Dia: 29 de outubro de 2021

O bolsonarista de aluguel, Caio Coppolla, foi sumariamente demitido da CNN

Plantado dentro da CNN por Bolsonaro para defender seus maiores absurdos, Caio Coppolla é a segunda vítima a sofrer um cancelamento da emissora. O primeiro foi Alexandre Garcia, lacaio de 1ª ordem de Bolsonaro que dispensa apresentações.

Garcia foi tocado da emissora por insistir em propagar kit cloroquina a mando da Secom do governo Bolsonaro.

Em comunicado à imprensa enviado nesta sexta-feira (29), a CNN Brasil explicou que optou pela não renovação do contrato de Coppolla que se encerra em 31 de outubro.

O contrato entre a CNN Brasil e o comentarista político Caio Coppolla se encerra no próximo dia 31, e as partes comunicam que decidiram, em comum acordo, não renovar a parceria de dois anos. A edição da tarde do quadro Liberdade de Opinião, do qual Coppolla fazia parte, não voltará ao ar.

Ou seja, um pelego a menos para defender o genocida.

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Diretores da Anvisa são ameaçados de morte se aprovarem vacina para crianças

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou hoje que seus cinco diretores receberam e-mails com ameaças de morte em caso de aprovação, por parte da agência, da aplicação da vacina contra covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade.

Também foram alvos das ameaças instituições escolares do Paraná, ainda de acordo com a Anvisa.

“Diante da gravidade do fato, a Anvisa informa que oficiou imediatamente às autoridades policiais e o Ministério Público, nos âmbitos federal, estadual e distrital, entre outras, para adoção das medidas cabíveis”, acrescentou, em nota.

Por enquanto, apenas adolescentes entre 12 e 17 anos podem ser vacinados, e somente com o imunizante da Pfizer. Maiores de idade podem receber qualquer uma das vacinas já em uso no Brasil (Pfizer, AstraZeneca, CoronaVac e Janssen).

Na última quarta-feira (27), a Pfizer informou que vai pedir autorização da Anvisa para aplicar sua vacina contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos no Brasil. A submissão do pedido, disse a farmacêutica, “deve ocorrer ao longo do mês de novembro de 2021”. Na véspera, um comitê externo de aconselhamento da FDA, equivalente à Anvisa dos Estados Unidos, recomendou a vacina para essa faixa etária.

A decisão não é final, mas a FDA costuma seguir as indicações do conselho, segundo o jornal The New York Times. Caso seja aprovada, a previsão é de que a vacina da Pfizer possa ser aplicada nas crianças americanas a partir da próxima semana, com um terço da dose usada nos adultos.

Leia a íntegra da nota

Os cinco diretores da Anvisa receberam, nesta quinta-feira, às 8h31, correspondência eletrônica (e-mail) com ameaças de morte na hipótese de eventual aprovação pela Anvisa de vacinas para crianças entre cinco a onze anos de idade.

Além dos diretores, também constam como alvo das citadas ameaças de morte instituições escolares do estado do Paraná.

Diante da gravidade do fato, a Anvisa informa que oficiou imediatamente às autoridades policiais e o Ministério Público, nos âmbitos Federal, Estadual e Distrital, entre outras, para adoção das medidas cabíveis.

*Com informações do Uol

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Na Itália, Padres franciscanos batem a porta da igreja na cara de Bolsonaro pra ele não entrar

O presidente Jair Bolsonaro não será bem vindo na cidade de seus antepassados, Anguillera Veneta, na Itália. O prefeito, Sergio Giordani, informou que está fora por “compromissos assumidos” e que não poderá recebê-lo, o bispo também avisou que não participará e os franciscanos da basílica de Santo Antônio manterão a igreja fechada para que o presidente brasileiro não entre.

A Diocese de Pádua, que fica na cidade dos ancestrais de Bolsonaro, não concorda com a concessão do título de cidadão honorário ao ocupante do Palácio do Planalto.

Na cidade de Anguillara Veneta nasceu Vittorio Bolsonaro, em 1878, que aos dez anos emigrou para o Brasil. Ele é um dos dezesseis trisavôs do presidente, que tinha planos de, durante a viagem na Itália, visitar a basílica, já que se diz devoto de Santo Antônio.

A diocese divulgou um comunicado em relação a intenção de conceder o título de cidadão honorário a Bolsonaro: criou “forte constrangimento”, diz o texto.

“Os bispos do Brasil, justamente nestes dias, estão denunciando em alto e bom tom a violência, os abusos, a exploração da religião, devastações ambientais e o agravamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia”, diz a nota, que faz referência a COP26, que Bolsonaro não participará.

A diocese apela para que o presidente brasileiro “promova políticas que respeitem a Justiça, saúde e meio ambiente”. E ainda completa que a homenagem que se planeja gerou “um forte embaraço diante da voz de tantos que sofreram”.

*Com informações do DCM

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Com medo de ir para a cadeia, Bolsonaro imita Pinochet e articula com aliados para se tornar senador vitalício

Aquela história de Bolsonaro repetir cotidianamente o famoso versículo 32, “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, esquece, pois está fora de moda no Palácio do Planalto.

Bolsonaro, agora, quer seguir a cartilha do seu principal ídolo, o criminoso chileno, Augusto Pinochet que, para não ir em cana no Chile, conseguiu uma similistronca política que deu a ele um cargo vitalício de senador para que o bandido sanguinário não fosse enjaulado.

Bom, se Bolsonaro quer copiar a solução de Pinochet, é porque está confessando seus crimes, que não são poucos.

Sendo nomeado senador, Bolsonaro não precisaria nem de um TSE para, segundo as bocas malditas nas redes e nas ruas, ser junto com Mourão, inocentado de seus crimes eleitorais por excesso de provas.

O comentário jocoso que se transformou em refrão na web só foi substituído, como é praxe do genocida, por um outro escândalo revelado por Natuza Nery, da GloboNews, que essa caricatura de Pinochet para livrar a cara do criminoso que ocupa o Palácio do Planalto, é criar uma espécie de pensionato vitalício no Senado e, assim, blindá-lo para o além-túmulo.

Dizem as más línguas que o principal varão dos tucanos, FHC, tentou uma jogada dessa em 2002, mas a campanha ficou empacada. FHC, segundo consta, tinha medo de ter que responder sobre tudo o que já se sabia sobre os caminhos trilhados por seu governo para produzir a privataria, numa guerra contra a sociedade brasileira em que o patrimônio do povo foi atacado por uma legião de espertos ligados ao tucanistão.

Seja como for, Bolsonaro pode ser um imbecil completo para governar, como foi quando parlamentar, mas para livrar a sua cara e a dos seus, ele não tem nada de ingênuo e sabe também quem é a flora e a fauna que vibram por ele dentro do Congresso.

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O fundo do poço não é logo ali: Piora fiscal é maior do que se previa: após alta dos juros, dólar volta a subir

Segundo analistas, movimento da autoridade monetária sinaliza que piora fiscal é maior do que se previa.

Um dia após o Banco Central elevar a taxa básica em 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano — e sinalizar uma alta da mesma grandeza na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em dezembro, que levaria os juros para 9,25% —, a reação dos mercados foi negativa. Para analistas, com a forte deterioração do quadro fiscal, que entrou no radar após o governo admitir o descumprimento do teto de gastos para bancar programas sociais em 2022, a alta dos juros deve ser mais intensa do que o sinalizado pelo BC. As apostas são de que a Selic deve alcançar, pelo menos, 10%, no fim do ano. Para o fim do ciclo de ajuste monetário, que pode se estender até maio de 2022, as previsões variam de 11% a 14,50%.

Diante desse cenário pouco animador para a economia, o dólar comercial, ontem, voltou a ficar acima de R$ 5,60 e a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) praticamente andou de lado. Fechou no vermelho, apesar da divulgação de balanços positivos, como o da Ambev, que registrou aumento de 57,4% no lucro do terceiro trimestre, para R$ 3,7 bilhões. A divisa norte-americana subiu 1,26%, para R$ 5,62. Enquanto isso, o Ibovespa, principal indicador da B3, recuou 0,62%, para 105.705 pontos.

Especialistas avaliaram que o BC foi forçado a reconhecer a piora nas expectativas com a deterioração do arcabouço fiscal depois de o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmar que será preciso alterar a regra do teto de gastos — emenda constitucional que limita o aumento das despesas à variação da inflação — para viabilizar o pagamento de um benefício de R$ 400 por meio do programa Auxílio Brasil. Para analistas, o governo passou a fazer a chamada contabilidade criativa, em níveis até mesmo acima do que ocorreu no período da então presidente Dilma Rousseff. Para Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), em vez de cortar gastos ineficientes e emendas parlamentares, o governo quer uma licença para gastar mais em pleno ano eleitoral.

O principal mecanismo para isso é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que está com dificuldades para tramitar no Congresso. A PEC, além dar calote em dívidas judiciais, muda o indexador do teto, manobra que pode abrir um espaço fiscal de quase R$ 100 bilhões.

“O fato de o Copom sinalizar uma preocupação maior com o fiscal do que em outras reuniões fez o mercado perceber que a deterioração das contas públicas é grave, e o mercado está reagindo a isso. O BC apenas solidifica uma percepção de deterioração grande. Uma parte do mercado, claro, está frustrada, porque esperava uma alta maior na Selic, mas o principal motivo do mau humor é que o risco fiscal voltou para o radar”, avaliou a economista Juliana Inhasz, professora do Insper. Para ela, a tendência, agora, é de muita volatilidade na Bolsa, pelo menos, até as eleições.

As incertezas devem aumentar no ano que vem, e, com isso, o real deverá ficar cada vez mais fraco, o que continuará pressionando a inflação, que não deverá dar trégua tão cedo, de acordo com os especialistas. “A reação do mercado não foi porque o BC errou na intensidade do choque. Foi dentro do que esperava a maioria. Havia pouca gente prevendo uma alta acima de 1,5 ponto percentual na Selic. O problema é que a expectativa de piora no fiscal é uma realidade e, com isso, o dólar ainda poderá subir e chegar a R$ 6, com o governo abdicando da capacidade de fazer política econômica” afirmou Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, um dos primeiros analistas a alertar que o dólar não deveria ficar abaixo de R$ 5 tão cedo. Segundo ele, a Selic deverá chegar ao início de 2022 entre 11% e 12% ao ano.

*Com informações do Correio Braziliense

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Na Itália, Frades se recusam a receber Bolsonaro em basílica

Basílica de Santo Antônio está localizada em Anguillera Veneta, cidade dos antepassados do presidente. Diocese apela para que Bolsonaro “promova políticas que respeitem a Justiça, saúde e meio ambiente”.

A Diocese de Pádua, localizada na cidade italiana de Anguillara Veneta, não concordou com a concessão do título de cidadão honorário concedido pela prefeita Alessandra Buoso ao presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido). Os frades decidiram que, na próxima segunda-feira (1º), data em que Bolsonaro estará no local, não o receberão na basílica de Santo Antônio.

Anguillara Veneta é a cidade onde nasceu Vittorio Bolsonaro, em 12 de abril de 1878, que emigrou para o Brasil aos dez anos. Ele é um dos dezesseis trisavôs de Jair, treze dos quais são italianos, dois alemães e um brasileiro. Ele tinha planos de, durante a ida ao povoado de seus antepassados, visitar a basílica de Santo Antônio, de quem se diz devoto.

Porém, segundo o portal italiano La Stampa, os frades responsáveis pela basílica afirmaram que não haverá delegação para recebê-lo e que poderá fazer suas devoções “como um simples fiel”. De acordo com comunicado da diocese, a homenagem da prefeita ao presidente brasileiro criou “forte constrangimento”.

“Os bispos do Brasil, justamente nestes dias, estão denunciando em alto e bom tom a violência, os abusos, a exploração da religião, devastações ambientais e o agravamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia”, disse a nota, em referência a COP26, que Bolsonaro não participará.

*Com informações da Forum

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seis ex-funcionárias denunciam esquema de rachadinha de Alcolumbre

Com salários que variavam de R$ 4.000 a R$ 14.000 por mês, o valor da fraude é calculado em pelo menos R$ 2 milhões.

Seis mulheres revelaram que foram empregadas durante muito tempo no gabinete do ex-presidente do Senado e atual da Comissão de Constituição e Justiça, Davi Alcolumbre (DEM-AP), mas nunca receberam. Elas tinham salários que variavam de R$ 4.000 a R$ 14.000 por mês, mas recebiam em troca apenas uma pequena gratificação. Elas eram instrumentos do que se conhece popularmente como “rachadinha”.

Assim que eram contratadas, Marina, Lilian, Erica, Larissa, Jessyca e Adriana abriam uma conta no banco, entregavam o cartão e a senha a uma pessoa da confiança do senador. Salários, benefícios e verbas rescisórias a que elas teriam direito não ficavam com elas. O valor da fraude é calculado em pelo menos R$ 2 milhões.

“O senador me disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’. Estava desempregada. Meu salário era mais de R$ 14.000, mas topei receber apenas R$ 1.350. A única orientação era para que eu não dissesse para ninguém que tinha sido contratada no Senado”, revelou a diarista Marina Ramos Brito dos Santos, de 33 anos.

O esquema de Alcolumbre funcionou de janeiro de 2016 até março deste ano. Cada senador tem direito a uma verba de R$ 280.000 reais por mês para contratar auxiliares. O uso desse recurso tem pouca ou quase nenhuma fiscalização.

Todas elas, que agora admitem a prática, são pessoas humildes, sem curso superior nem qualquer tipo de experiência legislativa. Bastava a elas emprestar o nome, o CPF, a carteira de trabalho e manter tudo sob o mais absoluto sigilo.

“Meu salário era acima dos R$ 14.000 reais, mas eu só recebia R$ 900. Eles ficavam até com a gratificação natalina. Na época, eu precisava muito desse dinheiro. Hoje tenho vergonha disso”, disse a estudante Erica Almeida Castro, de 31 anos.

Alcolumbre diz

Alcolumbre disse sobre o caso que se concentra nas atividades legislativas e que questões administrativas, como a contratação de funcionários, ficavam a cargo de seu então chefe de gabinete, Paulo Boudens. Ele disse ainda que não se lembra das ex-funcionárias citadas na reportagem e garante que ninguém estava autorizado a ficar com os salários das servidoras. Boudens foi exonerado em 2020 e não foi localizado até o fechamento da edição.

*Com informações da Forum

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