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Companheiro de prisão de Assange se mata na cela após ser notificado de que seria deportado para o Brasil

Stella Morris, mulher de Julian Assange, preso no Reino Unido, relatou no Twitter mais uma perda para o jornalista:

Falei com Julian. Um amigo dele se matou nas primeiras horas desta manhã. Seu corpo ainda está na cela da ala de Julian. Julian está arrasado. Manoel Santos era gay. Ele viveu no Reino Unido por 20 anos. O Home Office o notificou com uma notificação de deportação para o Brasil.

Julian deseja expressar suas condolências aos amigos e familiares de Manoel. Julian me disse que Manoel era um excelente tenor. Ele ajudou Julian a ler cartas em português, e ele era um amigo. Ele temia ser deportado para o Brasil depois de 20 anos, ser gay o colocava em risco.

Julian espera que haja uma investigação sobre a decisão de deportação. Manoel estava em alto risco. Seu suicídio era previsível. Uma investigação sobre seu caso pode prevenir futuros suicídios.

As condições nas prisões do Reino Unido sob COVID também desempenham um papel. Os presos são separados de sua rede de apoio, filhos, pais, parceiros. Eles praticamente não têm tempo fora da cela. Muitos não foram condenados, estão sob prisão preventiva ou não são violentos. É desumano. As pessoas perdem a esperança.

 

*Com informações do DCM

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Política

Guedes e a granada no prato dos pobres

A mídia, diante da falta de comando do país, cria falsas expectativas para não dizer que não temos governo.

Sem comando, entregue à sorte do mercado, a lei do mais forte vigora no Brasil, agora, mais do que nunca.

Como queria a mídia, não há governo. Tudo agora é determinado pelo mercado, inclusive o feijão e arroz do prato do brasileiro.

A lei de Guedes é: se não pode comprar cesta básica, fica sem e, pronto, que morra de fome.

Guedes nunca escondeu de ninguém que trata os pobres como inimigo, porque não poupam como os ricos e ainda querem ir para a Disney.

O projeto de Guedes é esse mesmo, colocar uma granada no prato do inimigo, neste caso, os pobres.

Um governo, que promove uma chacina diária por Covid, com 130 mil mortos até o momento, não está nem aí se um pobre não come ou se uma criança morre por desnutrição.

A Globo, principal avalista de Guedes, depois faz um “criança esperança” e está tudo certo.

E Sardenberg, comentarista de economia da Globo, diz que não há o que fazer para devolver os alimentos da cesta básica para a mesa dos pobres e determina: é a lei do mercado e precisa ser respeitada.

Se essa crise dos alimentos expõe a demolição dos interesses públicos em nome dos interesses do mercado, que leva quem paga mais, a falta de arroz é só a guarnição de uma política trágica de um cardápio neoliberal levado ao último grau do fundamentalismo de mercado, pois é ele que decide quem come e quem não come, e está acabado.

Isso é resultado da união entre as chamadas direita (PSDB) e extrema direita bolsonarista.

Mas e o povo, e os pobres?

Que morram de fome, de Covid ou que queime no inferno que Bolsonaro transformou a Amazônia e o Pantanal!

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

 

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Saúde

Cannabis mostra promessa de bloquear infecção por coronavírus

O pesquisador da Universidade de Lethbridge, Igor Kovalchuk, está liderando um estudo sobre a maconha medicinal como uma terapia potencial para o COVID-19.

Os extratos de cannabis estão mostrando potencial para tornar as pessoas mais resistentes ao coronavírus, diz pesquisador que lidera um estudo.

“Vários deles reduziram o número desses receptores (vírus) em 73%, a chance de entrada é muito menor”, disse Kovalchuk.

“Se eles podem reduzir o número de receptores, há muito menos chances de serem infectados.”

Empregando cepas de cannabis sativa nos últimos três meses, o pesquisador disse que o equilíbrio efetivo entre os componentes de cannabis THC e CBD – o último mais tipicamente associado ao uso médico – ainda não está claro no bloqueio do novo coronavírus.

O cientista enfatizou que as descobertas não levariam a uma vacina, mas no entanto, outra arma possível contra o COVID

“Dada a atual situação epidemiológica terrível e em rápida evolução, todas as oportunidades terapêuticas possíveis devem ser consideradas.”

 

*Da redação