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O Brasil de Lula tem bala na agulha para vender U$ 3, U$ 30, U$ 300 bilhões de dólares contra os especuladores

O quadro do Brasil atual é diametralmente oposto ao da era FHC, que viveu de truques contábeis, mas não tinha tostão de reserva para, segundo o próprio, segurar o repuxo de uma crise lá na Conchichina.

No entanto, até hoje, a mídia pinta o governo FHC como a oitava maravilha do planeta, com aquela ecomomia brocha que borrou a moeda brasileira em todo o seu segundo mandato e deixou os baratas tontas de seu governo em movimento a serviço do nada.

Resultado, o Brasi quebrou três vezes em quatro anos.

Se as reservas atuais, no Brasil, feitas por Lula e Dilma formam ou não o ideal, nesses tempos bicudos, absolutamente desleais, por conta de especuladores bolsonaristas, o risco da economia brasileira sofrer um tranco, hoje, é zero. Tanto que o BC só usou um pedaço desse carvão para colocar a especulação em seu devido lugar, logo nas primeiras horas do pregão.

Isso sim, chama-se responsabilidade fiscal, porque não depende, como na era FHC, de um arranjo letal para o país com o FMI para ter um dinheiro mixuruca no cofre, enquanto a economia brasileira respirava por aparelho

Isso indica que ataques especulativos não serão tolerados pelo BC, assim que o sabotador bolsonarista, Campos Neto, pegar o caminho da~roça.

Dias atrás, o pedante, que se dizia técnico, fechou os ohos para a especulação e a bolsa de valores virou uma tourada.

Tanto Lula quanto Dilma, juntos, tornaram o Brasil credor do FMI, não o inverso como naquele baixo astral neolieral da era FHC. Simples assim.

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AGU pede subsídios ao BC para apurar cotação errada do dólar exibida no Google

Buscador apresentava a cotação a R$ 6,38 nesta quarta (25); valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento.

A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou ofício ao Banco Central do Brasil com pedido de informações sobre a cotação do dólar nesta quarta-feira (25/12). Os dados enviados pelo Bacen subsidiarão eventual atuação da Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU, em relação ao buscador Google, que apresentava a cotação do dólar a R$ 6,38, valor R$ 0,20 superior ao registrado no último fechamento oficial (23/12).

Após a atuação da AGU, por meio da expedição de ofício com o pedido de informações ao Bacen, o Google já não exibe a cotação de R$ 6,38 como resultado nas buscas realizadas pelos usuários.

“A atuação da Advocacia-Geral da União tem comdólar - AGU

o objetivo combater a desinformação de dados econômicos de grande relevância para a sociedade brasileira”, destaca o advogado-geral da União, Jorge Messias. “Recentemente, informações de fontes desconhecidas sobre a cotação real do dólar foram novamente veiculadas na plataforma Google. O câmbio Ptax é a cotação oficial no Brasil, não definido nesta quarta-feira pelo Banco Central devido ao feriado”, complementa.

 

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Sumiram das manchetes o terrorismo econômico depois do recorde das vendas de natal.

Sob mil disfarces, a burguesia rentista, que renegou a melhoria da nossa economia com uma invenção mal-ajambrada de crise econômica no Brasil, teve que enfiar a viola no saco e sair de fininho, depois do resultado extraordinário das vendas de natal.

Os 10 mandamentos econômicos, todos contra os pobres, aos quais assistimos nos últimos dias, foram intimados pela realidade a explicar esse buraco n’água.

Fechar 2024 com um recorde acima de 7% de crescimento nas vendas de natal, foi um espetáculo contra a especulação e a sabotagem.

O último figurino é o que fica. Assim, fica claro que o Brasil, ao contrário do que tentaram emplacar, terá em 2025 uma economia coletiva muito mais aliviada e forte.

Sim, não podemos esquecer o velho e arcaico Estadão, o mais bolsonarista dos periódicos que, atravessando o samba da virada, ainda com cheiro de naftalina, que é o cheiro da burguesia perfumada, ainda tenta confundira a cabeça oca e miserável dos minions.

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Balança comercial do petróleo dispara 22% em 12 meses e supera R$ 200 bilhões

As exportações brasileiras de petróleo bateram recordes históricos nos últimos 12 meses. Segundo dados oficiais, o Brasil exportou um total de US$ 59 bilhões nos 12 meses até novembro, um aumento de 7% sobre o ano anterior e mais de 185% em 10 anos. Ao câmbio de hoje (R$ 6,10), esse valor correspondeu a R$ […]

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

Para ter uma ideia da magnitude desse valor, o famigerado déficit primário nos últimos 12 meses (até outubro) do governo brasileiro foi de R$ 225 bilhões.

O gasto do governo federal com pessoal, no mesmo período, foi de R$ 386 bilhões.

Quase 40% dessa exportação, ou pra ser mais exato, 37%, foi destinada à China.

Quando consideramos apenas a exportação de petróleo cru, a China respondeu por 45% das exportações brasileiras.

A balança comercial do petróleo, ou seja, exportações menos importações, ficou em US$ 33 bilhões nos últimos 12 meses até novembro, um aumento de 22% sobre o ano anterior. Ao câmbio de hoje, esse valor corresponderia a R$ 201 bilhões.

Ainda para comparar, o governo federal gastou, nos 12 meses até outubro, R$ 110,6 bilhões com BPC, e mais R$ 171 bilhões com Bolsa Família.

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Apesar das exportações de petróleo estarem superando, em muito, as importações, o Brasil continua importando grandes quantidades de petróleo refinado. Nos últimos 12 meses, as importações brasileiras de petróleo atingiram US$ 23,39 bilhões.

Os dois principais fornecedores de petróleo para o Brasil são Rússia e Estados Unidos, que responderam, somados, por quase metade de todo o produto importado pelo Brasil em 2024 (até novembro).

Chama atenção o forte aumento das exportações russas de petróleo para o Brasil, que cresceram de menos de US$ 500 milhões em 2021 para mais de US$ 7 bilhões em 2024 (12 meses até novembro), um crescimento de 1.400%. As sanções americanas e europeias contra o petróleo russo abriram espaço para que o Brasil pudesse importar o produto a preços melhores do que aqueles oferecidos pelos EUA.

*O Cafezinho

 

 

 

 

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Meirelles, como sempre, joga água fria nos ombros dos idiotas. a economia brasileira vai bem, obrigado

No Brasil, economia é um dos assuntos mais falados no buteco. Assim, as teorias funestas, as chicoteadas na realidade, são abundantes.
Mas é isso que está sendo flagrado na mídia da Faria Lima e, lógico, na boca de idiotas como Bolsonaro, o nosso pentacampeão em matéria de burrice instalada.

O mais cômico, mas não surpreendente, é ver o Globo dar a Merval, isso mesmo, mervalzão das massas, a visão do jornalão dos Marinho, sobre a economia brasileira no atual governo Lula. Lógico, isso diz muito mais sobre o jornalão do que economia.

Para entornar o caldo de vez, Meirelles, foi enfático hoje no portal da UOL, em classificar, de forma simples e direta, porque a economia está muitíssimo bem. Economia crescendo e emprego batendo recorde histórico. Isso junto acompanhado de políticas públicas que melhoram a vida dos mais pobres, mata na fonte qualquer tentativa da mídia e dos fascistas, propagarem uma ideia oposta à realidade.

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Brasil tem o quarto melhor PIB no 3º trimestre de 2024 entre os países do G20

Segundo dados do Ministério da Fazenda, o crescimento do PIB do Brasil ficou atrás apenas atrás de Indonésia, Índia e México, na comparação trimestral.

O Brasil registrou crescimento de 0,9% no Produto Interno Bruto (PIB) durante o terceiro trimestre de 2024, conquistando a quarta posição entre os países do G20, segundo informações divulgadas pelo Metrópoles e confirmadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3/12).

Segundo a reportagem, os dados fornecidos pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revelam um desempenho econômico robusto, posicionando o país apenas atrás de Indonésia (1,5%), Índia (1,3%) e México (1,1%) na comparação trimestral.

Na análise interanual, comparando o terceiro trimestre de 2023 com o mesmo período de 2024, o Brasil alcançou crescimento de 4%, ocupando a quarta colocação, superado apenas por Índia (5,4%), Indonésia (5%) e China (4,6%).

Apesar da desaceleração em relação ao segundo trimestre, quando o PIB havia avançado 1,4%, o indicador acumulou alta de 3,3% nos primeiros nove meses do ano. O resultado foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, que cresceram 0,9%, e pela indústria, com expansão de 0,6%.

 

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Dólar ultrapassa R$ 6,00 pela 1ª vez na história com reação do mercado à reforma do IR

Às 11h30, o dólar à vista subia 1,33%, a R$ 5,9930 na venda, depois de bater na máxima R$ 6,0004.

Reuters – O dólar à vista ultrapassou nesta quinta-feira a marca de 6,00 reais pela primeira vez desde o início de sua circulação, em 1994, com o mercado reagindo negativamente ao anúncio do pacote de contenção de gastos pelo governo, que veio acompanhado de uma inesperada reforma do Imposto de Renda.

Às 11h30, o dólar à vista subia 1,33%, a 5,9930 reais na venda, depois de bater na máxima 6,0004 reais.

Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento avançava 0,50%, a 5,989 reais na venda

Na quarta-feira, diante das notícias de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciaria, em pronunciamento em rede nacional, a ampliação da faixa de isenção do IR para quem ganha até 5 mil reais por mês, o dólar à vista já havia fechado na máxima histórica, com alta de 1,80%, a 5,9141 reais.

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IPCA cai 0,02% em agosto, na primeira deflação do ano

Dois grupos registraram queda e puxaram o índice geral para baixo: Alimentação e bebidas, e Habitação.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, mostra que os preços caíram 0,02% em agosto, segundo dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Neste mês, dois grandes grupos tiveram queda, puxando a primeira deflação de 2024. O grupo Alimentação e bebidas registrou queda de 0,44% em agosto, contribuindo para recuo de 0,09 ponto percentual (p.p.) do índice geral. Já em Habitação, a baixa foi de 0,51% e redução de 0,08 p.p.

Assim, o resultado geral de julho representa uma desaceleração contra o mês anterior, já que o IPCA havia fechado de julho teve alta de 0,38%. Em agosto de 2023, os preços haviam subido 0,23%.

O país tem, portanto, uma inflação acumulada de 4,24% em 12 meses, dentro do intervalo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). No acumulado do ano, a alta é de 2,85%.

Veja o resultado dos grupos do IPCA:

  • Alimentação e bebidas: -0,44%;
  • Habitação: -0,51%;
  • Artigos de residência: 0,74%;
  • Vestuário: 0,39%;
  • Transportes: 0,00%;
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,25%;
  • Despesas pessoais: 0,25%;
  • Educação: 0,73%;
  • Comunicação: 0,10%.
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Produção de petróleo da União atinge 71 mil barris por dia em junho e bate novo recorde

Volume corresponde a um aumento de 26,7% em comparação ao mês anterior.

A produção de petróleo da União registrou um novo recorde em junho deste ano, alcançando 71 mil barris por dia (bpd), um aumento de 26,7% em comparação ao mês anterior. O resultado foi impulsionado pela diminuição na recuperação de custos do campo de Mero e pela maior participação da União nos Acordos de Individualização da Produção (AIP) das áreas não contratadas de Tupi e Atapu. As informações foram divulgadas no Boletim Mensal dos Contratos de Partilha de Produção, publicado pela Pré-Sal Petróleo (PPSA), entidade vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

De acordo com o boletim, a produção total de petróleo em regime de partilha se manteve estável, com uma média diária de 1 milhão de barris. O campo de Búzios se destacou como o maior produtor individual, com 509,99 mil bpd. Desde o início da série histórica em 2017, a produção acumulada nesse regime chegou a 842,5 milhões de barris, dos quais 45,83 milhões de barris pertencem à União diz o 247.

Em junho, a produção de gás natural em regime de partilha foi de 3,72 milhões de m³ por dia, dos quais 113 mil m³ por dia foram destinados à União. Considerando os resultados do AIP de Tupi, o volume total de gás natural disponível para comercialização pela União foi de 166 mil m³ por dia no período.

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Bolsa brasileira atinge recorde histórico

Declarações de Galípolo, provável futuro presidente do BC, agradaram ao mercado.

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, alcançou nesta segunda-feira (19) um marco histórico ao atingir pela primeira vez os 136 mil pontos. Durante o pregão, o índice chegou a 136.179 pontos, estabelecendo um novo recorde de pontuação.

O otimismo no mercado financeiro tem como pano de fundo as expectativas em torno dos Estados Unidos, onde os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, prevista para quarta-feira. Este documento pode oferecer pistas sobre as possíveis direções das taxas de juros nos próximos meses.

Além disso, na sexta-feira, a atenção estará voltada para o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, durante o Simpósio de Política Econômica de Jackson Hole. Powell deve apresentar uma visão mais detalhada sobre a economia dos EUA, fator que pode influenciar a próxima decisão sobre os juros, prevista para setembro.

Enquanto aguardam as novas informações, os mercados globais têm mostrado otimismo, refletido na desvalorização do dólar em várias partes do mundo. No Brasil, a moeda americana recuou para R$ 5,37, marcando uma queda significativa.

No cenário interno, declarações do diretor do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, repercutiram positivamente no mercado. Galípolo, que é o principal candidato à presidência da instituição, reforçou o compromisso da diretoria em alcançar a meta de inflação brasileira, o que contribuiu para o clima de confiança.

Às 15h10, o dólar apresentava uma queda de 1,49%, sendo cotado a R$ 5,3864, tendo atingido a mínima de R$ 5,3769. Na última sexta-feira (19), a moeda americana já havia caído 0,28%, fechando a R$ 5,4678.

Com esses resultados, o dólar acumulou uma queda de 0,85% na semana, recuo de 3,29% no mês, mas ainda registra uma alta de 12,68% no ano.