Se precisar de alguém totalmente desprovido de caráter, de dignidade humana e que consegue ser pior do que o genocida que provoca essa carnificina no Brasil, podem chamar Bia Kicis. Ela é um poço de canalhice.
Está na hora do Ministério Público começar a explicar por que se transformou numa indústria da escória. As figuras mais “proeminentes” do MP mostram que o mau-caratismo de alguns procuradores, pode ser fato isolado, mas não pequeno. Há uma lista enorme de pessoas com essa mesma índole que usa a instituição para cometer todos os tipos de crimes, mas seguem impunes pelo corporativismo, Dallagnol que o diga.
Bia Kicis é tudo aquilo de mais lixo que se pode sintetizar esse grupo de milicianos que chegou ao poder. É nítido que ela está em desespero, porque, junto com Bolsonaro, apostou no sarcasmo, na galhofa, na mentira, no total desrespeito às vítimas da covid, no sofrimento delas e de suas famílias, em um cenário que não se vê um mínimo de traço de civilidade, de humanidade.
Claro que a deputada não vai se sustentar aonde está, na presidência da CCJ, mas tudo o que se fizer contra ela, menor que sua prisão por incitação ao genocídio, será pouco. A mulher é um monstro da envergadura do genocida que ocupa a presidência da República.
Bia Kicis não é da ala radical de Bolsonaro, mas da ala mais bandida, mais delinquente, que tem como ideologia o crime contra a população. Não há ideologia nisso, o que há é uma implacável perversidade bárbara e cruel que todo facínora do banditismo comum carrega com ele.
*Carlos Henrique Machado Freitas
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