21 de setembro de 2020
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Elites festejam ‘recuperação’ econômica, na verdade modesta e apenas destacável diante da voçoroca escavada no chão econômico do país desde o processo golpista de 2015.

Alegria do capital, na verdade, remete às reformas, sobretudo a que barateou a extração do suor dos brasileiros.

38,8 milhões de brasileiros subsistem como trabalhadores informais, que já somam 41,1% de todo o emprego no país.

Quase 25 milhões desse total trabalha por conta própria.

Vive-se da mão para a boca.

Frequentemente nem isso.

Capital fictício: Bolsa de São Paulo acumula alta de 33% no ano, mas capital estrangeiro retirou R$ 43 bilhões do pregão cujo giro médio diário –R$ 10,5 bi– ficou abaixo dos R$ 12,3 bi de 2018.

No Brasil o 1% mais rico detém obscenos 28% do PIB.

Segundo Piketty não há paralelo para tamanha concentração de renda em todo o planeta.

Esses são os dados do Brasil real nos dias atuais um ano após a posse de Bolsonaro, muito bem grifados por Saul Leblon.

 

*Carta Maior

Celeste Silveira

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