9 de janeiro de 2022
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Ninguém foi mais lavajatista dentro da Globo, que é mais que um antro de lavajatismo, mas a própria central desse embuste de Curitiba, do que a família de Miriam Leitão.

Por isso, ler um artigo de Miriam crítico a Moro, mesmo não fazendo autocrítica por seu apoio incondicional à Lava Jato, se não é uma surpresa, é um sinal de que o ex-meritíssimo não passa de um café com leite na disputa eleitoral, e Miriam fez os cálculos e já jogou a toalha.

Sim, porque Moro é um fiasco. Já em campanha, foi vendido, inclusive pela própria Miriam Leitão, como herói durante 5 anos no horário nobre da Globo.

Lula era o vilão, lógico.

Hoje, vendo o resultado das pesquisas eleitorais, constata-se que Lula tem quatro vezes mais intenção de votos que o pangaré de Curitiba.

Míriam elencou uma série de absurdos de Moro como ministro da Justiça e Segurança pública de Bolsonaro, e esse é o ponto.

Ela não quis dizer o pior, como Bolsonaro chegou à presidência com a ajuda decisiva do juiz Moro da Lava Jato, prendendo Lula sem qualquer prova de crime.

Como está posto no artigo de Miriam, Moro, um ministro trágico, segundo sua avaliação, parece ter saído do nada e caído de paraquedas no ministério de Bolsonaro com uma super pasta da Justiça turbinada com a Segurança Pública.

Justamente porque ninguém é de ferro, Miriam Leitão não teve a grandeza nem de mostrar como se recebe uma pasta dessa importância no governo Bolsonaro, pois aí ela teria que mexer no vespeiro do inferno chamado Lava Jato que, certamente, é a operação policial mais criminosa da nossa história.

Por isso, a mãe de Wladimir Netto, autor de um livro de exaltação piegas à Lava Jato, está berrando e pregando tiros em Moro como ministro de Bolsonaro, não como juiz corrupto e ladrão que colocou Bolsonaro no poder através de uma barganha descarada.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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