21 de setembro de 2020
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Bombardeio em Bagdá acontece dias após invasão de embaixada no Iraque e deve aumentar ainda mais a tensão entre EUA e Irã

Um ataque aéreo americano na noite desta quinta-feira, 2, contra um aeroporto de Bagdá, no Iraque, matou Qasem Soleimani, general da Guarda Revolucionária Iraniana, segundo informações da televisão estatal iraquiana.

O bombardeio também vitimou Abu Mehdi al-Muhandis, um dos líderes da milícia iraquiana pró-Irã Forças de Mobilização Popular.

Soleimani chefiava a unidade Quds, um dos braços de elite da guarda iraniana, e era um dos militares mais poderosos do país.

Minutos depois do ataque, os Estados Unidos assumiram a autoria da ação. Em nota, o Pentágono afirmou que, sob a direção do presidente Donald Trump, “as forças militares tomaram a decisão por uma ação defensiva de proteger os americanos no exterior ao matar Qasem Soleimani”.

O comunicado acusa o general de estar por trás de ataques que resultaram na morte de centenas de americanos e aliados, incluindo o lançamento de foguete que vitimou um civil americano no Iraque na semana passada e a invasão da embaixada americana em Bagdá. O Pentágono ressalta que o bombardeio busca “deter futuros planos de ataque iranianos”.

No Twitter, Trump postou uma imagem da bandeira dos Estados Unidos minutos depois da ação.

A morte de Soleimani deve aumentar ainda mais a tensão entre Irã, Iraque e Estados Unidos. Na terça-feira, militantes pró-Irã invadiram uma parte da embaixada americana em Bagdá em represália a ataques aéreos dos EUA que deixaram 25 integrantes das milícias paramilitares mortos.

 

 

*Com informações da Veja

Celeste Silveira

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