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O espólio que o clã Bolsonaro não aceita perder, é o da corrupção

O ex-aliado de Flavio, o deputado Julian Lemos, não disse qualquer novidade. Qualquer pateta, aqui no Brasil, por mais boboca que seja, a essa altura do campeonaro, sabe que a família Bolsonaro é um clã de criminosos e que a corrupção é seu maior ativo.

Flavio, no seu anima gado, faz a propaganda que, se vencer a eleição, soltará seu pai que, convenhamos, já está em regime de liberdade domiciliar.

Ou seja, não há motivos para dizer que libertará quem de fato já está liberto num luxuoso e requintado castelo com todas as mordomias que um rei opulento pode gozar.

Dito isso, pode-se afirmar e provar pela quandidade de bens, incluindo muitas mansões, que o forte do clã é justamente seu esquema pesado de corrupção, que multiplicou por mil suas ações com um sistema montado durante o governo de Jair Bolsonaro que deu para acumular riqueza e levar vida de faraó para mais de vinte encarnações.

Essa turma sempre apronta gritaria para produzir fumaça. E não é exatamente isso que Flavio está tentando, com seu cinismo herdado do pai, pego com a boca na botija no esquema que envolve Vorcaro, do Banco Master, ex-banco Máximo?

Esse banco, que se transformou em Master porque é sinônimo de corrupção do governo Jair Bolsonaro.

Pois sim, o clã nada mais é do que um ajntamento de herdeiros do espólio da mais alta corrupção da história da República.

É isso que o clã não aceita perder.

L[ogico que o sobrenome ajuda a elegerr, mas o principal espólio é outro, é dinheiro em espécie. Como o próprio Bolsonaro disse, numa caixa de sapato, E é com esse mesmo dinheiro que o banditiso adquiriu tantos imóveis, sendo a maioria de mansões luxusas, vide as mansões cinematográficas de Flavioem Brasília e em Angra dos Reis.

O mais irônico é que, acusado de genocídio por covid, Bolsonaro afirmava que poderiam dizer tudo dele, menos que é corrupto.

Na verdade, a história é o opsto do que ele afirma, o genocídio foi provocado por esquema de corrupção na compra da vacina, como provou a CPI do genocídio no caso da Covaxin, majorada em 50% para ser repassado ao clã, vacina por vacina.

Como o escândalo ganhou muitos ecos, os bandidos tiveram que abortar o esquema, porque não tinha mais como esconder.

Hoje a pesquisa Genial/Quest, mostra que boa parte da sociedade que não sabia disso, hoje já sabe através dos esquemas de Flavio que são a extensão do próprio esquema do pai.

Por isso Lula, nas pesquisas, aparece mais forte e, Flavio, mais fraco.

O “mito’, a “perseguição política”, e a “guerra cultural” que mobilizaram sua base, inclusive arrecadando milhões por Pix, não mobiliza mais. Essa é a fotografia da pesquisa Genial/Quaest, porque muito mais gente, num processo crescente, já entendeu que o espólio que o clã não aceita dividir é do seu maior tesouro, o da corrupção, que rendeu ao clã muitas centenas de milhões, como afirma o deputa e ex-aliado de Flavio, Julian Lemos.


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Política

De olho no espólio de Bolsonaro, Zema e Tarcísio são rechaçados nas redes

Internautas criticaram os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). No Twitter, as críticas aos dois políticos chegaram ao trending topic (tópico em tendência), um dos assuntos mais comentados nas redes, neste final de semana, diz o 247.

Um perfil em rede social escreveu: “Tarcisio ‘satisfeito’ com chacina e Zema defendendo união do Sul-Sudeste contra o Nordeste. A briga pelo legado de bolsonaro só podia mesmo escancarar o fascismo da direita brasileira”.

O chefe do Executivo mineiro defendeu a criação de uma frente Sul-Sudeste contra a Região Nordeste O governador de São Paulo defendeu a chacina policial que deixou mais de 15 mortos desde o dia 28 de julho. Para Tarcísio, “não houve excessos” na operação policial.

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Opinião Preconceito e racismo

Aliados tentam se descolar e ensaiam disputa por espólio de Bolsonaro

De olho em 2026, Tarcísio e Zema se distanciam após fracasso de intentona fascista.

Jair Bolsonaro não está morto, mas suas ações despencaram no mercado futuro. O capitão saiu das urnas com 58 milhões de votos e uma tropa reforçada no Congresso. Três meses depois, amarga um cerco judicial e começa a ser abandonado por aliados.

O Supremo incluiu o ex-presidente no inquérito que investiga os ataques golpistas do 8 de Janeiro. Em outra frente, o TSE acrescentou novas provas aos processos a que ele responde por crimes eleitorais.

Com o fracasso da intentona fascista, Bolsonaro pode ser preso e ficar inelegível — não necessariamente nesta ordem. Isso precipitou a disputa por seu possível espólio em 2026.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deu os primeiros passos para se descolar do padrinho. No dia seguinte ao quebra-quebra, foi ao Planalto e trocou amabilidades com Lula. Dois dias depois, posou sorridente ao lado do petista.

O mineiro Romeu Zema divulgou nota contra os “inaceitáveis atos de vandalismo”. “No final, quem pagará seremos todos nós”, acrescentou.

O ex-vice-presidente Hamilton Mourão começou a se reposicionar antes mesmo do quebra-quebra. No último dia de mandato, aproveitou a viagem de Bolsonaro para atacá-lo em cadeia nacional de rádio e TV.

Tarcísio, Zema e Mourão se elegeram com o voto bolsonarista, mas nenhum deles derramará uma lágrima se o capitão for impedido de concorrer em 2026.

O desafio da trinca é se desvincular do ex-presidente sem perder a conexão com seu eleitorado. A derrocada dos ex-bolsonaristas João Doria e Wilson Witzel já mostrou que essa tarefa não é para amadores.

Nos últimos dias, os três presidenciáveis fizeram malabarismo para provar às suas bases que não viraram comunistas. Mourão esbravejou com o Supremo e criticou a “detenção indiscriminada” de extremistas. Zema foi mais ousado: sugeriu que Lula teria feito “vista grossa” para os criminosos que tentaram derrubá-lo.

Tarcísio não embarcou no besteirol, mas também deu uma piscadela para a extrema direita. Depois de acomodar um cunhado de Bolsonaro, deu emprego público a um coronel denunciado nos processos do massacre do Carandiru.

*Bernardo Mello Franco/O Globo

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