25 de setembro de 2021
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Chamados de abutres por Dallagnol, jornalistas da grande mídia que foguetearam os heróis grandiloquentes da Lava Jato, não sabem aonde enfiar a língua.

Quando o Intercept vazou uma série de matérias mostrando a promiscuidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato, com ênfase para Dallagnol, a mídia preferiu comprar a desculpa esfarrapada de que os crimes tinham sido revelados de forma criminosa e passaram a criminalizar a fonte, imagina isso.

Os abutres da mídia, como disse Dallagnol, deixando claro que ele os alimentava de carniça, como quem alimenta cachorros magros, com vazamentos criminosamente seletivos, e nunca se leu que aquilo era uma prática ilegal, mafiosa.

Mas quando os lavajatistas foram vítimas de vazamentos, a turma do balcão jornalístico se esqueceu até do crime contra a Segurança Nacional quando Moro vazou um grampo ilegal contra Lula e Dilma e, cinicamente, ele e os procuradores da Força-tarefa de Curitiba partiram para dizer que o crime era o conteúdo conversa, ou seja, outra gigantesca mentira que teve que ser esquecida pelas redações para não ficar ainda pior.

Agora, que estão diante de um gigantesco impasse, têm que admitir duas coisas inseparáveis, que Moro jamais foi juiz da Lava jato e sim que foi um policial que investigou, além de procurador que acusou.

Assim, não houve julgamento algum, a coisa já veio julgada pelo faz tudo da Lava jato.

Isso significa que toda aquela marmota espetaculosa que a mídia cobriu com carga dramática, que cheirava a um folhetim barato, foi para o ralo.

E agora, que rompeu de vez a barragem da lama que estava por trás da república de Curitiba, a grande mídia ficou com a brocha na mão, tentando ridiculamente sustentar, através de uma inversão de valores, que não ficou provado nas mensagens que Lula é inocente, sem dizer que, menos ainda, ficou provado que ele tenha cometido algum delito.

Em outras palavras, a mídia, que abraçou Moro, Dallagnol e cia., está inapelavelmente afogada no mesmo rio que correu solto numa interfecundação entre os heróis de Curitiba e as redações dos jornalões. Não tem como um se livrar do outro, porque se transformaram em um troço só e, para salvar ao menos um caco de unha da honra, terão que assumir que foram partícipes de um crime em que o judiciário foi saqueado pela república de Curitiba com o apoio irrestrito das redações da mídia industrial.

Diferente disso, é somente lero lero e conversa mole de quem está com as mãos absolutamente sujas, mas vazias.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

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