Para fazer discurso, posar de vítima e atacar adversários, sobra disposição. Para abrir a caixa-preta do Dark Horse, porém, a transparência desaparece.
A pergunta é elementar: onde está a planilha completa? Quem colocou dinheiro? Quanto colocou? De onde saiu? Para onde foi? Quem recebeu?
Quem exige confiança pública diante de uma candidatura presidencial precisa entender que transparência não se faz com promessa, bravata ou silêncio. Faz-se com documentos.
Porque transparência não é pedir que o eleitor acredite na palavra de candidato. É colocar os documentos na mesa e deixar os números falarem.
E justamente às vésperas da eleição, quando cada explicação deveria ser acompanhada de documentos, o que aparece é silêncio.
Se está tudo explicado, mostre a planilha. Se não há nada a esconder, abra as contas. O eleitor não precisa de mais uma narrativa: precisa de respostas documentadas.
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