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Lula tem aprovação de 51% entre os que não se declaram nem petistas nem bolsonaristas

Mulheres tem maior rejeição contra bolsonarismo, homens contra o petismo

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Genial/Quaest e divulgada pelo jornal O Globo neste domingo (28) questionou uma fatia específica do eleitorado sobre a aprovação do governo federal: aqueles que não são petistas nem bolsonaristas e que representam 27% da população. Nesse grupo, a aprovação do governo Lula é de 51%, contra 40% que desaprovam. Outros 9% não responderam.

Ao comentar a pesquisa, o diretor do instituto, Felipe Nunes, afirmou que essa percepção pode mudar ao longo dos meses, uma vez que se trata de um eleitorado “volátil”, que baseia suas decisões em pautas concretas, como a situação econômica.

A pesquisa também traz um recorte de gênero em relação à polarização. Entre as mulheres, o bolsonarismo registra maior rejeição: 35%. Já a rejeição a Lula é de 25%, percentual inferior ao registrado entre aquelas que não são nem petistas nem bolsonaristas (27%). Entre os homens, 32% são antipetistas, 29% são antibolsonaristas e 26% não são nem um nem outro. Cerca de 10% tanto dos homens quanto das mulheres são, ao mesmo tempo, antipetistas e antibolsonaristas, e 3% não responderam. A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 8 de junho.

Eleitorado feminino
E, se já estava difícil para os bolsonaristas conquistarem o voto das mulheres, o vídeo divulgado por Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, pode tornar essa missão ainda mais difícil.

Em uma postagem de 15 minutos nas redes sociais, Michelle afirma que viu uma operação coordenada contra sua imagem nas redes sociais após se manifestar contra a aliança dos filhos do marido com Ciro Gomes (PSD), no Ceará.

Após entrar em contato com o enteado para questionar posicionamentos, Flávio Bolsonaro disse que ela não deveria participar das decisões do partido e questionou seu conhecimento sobre política.”Eles me tratam como se eu fosse idiota, como se eu fosse alguém que chegou ontem, mas eu não sou. Eu sei mais do que eles pensam”, disse.

*BdF


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Política

Eduardo Paes lidera com folga disputa pela prefeitura do Rio: 51% contra 11% de Ramagem

Em outro pelotão da disputa vêm Rodrigo Amorim (União Brasil), com 4%, e Marcelo Queiroz (PP), com 2%.

A pouco menos de quatro meses do primeiro turno das eleições municipais, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), lidera com folga a disputa pela capital fluminense. É o que mostra pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (18).

Segundo o levantamento, realizado entre os dias 13 e 16 de junho, se o pleito fosse hoje, Paes venceria a disputa já no primeiro turno, com 51% das intenções de voto, considerando o único cenário estimulado testado (ou seja, quando nomes de candidatos são apresentados aos entrevistados).

Na segunda posição, aparece o deputado federal Delegado Alexandre Ramagem (PL), com 11%. O parlamentar, que conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está tecnicamente empatado com o também deputado federal Tarcísio Motta (PSOL), que aparece com 8% das intenções de voto. A margem de erro máxima da pesquisa é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo − o que significa que Ramagem poderia ter no mínimo 8% e Motta, no máximo 11%.

Em outro pelotão da disputa vêm Rodrigo Amorim (União Brasil), com 4%, e Marcelo Queiroz (PP), com 2%. Eleitores indecisos somam 4% da amostra, ao passo que 20% disseram que votariam em branco, anulariam seus votos ou não iriam às urnas (apesar de o voto ser obrigatório no País).

No cenário espontâneo (quando o leitor indica seu candidato sem que o entrevistador apresente opções de nomes), a vantagem de Eduardo Paes sobre seus possíveis adversários diminui. Neste caso, o atual prefeito aparece com 12% das intenções de voto, ao passo que Ramagem tem 3% e outros candidatos somam 2%. Esta simulação costuma ser utilizada por especialistas para verificar o nível de cristalização de apoio a um candidato − principalmente depois do início do período de campanha.

A pesquisa Genial/Quaest mostra, no entanto, que a nacionalização do debate eleitoral no Rio de Janeiro pode ser prejudicial ao atual prefeito, que conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, as intenções de voto do candidato à reeleição caem de 51% para 47% quando seu nome é associado ao do petista. Já Ramagem apresenta uma melhora significativa de desempenho com um endosso de Bolsonaro, saltando de 11% para 29% − o que, mesmo assim, não evitaria uma vitória em primeiro turno de Paes.

Metodologia

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 1.145 eleitores da cidade do Rio de Janeiro com 16 anos ou mais. Os dados foram coletados por meio da realização de entrevistas face a face por meio da aplicação de questionários estruturados.

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Datafolha: 61% avaliam que Lula se comporta de maneira adequada ao cargo sempre ou na maioria das vezes

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 1º, mostra que 61% dos eleitores avaliam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se comporta sempre, ou na maioria das vezes, de maneira adequada para o cargo.

Para 37% dos entrevistados, Lula se comporta adequadamente o tempo todo, enquanto 24% acreditam que o petista o faz na maioria das ocasiões. Já 20% acham que ele não age dentro do esperado para o cargo na maioria das oportunidades, e outros 18% dizem que ele nunca o faz.

Outros 2% dos entrevistados não souberam dizer. O instituto ouviu 2.028 pessoas com mais de 16 anos em 126 cidades, entre os dias 29 e 30 de março. A pesquisa, que marca os 90 dias de gestão de Lula, tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.

Aprovação

A pesquisa apontou também que Lula chegou aos primeiros três meses de governo com aprovação de 38% da população, reprovação de 29%, avaliação regular de 30% e outros 3% de pessoas afirmando que não sabem avaliar.

A aprovação de 38% significa que, para essa fatia da sociedade, o governo de Lula tem sido bom ou ótimo. E a desaprovação abrange aqueles que consideram a atual gestão ruim ou péssima.

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