Mês: março 2026

Ataques acontecem em todo o Irã sem perspectiva de acordo

Centenas de pessoas foram mortas e centenas de milhares foram deslocadas na região, enquanto a guerra entra em sua segunda semana.

Em uma postagem nas redes sociais na manhã de sábado, o presidente Trump prometeu que o Irã seria em breve “atingido com muita força” e que o ataque aéreo israelense-americano, que já durava uma semana, se expandiria para atingir novas “áreas e grupos de pessoas”.

Anteriormente, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em um pronunciamento televisionado que a exigência de rendição incondicional feita por Trump era “um sonho que nossos inimigos levarão para o túmulo”. Pouco depois do discurso de Pezeshkian, sirenes de ataque aéreo soaram no Bahrein e no Catar, um sinal de que os ataques retaliatórios do Irã ainda estavam em andamento.

O Sr. Pezeshkian, aparentemente buscando amenizar a raiva contra o Irã no mundo árabe, também pediu desculpas às nações do Golfo Pérsico por lançar ataques em seus territórios. Esse comentário parece ter levado o Sr. Trump a afirmar que o Irã havia se “rendido a seus vizinhos do Oriente Médio”.

Mas o presidente iraniano afirmou posteriormente nas redes sociais que o Irã continuaria tentando danificar as bases americanas no Golfo. “Não atacamos nossos países amigos e vizinhos”, disse ele. “Em vez disso, temos como alvo bases, instalações e estruturas militares americanas na região.”

Os detalhes dos ataques americanos ao Irã no sábado permanecem obscuros. Autoridades americanas de alto escalão informaram o público sobre os combates pela última vez há dois dias. Na sexta-feira, os militares dos EUA divulgaram um comunicado afirmando que as forças americanas atingiram pelo menos 3.000 alvos desde o início da guerra no fim de semana anterior, um aumento significativo em relação aos 2.000 ataques registrados no início da semana, mas forneceram poucos detalhes.

Ataques israelenses atingiram o Aeroporto Mehrabad em Teerã durante a noite, incendiando-o, segundo informações militares. Os alvos eram aviões ligados à Guarda Revolucionária do Irã, informou o exército. Moradores de Teerã descreveram enormes bolas de fogo e fumaça subindo ao céu.

O número de mortos no Irã também permanecia envolto em incerteza. No início desta semana, a Sociedade do Crescente Vermelho havia informado que quase 800 pessoas haviam sido mortas, mas não forneceu uma atualização oficial desse número nos últimos dias. Na sexta-feira, o embaixador do Irã na ONU elevou o número de mortos para mais de 1.300.

Eis o que mais abordaremos:

Baixas americanas: Esperava-se que o Sr. Trump estivesse presente quando os corpos dos primeiros militares americanos mortos no conflito com o Irã chegassem à Base Aérea de Dover, em Maryland, na tarde de sábado.

Relatório de inteligência: Um relatório do Conselho Nacional de Inteligência, concluído antes dos Estados Unidos e de Israel lançarem ataques contra o Irã, previa que mesmo um ataque militar em larga escala contra o país dificilmente derrubaria seu governo teocrático, de acordo com autoridades americanas informadas sobre o trabalho.

Aeroporto de Dubai: O Aeroporto Internacional de Dubai anunciou no sábado que retomou parcialmente suas operações, após ter informado anteriormente que todos os voos estavam suspensos.

Líbano: Durante a noite, aviões de guerra israelenses bombardearam repetidamente os arredores do sul de Beirute, um reduto do Hezbollah onde os militares israelenses haviam alertado centenas de milhares de moradores para fugirem ou enfrentarem perigo iminente. Cerca de 300 mil pessoas foram deslocadas no Líbano, segundo estimativas do Conselho Norueguês para Refugiados.

Missão fracassada: O exército israelense informou que suas forças especiais também lançaram uma rara incursão no leste do Líbano na madrugada de sábado para buscar — sem sucesso — os restos mortais de Ron Arad, um soldado israelense considerado desaparecido em combate desde a década de 1980. A incursão provocou confrontos nos quais pelo menos 41 pessoas morreram, segundo autoridades libanesas e a mídia estatal.

Ali Larijani, chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã, fará um pronunciamento à nação esta noite, segundo a televisão estatal iraniana. No sábado, altos funcionários iranianos demonstraram publicamente divergências sobre sua estratégia de guerra, com o presidente afirmando que o Irã cessaria os ataques a países árabes vizinhos e comandantes militares o contradizendo. Espera-se que Larijani tente projetar uma mensagem mais coesa em seu discurso.

Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos interceptaram mísseis e drones provenientes do Irã na noite de sábado, informou o Ministério da Defesa do país em um comunicado. Os fortes ruídos ouvidos em todo o país foram causados ​​pelas interceptações realizadas pelos sistemas de defesa aérea e por caças, acrescentou o ministério.

Em uma postagem nas redes sociais na manhã de sábado, o presidente Trump prometeu que o Irã seria em breve “atingido com muita força” e que o ataque aéreo israelense-americano, que já durava uma semana, se expandiria para atingir novas “áreas e grupos de pessoas”.

Anteriormente, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em um pronunciamento televisionado que a exigência de rendição incondicional feita por Trump era “um sonho que nossos inimigos levarão para o túmulo”. Pouco depois do discurso de Pezeshkian, sirenes de ataque aéreo soaram no Bahrein e no Catar, um sinal de que os ataques retaliatórios do Irã ainda estavam em andamento.

O Sr. Pezeshkian, aparentemente buscando amenizar a raiva contra o Irã no mundo árabe, também pediu desculpas às nações do Golfo Pérsico por lançar ataques em seus territórios. Esse comentário parece ter levado o Sr. Trump a afirmar que o Irã havia se “rendido a seus vizinhos do Oriente Médio”.

Mas o presidente iraniano afirmou posteriormente nas redes sociais que o Irã continuaria tentando danificar as bases americanas no Golfo. “Não atacamos nossos países amigos e vizinhos”, disse ele. “Em vez disso, temos como alvo bases, instalações e estruturas militares americanas na região.”

Os detalhes dos ataques americanos ao Irã no sábado permanecem obscuros. Autoridades americanas de alto escalão informaram o público sobre os combates pela última vez há dois dias. Na sexta-feira, os militares dos EUA divulgaram um comunicado afirmando que as forças americanas atingiram pelo menos 3.000 alvos desde o início da guerra no fim de semana anterior, um aumento significativo em relação aos 2.000 ataques registrados no início da semana, mas forneceram poucos detalhes.

Ataques israelenses atingiram o Aeroporto Mehrabad em Teerã durante a noite, incendiando-o, segundo informações militares. Os alvos eram aviões ligados à Guarda Revolucionária do Irã, informou o exército. Moradores de Teerã descreveram enormes bolas de fogo e fumaça subindo ao céu.

O número de mortos no Irã também permanecia envolto em incerteza. No início desta semana, a Sociedade do Crescente Vermelho havia informado que quase 800 pessoas haviam sido mortas, mas não forneceu uma atualização oficial desse número nos últimos dias. Na sexta-feira, o embaixador do Irã na ONU elevou o número de mortos para mais de 1.300.

Eis o que mais abordaremos:

  • Baixas americanas: Esperava-se que o Sr. Trump estivesse presente quando os corpos dos primeiros militares americanos mortos no conflito com o Irã chegassem à Base Aérea de Dover, em Maryland, na tarde de sábado.

  • Relatório de inteligência: Um relatório do Conselho Nacional de Inteligência, concluído antes dos Estados Unidos e de Israel lançarem ataques contra o Irã, previa que mesmo um ataque militar em larga escala contra o país dificilmente derrubaria seu governo teocrático, de acordo com autoridades americanas informadas sobre o trabalho.

  • Aeroporto de Dubai: O Aeroporto Internacional de Dubai anunciou no sábado que retomou parcialmente suas operações, após ter informado anteriormente que todos os voos estavam suspensos.

  • Líbano: Durante a noite, aviões de guerra israelenses bombardearam repetidamente os arredores do sul de Beirute, um reduto do Hezbollah onde os militares israelenses haviam alertado centenas de milhares de moradores para fugirem ou enfrentarem perigo iminente. Cerca de 300 mil pessoas foram deslocadas no Líbano, segundo estimativas do Conselho Norueguês para Refugiados.

  • Missão fracassada: O exército israelense informou que suas forças especiais também lançaram uma rara incursão no leste do Líbano na madrugada de sábado para buscar — sem sucesso — os restos mortais de Ron Arad, um soldado israelense considerado desaparecido em combate desde a década de 1980. A incursão provocou confrontos nos quais pelo menos 41 pessoas morreram, segundo autoridades libanesas e a mídia estatal.

*New York Times


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Trump ameaça ‘destruição completa’ do Irã se não houver rendição

Republicano atribui decisão iraniana de cessar ataques a países do Golfo Pérsico como suposta ‘fraqueza’; país persa reafirma que não irá se render

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que neste sábado (07/03) o Irã será alvo de novos e mais intensos ataques militares, em meio à ofensiva perpetrada por Washington e Tel Aviv contra o país persa.

“Hoje, o Irã será duramente atingido! Áreas e grupos de pessoas que não eram considerados alvos até este momento estão sob séria consideração para destruição completa e morte certa, devido ao mau comportamento do Irã“, disse o presidente dos Estados Unidos, em sua Truth Social.

A declaração ocorre depois do presidente iraniano Masoud Pezeshkian anunciar que cessará os bombardeiros contra os países do Golfo Pérsico, a menos que ocorram ataques destas nações contra o Irã. Desde o início do conclave no último sábado (28/02), o país persa vem retaliando as bases militares norte-americanas localizadas nos países vizinhos.

Em sua postagem, Trump atribuiu a decisão iraniana ao ataque “implacável dos Estados Unidos e de Israel” e avaliou a medida como um sinal de rendição: “o Irã, que está sendo duramente atacado, pediu desculpas e se rendeu aos seus vizinhos do Oriente Médio, prometendo que não atirará mais neles”, escreveu.

“Essa promessa só foi feita por causa do ataque implacável dos EUA e de Israel. Eles buscavam dominar e governar o Oriente Médio. É a primeira vez em milhares de anos que o Irã perde para os países vizinhos do Oriente Médio”, acrescentou Trump.

Ele ainda afirmou que o país persa “não é mais o ‘valentão do Oriente Médio’, mas sim ‘o perdedor do Oriente Médio’, e continuará sendo por muitas décadas até se render ou, mais provavelmente, entrar em colapso total!”.

Rendição está fora de questão, diz Irã
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian, no entanto, deixou mito claro que as exigências de rendição incondicional de Washington não serão aceitas: “os inimigos do Irã levarão para o túmulo seus sonhos de nossa rendição incondicional”, disse em mensagem divulgada na manhã deste sábado (07/03).

Já sobre o fim dos bombardeios aos países do Golfo, ele afirmou: “estamos comprometidos com a paz duradoura na região, mas não temos dúvidas, nem hesitação, em defender a honra e a autoridade do nosso país. Os alvos apropriados dos esforços de mediação devem ser aqueles que, ao subestimarem o povo iraniano, incendeiam a região”.

*Opera Mundi


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Mendonça, o novo bibelô dos jornalões, foi escolhido ministro da Justiça por Bolsonaro para blindar sua turma

O que há de disponível no momento para a direita, é o terrivelmente evangélico, André Mendonça, que rebrotou da capoeira para acalmar os ânimos do judiciário com as folhas maduras com as quais tenta um caminho sombrio para determinar como parte do STF pode fixar em pechas morais em Lula em pleno ano eleitoral.

Sim, para a mídia, sobrou do maior partido de extrema direira, o imponderável.

O que a bolsomídia do baronato midiático quer, é que o brasileiro dê uma apalpadela, no escuro, na própria memória para que não se lembre que Mendonça foi o escolhido por Bolsonaro para blindar seus filhos e comparsas da sua turma para substituir Sergio Moro que, em projeto de traição ao chefe da gangue da qual Moro era parte, armou uma cama de gato e foi descoberto pela Abin paralela.

Está tudo documentado no Google, basta dar um clique na busca por aquela fatídica reunião ministerial em que Bolsonaro faz uma análise sobre a tarição de Moro para, em seguida, meter-lhe o pé na bunda.

Ou seja, foi rato engolindo rato e, no caso de Bolsonaro, escolhendo um novo roedor para o Ministério da Justiça que, por sua lealdade à turma na tarefa de blindar toda a cambada do governo Bolsonaro, teve sua recompensa com uma cadeira de ministro do STF pelas mãos do genocida golpista.

Basta pegar uma pipoca, sentar de frente para um IA da vida ou, grosso modo, para o próprio Google, que entenderá que o atual herói a mídia nativa, André Mendonça é fruto de dois guinchos gorfados por Bolsonaro. O que, na verdade, é um seminário autoexplicativo da linha oficial de um governo bandido que, em bate-boca com o traidor, Bolsonaro o demitiu e deu à pasta do Ministério da Justiça a importância de culto ao terrivelmente evangélico.

Isso nos permite enxergar plenamente o que a mídia espera de Mendonça, rebocado no STF, para glamourizar o mega picareta, rei do Rio das Pedras e Muzema, Flavio Bolsonaro, a novo pastor do gado bolsonarista e, consequentemente o espelho do próprio pai, preso por uma lista incalculável de crimes.

Nunca foi tão fácil entender o lamaçal que a serpente midiática trafega na busca por um candidato antipetista para que a Faria Lima, onde Vorcaro é Deus, junto com o PCC e a grande mídia, além de toda a fauna de abutres do país sugam o sangue dos brasileiros.


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A mídia e o segredo da invenção

A rota mais fácil para o paraiso da manipulação são os cortes e recortes dos fatos.

Com a chegada da inteligência artificial, a mídia estrutura seus textos com altos percentuais de termos e adjetivos que se travestem de análise para marcar, com certos tipos de frases, a estrutura clássica da dominação emocional.

Os modelos de liguagens reproduzem muito bem exatamente esse padrão para ter o mínimo de probalidade de uma palavra ou expressão ser mal interpretada contra os hábeis manipuladores da mídia.

Ou seja, toda a formulação de uma matéria passa por um filtro para ter a precisão cirúrgica que atinja o alvo. Soma-se a isso os motivos centenários dessa forma de escrita por encomenda para servir como mercadoria política em prol das classes dominantes.

No Brasil, a imprensa industrial, sobretudo das Organizações Globo, não se furta a usar todos os procedimentos para proteger seus objetivos e entregar a mercadoria pronta aos patrões, que são a sua rica clientela.

Esse é o padrão Globo de jornalismo, seguido pelo Estadão, Folha, Veja e congêneres.

Digo isso para alertar que, mais uma vez, a mídia de cartas marcadas seguirá sendo a mais agressiva, a mais extremista, despudorada e raivosa direita nacional. E será ela, como já está fazendo, quem tentará a todo custo convencer o eleitorado a repudiar a reeleição de Lula, seja com entrevistas combinadas com candidatos de direita, economistas de direita dos mais pândegos, para vender uma direita romanceada de moderada, enquanto pintam Lula como o diabo em forma de presidente.

Essa turma que está se estapeando entre si no campo da direita, tentando subir no pódium dos que odeiam o PT e seus candidatos, é titica perto da campanha que está estourando contra Lula na grande mídia, ao mesmo tempo em que tenta catapultar a candidatura de Flavio Bolsonaro.

A quebra de sigilo de Lulinha não encontrou qualquer ligação dele com o careca do INSS. Assim, uma mudança de rumo para atingir o objetico de atacar Lula, será feita e a charanga que usa o martelete contra o presidente durante 24 horas nos jornalões e TVs da grande mídia, seguirá apontando o dedo para um outro recorte para que os olhos da ´população fiquem parados, pensativos e imaginativos.

Essa mídia costureirazinha viverá, até a eleição deste ano, de tentativas sabidas de manipulações de sentimentos coletivos de forma pirata em busca do triunfo da direita que, consequentemente, busca, na prática, o fracasso da campanha de Lula.

Simples assim.

Que a campanha de Lula se prepare para a guerra da mídia que plantará todo santo dia uma semente de ódio contra a reeleição do presidente da República.


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Luis Nassif: André Mendonça terá papel central nas eleições de 2026

No horizonte das eleições, Mendonça e a PF jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, consolidando candidaturas bolsonaristas.

Não há mais margem para dúvidas. O grande personagem das eleições de 2026 será o Ministro bolsonarista do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

Digo bolsonarista não apenas por ter sido nomeado por Jair Bolsonaro, mas porque mostrou, no inquérito do Banco Master, que trabalhará alinhado com o bolsonarismo.

Ontem ocorreu uma chuva de vazamentos do inquérito do Banco Master. Atribuiu-se à CPMI do INSS. É um sofisma. Logo no início do inquérito do Master, a Polícia Federal vazou mensagens contidas no celular de Daniel Vorcaro. A postura de Dias Toffoli foi trazer o inquérito para o STF e indicar peritos sérios, que impedissem os vazamentos.

A razão era óbvia. O caso Master tem tudo para repetir a Lava Jato 1. Há um sentimento disseminado de corrupção, um caso que envolve dezenas de personagens. Nessas circunstâncias, as investigações são comandadas pela cobertura jornalística, e esta se submete ao vazamento de informações. Quando há a parceria mídia-PF – como agora – o desfecho é previsível.

Antes, tinha-se uma operação comandada por um juiz de 1a instância, com a mídia garantindo a onda que intimidou os tribunais superiores. A operação foi desmanchada quando cessou a cobertura midiática e o STF pode decidir sem pressão.

Agora tem-se uma Lava Jato 2 em que o Sérgio Moro de ocasião é um Ministro da Suprema Corte. É totalmente dele a responsabilidade pela chuva de vazamentos do inquérito. Os principais suspeitos do caso Master são políticos bolsonaristas e do Centrão. Ao enviar o inquérito para o Congresso, era óbvio que a consequência seria o vazamento das informações, de acordo com os interesses do Centrão. Firmou-se ali, sem nenhuma sutileza, o pacto que deverá marcar a campanha eleitoral desse ano, com a PF e Mendonça jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, visando consolidar as candidaturas bolsonaristas.

E vai se queixar para quem? Para o bispo? Fosse um juiz de tribunal superior, e se o Conselho Nacional de Justiça funcionasse, Mendonça estaria respondendo a um inquérito sobre seu estratagema, para vazar as informações.

Do mesmo modo, teria que explicar as razões que levaram à quebra do sigilo de Lulinha, se as suspeitas se referiam expressamente às supostas ligações com o tal careca do INSS.

O país entra desarmado em uma eleição que poderá definir o nosso futuro como nação. Tem-se a situação esdrúxula de um candidato umbilicalmente ligado às milícias, ao Escritório do Crime, a processos nítidos de enriquecimento ilícito, sendo levado ao poder por essa aliança terrível de mídia, mercado, Centrão e um Ministro do Supremo atuando como articulador da orquestra.

*Luis Nassif/GGN


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Em campanha descarada para Flavio Bolsonaro, Globo faz matéria espingolada sobre Lulinha para tentar atingir Lula

Somente quem tem a consciência tranquila, abre suas contas para mostrar a movimentação financeira, entrada e saída de dinheiro, como fez Lulinha.

A BolsoGlobo usou mãos de luva para roubar a verdade e induzir, com seu capotão, que Lulinha recebeu depósitos R$ 19 milhões em 4 anos, quando, na realidade, ela soma as entradas e saídas da conta. Ou seja, entraram, por conta do trabalho de Lulinha, que é empresário, quase R$ 9 milhões em 4 anos, da mesma forma que saíram. Detalhe, nenhum centavo é público. Somando os dois, entrada e saída, aproximadamente R$ 19 milhões.

É o velho truque dos Marinho, de dar uma manchete confusa para ser confusamente compreendida pela população.

Isso deixa claro que a Globo está apostando tudo na campanha de Flavio Bolsonaro que, assim como irmãos e pai, jamais trabalhou na vida e todos viveram e vivem, um a um, das gordas tetas do Estado, ou seja, do suor dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a quem a Globo tanto odeia.

A pergunta chega a ser boboca, os Marinho têm coragem de abrir suas contas bancárias para saber quem e quanto é depositado durante 4 anos para pagar a campanha que fazem em favor dos grandes banqueiros agiotas desse país?

Esse incessante ladrido contra Lula desde que o atual presidente da República ainda era líder sindical, em plena ditadura apoiada pela Globo, é guiado pelo próprio rabo que norteia os interesses de quem fez império a partir de sua parceria com a ditadura e com os EUA contra o Brasil e os brasileiros.

O Jornal Nacional, assim como o jornal O Globo, com suas matérias canalhas, não provou qualquer ilícito de Lulinha, mesmo sabendo disso, sua intenção é incorporar contra Lula, a favor de Flavio, uma pulga atrás da orelha dos eleitores.

Assim, ela vai constuindo cortina de fumaça para um passado todo cagado de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, rachadinha e peculato que fazem parte do sarcófago da história do clã Bolsonaro e, junto, testar hipóteses que possam dar nova direção de seus ataques a Lula.

A matéria não traz absolutamente nada contra Lulinha, mas a monarquia dos Marinho acrescenta na variedade de acusações contra Lula e sua família, mais uma pecha de irrigação contra a seriedade e legalidade de todos os passos dados por Lula há pelo menos 50 anos.

Na verdade, não há diferença moral entre a turma do Vorcaro com a turma dos Marinho. Por isso, de vez em quando, eles se estranham, como acontece com as organiações criminosas no Brasil.

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Namorada enviou a Vorcaro vídeo de Ciro Nogueira: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”

Mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que a modelo Martha Graeff enviou a ele um vídeo do senador Ciro Nogueira (PP-PI) em que o parlamentar declara apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A conversa ocorreu por mensagem direta no Instagram em 23 de julho de 2025.

No vídeo encaminhado pela namorada, Ciro Nogueira afirma: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”. A gravação foi enviada por Martha Graeff às 11h27 daquele dia, segundo registros das mensagens analisadas nas investigações relacionadas ao Banco Master.

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A publicação com o título “Estamos com Bolsonaro. Sempre!” foi enviada por Martha a Vorcaro às 11h27 do dia 23 de julho de 2025. No vídeo, Ciro Nogueira diz que Bolsonaro é vítima de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país” e que pretende apresentar um Projeto de Lei para “proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais”.

“É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir. Isso eu considero uma perseguição sem precedente na história do nosso país. Nós estamos estudando até no congresso um projeto de lei para proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais, porque da forma como está se acontecendo no país, isso é uma censura prévia que nós não podemos admitir em hipóteses nenhumas”, afirma no vídeo.

Na gravação, o senador também declara que Bolsonaro é alvo de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país”. Em seguida, afirma: “É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir”.

*DCM


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Irã diz que drones militares atingiram Abraham Lincoln, maior porta-aviões dos EUA

Após ataque, navio se afastou da fronteira marítima iraniana; chanceler Abbas Araghchi advertiu que eventual invasão terrestre resultaria em ‘desastre’ aos inimigos

O Irã informou nesta quinta-feira (05/03) que drones militares liderados pela Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) atingiram o porta-aviões Abraham Lincoln dos Estados Unidos, destacado a mando do presidente norte-americano Donald Trump próximo do país persa. Teerã também advertiu que qualquer ofensiva terrestre contra a sua nação resultaria em “desastre” aos inimigos.

“O porta-aviões Abraham Lincoln, que havia se aproximado a 340 quilômetros das fronteiras marítimas do Irã no Mar de Omã numa tentativa de controlar o Estreito de Ormuz, foi atingido por drones da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica Iraniana”, disse porta-voz do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya.

O porta-voz acrescentou que o navio fugiu rapidamente com seus contratorpedeiros e agora está a milhares de quilômetros da região.

Anteriormente, logo após a agressão inicial perpetrada pelos Estados Unidos e Israel no último sábado (28/02), o IRGC havia anunciado que o USS Abraham Lincoln havia sido alvo de quatro mísseis balísticos, informação que o Pentágono negou em primeiro momento.

No dia anterior, o IRGC informou ter abatido um caça norte-americano de ataque multiuso no sudoeste do Irã. Segundo o corpo, o F-15E Strike Eagle foi derrubado graças aos novos sistemas de defesa aérea da Força Aeroespacial da Guarda.

De acordo com a agência de notícias iraniana Fars, o país persa já lançou mais de dois mil drones em retaliação aos ataques norte-americanos e israelenses.

Resposta desastrosa contra invasão terrestre
À emissora norte-americana NBC News, o ministro das Relações Exteriores iraniano Abbas Araghchi afirmou que o país está “preparado” para enfrentar uma possível invasão terrestre, que, segundo Teerã, seria um “desastre” para seus inimigos.

“Estamos prontos para qualquer eventualidade, até mesmo um desembarque”, disse o chanceler. “Estamos esperando por eles. Temos certeza de que podemos enfrentá‑los, e que isso seria desastroso para eles”.

Araghchi também afirmou que o Irã “não tem intenção” de fechar o Estreito de Ormuz, passagem marítima estratégica localizada entre o Golfo Pérsico e Golfo de Omã, embora não descarte tal possibilidade caso Israel e os Estados Unidos sigam escalando a guerra.

“Não fomos nós que o fechamos. Os navios e petroleiros é que evitam atravessá‑lo porque temem ser atacados por um dos lados”, afirmou.

Por fim, o ministro reiterou que Teerã não busca um cessar‑fogo e não pretende voltar a negociar com os Estados Unidos.

“Já negociamos com eles duas vezes, e em ambas as ocasiões fomos atacados no meio das negociações”, declarou Abbas, em referência à Guerra dos 12 Dias de junho passado, quando Washington e Tel Aviv se juntaram para atacar a infraestrutura iraniana. “Não estamos pedindo cessar‑fogo. Não vemos motivo para negociar com os Estados Unidos.”

*OperaMundi


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Putin dá golpe mortal à economia da União Europeia ao decidir interromper fluxo de gás russo ao bloco

O presidente russo Vladimir Putin destruiu o plano da União Europeia (UE) de abandonar o gás russo de maneira sistemática, escreve o portal chinês Sohu.

Na quarta-feira (4), Vladimir Putin afirmou que a Rússia pode interromper imediatamente o fornecimento de matérias-primas para os mercados europeus.

O portal destaca que as palavras de Putin causaram trauma psicológico à UE, pois, em vez de um embargo planejado ao gás russo para 2027, ele sugeriu que a Europa devesse se preparar para um corte imediato.

“Agora, Moscou pode fechar as torneiras e reorientar-se para mercados dispostos a pagar preços mais altos […]. A Europa, por iniciativa própria, começou um jogo do qual saiu perdendo”, ressalta a publicação.

Segundo o material, a UE tentou fazer cálculos para abandonar a energia russa sem se prejudicar, mas a estratégia acabou sendo um fracasso.

Nesse contexto, a reportagem salienta que Vladimir Putin deu um golpe mortal no ponto fraco da UE. Enquanto, a Europa está usando a política como uma arma, impondo sanções, Moscou está apenas usando a lógica comercial.

Portanto, o portal conclui que o Kremlin deu um passo estratégico bem pensado, já que a Europa está constantemente sancionando a energia russa, enquanto os mercados emergentes estão prontos para comprá-la sem impor condições políticas.

*Sputnik


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Globo veste a camisa da milícia e vira assessora da campanha de Flavio Bolsonaro

A mão de Merval Pereira estava coçando para mergulhar de ponta-cabeça na campanha de Flavio Bolsonaro.

As varejeiras do Globo funcionam assim, revoam de boca babosa por gorjetas gordas, o que sempre foi de interesse da direita brasileira.

Como se sabe, o Grupo Globo nunca teve boa reputação, ele stá sempre pronto para uma empreitada bem paga para defender candidatos da direita e atacar os de esquerda. A Globo trabalha para a oligarquia, desde sempre.

Os Marinho fizeram seu império, tijolo sobre tijolo, com o que existe de mais podre no Brasil e fora dele, já que é o principal panfleto dos EUA dentro do Brasil e contra o Brasil.

Racista por tradição, a Globo vive de mentiras engenhosas para segregar negros e pobres e enaltecer brancos e ricos.

Nesse momento, repete a dose das campanhas pró-Collor, FHC, Aécio e do próprio Bolsonaro, em 2018 e em 2022.

Então, o apoio à campanha de Flavio Bolsonaro pela Globo, ao seu projeto Brasil/Milícia ou Brasil/Muzema, tem como objetivo agitar a massa da fauna para manter o fundo escuro onde habita o clã Bolsonaro.

Ou seja, nada de falar sobre rachadinha, peculato, formação de quadrilha, esritório do crime, assassinos de aluguel, caso Marielle, lojinha de chocolate, mansões compradas a peso de ouro com dinheiro vivo e as que foram compradas fora do Brasil no esquema astuto de lavagem de dinheiro num projeto capotão que, somados, passam de 100 imóveis.


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