele vai afundar”.

Essa guerra entre os clãs Bolsonaro e Weintraub, não tem no ponto moral nenhuma novidade, é daquelas guerras em que, na escolha de um lado quem tem um mínimo de decência escolhe o lado da guerra.

Ninguém é ministro de Bolsonaro por acidente, sobretudo da educação. Aliás, essa conta Moro não fez, e deu no que deu. O sujeito empacou no teto da terceira divisão, também chamada de terceira via, e dali não sai, mesmo que seja campeão entre os times de cascudos. Já está estabelecido que o touro sentado não tem mais de 4% na pesquisa espontânea.

Ou seja, apenas 4% lembram da existência daquele ex-juiz elevado a herói nacional pela Globo.

Se tivesse a prudência de estudar a dinâmica da cultura de massa que tem na comunicação industrial seu principal suporte, e observar que o tempo médio de estrelato é extremamente frágil e, consequentemente efêmero, ele pensaria duas vezes.

Bolsonaro nunca foi conservador, ele sempre foi um vagabundo que nunca trabalhou, nem antes como deputado e nem depois como presidente.  Bolsonaro viveu se sustentando na política no sub esgoto, na parte mais densa da escumalha, com um discurso absolutamente reacionário, tendo o foco na morte como principal plataforma do seu pensamento.

A eliminação do outro, que é característica dos fascistas, vide a tentativa da mídia de destruir o PT, é de exterminar e não se opor a adversários, a ideias e pensamentos diferentes.

Abraham Weintraub sempre teve um discurso reacionário, porque é uma besta quadrada, um completo incompetente, um nulo do ponto de vista intelectual e um bajulador do chefe. E todos sabem, os maiores traidores são justamente os maiores bajuladores.

Bolsonaro não pode reclamar de Weintraub por sua ambição de ser ele e não o Tarcísio de Freitas candidato ao governo de São Paulo. O raciocínio dele é lógico, nulo por nulo, incompetente por incompetente, Weintraub garante que, pelo fato de ser um falastrão, tem no coração dos bolsominions um lugar especial.

Seja como for, acabou a comunhão, e tudo indica que esse confronto terminará como no samba Kid Moringueira (Moreira da Silva), “eu atirei, ele atirou e nós trocamos tantos tiros que até hoje ninguém sabe quem morreu, eu garanto que foi ele, ele garante que foi eu”.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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