26 de junho de 2022
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O PT avalia que o presidente Jair Bolsonaro erra ao exagerar no golpismo e acaba beneficiando o discurso do ex-presidente Lula de que um dos temas principais da eleição será uma escolha entre a defesa da democracia e a ameaça de autoritarismo.

Nas últimas semanas, Bolsonaro desencadeou uma série de ataques à democracia, como a graça concedida ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) e discursos quase diários contra a urna eletrônica nos quais sugere a possibilidade de rejeitar uma derrota eleitoral e tentar um golpe.

A investida de Bolsonaro uniu a sociedade civil num discurso contra o presidente e levou o presidente do TSE, Edson Fachin, e seu futuro sucessor no Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, a fazerem discursos duros assegurando a lisura das eleições e o respeito ao resultado das urnas eletrônicas.

Para Lula, ao radicalizar cada vez e dizer, por exemplo, que nunca será preso, Bolsonaro transmite uma ideia de desespero aos seus aliados, passa recibo de provável derrota e deixa claro que tem de medo de ser detido depois de deixar a Presidência.

Guerra tucana

O PT tem acompanhado de camarote a crise do PSDB em torno da manutenção da candidatura presidencial do ex-governador João Doria. Uma ala tucana defende a saída de Doria do páreo e o apoio à senadora peemedebista Simone Tebet.

O desarranjo no ninho tucano poderia estimular, na visão do PT, mais atitudes como a do ex-ministro e ex-senador Aloysio Nunes Ferreira, que afirmou que trabalharia a favor da candidatura de Lula já no primeiro turno. Mais tucanos históricos, críticos de Doria e descrentes quanto a Simone Tebet tenderiam, derrubada a candidatura própria do PSDB, a se manifestar a favor do voto no petista já na primeira etapa.

Ordem unida

Na tarde de segunda, em São Paulo, houve longa reunião no PT para unificar as ações de comunicação, agenda e política de Lula. O objetivo foi combinar a fusão das estruturas do partido com a do Instituto Lula para que atuem de forma coordenada durante a campanha eleitoral.

Disputa nas redes

O PT identificou nas redes sociais um movimento do bolsonarismo para tentar carimbar o casamento de Lula e Janja como um evento de ostentação. O partido tem procurado reforçar a dimensão pessoal do casório, que acontecerá amanhã em São Paulo.

Do ponto de vista político, o próprio Lula tem assumido a condição de apaixonado, na linha de “um homem que ama não quer briga com ninguém”. Nas redes sociais, o PT usa bastante a imagem de coração, num contraponto a Bolsonaro, que defende mais armas para a população.

PT e PSD em Minas

O palanque de Lula em Minas está sendo fechado. O PT apoiará a candidatura ao governo de Alexandre Kali (PSD). O partido também se movimenta para retirar Reginaldo Lopes (PT) da disputa pelo Senado e deixar a pista menos congestionada para Alexandre Silveira (PSD) tentar se reeleger.

*Kennedy Alencar/Uol

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Celeste Silveira

Produtora cultural

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