Dia: 2 de julho de 2023

Por que a militância digital que “deu vitória” a Bolsonaro em 2018 deu com os burros n’água em 2022?

Taí uma pergunta que mídia não responde..

O que aconteceu com o super-esquema de Carluxo e cia para dar tão ruim para Bolsonaro, mesmo comprando tudo e todos com orçamento secreto, Bolsa Família de T$ 600 e toda a máquina do governo em suas mãos?

Alguém consegue esquecer Merval Pereira esfuziante na Globonews com a vitória de Bolsonaro em 2018, dizendo que Bolsonaro, mesmo com uma “campanha pobre e amadora” tinha tratorado o PT?

Se pegar o passo a passo da vitória de Bolsonaro em 2018 e compará-la com o que deveria ser sua garantia de reeleição em 2022, observa-se que os seus riscos de derrota em 2022 eram infinitamente menores do que em 2018.

Na verdade, em 2018, não há segredos a serem revelados. Lula, que venceria a eleição, foi tirado a fórceps da disputa eleitoral numa armação de Sergio Moro com Bolsonaro.

E esse fato é tão claro que não precisa ter expertise para afirmar com todas as letras que a derrota de Bolsonaro se deu pelo fator Lula na campanha de 2022. Uma vitória realmente impressionante, bastando apenas que as regras da democracia triunfassem sem Moro, farsa da facada e tudo mais.

Isso nada tem a ver com um suposto passeio digital que Bolsonaro deu no PT em 2018, como a mídia deu como líquido e certo. Mas, no entanto, não tem coragem de fazer análise da derrota do mesmo “campeão das redes” em 2022.

E não o faz porque as novas tecnologias ajudam, mas não produzem uma identidade entre o candidato e o eleitor, como é o caso de Lula e o povo brasileiro, tanto que os R$ 600 que Bolsonaro deu para os mais pobres, teve uma importância relativa, para não dizer que não lhe serviu como ativo para neutralizar a dianteira estupenda de Lula nas camadas mais pobres da população.

O fato é que o leopardo de 2018, sem Lula no pleito, virou um gatinho rajado quando Lula entrou no jogo. Isso não é segredo para ninguém, tanto que Bolsonaro tentou mudar as regras da eleição para ver se mudava os rumos de sua inevitável derrota que nem o poder o livraria.

É preciso entender melhor a cultura do povo brasileiro e a importância dela nas suas decisões para o entendimento do porquê, em 2022, Lula triunfou e Bolsonaro colapsou.

E entendam, aqui não há ninguém dando de ombros para o capital político que o mundo digital pode produzir, mas, diante da realidade brasileira, a impressionante volta por cima de Lula merece uma reflexão um cadico maior para se ter uma compreensão próxima da realidade.

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O Brasil vai bem, obrigado!

Emir Sader*

O primeiro grande erro das avaliações dos primeiros seis meses do governo na mídia é o de avaliar o desempenho do Lula e não do governo e do que mudou no Brasil. É uma visão muito redutiva.

Claro que as mudanças se deram a partir do governo e o comando do governo é feito pelo Lula. Mas a mídia se concentra no que eles consideram “erros do Lula”, ou melhor, no que eles consideram como erros do Lula, atitudes que eles atribuem ao Lula.

O que interessa é o que mudou no Brasil nestes seis meses. Que vem da ação do governo e do Lula como Presidente. Mas, o que conta é o que esse governo, sob a direção do Lula, conseguiu mudar o Brasil.

Se deveria, assim, partir do que era o Brasil dia 31 de dezembro de 2022 e como está o país em 30 de junho de 2023. Não é o que fazem.

E como vai o Brasil? Vai bem, obrigado!

*247

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Tornado inelegível pelo TSE, Bolsonaro poderá colecionar ainda mais derrotas na esfera criminal

Ex-presidente é alvo em apurações relacionadas ao 8 de janeiro e ao inquérito das milícias digitais.

A condenação de Jair Bolsonaro (PL) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sinaliza que o ex-presidente pode ser punido também na esfera criminal nos próximos meses, segundo a Folha.

Por 5 votos a 2, a Justiça Eleitoral tornou Bolsonaro inelegível até 2030. Sem mandato, ele ainda responderá no STF (Supremo Tribunal Federal) por suas investidas golpistas insufladas por meio da disseminação de desinformação.

O ex-mandatário é alvo de várias frentes de apuração, as principais relacionadas ao 8 de janeiro e outras reunidas no inquérito das milícias digitais.

Os votos de alguns ministros no TSE, entre eles o do relator, Benedito Gonçalves, e o de Alexandre de Moraes, relator das investigações criminais, indicam que Bolsonaro é visto como um integrante da milícia digital.

Votaram pela condenação os ministros Benedito Gonçalves, Floriano de Azevedo Marques Neto, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes. Já Raul Araújo e Kassio Nunes Marques se manifestaram para livrá-lo da acusação.

O relator Benedito Gonçalves mostrou em seu voto o entendimento de que há uma relação direta entre o discurso contra as urnas de Bolsonaro antes da eleição com os ataques do período pós eleitoral —representado pela minuta golpista revelada pela Folha.

Ao defender a inclusão da minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres no processo do TSE, o ministro expôs a visão de que o golpe proposto ali seria a materialização do discurso do ex-presidente e de seus aliados ao longo de todo o governo e, com mais força desde 2021, contra o sistema eleitoral.

“É evidente que a minuta materializou em texto formalmente técnico uma saída para o caso de surgirem indícios de fraude eleitoral em 2022. Isso em contexto no qual a hipótese de fraude era tratada como equivalente à derrota do candidato à reeleição presidencial”, disse o ministro.

Moraes, por sua vez, citou as milícias digitais durante sua manifestação no julgamento e fez referências a elas ao menos duas vezes.

O ministro classificou de milicianos digitais os que em todo mundo têm produzido e divulgado desinformação e indicou a necessidade de punição aos envolvidos.

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Casa do prefeito de Paris é invadida e incendiada por manifestantes

Residência oficial da prefeitura da capital francesa foi alvo de manifestantes; mulher e filhos de Vincent Jeanbrun estavam no local no momento do ocorrido, segundo a Forum.

Na madrugada deste domingo (2), a residência do prefeito de Paris, Vincent Jeanbrun, de 39 anos, no subúrbio da capital francesa, foi invadida por um carro que colidiu contra o imóvel e depois pegou fogo. O ataque foi conduzido por manifestantes e faz parte de uma série de protestos que vem ocorrendo na França. Também foram atirados fogos de artifício contra a esposa e os filhos do político. Esses atos têm ocorrido após a morte de um jovem de 17 anos, de origem africana, baleado pela polícia.

Vincent Jeanbrun, prefeito de centro-direita do município de L’Hay-les-Roses, estava na prefeitura coordenando ações para lidar com os protestos quando sua casa foi atacada. Sua esposa, Melanie, e seus filhos de 5 e 7 anos estavam dentro da residência dormindo no momento do ocorrido.

Nas redes sociais, Jeanbrun relatou que ele e sua família foram vítimas de uma “tentativa de assassinato de covardia indescritível”. Ele declarou: “Ao tentar se proteger e fugir dos agressores, minha esposa e um dos meus filhos ficaram feridos”. Esse é mais um episódio da onda de violência que tem tomado conta do país.

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Exército pagou R$ 4,6 milhões em pensão para ex-esposa de “segundo irmão” de Bolsonaro, preso por fraudar cartões de vacinação

O Exército desembolsou um total de R$ 4,6 milhões em pensões para Marinalva Barros, ex-esposa de Ailton Barros, após sua expulsão da corporação, informa o UOL. Ailton, que era tratado como “segundo irmão” por Jair Bolsonaro (PL), está preso sob suspeita de envolvimento em um esquema de falsificação de cartões de vacinação contra a Covid-19, que teria beneficiado o ex-presidente.

O pagamento das pensões a Marinalva ocorreu ao longo de 14 anos, entre abril de 2009 e abril deste ano, totalizando o valor bruto de R$ 4,6 milhões (ou R$ 3,3 milhões sem correção pela inflação). Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Curiosamente, nos registros do Exército, Ailton é considerado “morto ficto” para fins burocráticos, o que permitiu que Marinalva continuasse a receber a pensão, mesmo ele estando vivo.

Ao ser procurada, Marinalva afirmou que não é mais casada com Ailton, porém, continua sendo a destinatária da pensão do ex-major, conforme consta no Portal da Transparência do governo federal. Ela limitou-se a dizer: “prefiro ficar neutra disso tudo”, referindo-se às suspeitas contra o ex-marido.

A pensão foi instituída em outubro de 2008, mas o primeiro pagamento só foi realizado em abril do ano seguinte, e atualmente corresponde a uma renda mensal bruta de R$ 22,8 mil (ou líquida de R$ 14 mil). Ailton Barros foi expulso do Exército em 2006, após ser condenado pela Justiça Militar por jogar seu carro contra dois militares. Durante o processo de desligamento, ele foi promovido a major. Aliado de Bolsonaro, Ailton candidatou-se a deputado pelo PL em 2022, mas não foi eleito.

A existência de pensões pagas a herdeiros de militares vivos é uma peculiaridade, uma vez que os militares têm 10,5% de seus salários descontados mensalmente para que seus beneficiários recebam pensão após sua morte. No entanto, uma lei de 1960, mantida na última reforma previdenciária, garante o benefício a militares expulsos que ainda estão vivos.

O UOL procurou a defesa, parentes e o partido de Ailton, o PL, mas não conseguiu localizar representantes para se pronunciarem em seu nome. O Exército reforçou a legalidade dos pagamentos da pensão à ex-esposa de Ailton, enquanto o procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, solicitou a suspensão dos pagamentos à herdeira de Ailton, questionando a falta de proporcionalidade prevista na lei.

Além do caso das pensões, Ailton Barros encontra-se envolvido em um escândalo de falsificação de cartões de vacinação. A operação que desvendou o esquema prendeu Ailton e outras cinco pessoas em maio. Ailton e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, são suspeitos de adulterar cartões de vacinação.

A investigação revelou a existência de uma estrutura criminosa para falsificar dados de vacinação, que também teria beneficiado Bolsonaro, sua filha e assessores, possibilitando a emissão de certificados falsos para burlar restrições sanitárias no Brasil e nos EUA.

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Campos Neto, o peso do nome em um sabotador da República

Luis Nassif*

Atualmente, o mercado trabalha com Selic a 9% no final de 2024. Se a percepção estiver correta, significará o comprometimento do governo Lula.

A ficha do MInistério da Fazenda sobre o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, caiu em um jantar na casa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Lá, as críticas contra a taxa Selic começaram pelo varejo, passaram pelo agro, pelos bancos e por parte do mercado.

No caso do varejo, pelo fato de estar exposto à maior crise das últimas décadas, atingindo também as montadoras. O agro, porque a Selic alta rebaixa o dólar, reduzindo seus ganhos em reais. E os bancos porque sua fonte de receita atual se resume às tarifas e à venda de debêntures. A função primordial – da carteira de crédito – está paralisada. E o mercado porque o último IPO (oferta pública de ações) foi em janeiro de 1922 e a teimosia de Campos vai comprometer sua maior tacada, o Banco Central independente.

A última sustentação de Campos Neto era o onipresente André Esteves, presidente do BTG e, há anos, o mais influente empresário brasileiro. Dias atrás, Esteves declarou que a Selic precisava baixar depressa, mostrando que até ele tinha perdido a paciência. Antes disso, o CEO da XP deu declarações pelo corte de juros.

No parlamento, a base maior de Campos Neto é o Senado onde, no início, seu estilo fleumático impressionou os senadores. Com o tempo e a convivência, alguns senadores passaram a ter uma visão mais crítica dele – assim como funcionários do Banco Central, com quem ele convive.

Talvez o peso de ter herdado o nome de um avô brilhante, fez de Campos Neto um auto-referenciado compulsivo, com a síndrome de Edinho, o filho de Pelé. Quem pretendeu interagir com ele, até agora, deu de frente com um egocentrismo doentio. Na opinião de um senador, ele não consegue conversar: as conversas são sempre dele com ele mesmo.

O tempo inteiro gosta de alardear sua amizade com celebridades, seja um Luciano Huck ou um Elon Musk. Seu mundo gira entre a Fazenda Boa Vista, Miami e Basiléia. Repete continuamente as boas notas que diz ter recebido em universidade da California.

Seu sonho de consumo é a presidência do BIS (Banco de Compensações Internacionais) o Banco Central dos Bancos Centrais, atualmente presidido por um amigo seu, o mexicano Agustín Carstens.

Na presidência do BC, é um fracasso completo. Julga-se um presidente do BC pela maneira como atua sobre as expectativas do mercado. Campos Neto é visto por operadores como um trapalhão. Quando jogou a Selic a 2%, promoveu uma desvalorização cambial que fez explodir a inflação. O salto seguinte na Selic, sem dar tempo de acomodação ao mercado, gerou enormes prejuízos (e lucros).

Nos últimos dias, sua atuação errática em relação à Selic promoveu num maremoto no mercado, a maior volatilidade desde 2001.

GGN

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Lula sobre Sepúlveda Pertence: “Foi um dos maiores juristas da história do Brasil”

O presidente Lula (PT) manifestou por meio de nota pesar pela morte do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Sepúlveda Pertence, que morreu aos 85 anos, em Brasília, neste domingo (2).

“José Paulo Sepúlveda Pertence foi um dos maiores juristas da história do Brasil. Sempre atuou pela defesa da democracia e pelo Estado de Direito, como advogado e também como ministro do Supremo Tribunal Federal. Por isso, era respeitado por todos. Tive o privilégio de ter em Sepúlveda um amigo e também um grande advogado. Neste momento de perda, meus sentimentos aos seus familiares, em especial aos seus filhos, aos amigos e aos admiradores de Sepúlveda Pertence”, diz o comunicado assinado pelo presidente.

Quem também se manifestou foi a ex-presidente Dilma Rousseff, que teve Pertence como presidente da Comissão de Ética da Presidência da República durante o seu governo.

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Vídeo: Multidão acompanha Lula na Caminhada do 2 de Julho de Salvador em comemoração ao bicentenário da independência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pousou em Salvador, capital da Bahia, às 9h deste domingo (2.jul.2023) para participar da cerimônia de obliteração de selos comemorativos do bicentenário de Independência do Brasil na Bahia. Informa o Agenda do Poder.

Os baianos comemoram a independência em julho porque a data marca o fim do conflito com colonos portugueses na região, que resistiam ao término do controle português sobre a ex-colônia.

Em seu perfil no Twitter, o presidente disse que esta é uma data para “lembrarmos da luta do nosso povo por sua liberdade e soberania, e nos inspira na busca por mais direitos e dignidade”.

O petista desembarcou na base aérea da cidade, acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Lula participa da caminhada do 2 de Julho ao lado do governador Jerônimo Rodrigues. Ao meio-dia, tem marcada em sua agenda oficial ida para Ilhéus, também na Bahia, com chegada prevista às 12h30.

https://twitter.com/secomvc/status/1675493653182296065?s=20

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Bolsonaro só foi cassado porque é Bolsonaro

Quando o assunto é Bolsonaro, não dá para economizar.

Que presidente da história do Brasil, colocado no mais alto posto do poder da República, por um ministro corrupto e ladrão, que se tornou ministro da Justiça e Segurança Pública com as credenciais de Bolsonaro? Não há.

Nossos fascistas são piores que os fascistas dos outros, porque a nossa mídia corporativa é pior que a dos outros, pois, do contrário Bolsonaro não chegaria aonde chegou, que se mostrou completamente perdido e despreparado para administrar até mesmo o condomínio Vivendas da Barra, que fará uma nação como o Brasil.

Também por isso Bolsonaro foi cassado, digo, por morar no mesmo condomínio do assassino de Marielle, por ter como guarda-livros o miliciano Queiroz, sócio de Adriano da Nóbrega, ex-patrão da milícia de Rio das Pedras, condecorado com a medalha Tiradentes por Flávio Bolsonaro na Alerj, a mando do pai.

E Bolsonaro ainda fez questão de mostrar que, quem mandava nas rachadinhas de Flávio, era o varão do clã, o Seu Jair da casa 58 do Vivendas da Barra, o mesmo condomínio em que Bolsonaro mandou Sergio Moro, então ministro da Justiça, dar uma prensa no porteiro para que mudasse a versão sobre seu depoimento que complicaria a vida do mandante do país.

E aqui abro parêntese sobre isso. Imagina o atual ministro da Justiça, Flavio Dino, saindo de Brasília, a mando de Lula, para pressionar o porteiro a mudar seu depoimento no caso que envolve a morte de Marielle Franco no dia do crime, o que a mídia não estaria até hoje tagarelando?

Bolsonaro, este que se tornou inelegível pelo TSE, é o mesmo presidente que, em quatro anos como mandatário do país, deu quatro mansões para os quatro filhos, com os aplausos de Moro e Dallagnol, os mesmos que, numa ridícula simetria, diziam ou ainda dizem, que Lula comandou o maior esquema de corrupção da história da humanidade, mas na hora de gastar o fortuna do Faraó, não quis comprar umas cem ilhas com mansões hollywoodianas, dentro e fora do Brasil, preferiu, com o fruto do roubo comprar um muquifo mal-ajambrado no Guarujá, ao invés de comprar centenas de iates de dois andares, preferiu comprar pedalinhos com sua fortuna, ao invés de se tornar o maior latifundiário do mundo, preferiu, junto com D. Marisa, fazer uma hortinha no sítio.

Por isso cabe o choro dos bolsonaristas que dizem que Bolsonaro só foi cassado pelo TSE por ser Bolsonaro.

Que outro chefe de Estado foi responsável por tantas mortes por covid quanto Bolsonaro? Ao mesmo tempo em que seu homem da Banco Central, Campos Neto cobrava e ainda impõe aos brasileiros as taxas de juros mais altas do mundo para jogar na mais profunda miséria 33 milhões de brasileiros e fazer banqueiros e rentistas bateram recorde de lucros, porque, afinal, o ministro da Economia de seu governo era Paulo Gudes, aquele que disse ter governado para os ricos contra os pobres, pois os ricos é que mandam no país, num rompante de sincericídio.

Por isso, Bolsonaro, por ser Bolsonaro, foi cassado pelo TSE.

Que outro presidente do Brasil, em poucos dias de governo, promoveu tanta crueldade, de dentro do Palácio do Planalto, onde tinha instalado o gabinete do ódio, comandado por seu filho Carluxo. Planalto onde também se promoveu o dia fogo na Amazônia em que garimpeiros e outros eiros do submundo rural, que matam índios, incluindo crianças, tocaram fogo na Amazônia, junto, matando milhares de animais. A mesma Amazônia em que passou a boiada por seu ministro do Meio AMbiente, Ricardo Salles com o esquema de venda ilegal de madeira e ouro do oásis verde?

Poderia passar dias escrevendo por que Bolsonaro foi cassado pelo TSE por ser Bolsonaro, crimes, corrupção, bandalheira, cafetinagem é que não faltaram nos quatro anos do, agora inelegível mito.

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