Ano: 2026

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Governo Lula: De um total de R$ 10 bilhões, o Move Brasil liberou quase R$ 2 bilhões para financiar caminhões

Programa apoia troca de caminhões antigos por novos

Em evento em Guarulhos (SP), o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse neste domingo (8) que o programa Move Brasil liberou aproximadamente R$ 2 bilhões em financiamentos para renovação da frota de caminhões no primeiro mês de vigência.

O programa busca substituir veículos antigos e retomar o ritmo de vendas, que havia recuado 9,2% em 2025. Em relação aos modelos pesados, voltados para transporte de longas distâncias, a retração foi mais acentuada, de 20,5% ante 2024.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o mercado de caminhões iniciou o ano em retração de 34,67% (em relação a janeiro de 2024).

Para Alckmin, a queda nas vendas está relacionada à alta taxa de juro no país.

“Temos recorde de safra, com aumento de 17,9%. Também de exportação, com US$ 349 bilhões, e uma corrente de comércio de US$ 629 bilhões. Esses produtos precisam chegar a portos e aeroportos. Qual foi o problema? A taxa de juros. Normalmente, quem compra esse tipo de bem de uso duradouro financia, é difícil comprar à vista. Eu vou e financio. A taxa estava em 22%, 23% ao ano, e a resposta foi boa, cerca de R$ 1,9 bilhão neste comecinho”, destacou.

Dono de uma empresa de transportes em Santa Isabel, na região metropolitana de São Paulo, Orlando Boaventura pegou empréstimo pelo Move Brasil. A empresa, familiar, tem 30 funcionários e existe há 20 anos. Com os recursos, compraram o 29º caminhão.

“Um modelo novo gasta hoje até R$ 200 a menos em combustível em uma viagem daqui para o Rio de Janeiro, por exemplo. A gente busca a renovação de frota e essa taxa de juros é adequada, está dentro do nosso padrão. Conseguimos um bom preço e achamos que era o melhor momento para comprar”, contou. A empresa deve contratar mais cinco trabalhadores este ano.

O representante dos trabalhadores, Wellington Damasceno, do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, destacou o esforço conjunto de empresas, sindicatos e do governo federal para elaboração do programa, que visa a manutenção dos empregos no setor, como a diminuição das emissões de carbono e a transição para modelos de logística mais sustentáveis.

No evento, os representantes da indústria pediram a manutenção do programa, como forma de estimular a retomada das vendas do setor, que envolve fábricas, concessionárias, indústrias de peças e outros produtos relacionados.

“Vemos uma tendência do Banco Central de pensar o início de um ciclo de redução da taxa Selic. Isso talvez compense, caso não haja perenização no programa, mas ele já tem um valor importante porque antecipa a expectativa e como a taxa de juros estará a partir do terceiro e quarto trimestres deste ano”, destacou o CEO da Scania, Christopher Polgorski, acrescentando que cada emprego mantido na produção e vendas diretas reflete na manutenção de outros seis empregos indiretos.

Alckmin informou que o programa não tem um prazo de conclusão, e que teto deve continuar em R$ 10 bilhões. “Neste momento não temos discussão de aumento do valor [do teto]. O prazo pode durar dois meses, quatro meses, seis meses, até que o recurso se esgote. Depois disso nós vamos estudar”, disse.

Move Brasil
O Move Brasil libera crédito para a compra de caminhões novos e de seminovos fabricados a partir de 2012 por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os veículos precisam atender a critérios ambientais.

No final de janeiro, o Renovação da Frota, dentro do Move Brasil, beneficiou caminhoneiros autônomos, cooperados e empresas transportadoras de 532 municípios. Somente no mês passado, foram realizadas 1.152 operações, com valor médio de R$ 1,1 milhão.

No total, o programa disponibilizará R$ 10 bilhões em crédito, entre recursos do Tesouro Nacional e BNDES. Desse total, R$ 1 bilhão é reservado exclusivamente a caminhoneiros autônomos e cooperados. As taxas de juros cobradas estão em torno de 13% a 14% ao ano. Há condições melhores para quem comprovar entrega de veículos mais antigos para desmonte.

O limite de financiamento é de até R$ 50 milhões por usuário. Os empréstimos terão prazo máximo de 5 anos e carência de até 6 meses.

Todas as operações são cobertas pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), com garantias de até 80% do valor financiado.

*Agência Brasil


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Candidato socialista vence direita radical e é eleito presidente de Portugal, indicam projeções

António José Seguro, de centro-esquerda, foi eleito presidente de Portugal neste domingo (8/2), segundo as projeções de boca de urna, batendo André Ventura, do Chega

Ex-secretário-geral do Partido Socialista (PS), de centro-esquerda, Seguro teria entre 68% a 73% dos votos, segundo a projeção da Universidade Católica feita para a emissora pública RTP.

Assim, Seguro teria vencido confortavelmente o candidato André Ventura, líder do Chega, da direita radical, que concorreu com um forte discurso anti-imigração.

Seguro é visto como uma figura centrista e moderada.

O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, reconheceu a derrota logo após o anúncio das primeiras projeções, mas disse que seu partido é “o grande vencedor da direita. “Provamos que vínhamos para ser diferentes” e contra o sistema “que se uniu contra nós”.

Portugal tem um regime semipresidencialista de matriz parlamentar. Isso quer dizer que, embora o presidente seja eleito por voto direto, o poder executivo é exercido pelo primeiro-ministro, indicado após eleições legislativas e que depende de apoio mínimo no Parlamento.

Desde 2024, o primeiro-ministro de Portugal é Luís Montenegro, da coligação de centro-direita liderada pelo Partido Social Democrata (PSD).

O papel do presidente, porém, está longe de ser protocolar, já que exerce um poder moderador crucial.

O presidente pode vetar leis, devolvendo-as ao Parlamento, e tem a prerrogativa de dar posse ao primeiro-ministro. Em casos extremos, também pode dissolver o Parlamento e convocar eleições antecipadas — medida conhecida como “bomba atômica”.

Seguro, então, pode ser decisivo para garantir a estabilidade do governo minoritário de centro-direita liderado pelo PSD — e Seguro é, afinal, o candidato melhor posicionado para ocupar o cargo.

O novo presidente foi eleito com o apoio de várias figuras políticas portuguesas moderadas, entre eles Aníbal Cavaco Silva, presidente entre 2006 e 2016 e primeiro-ministro entre 1985 e 1995.

Também o apoiaram os prefeitos de Lisboa, Carlos Moedas, e do Porto, Pedro Duarte, ambos do PSD. Luís Marques Mendes, candidato apoiado pelo PSD no primeiro turno, afirmou que votaria em Seguro por seu alinhamento com a “defesa da democracia” e a “moderação política”.

A votação deste domingo ocorreu com o país em estado de “calamidade pública”, em meio a uma onda de fortes tempestades. Ventura chegou a pedir o adiamento da eleição, mas autoridades eleitorais afastaram essa possibilidade, admitindo apenas adiamentos pontuais em alguns municípios.

Segundo os primeiros resultado, o comparecimento no segundo turno foi semelhante ao do primeiro turno. Correio Brazilinse.


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Governo de Tarcísio banca farra de viagens da escolta de Doria e gastos chegam a R$ 300 mil

O Governo de São Paulo destinou cerca de R$ 300 mil ao custeio de viagens realizadas por um capitão da Polícia Militar responsável pela segurança pessoal do ex-governador João Doria. As despesas envolveram passagens aéreas e diárias pagas pelo Executivo estadual após a saída de Doria do cargo, em março de 2022.

A manutenção da escolta tem amparo em um decreto assinado em 2004 pelo então governador Geraldo Alckmin. A norma garante a ex-governadores e seus familiares o direito à segurança prestada pela Casa Militar durante todo o mandato subsequente ao exercício do cargo.

Segundo dados do Portal da Transparência, desde 31 de março de 2022, data em que Doria renunciou ao governo para tentar disputar a Presidência da República, o capitão da PM Marcelo Kamada, que atuou como ajudante de ordens do ex-governador, teve R$ 290,7 mil em passagens aéreas custeadas pelo Estado de São Paulo.

Os registros indicam que as viagens acompanharam Doria a pelo menos 11 países. Entre os destinos internacionais constam Inglaterra, Estados Unidos, China, Emirados Árabes Unidos, Suíça, Panamá, Holanda, Portugal, Índia, Itália e França, alguns deles visitados mais de uma vez.

Entre as cidades visitadas com a presença do policial estão Dubai, para onde houve ao menos seis deslocamentos, além de Paris, Roma, Miami, Amsterdã, Mumbai, Nova York e Londres. De acordo com o DCM, as passagens foram emitidas em diferentes períodos, mesmo após o ex-governador deixar oficialmente o cargo.

Uma única viagem a Nova York, realizada em maio de 2023, custou cerca de R$ 17 mil aos cofres públicos em passagens de ida e volta. O deslocamento ocorreu aproximadamente um mês depois de Doria ter deixado o Palácio dos Bandeirantes.

Outro gasto registrado foi uma passagem aérea no valor de R$ 13 mil para Fort Lauderdale, na Flórida, cidade localizada a cerca de 40 quilômetros de Miami e conhecida por ser destino turístico. O custo também foi arcado pelo governo paulista.

Após a saída da vida política, João Doria retomou suas atividades empresariais no Lide, organização fundada por ele. Atualmente, o ex-governador ocupa o cargo de copresidente do conselho do grupo, que é comandado por João Doria Neto e mantém atuação internacional com eventos em diversos países.

Além das passagens internacionais, o capitão Marcelo Kamada recebeu R$ 10,4 mil em diárias para viagens dentro do Brasil. Os destinos nacionais incluem Campos do Jordão, Rio de Janeiro, Campo Grande, Brasília, Vitória, Cuiabá e Catanduva.

No caso do ex-governador Rodrigo Garcia, os dados do Portal da Transparência apontam apenas três viagens custeadas pelo Estado ao responsável por sua segurança pessoal na Casa Militar. Todas tiveram como destino São José do Rio Preto, cidade considerada base política do ex-chefe do Executivo paulista.


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Para isolar Flávio Bolsonaro, Lula procura partidos do centrão e quer vice do MDB

Presidente avalia que a única possibilidade de ampliar sua chapa é atraindo MDB

O presidente Lula desencadeou uma operação política em duas frentes para tentar fortalecer sua candidatura à reeleição e isolar seu provável adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL).

O petista tenta afastar os principais partidos do centrão da candidatura de Flávio. Além disso, em um movimento considerado mais delicado, foi receptivo à ideia de mudar o vice de sua chapa para tentar agregar o MDB à sua aliança formal — o que daria mais tempo de campanha na TV e reforçaria a mensagem de frente ampla propagada por ele na eleição de 2022.

A ordem de Lula, já assimilada pelo PT, é ampliar o máximo possível seu arco de alianças para a eleição. Articuladores petistas acreditam que a maioria do eleitorado já decidiu de qual lado ficará, e que apenas algo em torno de 10% dos votos está em disputa. Por isso, qualquer ajuda para atrair mais eleitores é valiosa.

“Temos que trabalhar, fazer alianças para ganhar as eleições. Não estamos com essa bola toda em todos os estados, tem estados que precisamos compor. A gente precisa decidir se quer ganhar ou se quer perder. Como eu quero ganhar, Edinho [Silva, presidente do PT], você vai ter que fazer as alianças”, declarou o presidente no evento de aniversário do PT neste sábado (7).

A tentativa de atrair o MDB é sensível porque envolveria tirar da chapa o atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB). Ele é próximo do chefe do governo e quer continuar no cargo no caso de reeleição. Além disso, diretórios poderosos do MDB, como os de São Paulo e do Rio Grande do Sul, devem resistir a uma aliança.

Como mostrou a coluna Painel, da Folha, a cúpula emedebista está se aproximando do PSD, que tem três pré-candidatos a presidente. Dos 27 diretórios estaduais do partido, 17 estariam afastados de Lula e 10, próximos ao governo petista.

Há o risco de Lula magoar e perder seu atual vice e a aliança ser derrotada na convenção emedebista, inviabilizando a coligação. Alckmin já disse à cúpula do PT que, se não estiver na chapa presidencial, apoiará a reeleição de Lula sem se candidatar a nada.

O presidente discutiu o assunto em dezembro com os senadores lulistas Renan Calheiros (MDB-AL) e Eduardo Braga (MDB-AM). Ficou de marcar nova reunião, mas não o fez até agora.

Na quinta (5), porém, Lula disse publicamente que Alckmin tem “um papel a cumprir” na eleição em São Paulo. A frase foi entendida como um sinal de que ele quer o vice concorrendo a algum cargo e reforçando seu palanque no estado com maior eleitorado.

Emedebistas a par da articulação avaliam que a declaração foi uma espécie de “ok” para avançarem na tentativa de formar uma maioria no partido em favor da aliança. Esse grupo, porém, ainda quer que o presidente faça gestos mais fortes.

Dois dias depois, durante celebração dos 46 anos do PT neste sábado (7), em Salvador, o presidente afagou Alckmin dizendo que teve sorte com seus vices: “O Geraldo Alckmin foi uma dessas coisas que Deus fez acontecer na minha vida. É um homem extraordinário que eu respeito e admiro”. O vice esteve presente no evento.

Na reunião com os dois emedebistas, Lula disse que via no MDB a única chance de agregar um novo partido à sua aliança — que deve contar com as siglas de esquerda.

Renan disse ao petista que a única maneira de tentar levar o MDB para a coligação seria oferecendo a vice, porque isso daria um argumento forte na convenção que decidirá o caminho da sigla na eleição. As convenções partidárias serão de 20 de julho a 5 de agosto.

Há três emedebistas cotados para a vice de Lula, caso a articulação dê certo: o ministro dos Transportes, Renan Filho; o governador do Pará, Helder Barbalho; e a ministra do Planejamento, Simone Tebet.

O principal destino especulado para Tebet, porém, é uma candidatura a senadora por São Paulo. Existe a possibilidade de ela mudar de partido, uma vez que o MDB paulista apoia o governador bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Aliados de Lula no PT e no MDB, porém, ainda tentam uma solução que permita a Tebet ser candidata e apoiar a reeleição de Lula sem mudar de legenda. Tanto o presidente do PT, Edinho Silva, quanto Eduardo Braga querem conversar com o presidente do MDB, Baleia Rossi, sobre o tema.

O principal obstáculo a uma aliança entre Lula e o MDB paulista é a proximidade do prefeito de São Paulo, o emedebista Ricardo Nunes, com Tarcísio. O governador foi fundamental para a reeleição de Nunes, em 2024.

Ajuda Lula o fato de Tarcísio ter decidido ser candidato à reeleição em São Paulo. Forças políticas de direita e de centro queriam que ele disputasse o Palácio do Planalto e ficaram sem um candidato preferido.

Além da tentativa de atrair o MDB, Lula busca obter a neutralidade dos principais partidos do centrão na disputa nacional. O objetivo do petista é que essas legendas não deem apoio formal a Flávio Bolsonaro e que suas direções nacionais não dificultem sua busca por alianças com líderes locais.

Um dos principais movimentos nesse sentido, revelado pela Folha, foi reunião de Lula com o presidente do PP, Ciro Nogueira, na qual ouviu dele uma proposta de neutralidade nacional do partido. A contrapartida seria facilitar a reeleição de Nogueira como senador no Piauí.

Deputados e senadores filiados ao PP e originários de regiões onde Lula é mais popular, como o Nordeste, dão como certo que a legenda liberará seus filiados para se associar ao candidato a presidente que preferirem.

O presidente também mira líderes locais do União Brasil. Um dos estados onde esse esforço deve ser maior é o Ceará. Principal líder do PT cearense, o ministro da Educação, Camilo Santana, tenta impedir que o União Brasil apoie Ciro Gomes (PSDB) na disputa pelo governo local. Lula julga ser fundamental derrotar Ciro e reeleger o governador Elmano de Freitas (PT).

O PP anunciou a formação de uma federação partidária com o União Brasil, chamada União Progressista. As duas legendas, juntas, constituiriam a maior bancada da Câmara e seriam obrigadas a agir em conjunto na eleição nacional. Ciro Nogueira é um dos líderes dessa associação, que ainda não foi definitivamente reconhecida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Esse grupo queria apoiar Tarcísio para presidente. Sem uma candidatura de Tarcísio, a prioridade passou a ser eleger o maior número possível de congressistas, o que aumenta a possibilidade de alianças entre Lula e diretórios estaduais dessas siglas.

O presidente da República também se aproximou do presidente da Câmara, Hugo Motta. O partido de Motta, o Republicanos, também tem setores que querem disputar a eleição associados a Lula. De acordo com o ICL, o deputado tem participado das articulações do presidente da República inclusive fora de seu partido. Ele intermediou a reunião entre o petista e Ciro Nogueira.

Lula, Motta e diversos outros deputados jantaram juntos na quarta-feira (4). O chefe do governo minimizou os possíveis atritos por partidos que têm ministérios lançarem candidatos a presidente da República. O recado foi direcionado principalmente ao PSD, que tem três ministros e três pré-candidatos ao Planalto (Ronaldo Caiado, Eduardo Leite e Ratinho Jr.).


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Vídeo: A bolsonarice de Túlio e a burrice ostentação

A curiosa declaração de Tulio Maravilha: ataram uma brocha à calda de burro e puseram-no de traseiro voltado para uma tela.

A declaração inacreditável de Túlio, atacando as Universidades Públicas, no Brasil, apoiado pela esposa e filha, conta a história do bolsonarismo, que esmagou muito mais cérebros do que as mais de 700 mil pessoas que Bolsonaro matou por covid.

A exaltação ao quadrúpede, que esteve hospedado no Palácio da alvorada de 2019 a 2022, classificado como lenda por uma legião de discognitivos funcionais, esclarece por que o ex-craque do Botafogo resolveu gravar um vídeo contestando a qualidade de Universidades Públicas em comporação com as universidades privadas.

Esse sentimentalismo, ridiculamente ideológico, da família de Túlio, causa uma sensação não de desconhcimento, mas de burrice orgulhosa em estado puro.

Sim, o bolsonarismo produziu não só o burro orgulhoso de sua burrice, mas o burro que quer ostentar sua total falta de cognição diante do resto do país.

A fulgurante estrela do Botafogo, time do qual sou torcedor, não merece isso. O glorioso, que tem uma história equiparável apenas à do Santos de Pelé e de tantos outros craques, não merece sentir na pele tal guerra, promovida pelos bolsonaristas contra o conhecimento, a ciência e todos os feitos que as Universidades Públicas no Brasil promoveram, enriquecendo a educação brasileira, a cultura, a história e o próprio desenvolvimento.

Esse fratricídio inebriado de Túlio em que o próprio tatua na testa a prova viva de sua burrice, é uma forma de glorificar o que o animal real jamais veneraria, mas sabe como é a escola do bolsonarismo que sonha morrer burro com o maior fulgor possível para ser lembrado pelas próximas gerações como tal.


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Lula cobra PT em festa: ‘Eleição vai ser uma guerra e temos que estar preparados’

Presidente discursou em evento de aniversário de 46 anos do Partido dos Trabalhadores

Em um discurso com ares de discussão de relacionamento, o presidente defendeu a formação de alianças amplas e afirmou que o partido “não está com essa bola toda” em todos os estados. “Temos que tratar de fazer as alianças necessárias para a gente ganhar as eleições. Um acordo político é uma coisa tática para gente poder governar esse país. E estamos mais sabidos, muito mais preparados”, afirmou

O presidente iniciou seu discurso relembrando a fundação do PT nos anos 1980. Relembrou as bandeiras históricas da legenda, disse que o partido não pode se igualar à direita em uma política movida pelo dinheiro.

“A política apodreceu. Vocês que são candidatos sabem como está o mercado eleitoral nesse país, quanto custa um cabo eleitoral, quanto custa um vereador, quanto custa cada candidatura nesse país. É uma vergonha”, afirmou.

Na sequência, criticou o volume de dinheiro envolvido nas campanhas eleitorais e disse sentir saudade dos tempos em que o partido vendia camisetas para custear os comícios: “Agora é dinheiro rolando para tudo quanto é lado”.

O presidente cobrou uma autocrítica do PT por ter sido a favor das emendas impositivas, aprovadas no Congresso, e classificou o volume desses recursos como “um sequestro” das verbas do Executivo para que deputados e senadores gastem como quiserem.

“Vocês têm obrigação de não deixar que partido vá para a vala comum da política desse país”, afirmou
Também destacou que o PT precisa se fortalecer na sociedade: “É o partido que tem que ser forte, não é o Lula. O Lula é uma pessoa física, vocês são uma pessoa jurídica que não pode acabar”, afirmou.

Ainda segundo Lula, o PT precisa ir para a periferia e conversar com o povo, incluindo os evangélicos, lembrando que maioria deles recebem benefícios do governo federal. Depois das cobranças, encerrou o discurso em tom otimista, afirmando que o PT só perde a eleição presidencial para si mesmo.

“A eleição vai ser uma guerra e temos que estar preparados para ela para ganhar em alto nível. Vamos nos preparar. Sabiam eu estou motivado para cacete porque o que está em jogo não é só ganhar as eleições, precisamos pensar em um outro projeto para esse país, para despertar corações”, afirmou.

O evento foi uma espécie de pontapé inicial para as eleições de outubro. O presidente aproveitou o ato para mobilizar a militância e indicar as diretrizes da campanha, que incluem a defesa do legado das gestões petistas, o combate a privilégios e pautas como o fim da escala 6×1. A aposta é um discurso ideológico para enfrentar a direita bolsonarista na eleição.

A Bahia foi escolhida para sediar as celebrações dos 46 anos do PT como forma de reafirmar a importância eleitoral do estado, que deu uma frente de quatro milhões de votos a Lula na disputa contra Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno em 2022.

Mais cedo, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a construção de um amplo arco de alianças será crucial para a reeleição do presidente.

“Temos que ter capacidade de fazer alianças partidárias e como a sociedade. Não podemos ter dúvidas do que é central. Nada é mais importante do que a eleição do presidente Lula”, afirmou.

Ele ainda defendeu a importância de eleger senadores comprometidos como a democracia e citou a meta de eleger ao menos um deputado do PT em cada estado brasileiro e ampliar as bancadas nos estados onde a sigla já tem representantes na Câmara dos Deputados.

Edinho também destacou a importância de resgatar bandeiras históricas como o orçamento participativo, que poderia ser uma espécie de contraponto às emendas impositivas, e disse que só o PT pode ser um partido antissistema.

“Se queremos ser um partido antissistema, temos que fazer que os ricos paguem imposto e os trabalhadores deixem de pagar. Se queremos ser um partido do antissistema, temos que defender fim da jornada 6×1 e debater uma forma de custeio para que a gente universalizar a tarifa zero”, afirmou.

Lula chegou à Bahia na sexta-feira (6) para participar de uma cerimônia de entrega de ambulâncias, de Unidade Odontológicas Móveis e equipamentos para Unidades Básicas de Saúde. Pela tarde, o presidente fez uma visita ao Santuário de Santa Dulce dos Pobres, na capital baiana, segundo o ICL.

Na tarde deste sábado, o presidente e a primeira-dama Janja participam de um almoço na casa do cantor e compositor Gilberto Gil, que foi ministro da Cultura no primeiro mandato de Lula.


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Qual será a influência de Trump na eleição presidencial do Brasil?

Pouco ou, na verdade, nada tem sido falado sobre a influência de Trump no resultado da eleição no Brasil.

Na realidade, nem esquerda, nem direita trazem à baila esse debate, mas certamente ambos os lados discutem essa questão na cúpula das campanhas.

Uma coisa é certa, isso não passará em branco. A direita não fala, mas está com Trump entalado na goela pelos elogios que teceu a Lula e sua proximidade com o presidente, que já tem um encontro marcado com ele nos EUA em março. Lula diz que terá uma conversa olho no olho com Trump.

Sem a idolatria do capitalismo americano, a direita nativa, que já não tem projeto de país, como nunca teve, não podeerá usar a administração Trump como referência de nada, já que ele desbundou Eduardo Bolsonaro, o que significa que a Casa Banca descartou qualquer menção de poio  Bolsonaro que pudesse significar para os bolsonaristas uma esperança de anistia ao genocida.

Trump, hoje considerado o político mais tóxico dos EUA, sobretudo pela perseguição nazista aos imigrantes, está levando os republicanos a uma condição que não se tem notícia na história do partido, tal as lambanças cotidianas que o grandalhão não para de produzir, a última, o racismo nu e cru em que pblicou um ataque inacreditável a Obama e sua esposa, Michelle. Sem falar no que vem sendo revelado sobre a abertura da caixa preta do caso Epstein em que Trump é praticamente um sócio dos crimes do personagem central, Jeffrey Epstein.

Lula, até então, tem mantido uma dianteira cada vez mais larga quando o assunto é Brasil e EUA, pois, como disse o New York Times, soube fazer um enfrentamento a Trump com cem por cento de êxito no caso das tarifas que, segundo o jornal amerciano, deveria servir de exmplo para outras nações mundo afora.

Pode-se afirmar que, mesmo a esquerda, no Brasil, execrando a figura de Trump e o bolsonarismo sendo execrado por Trump, nos EUA, que Lula está nadando de braçadas de vários corpos no clã Bolsonaro.

Parece contradição, mas, na verdade, é política feita com P maiúsculo pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que concede a ele o prêmio de craque do jogo.


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Matou a família e foi ao cinema

Michelle sempre mostrou não ter talento político para viver como embalagem econômica de Bolsonaro. Todas as vezes em que teve oportunidade de protagonizar ou até dividir locução pública, ela se mostrou extremamente ensaiada bem ao estilo político de laboratório.

Jamais Michelle se colocou abaixo do marido, que fará dos filhos. Ao contrário, ela é bastante objetiva e ambiciosa, muitas vezes até em certames menores. Foi assim que ela, em busca de moedas no fundo do espelho d’água, mandou esvaziá-lo matando todos os peixes para recolher as moedas.

Ou seja, para a moça, não existe jogo amistoso, se necessário, provoca divididas, da mesma forma, agiu politicamente dando o drible da vaca no clã Bolsonaro, tendo a delicada preocupação de desqualificar, sobretudo, Jair Bolsonaro que, na verdade, é o proprietário dos mandatos dos filhos em qualquer instância e circunstância.

Bolsonaro fez filhos para virar políticos e aumetar a renda familiar, sendo o próprio líder máximo do seu clã.

Assim como a candidatura de Flavio é tida pelo próprio como extensão do pai, bem antes disso, Bolsonaro mandou Carluxo deslocar sua candidatura para Santa Catarina para disputar uma cadeira no Senado.

Falando objetivamente, pode-se afirmar que, quando Michelle nega apoio a Carluxo na disputa para o Senado e, numa posição ativa e altiva. anuncia seu apoio à Carol de Toni, aquela com sérios problemas cognitivos, ela provocou o embate com todo o clã, pisando na cabeça da serpente do próprio marido, proprietário do esquema e dos cargos dos filhos.

Mas como o cinismo é uma das características mais marcantes da toda pura, ela, sabendo do barulho que provocou dentro do próprio ninho, fez uma declaração de amor à ratazana, quem ela acabou de envenenar com chumbinho altamente letal aos roedores, sabendo que sua ação é extremamente tóxica e prolongada.

Mas sabe como é, teatro é teatro e cinema é cinema. Ela atua sem embaraços e pudores quando entra em ação para mover as pedras do jogo a seu modo e gosto pelo bem dos seus próprios interesses.

Portanto, não seriam decalarações fugazes, como a última que fez, dizendo que Bolsonaro salvou o Brsail, mesmo matando 700 mil brasileiros, que mudarão o estrago que ela fez na campanha de Carluxo para atingir a cabeça de Jair num estado francamente bolsonarista.

Seja como for, sua declaração negando apoio a Carluxo em favor da sua concorrente, convenhamos, Michelle deixa Bolsonaro em seu próprio campo com a brocha na mão.


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Epstein e Bannon planejaram derrubar o Papa Francisco, revelam documentos dos EUA

Jeffrey Epstein e o ex-chefe de campanha de Donald Trump, Steve Bannon, trocaram mensagens sobre a necessidade de financiar organizações católicas como forma de se infiltrar no Vaticano com o objetivo de derrubar o papa Francisco.

A informação consta em documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Em uma troca de e-mails, Bannon diz a Epstein: “Vamos derrubar Francisco”. Na mesma mensagem, acrescenta que também deveriam atacar Hillary e Bill Clinton, o presidente da China, Xi Jinping, e a União Europeia.

Diversas mensagens revelam a obsessão de Epstein pelo Vaticano e uma aliança perturbadora com Bannon para o que chamavam de “purificar” a Igreja. Epstein também demonstrava grande interesse pela política externa do Vaticano. Por isso, passou a financiar organizações beneficentes católicas por meio de sua fundação e enviou integrantes de sua equipe para eventos ligados ao Vaticano.

Em uma das conversas, Epstein incentiva a cruzada de Steve Bannon contra o papa Francisco. O aliado de Trump chegou a brincar dizendo que Epstein era agora produtor executivo de um projeto com o codinome “ITCOTV”, em referência a um livro que aborda segredos da Santa Sé.

A resposta de Epstein, que morreu na prisão em 2019, foi uma única palavra enigmática: “Pornografia”. Bannon reagiu com a frase: “Vou derrubar Francisco”. Com DCM.

As revelações destacam os vínculos de Epstein com setores católicos ultraconservadores, aos quais Bannon se aproximou, sobretudo em oposição às reformas promovidas pelo papa Francisco. O pontífice, por sua vez, fez críticas duras ao tráfico de pessoas e à exploração sexual, que classificava como “escravidão moderna” e “violação da dignidade humana”.

Esses são justamente os crimes pelos quais Epstein foi condenado: tráfico de dezenas de meninas, além de exploração e abuso sexual.

Também veio a público um vídeo de uma longa entrevista entre Bannon e Epstein, gravada em 2019, pouco antes da prisão do financista. Na gravação, os dois conversam sobre política, economia e outros temas, demonstrando uma proximidade maior do que a conhecida até então. O material reacendeu o debate sobre a rede de contatos de Epstein com figuras poderosas e nomes influentes da mídia.


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