20 de setembro de 2020
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A construção de uma frente ampla já é aventada desde antes da eleição de 2018, o principal entrave foi a posição reticente de Ciro Gomes, que resistiu a uma aliança que o pusesse como vice em uma chapa com Fernando Haddad. Agora, com eleições ainda muito distante e com diversas perdas no campo político e governamental, porém, com grande possibilidade de crescimento com uma possível queda de Bolsonaro, a perspectiva de junção política mudou completamente.

A negociações começaram hoje, com o ex-presidente Lula recebendo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi e o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, do PSB.

Na saída, em frente à superintendência da Polícia Federal de Curitiba, Coutinho agradeceu à resistência da militância e mencionou a “parte [da população] que está adormecida, talvez por estratégias equivocadas nossas, talvez pelo poder de manipulação que foi criado no mundo atual, através principalmente da internet”.

“Mas a resistência, ninguém se iluda, ela vai crescer cada vez mais. As pessoas começam a perceber claramente que não há caminho no caminho em que está o Brasil”, disse a liderança do PSB, citando até “os mais fanáticos”, que segundo ele começam a perceber o que está acontecendo no Brasil.

“Diga ao povo lá fora que eu estou motivado. Ninguém acha que aqui dentro tem uma pessoa falando ou pensando na injustiça de que sou vítima”, disse ele.

 

 

*Por Fabio St Rios – A Postagem

 

Celeste Silveira

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