Elon Musk pode estar cortando gastos do governo, mas não em seus próprios projetos — bilhões de dólares em dinheiro federal provavelmente estão indo para a SpaceX, graças a mudanças de política que tornarão o homem mais rico do mundo ainda mais rico
Musk procede como qualquer vigarista que por meios políticos contraria a lógica para se beneficiar seus negócios.
Não temos tantos desses aqui no Brasil?
Isso é uma forma de suborno por meio direto, na fonte.
Não é sem motivos que nos EUA Elon Musk é acusado de estar de olho grande no talão de cheques da Casa Brasnca.
A SpaceX está posicionada para garantir bilhões em novos contratos federais sob Trump.
Sob o presidente Trump, o papel de Elon Musk permite que ele influencie a política, potencialmente beneficiando suas empresas. Os apoiadores dizem que ele tem a melhor tecnologia.
Ou seja, como no Brasil, os EUA tem espertos e trouxas.
Quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram para condenar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) a cinco anos e três meses de prisão, a ser cumprida em regime semiaberto, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. A informação consta em reportagem do O Globo, que ressalta que o julgamento ocorre no Plenário Virtual da Corte, com encerramento previsto para o dia 28 de março.
O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, sugeriu a pena e defendeu ainda a perda do mandato da parlamentar, o que só aconteceria ao fim do processo, após não haver mais recursos pendentes. Seguiram o voto do relator os ministros Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Mendes argumentou que “o porte de arma de fogo para defesa pessoal não se presta a autorizar que a portadora persiga outras pessoas em via pública com sua arma de fogo, ainda que supostos criminosos”.
Em seu posicionamento, Flávio Dino afirmou que as provas colhidas ao longo do processo “não deixam dúvida” quanto à autoria dos crimes. Segundo ele, “no que se refere ao mérito da ação penal, cumpre destacar, de início, que a própria acusada reconhece a veracidade dos fatos narrados na denúncia”. O ministro classificou de “contradição insanável” um parlamentar ameaçar um cidadão “como se estivesse acima do cidadão ao ponto de sujeitá-lo com uma arma de fogo, em risco objetivo de perder a sua vida”.
A ministra Cármen Lúcia enfatizou, em seu voto, que “em momento algum, comprovou-se a presença de indícios de que o ofendido estivesse armado”. Para ela, a alegação de Zambelli de que teria considerado o homem perseguido como uma pessoa em posse de arma não se sustenta. “Não se trata de mera impressão, mas de comprovação objetiva: não havia qualquer arma com o ofendido”, completou.
Já Alexandre de Moraes destacou que “é grave a conduta de, em meio a mera discussão de cunho político-eleitoral, efetuar o saque de uma arma de fogo, perseguindo terceiros na via pública”. Ele apontou que o episódio, ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, apresentou “um elevado grau de reprovabilidade”, pois não havia qualquer indicativo de perigo imediato à integridade física de Zambelli ou de terceiros.
Em nota, Carla Zambelli disse ter “total confiança na Justiça” e acredita que, “com o esclarecimento completo dos fatos”, sua inocência será comprovada. O advogado da deputada, Daniel Bialski, lamentou não ter podido realizar sustentação oral de forma presencial e disse haver “equívocos” nas premissas usadas no voto do relator. O processo segue no Plenário Virtual do STF porque sua tramitação começou antes da mudança no regimento da Corte, que desloca ações penais mais recentes para as turmas.
“Brasil Paralelo” é um daqueles braços do fascismo que está cada dia mais agressivo no mundo.
Aqui no Brasil, assim como a elite econômica, esse fascismo paralelo é perfeitamente jeca.
É uma espécie de MBL 2.0
Essa gente é a mesma que reclama da baixa qualidade da mão de obra por falta de educação, mas é contra os investimentos do governo em educação.
Esse é somente um dos pequenos enfeites que o fascismo nativo usa para produzir furúnculos no corpo cultural do país.
O motivo, todos sabem. Neoliberalismo como doutrina de e lucro em tudo como atividade fim do ser humano.
Agora, o tal de Brasil Paralelo espirra esse clássico do pensamento reacionário. O objetivo central é mudar a história do Brasil nas escolas e criar uma fábula de relevo fascista que negue a história real do país.
O nome disso é lombriga intelectual.
É um tipo de verme que dá em cabeça de gado.
A eletrização de tal movimento se dá em produções de vídeos, patrocinado por alguém sem nome e rosto, mas com interesses ainda mais escusos.
A direita tradicional, que abriu as portas do inferno bolsonarista, é parte desse projeto manipulador.
A Jovem Pan não estaria metida nisso se não fosse algo contra a informação e formação de jovens brasileiros.
Essa gente do tal Brasil Paralelo acredita que, se deformar a história do Brasil, dará voz imperial ao neofascismo e, logicamente, ao neoliberalismo fundamentalista.
Filho do ex-comandante também atua em empresa com contratos milionários com a Aeronáutica.
A relação entre as Forças Armadas e a indústria da defesa voltou ao centro do debate com a movimentação do ex-comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, para a Airbus. Durante sua gestão na Força Aérea Brasileira (FAB), contratos foram firmados com a empresa europeia, incluindo a conversão de aeronaves A330 para a versão KC-30 MRTT, um projeto avaliado em centenas de milhões de reais.
Pouco tempo após deixar o cargo, em janeiro de 2023, Baptista Júnior assumiu, em novembro do mesmo ano, uma posição na Airbus como Senior Advisor for Strategy, o que levanta questionamentos sobre a influência de militares da reserva na aprovação de contratos e a falta de regulamentação clara para evitar situações que possam comprometer a transparência na administração pública, criando episódios conhecidos como “portas giratórias”.
O caso não se restringe ao ex-comandante. Seu filho, Bruno Baptista, trabalha na AEL Sistemas, uma empresa que mantém contratos milionários com a FAB. A AEL atua na área de tecnologia militar e é responsável por projetos como a comunicação segura entre aeronaves e o desenvolvimento da frota de drones RQ-900.
Apenas durante o governo Bolsonaro, a AEL recebeu mais de R$ 300 milhões em contratos, valor que corresponde a mais da metade de tudo o que a empresa faturou com o governo federal nos últimos dez anos. Além disso, a empresa foi impulsionada com investimentos diretos em equipamentos militares de última geração, consolidando-se como uma fornecedora estratégica para as Forças Armadas.
O que é porta giratória? A chamada “porta giratória” acontece quando uma pessoa que ocupava um cargo público passa a trabalhar em uma empresa privada que se beneficiou de suas decisões enquanto ele estava no governo. Isso pode gerar favorecimentos, conflitos de interesse e o uso indevido de informações privilegiadas.
No Brasil, a lei prevê um período de quarentena para evitar que ex-gestores assumam cargos imediatamente em empresas que possam ter sido beneficiadas por suas decisões. No entanto, a eficácia dessas normas é frequentemente questionada, especialmente quando se trata de setores estratégicos, como defesa e segurança nacional.
No caso de Baptista Júnior, a situação se encaixa nesse padrão. Durante seu tempo como comandante da Aeronáutica, a Airbus fechou contratos importantes com a FAB, incluindo a conversão de aeronaves para transporte militar e o fornecimento de suporte logístico.
Após deixar o comando em janeiro de 2023, ele foi trabalhar justamente na Airbus em novembro do mesmo ano, levantando suspeitas sobre a transparência dessas negociações e se houve algum tipo de favorecimento à empresa antes de sua saída. O fato de a Airbus ter recebido contratos de grande porte durante sua gestão reforça a necessidade de um escrutínio mais detalhado sobre essas movimentações.
Fábrica da Airbus na Inglaterra
A relação entre as Forças Armadas e a indústria da defesa voltou ao centro do debate com a movimentação do ex-comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, para a Airbus. Durante sua gestão na Força Aérea Brasileira (FAB), contratos foram firmados com a empresa europeia, incluindo a conversão de aeronaves A330 para a versão KC-30 MRTT, um projeto avaliado em centenas de milhões de reais.
Pouco tempo após deixar o cargo, em janeiro de 2023, Baptista Júnior assumiu, em novembro do mesmo ano, uma posição na Airbus como Senior Advisor for Strategy, o que levanta questionamentos sobre a influência de militares da reserva na aprovação de contratos e a falta de regulamentação clara para evitar situações que possam comprometer a transparência na administração pública, criando episódios conhecidos como “portas giratórias”.
O caso não se restringe ao ex-comandante. Seu filho, Bruno Baptista, trabalha na AEL Sistemas, uma empresa que mantém contratos milionários com a FAB. A AEL atua na área de tecnologia militar e é responsável por projetos como a comunicação segura entre aeronaves e o desenvolvimento da frota de drones RQ-900.
Apenas durante o governo Bolsonaro, a AEL recebeu mais de R$ 300 milhões em contratos, valor que corresponde a mais da metade de tudo o que a empresa faturou com o governo federal nos últimos dez anos. Além disso, a empresa foi impulsionada com investimentos diretos em equipamentos militares de última geração, consolidando-se como uma fornecedora estratégica para as Forças Armadas.
O que é porta giratória? A chamada “porta giratória” acontece quando uma pessoa que ocupava um cargo público passa a trabalhar em uma empresa privada que se beneficiou de suas decisões enquanto ele estava no governo. Isso pode gerar favorecimentos, conflitos de interesse e o uso indevido de informações privilegiadas.
No Brasil, a lei prevê um período de quarentena para evitar que ex-gestores assumam cargos imediatamente em empresas que possam ter sido beneficiadas por suas decisões. No entanto, a eficácia dessas normas é frequentemente questionada, especialmente quando se trata de setores estratégicos, como defesa e segurança nacional.
No caso de Baptista Júnior, a situação se encaixa nesse padrão. Durante seu tempo como comandante da Aeronáutica, a Airbus fechou contratos importantes com a FAB, incluindo a conversão de aeronaves para transporte militar e o fornecimento de suporte logístico.
Após deixar o comando em janeiro de 2023, ele foi trabalhar justamente na Airbus em novembro do mesmo ano, levantando suspeitas sobre a transparência dessas negociações e se houve algum tipo de favorecimento à empresa antes de sua saída. O fato de a Airbus ter recebido contratos de grande porte durante sua gestão reforça a necessidade de um escrutínio mais detalhado sobre essas movimentações.
O papel da AEL Sistemas A AEL Sistemas, onde o filho do ex-comandante trabalha, também tem uma relação próxima com a FAB. A empresa é fornecedora de sistemas de comunicação e vigilância usados pelas Forças Armadas. Reportagens apontam que a AEL recebeu um grande volume de contratos federais, especialmente durante o governo Bolsonaro, e continua sendo uma das principais beneficiadas pelo setor de defesa.
Além dos contratos já conhecidos, a empresa participa de projetos estratégicos para modernização das forças militares brasileiras, como o desenvolvimento de novos sistemas de controle para aeronaves e sistemas avançados de comunicação digital para o Exército.
Especialistas afirmam que esse tipo de relação entre militares da reserva e fornecedores do governo pode comprometer a transparência dos contratos públicos.
“Se um comandante assina contratos milionários com uma empresa e depois vai trabalhar para ela, como garantir que essas negociações foram feitas sem benefícios indevidos?”, questiona um especialista em governança pública. Segundo ele, a falta de fiscalização mais rígida e de regras claras facilita que acordos desse tipo ocorram sem qualquer sanção.
O que pode mudar? A falta de regras claras para militares que deixam cargos estratégicos e vão para a iniciativa privada é um dos principais problemas apontados por analistas. Ao contrário de outros servidores públicos, oficiais de alta patente que se aposentam não enfrentam muitas restrições para atuar no setor privado, o que facilita a prática da porta giratória.
No Brasil, a legislação vigente exige quarentena de apenas seis meses para alguns casos, o que, na prática, não impede oficiais da reserva assumam rapidamente funções em empresas beneficiadas por suas decisões.
No Congresso, há discussões sobre a necessidade de ampliar as regras de quarentena e criar mecanismos mais rigorosos de fiscalização. Em outros países, como nos Estados Unidos e na União Europeia, há normas mais rígidas para evitar que militares da reserva e ex-membros do governo assumam cargos em empresas privadas que possuem contratos diretos com o setor público.
Nos Estados Unidos, por exemplo, militares da reserva de alto escalão enfrentam restrições para atuar em empresas de defesa por pelo menos dois anos, além de terem que passar por um processo de aprovação caso queiram ocupar cargos estratégicos.
Enquanto isso, Airbus e AEL Sistemas seguem como fornecedoras estratégicas da FAB. O caso reforça a necessidade de maior fiscalização e transparência na relação entre as Forças Armadas e empresas do setor de defesa. Sem mecanismos eficazes de controle, situações como essa podem se repetir, comprometendo a confiança na administração pública e nos contratos militares.
A falta de uma legislação mais rígida para ex-militares pode abrir brechas para que essa relação próxima entre oficiais da reserva e empresas privadas continue acontecendo sem qualquer restrição.
Não! Malafaia não chorou ao descobrir que o presidente do partido de Tarcísio não apoia anistia.
Malafaia não se expôs ao ridículo com seu choro fake pelo fracasso de Bolsonaro no último domingo em Copacabana, por achar que teria 400 mil pessoas quando só deu 18 mil, enquanto Malafaia apostou em 1 milhão,
Malafaia fez beicinho por algo muito mais caro a ele, o seu fracasso pessoal na manifestação de domingo que flopou, já que ele arrotou aos quatro cantos que, junto com Bolsonaro, arrebanharia 1 milhão de “patriotas”, mas não deu 1% de seu palavrório.
Isso significa um tombo político de Malafaia dentro de seu reduto no mundo da picaretagem evangélica.
Isso não é pouca coisa.
Então, Malafaia, não querendo se confessar derrotado dentro de seu próprio quintal, jogou no ar que descobriu que o presidente do partido de Tarcísio não apoia a anistia.
O sujeito não economiza no quesito gritaria. Vendo que seu chão está mole no universo dos pastores charlatães, a luz amarela acendeu para ele.
O impostor sentiu o tranco e quis compartilhar a ideia de que estava preocupado com a anistia de Bolsonaro quando, na verdade, quer se cacifar na direita, porém, seu rebanho virou as costas para ele, revelando que não tem 1% da força que imaginava ter nesse universo evangélico.
Simples assim.
O resto é teatro do estrambótico bufão que precisava comentar o fracasso e não queria admitir sua falência política onde um dia já foi rei.
Que surpresa nenhuma saber que a antilulista XP Investimentos é um esquema de pirâmide.
Seu esquema de troca de figurinhas com Dallagnol foi denunciado pela Vaza Jato.
O procurador vigarista da Lava Jato recebia um presentinho por fora para garantir a banqueiros internacionais, que tinham negócio com a XP, que Lula seria preso e não participaria do pleito de 2018.
Só isso já é um escândalo de proporções nucleares. Mas a mídia fez ouvidos mocos para a Vaza Jato, por conta de inúmeras casos com o mesmo peso criminoso comandado por Moro e Dallagnol na Lava Jato.
Agora, mais essa contra a bolsonarista XP.
A XP Investimentos está sendo acusada de operar um esquema de pirâmide financeira!
Uma grande casa de análises norte-americana Grizzly Research LLC, apontou que XP empurra “agressivamente” aos clientes “produtos de investimento predatórios”
Especializada em identificar problemas em empresas para apostar na queda de ações, a Grizzly Research LLC produz insights de pesquisa diferenciados sobre empresas de capital aberto por meio de due diligence aprofundada.
A fraude estaria relacionada aos fundos Gladius e Coliseu, por meio da comercialização de Certificados de Operações Estruturadas (COEs).
De acordo com a Grizzly, sem esses fundos, a XP não conseguiria manter a lucratividade.
Ou seja, não foi sem motivos que o TSE cassou mandato do lavajatista Deltan Dallagnol por fraude. O bibelô da XP, nos assuntos sobre Lula, vendia informações para a própria.
Marcha organizada por ex-membro da AfD é a terceira na Alemanha nos últimos meses.
Cerca de 800 neonazistas tentaram marchar, neste sábado (22) em Berlim, no distrito de Friedrichshain, mas tiveram de ir para casa mais cedo devido à forte oposição de contra-manifestações antifascistas.
Os participantes não conseguiram avançar além do ponto de chegada na estação de trem de Ostkreuz, no leste da capital alemã.
“Algumas centenas de nazistas se reuniram em Ostkreuz, mas só puderam andar cerca de 50 metros porque a rota do protesto estava bloqueada por milhares de antifas!” disse à coluna uma jovem alemã que fez parte das contramanifestações mas pediu para não ser identificada.
O que se sabe até agora é que a polícia mobilizou cerca de 1500 policiais para evitar confrontos entre o grupo de extrema direita e os grupos antifascistas. Enquanto, segundo a polícia alemã, o grupo neonazista tinha aproximadamente 850 pessoas, as contra manifestações antifascistas reuniram entre 2 mil e 5 mil participantes.
Até o momento da publicação da coluna, 100 pessoas haviam sido presas. Os motivos teriam sido o uso de disfarces e símbolos de organizações inconstitucionais. Investigações também estão em andamento por perturbação da paz. Além disso, a saudação de Hitler teria sido feita diante de policiais.
Mas manifestantes antifascistas também relatam violência policial e o uso de gás de pimenta.
Além disso, segundo o jornal alemão Deutsche Welle, três pessoas foram impedidas de participar da manifestação neonazista por determinação judicial. Elas já haviam sido presas anteriormente por exibirem símbolos de organizações inconstitucionais, incluindo um homem que fez a saudação nazista.
Essa foi a terceira de uma série de marchas de extrema direita desde dezembro na Alemanha, com o mesmo lema: “Pela lei e pela ordem. Contra o extremismo de esquerda e a violência com motivação política” e estariam sendo organizados pelo ex-membro da ala mais radical da AfD (partido de extrema direita alemão que ficou em segundo lugar nas últimas eleições parlamentares) Ferhat Sentürk.
Os atos passaram de 150 manifestantes em fevereiro para 850 neste sábado.
Há relatos de que os primeiros atos contaram com outros integrantes da AfD, mas o partido nega que tenha relação com a série de encontros neonazistas, segtundo o ICL.
A polícia alemã declarou no X que estava protegendo a liberdade de expressão e o direito ao protesto e não o conteúdo do ato em si, mas afirmou que fará novas declarações neste domingo (23).
Os democratas tupiniquins de ocasião têm em Trump a imagem de um Deus supremo.
Agora, diante da chuva de críticas estampadas nos jornais sobre a censura à liberdade de expressão nos EUA, o espetáculo de Eduardo e Jair Bolsonaro cai ainda mais no ridículo.
O peso pesado da extrema direita mundial dando exemplo de tirania, cala a boca dos bocas abertas do clã Bolsonaro.
Em outras palavras, nada está tão ruim para Bolsonaro que não possa piorar.
O STF deve estar inteiro gargalhando dos extremistas gaiatos brasileiros, os lambe-botas de um governo norte-americano que já nasceu morto.
É um complexo de inferioridade que envergonha o Brasil.
No Brasil, antes de Lula, para o pobre estudar, tinha que ser na carne, na raça, no sangue e na alma.
O repuxo era dolorido.
Tudo aquilo que a elite dizia sobre educação no Brasil era puro teatro.
Essa gente sempre trabalhou para a sua própria obsessão em busca de minas de ouro e a educação sempre foi vista como inimiga das classes economicamente dominantes.
Esse excelente programa do governo Lula 3 é um tiro de canhão na turma de pé ferro que sempre pisou nos mais pobres.
O programa pé de meia do governo Lula onstrói facilidades para os estudantes não abandonarem a escola.
Dá para imaginar a redução de 25% da evasão escolar nesse gigantesco universo de alunos brasileiros?
É sim, revolucionário!
Os verdadeiros amantes da educação certamente estão vibrando.
É um programa direto e sem esnobismos intelectuais.
Isso muda a cultura do espírito dos estudantes brasileiros.
Emocionado, Lula disse aos estudantes brasileiros, sobre o pé de meia: “Sejam gênios no Brasil”
Gente como Cassia Kis envenena a própria alma. É o tipo que não só fala mal dos outros, como faz conferência.
Ou seja, figuras como ela provocam azia coletiva quando abrem a boca sobretudo em programas comandados por gente de igual quilate.
Haja arruda!
O ataque gratuito e injustificado de Cassia Kis a Chico Buarque e Caetano Veloso, é de natureza pessoal.
Lógico que ela usou a sua “ideologia” de conservadora Mandrake para criar fábulas azedas com o objetivo de saracotear nos palcos em entrevistas, como a que deu a bolsonarista de ocasião Leda Nagle.
Essa inconcebível paspalhice, que busca usar um figurino falso moralista, é direcionada ao meio cultural como um todo.
Isso é típico de quem tem raiva da própria vida e do universo que habita.