8 de janeiro de 2022
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Não se produz uma nação de miseráveis e famintos num país que é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, sem método. O primeiro deles é o de satanizar o Estado satanizando o funcionalismo público para, em seguida, a classe dominante, com seu histórico patrimonialismo, vampirizar o mesmo Estado.

Ou seja, quem de fato produz riqueza e paga impostos, que é o povo, não pode ter qualquer benefício desse Estado construído e sustentado pela totalidade dos brasileiros.

A mídia brasileira é o próprio espelho da elite. Quem pegar os jornais da época da abolição da escravatura, verá que as justificativas que essa mesma elite escravocrata difundia, através de um terrorismo econômico, como faz até hoje,  é simplesmente um plágio de manchetes e artigos de hoje em comparação com a pré-abolição.

O que a mídia quer é dar uma série de informações mentirosas e confusas, mas sobretudo que venha com muita carga de ódio capaz de impedir a volta de Lula e sustentar o mesmo fascismo social e econômico e, no caso de Moro, fascismo judicial, para que as coisas não só permaneçam como estão, como ampliem os ganhos dos ricos com a miséria dos pobres, porque essa gente é ruim, é fria e calculista e não economiza nas armas e no assassinato de reputações de quem ela considera inimigo.

Por isso a mídia e a elite tentarão produzir uma guerra intestina na sociedade em que o ódio seja a principal arma dos fascistas, como foi na eleição de 2018 que colocou um genocida no poder.

A sociedade tem que estar muito atenta e pronta para revidar os ataques de ódio que os barões da mídia, em conluio com a elite, estão nutrindo para servir de material de campanha até 2022.

Mas a guerra já começou e a reação também tem que ser imediata.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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