12 de agosto de 2022
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Não há outra saída para Bolsonaro, a cadeia será um prêmio pelo produto resultante do seu trabalho, claro, não só ele, mas todo o clã que fez um treinamento funcional com o papai de como tonificar diariamente a serpente do fascismo e reproduzir a mentalidade do chefe.

Não há, portanto, reabilitação para um sujeito como esse. Não há como impermeabilizar o esgoto que produziu .

Dizem que Bolsonaro, com sua gritaria, tenta arrumar um jeito de negociar uma saída honrosa para seus crimes e, consequentemente, uma pilha de incontáveis denúncias e inquéritos que terá que enfrentar, sem que Lira e Aras coloquem esparadrapo na boca dos denunciantes.

O fato é que a temperatura vai esquentar para Bolsonaro, porque sua candidatura, que está em avançada decomposição, chegará naturalmente em ruínas no dia 2 de outubro.

Ele deixou claro, na convenção do PL e lançamento de sua campanha, que não há cacoete de unidade naquele catado que conseguiu reunir 90% do que existe de mais podre na política brasileira para dividir o picadeiro.

Bolsonaro não tem qualquer base hoje, fora de parlamentares que ele compra com o orçamento secreto. Ou seja, tudo com validade condicionada e condenada a apodrecer até 2 de outubro.

E não adianta Bolsonaro vir com seus faniquitos carregados de irritação por destruir o país e se ver no inferno que ele próprio criou.

A bandagem que criou no cercadinho é a cara do que hoje lhe acontece, buscando o isolamento para se manter para poucos como protagonista e, agora, está isolado com cada vez menos adeptos, e o pior, aliados de ocasião.

Nada em Bolsonaro tem origem natural, a começar pela eleição de 2018, que se deu por uma fraude eleitoral combinada entre ele e Moro, que prendeu Lula que ganharia a eleição.

Moro caiu em desgraça. Ninguém hoje tem coragem de citá-lo como algo minimamente positivo, porque, na primeira saraivada de escândalos da Vaza Jato divulgada pelo Intercept, Glauber Braga (Psol) definiu muito bem, sendo conciso e certeiro ao chamar Moro, cara a cara, de corrupto e ladrão.

Lógico que Bolsonaro traiu incontáveis aliados que trabalharam duro pela fabricação da imagem do mito, que agora partem pra cima dele com uma fixação de quem quer esganá-lo na primeira esquina.

Seja como for, o melhor produto que Bolsonaro apresenta, é o rechaço público confirmado em manifesto assinado por milhares de brasileiros, incluindo a papa fina da burguesia, repudiando seus rompantes golpistas, repugnando junto a sua reeleição.

Bolsonaro não tem saída, só tem entrada, e é na cadeia.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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