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Bolsonaro, o rei do cagaço

Cada um interpreta como quer as declarações golpistas de Bolsonaro. Eu só consigo ver uma coisa estampada não só na cara, mas na sua própria identidade.

Bolsonaro não está aguentando o tranco de ver sua candidatura se esvair e receber, no dia seguinte da saída do Palácio do Planalto e receber uma intimação ou voz de prisão, tal a fieira de crimes e testemunhas que terá que enfrentar.

Isso não é uma crítica política, mas uma constatação de que todas essas ofensivas que ele faz contra as urnas, as eleições, contra a constituição e a própria democracia, não passam da tradução da prova que ele está tentando fazer de seu cagaço um espetáculo que consiga convencer as pessoas de que ele está todo borrado.

Quando Bolsonaro foi expulso do exército, ele de uma entrevista à Veja reclamando do soldo do exército brasileiro. Chamado pelo comando para se explicar, o Odorico da terra plana, tenente na época, covardemente, negou que tivesse dado tal entrevista, até o comando descobrir que ele fato deu a entrevista e que apenas se acovardou ao falar com o comando do exército.

As expressões de Bolsonaro ao se encontrar com Trump, ressaltavam não só a peleguice, mas um olhar de medo. Suas expressões denunciavam isso.

Não foi diferente a toada de Bolsonaro com Putin, reproduzindo o mesmo sujeito que carrega todas as características de um cagão, de um medroso, um valentão de janela ou contra alguém que julga ser inferior a ele. Sua macheza, estampada em suas frases, é puro folclore. O sujeito muda o timbre na hora de falar com alguém algo que possa lhe trazer embaraços.

Agora mesmo, a notícia que nos chega é a de que ele está com medo de encontrar com Biden na Cúpula das Américas e, portanto, deve se ausentar.

Aí está a autenticidade de Bolsonaro que, na hora do vamos ver, ele tira o time de campo e, depois e depois faz posts ofensivos.

O sujeito criou a farsa da facada para correr de Haddad dos debates.

Assistindo as declarações golpistas de Bolsonaro, só consigo ver na minha frente um cagão dizendo para as pessoas, como na época de escola, que tem alguém que vai bater em quem lhe bater.

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Por Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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