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Próxima crise financeira pode vir dos mercados privados, afirma Financial Times

A análise é assinada pelo colunista John Plender

Os mercados privados – que incluem fundos, capital de risco, emissão de dívida, infraestrutura, commodities e imóveis – têm crescido de forma fenomenal. Pode ser daí, no entanto, que surgirá a próxima crise financeira, segundo artigo do Financial Times. A análise é assinada pelo colunista John Plender.

Ele cita dados da consultora McKinsey que apontam que os ativos sob gestão dos mercados privados atingiram US$ 13,1 trilhões em meados de 2023 e têm crescido cerca de 20% ao ano desde 2018.

Por outro lado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) argumentou que o crescimento rápido do crédito privado, juntamente com a crescente concorrência dos bancos em grandes negócios e a pressão para empregar capital, pode levar a uma deterioração do preço e de outras qualidades, incluindo “padrões de subscrição mais baixos e convenants enfraquecidos, aumentando o risco de perdas de crédito no futuro”, escreve Plender. “Não é difícil adivinhar de onde surgirá a próxima crise financeira”, ele aposta.

O colunista avalia que, por muitos anos, os mercados privados levantaram mais em ações do que os mercados públicos. Ele cita ainda a percepção de que estes investimentos “dependem substancialmente” da capacidade de aproveitar a transparência de informações e preços nos mercados públicos. “E como os mercados públicos continuam a encolher, o mesmo acontece com o valor desse subsídio”, afirma.

*Infomoney

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Vendas líquidas do Tesouro Direto têm segundo maior valor da história

As vendas de títulos do Tesouro Direto superaram os resgates em R$ 2,462 bilhões em novembro deste ano. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, é o segundo maior valor da série histórica, atrás do recorde do mês de outubro último, quando as emissões líquidas de títulos atingiram R$ 2,528 bilhões.

No mês passado, as vendas de títulos atingiram R$ 5,764 bilhões. Já os resgates totalizaram R$ 3,302 bilhões, sendo R$ 3.109 bilhões relativos às recompras e R$ 192,5 milhões aos vencimentos, quando o prazo do título acaba, e o governo precisa reembolsar o investidor com juros.

Os títulos mais procurados pelos investidores foram os vinculados à inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), que corresponderam a 43,4% do total. Já os papéis corrigidos pela Selic – a taxa básica de juros – tiveram participação de 40,4% nas vendas, enquanto os prefixados – com juros definidos no momento da emissão – representaram 16,2%.

Os títulos vinculados à inflação têm atraído os investidores por causa da expectativa de alta da inflação oficial nos próximos meses. O interesse por papéis vinculados aos juros básicos também é justificado pelo alto nível da Selic. A taxa, utilizada para conter a inflação, está em 12,25% ao ano e pode ser elevada a 14,25% ao ano até março de 2025, consolidando um ciclo de contração na política monetária. Com a expectativa de novas altas, esses papéis continuam atrativos.

O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 150,8 bilhões no fim de novembro, com aumento de 2,5%, na comparação com o mês anterior (R$ 147 bilhões), e de 19,5% em relação a novembro do ano passado (R$ 126,2 bilhões).

Investidores

Quanto ao número de investidores, 317.934 novos participantes cadastraram-se no programa no mês passado. O número de investidores atingiu 30.553.287, alta de 14,8% nos últimos 12 meses. O total de investidores ativos – com operações em aberto – chegou a 2.776.336, aumento de 13,6% em 12 meses. No mês, o acréscimo foi de 77.910 investidores ativos.

A procura do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas até R$ 5 mil, que corresponderam a 81,5% do total de 840.211 operações ocorridas em novembro. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 58,4%. O valor médio por operação foi de R$ 6.859,84.

Os investidores têm preferido papéis de curto prazo. As vendas de títulos com prazo de até cinco anos representaram 73,3%. Já aquelas com prazo de cinco a dez anos são 4,8% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo chegaram a 21,8% das vendas.

O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Nacional na internet.

Fonte de recursos

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas adquirissem títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa semestral para a B3, a bolsa de valores brasileira, que tem a custódia dos títulos.

Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, os índices de inflação, o câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis prefixados.

Fonte: Agência Brasil

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Banco Central é autônomo do Executivo, não da Constituição econômica, diz representante da banca que acionou o STF

Ao GGN, advogada explica ação no STF para fazer Copom considerar interesses econômicos da sociedade na definição da Selic; assista

O Banco Central é uma instituição autônoma dos interesses políticos do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à Constituição econômica, porque é um órgão de Estado e, como tal, deve obediência aos parâmetros constitucionais. Nesse sentido é que deve observar também os objetivos fundamentais da República brasileira, inclusive, o da redução da desigualdade e da erradicação da pobreza. Esses valores devem ser considerados na definição da taxa básica de juros (Selic) pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

O entendimento acima é o ponto central da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceitos Fundamentais) apresentada pelo partido PDT ao Supremo Tribunal Federal. Representante da banca que assina a ação – Walber Agra -, a advogado Nara Cysneiro falou com exclusividade ao GGN sobre a iniciativa que visa promover um debate institucional que reconheça a omissão do Banco Central em definir parâmetros transparentes e mais plurais do que apenas observar as expectativas do mercado financeiro na definição da Selic pelo Copom.

“Nosso propósito não é que o Judiciário se substitua à autoridade monetária. Nosso propósito é que o Judiciário promova o estabelecimento de critérios objetivos para que as decisões do Copom atendem à Constituição econômica. Não queremos que o STF passe a fixar a Selic. O que queremos é que o STF determine ao Banco Central que considere valores como, por exemplo, a manutenção de postos de trabalho como [valores] relevantes para a tomada de decisão”, disse Nara Cysneiro em entrevista ao jornalista Luis Nassif, na noite de quinta (26).

“Não tiramos nada disso da cartola, isso é parâmetro constitucional para qualquer órgão público. O Banco Central é autônomo do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à sociedade brasileira e à Constituição Federal. Ele ainda é órgão de Estado e, portanto, deve obediência às regras constitucionais“, acrescentou.

“O Boletim Focus reflete a expectativa de um mercado específico: ele representa a expectativa do mercado financeirizado, especulativo. Mas no plano mercadológico há ainda o mercado produtivo – indústria, comércio e setores produtivos – que sofrem com o aumento da taxa Selic. Quando falamos em parametrização dessa decisão, é claro que admitimos que tem de se levar em conta o mercado financeiro, que financia muitas atividades. Mas também é preciso levar em conta a expectativa de outros mercados econômicos brasileiros. Estamos falando de ‘retirar a exclusividade de expectativa’ e ampliar a margem de discussão sobre o quanto essa taxa deveria favorecer os objetivos que a Constituição”, defendeu Nara Cysneiro.

Na visão da representante da banca Walber Agra, “no processo de fixação da taxa básica de juros, é preciso que se considere – para além das expectativas do mercado financeiro – outras expectativas que estão no parâmetro constitucional. Estamos falando de estabilidade de postos de trabalho, de desenvolvimento industrial nacional;

*GGN

 

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Desemprego cai para 6,1% no trimestre, menor patamar em 12 anos

O total de pessoas ocupadas no país chega a 103,9 milhões, segundo o IBGE.

No trimestre móvel encerrado em novembro de 2024, a taxa de desemprego recuou para 6,1%, a menor da série histórica da PNAD Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada no primeiro trimestre de 2012. Essa taxa representa 6,8 milhões de pessoas em busca de emprego no país, menor contingente desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo IBGE.

Em um trimestre, 510 mil pessoas deixaram o desemprego. Ante o mesmo trimestre de 2023, 1,4 milhão de pessoas saíram da população desocupada.

A taxa de desocupação está 8,8 pontos percentuais abaixo do recorde da série histórica da PNAD Contínua (14,9%), que foi atingido no trimestre encerrado em setembro de 2020, enquanto o número de desocupados está 55,6% abaixo do recorde da série (15,3 milhões), registrado no primeiro trimestre de 2021, sendo ambos os períodos ainda durante a pandemia de Covid19.

Ocupação e trabalho com carteira têm novos recordes
O total de pessoas ocupadas no país bateu novo recorde, chegando a 103,9 milhões de trabalhadores. Essa população ocupada havia caído ao menor contingente na série histórica (82,6 milhões) no trimestre encerrado em agosto de 2020. De lá para cá, houve alta de 25,8%, o equivalente a 21,3 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho.

Com nova alta da ocupação no trimestre encerrado em novembro, o país tem recordes também entre os empregados no setor privado (53,5 milhões) e os trabalhadores com carteira assinada (39,1 milhões), além dos empregados no setor público (12,8 milhões). O nível de ocupação, ou seja, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, foi recorde, novamente, chegando a 58,8%.

Para Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, “o ano de 2024 caminha para o registro de recordes na expansão do mercado de trabalho brasileiro, impulsionado pelo crescimento dos empregados formais e informais”.

Já o número de empregados sem carteira assinada não teve variação significativa no trimestre, mantendo-se em 14,4 milhões, enquanto o total de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) cresceu 1,8% no trimestre e ficou estável no ano. Com isso, a taxa de informalidade ficou em 38,7%, o equivalente a 40,3 milhões de trabalhadores informais. Essa taxa está ligeiramente abaixo da registrada no trimestre anterior (38,8%) e foi menor que a do mesmo período de 2023 (39,2%).

Indústria, Construção, Administração pública e Serviços domésticos puxam ocupação
Quatro dos dez grupamentos de atividade investigados pela pesquisa puxaram a alta da ocupação frente ao trimestre móvel anterior. A Indústria cresceu 2,4% (mais 309 mil pessoas), a Construção cresceu 3,6% (mais 269 mil pessoas), o setor de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais cresceu 1,2% (mais 215 mil pessoas) e os Serviços domésticos cresceram 3,0% (mais 174 mil pessoas). Somadas, essas quatro atividades econômicas ganharam mais 967 mil trabalhadores, no trimestre.

“A expansão da ocupação por meio de diversas atividades econômicas vem permitindo que tanto os trabalhadores de ocupações elementares quanto os de serviços profissionais mais avançados sejam demandados, expandindo o nível da ocupação geral da população ativa”, explica Adriana.

Em relação ao mesmo período de 2023, sete grupamentos cresceram: Indústria Geral (3,6%, ou mais 466 mil pessoas), Construção (6,0%, ou mais 440 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,6%, ou mais 692 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,8%, ou mais 322 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (4,4%, ou mais 548 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,4%, ou mais 790 mil pessoas) e Outros serviços (5,0%, ou mais 270 mil pessoas). Somadas, essas sete atividades econômicas ganharam mais 3,5 milhões de trabalhadores, frente ao mesmo período de 2023.

Por outro lado, o grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura também recuou nesta comparação (-4,4%, ou menos 358 mil pessoas), enquanto os demais grupamentos ficaram estáveis.

Massa de rendimento dos trabalhadores é recorde, com alta de 2,1% no trimestre
O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.285) ficou estável no trimestre e cresceu 3,4% no ano. Já a massa de rendimento real habitual foi novo recorde, chegando a R$ 332,7 bilhões, com alta de 2,1% (mais R$ 7,1 bilhões) no trimestre e de 7,2% (mais R$ 22,5 bilhões) no ano.

Na comparação trimestral, apenas o grupamento Transporte, armazenagem e correio registrou alta no rendimento médio: 4,7%, ou mais R$ 141. Não houve variações significativas no rendimento médio dos demais grupamentos de atividade.

No ano, o rendimento cresceu para três atividades: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 102) Transporte, armazenagem e correio (7,8%, ou mais R$ 229) e Serviços domésticos (3,6%, ou mais R$ 43), com estabilidade nos demais grupamentos.

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O Brasil de Lula tem bala na agulha para vender U$ 3, U$ 30, U$ 300 bilhões de dólares contra os especuladores

O quadro do Brasil atual é diametralmente oposto ao da era FHC, que viveu de truques contábeis, mas não tinha tostão de reserva para, segundo o próprio, segurar o repuxo de uma crise lá na Conchichina.

No entanto, até hoje, a mídia pinta o governo FHC como a oitava maravilha do planeta, com aquela ecomomia brocha que borrou a moeda brasileira em todo o seu segundo mandato e deixou os baratas tontas de seu governo em movimento a serviço do nada.

Resultado, o Brasi quebrou três vezes em quatro anos.

Se as reservas atuais, no Brasil, feitas por Lula e Dilma formam ou não o ideal, nesses tempos bicudos, absolutamente desleais, por conta de especuladores bolsonaristas, o risco da economia brasileira sofrer um tranco, hoje, é zero. Tanto que o BC só usou um pedaço desse carvão para colocar a especulação em seu devido lugar, logo nas primeiras horas do pregão.

Isso sim, chama-se responsabilidade fiscal, porque não depende, como na era FHC, de um arranjo letal para o país com o FMI para ter um dinheiro mixuruca no cofre, enquanto a economia brasileira respirava por aparelho

Isso indica que ataques especulativos não serão tolerados pelo BC, assim que o sabotador bolsonarista, Campos Neto, pegar o caminho da~roça.

Dias atrás, o pedante, que se dizia técnico, fechou os ohos para a especulação e a bolsa de valores virou uma tourada.

Tanto Lula quanto Dilma, juntos, tornaram o Brasil credor do FMI, não o inverso como naquele baixo astral neolieral da era FHC. Simples assim.

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AGU pede subsídios ao BC para apurar cotação errada do dólar exibida no Google

Buscador apresentava a cotação a R$ 6,38 nesta quarta (25); valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento.

A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou ofício ao Banco Central do Brasil com pedido de informações sobre a cotação do dólar nesta quarta-feira (25/12). Os dados enviados pelo Bacen subsidiarão eventual atuação da Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU, em relação ao buscador Google, que apresentava a cotação do dólar a R$ 6,38, valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento oficial (23/12).

Após a atuação da AGU, por meio da expedição de ofício com o pedido de informações ao Bacen, o Google já não exibe a cotação de R$ 6,38 como resultado nas buscas realizadas pelos usuários.

“A atuação da Advocacia-Geral da União tem comdólar - AGU

o objetivo combater a desinformação de dados econômicos de grande relevância para a sociedade brasileira”, destaca o advogado-geral da União, Jorge Messias. “Recentemente, informações de fontes desconhecidas sobre a cotação real do dólar foram novamente veiculadas na plataforma Google. O câmbio Ptax é a cotação oficial no Brasil, não definido nesta quarta-feira pelo Banco Central devido ao feriado”, complementa.

 

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Sumiram das manchetes o terrorismo econômico depois do recorde das vendas de natal.

Sob mil disfarces, a burguesia rentista, que renegou a melhoria da nossa economia com uma invenção mal-ajambrada de crise econômica no Brasil, teve que enfiar a viola no saco e sair de fininho, depois do resultado extraordinário das vendas de natal.

Os 10 mandamentos econômicos, todos contra os pobres, aos quais assistimos nos últimos dias, foram intimados pela realidade a explicar esse buraco n’água.

Fechar 2024 com um recorde acima de 7% de crescimento nas vendas de natal, foi um espetáculo contra a especulação e a sabotagem.

O último figurino é o que fica. Assim, fica claro que o Brasil, ao contrário do que tentaram emplacar, terá em 2025 uma economia coletiva muito mais aliviada e forte.

Sim, não podemos esquecer o velho e arcaico Estadão, o mais bolsonarista dos periódicos que, atravessando o samba da virada, ainda com cheiro de naftalina, que é o cheiro da burguesia perfumada, ainda tenta confundira a cabeça oca e miserável dos minions.

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Balança comercial do petróleo dispara 22% em 12 meses e supera R$ 200 bilhões

As exportações brasileiras de petróleo bateram recordes históricos nos últimos 12 meses. Segundo dados oficiais, o Brasil exportou um total de US$ 59 bilhões nos 12 meses até novembro, um aumento de 7% sobre o ano anterior e mais de 185% em 10 anos. Ao câmbio de hoje (R$ 6,10), esse valor correspondeu a R$ […]

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

O gasto do governo federal com pessoal, no mesmo período, foi de R$ 386 bilhões.

Quase 40% dessa exportação, ou pra ser mais exato, 37%, foi destinada à China.

Quando consideramos apenas a exportação de petróleo cru, a China respondeu por 45% das exportações brasileiras.

A balança comercial do petróleo, ou seja, exportações menos importações, ficou em US$ 33 bilhões nos últimos 12 meses até novembro, um aumento de 22% sobre o ano anterior. Ao câmbio de hoje, esse valor corresponderia a R$ 201 bilhões.

Ainda para comparar, o governo federal gastou, nos 12 meses até outubro, R$ 110,6 bilhões com BPC, e mais R$ 171 bilhões com Bolsa Família.

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Chama atenção o forte aumento das exportações russas de petróleo para o Brasil, que cresceram de menos de US$ 500 milhões em 2021 para mais de US$ 7 bilhões em 2024 (12 meses até novembro), um crescimento de 1.400%. As sanções americanas e europeias contra o petróleo russo abriram espaço para que o Brasil pudesse importar o produto a preços melhores do que aqueles oferecidos pelos EUA.

*O Cafezinho

 

 

 

 

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Meirelles, como sempre, joga água fria nos ombros dos idiotas. a economia brasileira vai bem, obrigado

No Brasil, economia é um dos assuntos mais falados no buteco. Assim, as teorias funestas, as chicoteadas na realidade, são abundantes.
Mas é isso que está sendo flagrado na mídia da Faria Lima e, lógico, na boca de idiotas como Bolsonaro, o nosso pentacampeão em matéria de burrice instalada.

O mais cômico, mas não surpreendente, é ver o Globo dar a Merval, isso mesmo, mervalzão das massas, a visão do jornalão dos Marinho, sobre a economia brasileira no atual governo Lula. Lógico, isso diz muito mais sobre o jornalão do que economia.

Para entornar o caldo de vez, Meirelles, foi enfático hoje no portal da UOL, em classificar, de forma simples e direta, porque a economia está muitíssimo bem. Economia crescendo e emprego batendo recorde histórico. Isso junto acompanhado de políticas públicas que melhoram a vida dos mais pobres, mata na fonte qualquer tentativa da mídia e dos fascistas, propagarem uma ideia oposta à realidade.

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Brasil tem o quarto melhor PIB no 3º trimestre de 2024 entre os países do G20

Segundo dados do Ministério da Fazenda, o crescimento do PIB do Brasil ficou atrás apenas atrás de Indonésia, Índia e México, na comparação trimestral.

O Brasil registrou crescimento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) durante o terceiro trimestre de 2024, conquistando a quarta posição entre os países do G20, segundo informações divulgadas pelo Metrópoles e confirmadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3/12).

Segundo a reportagem, os dados fornecidos pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revelam um desempenho econômico robusto, posicionando o país apenas atrás de Indonésia (1,5%), Índia (1,3%) e México (1,1%) na comparação trimestral.

Na análise interanual, comparando o terceiro trimestre de 2023 com o mesmo período de 2024, o Brasil alcançou crescimento de 4%, ocupando a quarta colocação, superado apenas por Índia (5,4%), Indonésia (5%) e China (4,6%).

Apesar da desaceleração em relação ao segundo trimestre, quando o PIB havia avançado 1,4%, o indicador acumulou alta de 3,3% nos primeiros nove meses do ano. O resultado foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, que cresceram 0,9%, e pela indústria, com expansão de 0,6%.