28 de julho de 2021
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Quito está em chamas, em uma guerra causada pela ditadura neoliberal de Lenin Moreno.

O que ocorre no Equador é de longe o mais grave e extenso levante popular registrado na AL em décadas. É também um dos casos de repressão mais sanguinolenta e alucinada. Na edição deste domingo, a Folha dá a isso um registro de minúsculas 10 linhas na 1ª pág. Suas garrafais tem lado. (Carta Maior)

Nos últimos dias, a violência tomou conta do Equador. Cenas inéditas chocaram a população e, segundo analistas locais, levaram expressivos setores da sociedade a evitar uma adesão incondicional aos manifestantes. Movimentos indígenas já provocaram a saída de três presidentes equatorianos nas últimas décadas, mas sem mortos nem banho de sangue, o que contrasta com as imagens que vemos hoje.

As imagens recentes, como apontou o consultor político Pipo Lasso, “representam um novo elemento ”, representam a barbaridade, a crueldade, o massacre do povo, assim como no Brasil, o massacre principalmente aos pobres e desvalidos e também a impossibilidade de Lenín Moreno continuar governando o Equador. Ele terá que responder por todas as mortes que provocou como responsável direto.

Assistam aos vídeos. Imagens fortes:

 

*Da redação

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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1 COMMENTS

  1. José Cesar Pereira Posted on 13 de outubro de 2019 at 14:01

    O neoliberalismo, a face da violência, da retirada de direitos e de assassinatos de inocentes que lutam por seus direitos. Esperamos que a bravura do povo equatoriano derrube o governo covarde que fugiu de Quito ou atendam as reivindicação da população.

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