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Corpos de 776 palestinos identificados são mantidos sob custódia de Israel

O governo israelense mantém atualmente sob sua custódia 776 corpos de palestinos identificados, além de dez corpos de estrangeiros cuja identidade é conhecida, segundo o Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos Al-Quds (JLAC), que lidera uma campanha pela liberação dos restos mortais dos palestinos mortos para suas famílias.

Entre os 776 corpos, 373 estão sob controle de Israel desde 7 de outubro de 2023. Entre eles, 88 pessoas morreram sob custódia militar do governo ou do Serviço Penitenciário israelense, vítimas das condições de encarceramento e da violência de agentes prisionais, apenas duas foram condenadas judicialmente. Israel também mantém os corpos de outros sete prisioneiros palestinos que morreram na prisão antes do início da guerra, destaca reportagem do jornal israelense Haaretz.

A maioria dessas pessoas foi morta pelas forças de segurança israelenses em diferentes contextos de ataques e o que começou como um instrumento de negociação transformou-se em uma política sistemática de vingança e prolongamento do sofrimento das famílias, afirma a organização.

A JLAC informa que existe um número indeterminado de palestinos mortos em confrontos desde 1967, cujos corpos foram enterrados em território israelense sem identificação completa. A identidade de pelo menos dez detentos de Gaza que morreram sob custódia nos últimos dois anos também permanece desconhecida. Segundo a organização, não se sabe quantos corpos retidos pertencem a participantes do ataque de 7 de outubro.

Sofrimento das famílias
Familiares de palestinos mortos na Cisjordânia e em Israel esperavam que as negociações entre Israel e o Hamas para a libertação de reféns israelenses resultassem na devolução dos corpos de seus parentes, o que não ocorreu. Segundo a JLAC, o argumento oficial de que esses corpos seriam mantidos como “moeda de troca” perdeu validade após a implementação do acordo de cessar-fogo e troca de reféns.

Questionado pelo jornal Haaretz, o Exército israelense afirmou que a decisão sobre a devolução dos corpos cabe ao governo. Segundo fontes de segurança ouvidas pelo jornal, 520 dos 776 corpos estão armazenados em freezers de necrotérios localizados em instalações militares. Em outubro do ano passado, a JLAC solicitou formalmente ao assessor jurídico militar para a região da Judeia e Samaria a devolução dos corpos, sem obter resposta.

A organização relata que, no passado, os familiares ainda tinham a possibilidade de enviar representantes para confirmar as mortes, o que não é mais possível. Essas pessoas vivem um luto permanente, sem poder realizar o sepultamento de seus entes queridos, ou convivem com a incerteza sobre o destino dos corpos.

70 mil mortos
No âmbito do acordo de cessar-fogo firmado em outubro entre Israel e Hamas, Israel devolveu 360 corpos de palestinos a Gaza por meio da Cruz Vermelha. Os últimos 15 foram repatriados no fim do mês passado, em troca do corpo do israelense Ran Gvili, morto em 7 de outubro.

Segundo a JLAC, nas etapas anteriores à implementação desse acordo, houve a identificação de cerca de 100 corpos, que foram levados para o sepultamento, enquanto o restante foi enterrado como pessoas desconhecidas. Fora desse acordo, e antes de sua implementação, Israel devolveu 516 corpos a Gaza. A JLAC explica que muitos desses corpos haviam sido retirados de hospitais e de valas comuns, sobretudo do Hospital Al-Shifa, em novembro de 2023, para verificação de possíveis identidades israelenses.

A retenção de corpos palestinos é uma prática adotada por Israel há anos, aponta a reportagem. Em 2017, o Gabinete de Segurança, chancelado pelo Tribunal Superior de Justiça, decidiu formalizar a política de não devolver corpos de membros do Hamas e de palestinos envolvidos em ataques considerados graves. Respaldada pela Suprema Corte do país, a medida foi ampliada, em setembro de 2020, quando ficou decidido que não seriam mais devolvidos os corpos de pessoas envolvidas em mortes, ferimentos ou que portavam armas, independentemente de suas filiações organizacionais.

Israel admitiu na semana passada a morte de 70 mil palestinos, ao longo dos dois anos de ataques diários. Número este questionado, pois números não oficiais dão conta de uma quantidade muito maior de palestinos mortos por Israel.

*Opera Mundi


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Mundo

Vídeo: corpos de supostos aliens de 1.000 anos são exibidos no parlamento mexicano

O ufólogo Jaime Maussan exibiu no Congresso mexicano, nesta terça-feira, 13, dois fósseis que segundo ele são de “não-humanos”, com idade estimada de mais de mil anos.

Para Maussan, os corpos representam a existência de aliens. Eles foram resgatados em uma mina na cidade de Cusco, no Peru. Os cadáveres teriam mãos e pés com três dedos.

“São seres não-humanos, que não fazem parte da nossa evolução terrestre”, afirmou Maussan durante a apresentação. Para isso, um estudo foi realizado na Universidade Nacional Autónoma do México.

O ufólogo mostrou também radiografias e ressaltou que, após comparações com outras amostras, descobriu-se que mais de 30% do DNA dos corpos era “desconhecido”.

https://twitter.com/i/status/1701828181794361847

Assista abaixo ao vídeo completo da apresentação:

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Brasil

PF encontra corpos de indigenista e jornalista no AM e conclui caso

Homens que mataram as vítimas são procurados pela PF. São novos suspeitos no cenário das investigações, segundo o Metrópoles.

A Polícia Federal (PF) concluiu o caso envolvendo as execuções do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira, que estavam desaparecidos desde 5 de junho. Os homens suspeitos de matar as vítimas estão sendo procurados. Tratam-se de novos suspeitos no cenário das investigações. Os corpos também foram encontrados.

As informações serão reveladas durante coletiva realizada na superintendência da PF, no Amazonas.

A coluna apurou que restos humanos foram encontrados no local onde estavam sendo feitas as escavações. Eles serão submetidos a perícia. Ainda nesta quarta-feira (15/6), os responsáveis pelas investigações farão uma entrevista coletiva em Manaus.

Nas redes sociais, o ministro da Justiça, Anderson Torres, confirmou que a PF encontrou restos humanos no local indicado pelos suspeitos.

Ouviu os disparos

Ao longo do dia, investigadores da PF colheram novos detalhes sobre a confissão de Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, de 41 anos. O pescador ilegal revelou aos policiais que chegou a ouvir os disparos que tiraram a vida do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira.

No entanto, Pelado negou que tivesse participado diretamente das execuções. “Ele falou que, quando chegou no local, o indigenista e o jornalista já estavam mortos. Logo depois, os corpos foram parcialmente carbonizados, mas que ainda poderiam ser identificados. Seu envolvimento mais efetivo teria sido enterrar as vítimas”, afirmou uma fonte da PF ouvida pela coluna.

*Aguardando mais informações

https://twitter.com/andersongtorres/status/1537200328382328832?s=20&t=WjAMarIAnxvHjwHARgGgJA

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Brasil

Bruno Pereira e Dom Phillips: confissão de autor dá conta de que corpos foram esquartejados e incinerados, diz TV

Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como “Dos Santos”, teria confessado que assassinou Bruno e Dom juntamente com o irmão, Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”. PF convoca entrevista, segundo a Forum.

Informações divulgadas pela TV Bandeirantes na tarde desta quarta-feira (15) aponta que Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, teria confessado que matou, juntamente com o irmão, Amarildo da Costa Oliveira, o Pelado, o jornalista inglês Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira.

Segundo a emissora, Dos Santos teria confirmado a autoria do assassinato e dito que os corpos de Bruno e Dom foram esquartejados, incinerados e jogados em vala.

Preso na noite desta terça-feira (14), Dos Santos foi levado para o local onde teria acontecido o assassinato. A Polícia Federal convocou entrevista coletiva para esta tarde.

Nove pessoas já foram ouvidas pela polícia. Entre elas, a mulher de Amarildo, cujo primeiro nome é Josenete. Ela prestou depoimento na última sexta-feira (10) em companhia de um advogado e preferiu não falar sobre a prisão do marido nem sobre o caso dos desaparecidos.

Amarildo foi preso na terça-feira (7), mas por outro motivo: durante as buscas em sua casa, a Polícia Militar do Amazonas (PM-AM) encontrou uma porção de droga, além de munição de uso restrito das Forças Armadas.

Bruno e Dom desapareceram no dia 5 de junho quando navegavam pela Terra Indígena Vale Javari, no oeste do Amazonas.

Mais informações em instantes.

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Brasil

Corpos encontrados nas buscas por Bruno Pereira e Dom Phillips estavam amarrados a uma árvore

Informação foi passada pelo embaixador do Brasil no Reino Unido aos familiares do jornalista britânico Dom Phillips.

Os dois corpos encontrados nas buscas pelo jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira, desaparecidos desde domingo (5) na Amazônia, foram encontrados amarrados a uma árvore, disse o cunhado de Phillips ao The Guardian.

Paul Sherwood relatou que o embaixador do Brasil no Reino Unido entrou em contato com a família de Phillips para informar que dois corpos foram encontrados. Ele ressaltou, porém, que ainda é necessário aguardar uma perícia para confirmar a identidade das vítimas.

“Ele disse que queria que soubéssemos que… eles encontraram dois corpos. Ele não descreveu o local e apenas disse que era na floresta tropical e disse que eles estavam amarrados a uma árvore e ainda não haviam sido identificados. Ele disse que quando estivesse claro, ou quando fosse possível, eles fariam uma identificação”, afirmou Sherwood.

*Com 247

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Cotidiano

Dois corpos são encontrados nas buscas por Bruno Pereira e Dom Phillips, diz esposa do jornalista

O jornalista André Trigueiro informou pelo Twitter às 8h50 desta segunda-feira (13) que o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Pereira, desaparecidos há dias na Amazônia, foram encontrados mortos.

A informação teria sido passada pela esposa de Phillips, Alessandra Sampaio. “Alessandra, mulher de Dom Phillips, acaba de me informar que foram encontrados os corpos do marido e do indigenista Bruno Pereira”, escreveu Trigueiro.

Na GloboNews, porém, Trigueiro afirmou que Alessandra entrou em contato novamente por volta de 9h05 para dizer que dois corpos foram encontrados, mas que ainda é necessário aguardar uma perícia para confirmar a identidade das vítimas.

No domingo (12), o Corpo de Bombeiros do Amazonas afirmou ter encontrado uma mochila com pertences de Pereira e Phillips. Eles desapareceram no domingo (5).

Os bombeiros também haviam desmentido a informação de que partes de corpos tinham sido encontradas.

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