Não há vacilações confabuladas pelos mordomos da elite para justificar suas derrotas na travessa das bananas.
A direita, desde 2002, transformou-se num pernil assado para Lula. A realeza de FHC tumultuou e desarranjou gravemente o ninho dos tucanos com o seu plano real que entregou o país, depois da privataria, profundamente endividado e humilhado pelo FMI.
Foi aí que Lula teve sua grande oportunide de iniciar um ciclo vigoroso e iinabalável de vitórias consecutivas nas disputas para a presidência da República, sendo três com ele e duas com Dilma, encabeçando o expresso petista.
Não há lero lero dos Mervais e Gásparis que conteste isso, tanto que foi preciso um juiz vigarista como Sergio Moro, mancomunar com Bolsonaro a prisão de Lula para que o genocida golpista chegasse à presidência e Moro, a ministro, pois, do contrário, Lula tratoraria o sacripanta no primeiro turno em 2018.
Mas seu quarto mandato virá de forma natural e instintiva a partir da escolha do povo, porque, ao contrário dos reis da direita que governaram esse país, em que a primeira ordem do primeiro dia, era findar a janta do povo, Lula operou para que os brasileiros, que viam até 300 crianças, diariamente, morrerem de inanição, sobrevivessem fortes e lindas, zerando a mortalidade infantil pela fome e a miséria.
Isso tem nome, marca Lula, e está até hoje viva e de pé no guarda-comida dos lares brasileiros com o Bolsa Família, tão defenestrado pela elite econômica e políticos que sorvem o néctar dos deuses que os bajulam em troca de financiamentos milionaríssimos.
Lula travou uma guerra contra a indignidade com que o povo era tratado no Brasil, fez isso nos seus três mandatos. Por isso, terá sua quarta gestão garanrida nas urnas em 2026.
Esse é sim o brasão reluzente de Lula, que fez com que o povo travasse uma relação afetiva com o tutu de feijão, com carne seca, com frango, assim como procurou e segue procurando formas de acabar totalmente com as dores dos desvalidos, vítimas de uma elite que vive enfiada de corpo e alma num chambrê de seda com as quinas bordadas. Matriz na iniquidade nacional e procuradora de sabujos que declarem guerra a Lula e suas políticas públicas de inclusão social.
Nisso, não há qualquer segredo. Se no primeiro arroto, Bolsonaro ecoou aos quatro cantos que, com ele, o povo deveria se comportar como um bezerro melancólico na fila do osso, Lula, por entender que somos um povo e não um amontoado de lombrigas que matam de tristeza qualquer ser humano, adota como prioridade o remédio que sempre faz o brasileiro sorrir.
Com Lula, a grande massa do povo sorri, porque não tem medo de ser feliz.
Muitos que moravam na rua, hoje têm casa material com a rebelião lulista em que o brasileiro se sente mais brasileiro e diz isso quando consultado por alguém. É exatamente isso que faz Lula ser Lula e não uma caricatura de gestores medrados que germinam das paredes mofas da casa grande.
Lula não é filho, nem neto de ninguém que sentou no trono, mas do próprio viveiro dos arigós, tratados como cidadãos de segunda pela elite do grande capital em voga na Faria Lima.
Flavio, Caiado, Tarcísio são apadrinahdos por algum fazendeiro herdeiro de escravocrata.
Lula é um príncipe que tem na sua natureza a alma do próprio povo, por ser parte dele. Por isso transforma-se num rochedo inabalável numa disputa pela cadeira presidencial e, por esse motivo, será coroado com o quarto mandato.
A conferir.
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