Mês: setembro 2025

Com Lula, Taxa de Desemprego no Brasil Cai para 5,6%, menor nível da série histórica

Dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta data, 16 de setembro de 2025. A taxa de desocupação (equivalente à taxa de desemprego na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua) registrou 5,6% no trimestre móvel encerrado em julho de 2025 (maio a julho), marcando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012. Isso representa uma queda de 0,2 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior (abril a junho, quando foi 5,8%) e de 1,3 p.p. em comparação ao mesmo período de 2024 (6,9%).

Dados
Número de Desocupados

Cerca de 6,1 milhões de pessoas estavam desocupadas no período, uma redução de aproximadamente 200 mil em relação ao trimestre anterior e de 1,1 milhão ante julho de 2024. Isso reflete um recuo de 11% na população desalentada (pessoas que desistiram de procurar emprego).

População Ocupada

O Brasil registrou 102,8 milhões de ocupados, com crescimento de 0,5% no trimestre (mais 500 mil pessoas) e de 2,8% no ano (mais 2,8 milhões). O nível de ocupação atingiu 58,9% da população em idade ativa (14 anos ou mais), o maior da série histórica.

Emprego Formal

O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39,2 milhões, um recorde, com alta de 0,5% no trimestre. Isso é impulsionado por setores como agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, que puxaram a expansão da ocupação.

Rendimento Médio

O rendimento médio mensal real habitual dos trabalhadores subiu 1,3% em relação ao trimestre anterior, alcançando R$ 3.484 – o maior valor já registrado. A massa de rendimentos totais também bateu recorde, refletindo maior poder de compra da população.

Informalidade

A taxa de informalidade caiu ligeiramente para 37,8% (38,5 milhões de trabalhadores informais), a segunda menor da série, indicando uma tendência de formalização gradual do mercado de trabalho.

Subutilização da Força de Trabalho

A taxa composta de subutilização (que inclui desocupados, subocupados por insuficiência de horas e força de trabalho potencial) recuou para 14,2%, queda de 0,2 p.p. no trimestre e de 1,8 p.p. no ano.

Esses números foram divulgados hoje pelo IBGE como parte da PNAD Contínua Mensal, que monitora o mercado de trabalho com base em uma amostra de 211 mil domicílios em 3.500 municípios. A pesquisa considera como desocupados aqueles que não trabalham, mas buscam emprego ativamente e estão disponíveis. A série histórica começou em 2012, e o patamar anterior mais baixo era de 5,8% no segundo trimestre de 2025.

Evolução Recente da Taxa de Desemprego (PNAD Contínua)
Aqui vai uma tabela resumindo a tendência nos últimos trimestres para contextualizar a queda:

| Trimestre Encerrado | Taxa de Desemprego (%) | Variação Trimestral (p.p.) | Variação Anual (p.p.) | Observações |
|———————|————————-|—————————–|———————–|————-|
| Dezembro 2024 | 6,2 | Estável (vs. set/2024) | -1,5 | Menor taxa anual média de 2024 (6,6%) |
| Março 2025 | 7,0 | +0,8 | -0,2 | Menor para o 1º tri desde 2014 |
| Junho 2025 | 5,8 | -1,2 | -1,1 | Recorde histórico até então |
| Julho 2025 | 5,6 | -0,2 | -1,3 | Novo recorde histórico |

Impacto sob o Governo Lula

Desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023, a taxa de desemprego caiu de cerca de 8,4% (média de 2022) para os atuais 5,6%, uma redução acumulada de quase 3 p.p. Fatores como a recuperação pós-pandemia, investimentos em infraestrutura, expansão de programas sociais e crescimento econômico (PIB projetado em 2,5% para 2025) contribuíram para esse cenário.

O governo Lula destaca recordes em emprego formal e rendimento, atribuindo-os a políticas de estímulo ao consumo e à indústria.


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O Sorriso do Lagarto

Maquiavélico, ambicioso, hipócrita e sorriso sarcástico. Este é Tarcísio de Freitas.

Não resta dúvida de que não tem alguém mais feliz com a condenação de Bolsonaro do que ele.

Sua relação com os personagens ou com a trama golpista ainda não está esclarecida.

É como se o “lagarto” observasse, com um sorriso sarcástico, a incapacidade humana de resistir às tentações do desejo e da ganância, e esperasse friamente Bolsonaro se ferrar, abrindo espaço para sua candidatura à Presidência da República em 2026 no lugar de seu ex-amo.

Está aí um sujeito que não tem dilemas éticos, que sorri complacentemente diante da destruição causada por escolhas políticas trágicas, como a tentativa de golpe comandada por Bolsonaro.

Lógico que Tarcísio encarnaria o fã de ficção de Bolsonaro e faria todo o jogo de cena complexa de seu personagem para apunhalar Bolsonaro pelas costas, antes mesmo de ser condenado, lançando-se candidato à presidência como assistimos numa traição descarada.


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Por condenar golpistas, STF sofre onda de ataques

Flávio Dino alerta para ‘explosão’ de ameaças

O clima de tensão em torno do Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a crescer após a decisão da Primeira Turma de condenar integrantes do núcleo central da trama golpista, como Jair Bolsonaro (PL). Segundo Daniela Lima, do UOL, o ministro Flávio Dino fez um balanço da situação: “obviamente, o número de ataques ao Supremo explodiu”.

Dino acionou a Polícia Federal para abrir investigações sobre as novas ameaças que chegaram aos gabinetes dos ministros. Algumas mensagens usaram como referência a crise política no Nepal, que recentemente deixou dezenas de mortos em confrontos de rua.

Pressão crescente contra a Corte
Desde 2020, o Supremo se tornou alvo frequente de ataques em meio à radicalização do debate político. Nesse período, a instituição estruturou uma secretaria voltada exclusivamente para segurança, diante do fluxo constante de intimidações. Monitoramentos internos indicam que as mensagens se intensificaram ao longo dos anos, atingindo não apenas magistrados, mas também ex-presidentes e suas famílias.

Autoridades afirmam que parte da ofensiva digital teve origem no exterior, especialmente nos Estados Unidos, e que a diversidade de meios de comunicação usados para ameaçar — redes sociais, e-mails, cartas e até pacotes enviados — reforça a gravidade da situação.

Estrutura de vigilância interna
No interior do STF, funciona atualmente uma sala equipada para acompanhamento em tempo real das movimentações contra os ministros. Sob coordenação de agentes de segurança, o espaço permite rastrear mensagens e avaliar riscos de forma imediata.

Especialistas ouvidos pela Corte destacam que, nos últimos anos, as intimidações se tornaram mais ousadas: além de insultos virtuais, houve registros de tentativas de envio de munições e frascos com substâncias suspeitas. Os episódios levaram à criação de protocolos rigorosos de resposta rápida, de acordo com Guilherme Levorato, 247.

A percepção dentro do tribunal é de que a escalada da violência política impõe um desafio institucional. Para ministros e policiais, a atuação conjunta entre o Judiciário e a Polícia Federal é vista como essencial para evitar que as ameaças comprometam a estabilidade democrática.


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Neonazistas exaltam Nikolas Ferreira

Imagino a inveja no ninho de nazistas do MBL com essa exaltação dos nazistas a aura pesada de Nikolas. Isso não é pouca coisa

O artigo da Folha, intitulado “Neonazistas brasileiros elogiam Nikolas Ferreira após atentado à Charlie Kirk”, foi publicado nesta segunda, 15 de setembro de 2025 e discute a circulação de discursos e símbolos extremistas entre grupos de direita radical nos Estados Unidos e no Brasil, especialmente após o assassinato do influenciador conservador norte-americano Charlie Kirk.

A coluna Opinião se baseia em monitoramento de redes sociais fechadas, como grupos de Whatsapp e Telegram, para analisar como esses conteúdos se espalham.

Sobre o âmago do artigo da Folha
Conexões Transnacionais – O artigo destaca como o “groyper”, um subgrupo da alt-right americana que critica conservadores “mainstream” por serem insuficientemente racistas, influencia a extrema-direita brasileira.

No Brasil, isso se mistura com a “bolha da resenha”, que usa humor irônico para disseminar ódio.

Após a morte de Kirk, posts em português e inglês cruzaram fronteiras, com usuários brasileiros compartilhando conteúdos de Fuentes elogiando a “coragem” de Ferreira por sua campanha contra críticos de Kirk (ele pediu demissões de quem celebrou o atentado).

Discurso de Violência de Nikolas Ferreira
Os editores criticam postagens de Ferreira no X, como “Seja a extrema direita que eles tanto têm medo” (postado logo após o atentado), interpretadas como incitação à violência contra a esquerda.

Eles argumentam que isso alimenta um ciclo de ódio, similar ao que levou ao assassinato de Kirk por um extremista insatisfeito com sua “moderação”.

A coluna menciona que Nikolas Ferreira recebeu ameaças de morte em resposta, mas usa isso para pedir reforço na segurança, enquanto ignora o perfil do atirador (de extrema direita).

O artigo conclui que esses fluxos transnacionais de extremismo ameaçam a democracia, normalizando violência e polarização.
Bailez e Fakhouri, especialistas em análise de dados sociais, usam o caso para ilustrar como eventos nos EUA (como o de Kirk) são explorados no Brasil para recrutar em bolhas radicais.

No Brasil, isso se entrelaça com bolsonarismo, onde discursos anti-esquerda ganham tração, mas o atirador ser de extrema direita complica a narrativa de “vítima”.

O fato que ninguém tocou até agora é que Nikolas não comentou a condenação de Bolsonaro. Deu de ombros.

O motivo é um só.

Quer ser o herdeiro do nazismo bolsonarista e, pelo jeito, sua vibração bateu certinho com a vibração nazista.

Seja como for, está sublinhado que Nikolas quer ser o novo Bolsonaro, propagando mais ódio, rancor e raiva contra a esquerda, descendo mais fundo o nível do debate político no Brasil.

Se vai dar certo? Acho que não. Pelo contrário, na minha opinião, ele será cuspido da vida pública bem mais cedo do que imagina.


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‘Daremos resposta decisiva e defenderemos nossa soberania se formos prejudicados’, China afirma sobre sanções dos EUA contra petróleo russo

Pequim indicou cooperação econômica, comercial e energética com países ao redor do mundo, incluindo a Rússia

Pequim dará uma resposta decisiva e defenderá sua soberania se seus interesses forem prejudicados, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, nesta segunda-feira (15/09), quando questionado sobre as exigências dos EUA de que os países do G7 e da OTAN imponham tarifas sobre as importações de petróleo russo do gigante asiático para pressioná-lo a participar da resolução do conflito na Ucrânia.

“Se os direitos e interesses legítimos da China forem prejudicados, ela retaliará firmemente e protegerá firmemente sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento”, disse durante uma coletiva de imprensa, enfatizando que Pequim se opõe firmemente ao “abuso ilegal de sanções unilaterais e à ‘jurisdição de braço longo’ contra a nação asiática”.

Nesse contexto, o porta-voz indicou que a cooperação econômica, comercial e energética com países ao redor do mundo, incluindo a Rússia, é “legítima e irrepreensível”. “As ações dos EUA constituem uma típica intimidação unilateral e coerção econômica, que compromete seriamente as normas do comércio internacional e ameaça a segurança e a estabilidade das cadeias industriais e de suprimentos globais”, enfatizou.

Sobre a crise ucraniana, Jian enfatizou que, desde o primeiro dia de hostilidades, o gigante asiático tem mantido “uma postura objetiva e imparcial, insistindo em promover a paz e o diálogo”. Ele reiterou que o diálogo e a negociação são a única solução viável para o conflito.

Em relação ao conflito ucraniano, Pequim tem apelado repetidamente a uma solução política entre Moscou e Kiev, enfatizando sua disposição de contribuir para ela. Também tem reiterado seu compromisso com a promoção do diálogo , que nunca forneceu armas letais às partes em conflito e que controla rigorosamente a exportação de itens de dupla utilização.

No último sábado (13/09), o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou uma carta “a todas as nações da OTAN e ao mundo” pedindo sanções mais severas aos países que compram petróleo russo. Segundo o presidente, isso, juntamente com a imposição pela OTAN de tarifas de 50% a 100% à China, que serão totalmente retiradas após o fim do conflito Rússia-Ucrânia, também “contribuirá significativamente para o fim” das hostilidades.

Trump propõe à UE tarifas de 100% sobre a Índia e a China
Os Estados Unidos estão prontos para ampliar as tarifas sobre os importadores de petróleo russo caso a União Europeia adote medidas semelhantes, reduzindo assim a receita essencial de Moscou para sustentar a guerra na Ucrânia, afirmou uma autoridade americana à agência AFP na terça-feira (09/09).

O presidente Donald Trump propôs tarifas entre 50% e 100% sobre países como China e Índia, durante uma reunião com altos representantes dos EUA e da Europa sobre possíveis ações contra a Rússia, de acordo com um funcionário de alto escalão que preferiu não fornecer mais detalhes.

De acordo com a fonte, Trump estaria “disposto a implementar imediatamente, mas considera que a UE deve agir da mesma forma”. Essa mensagem foi transmitida aos representantes europeus, ressaltando que, caso Bruxelas concorde em apoiar as tarifas, Washington agirá em conjunto.

*Opera Mundi


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Nikolas Ferreira recebeu quase R$ 10 milhões para não aprovar um único projeto na Câmara dos Deputados

O pigmeu, X9 dos EUA no Brasil Nikolas Ferreira, em dois anos de mandato sem aprovar um cisco de projeto, vivendo só de molecagem nas redes sociais, já sugou dos cofres públicos quase 10 milhões.

Esse valor, a imensa maior parte do povo brasileira poderia passar a vida toda ralando de sol a sol tentando juntar cada centavo, que jamais chegaria perto dessa quantia. Talvez conseguiria esse feito épico em 20 encarnações.

Ou seja, um vagabundo público de corpo e alma, que nunca trabalhou na vida, vivendo de dízimos da igreja da família, e que tem zero escrúpulos, tem uma gama inteira de mordomias e privilégios gastos na surdina, montado em pelo no lombo do povo.

Agora, o inútil sem escrúpulos, deu para vigiar quem fala mal dos EUA e linkar os perfis de brasileiros com a embaixada dos EUA no Brasil para sancionar quem critica qualquer coisa dos EUA.

É para isso que Nikolas Ferreira centrifugou quase R$ 10 milhões de fortuna pública nesses dois anos de gandaia e sacanagem na Câmara dos Deputados.


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Randolfe Rodrigues denuncia o Desmonte da Fiscalização de Convênios no Governo Bolsonaro

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), atual líder do governo Lula no Congresso Nacional, fez uma denúncia recente sobre o desmonte deliberado da estrutura de fiscalização de convênios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022). A acusação foi apresentada em 11 de setembro de 2025, durante uma sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que investiga fraudes em descontos associativos em benefícios previdenciários. Esses descontos, realizados por meio de convênios com entidades como associações de aposentados, resultaram em prejuízos bilionários para aposentados e pensionistas, com irregularidades como cobranças indevidas e falta de autorização dos beneficiários.

A denúncia de Randolfe ganhou destaque após uma auditoria interna do INSS, realizada em 2024 e com mais de 200 páginas, que confirmou falhas graves na fiscalização desses convênios. O relatório da Auditoria Interna do INSS (Audin) apontou:

Ausência de fiscalização efetiva

Os Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com entidades conveniadas não foram acompanhados adequadamente, permitindo reincidência de irregularidades por parte de associações suspeitas.
– **Fragilidade nos controles**: Decisões administrativas contrariaram normas internas, facilitando fraudes. Entidades como a Confederação Nacional dos Agricultores e Agricultoras Familiares (Conafer) e a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec) foram citadas como responsáveis por grande parte dos desfalques, com a Ambec sozinha respondendo por mais de 30% dos descontos irregulares.
Reincidência de entidades

Muitas associações continuaram operando apesar de alertas prévios, o que indica um “desmonte estrutural” da governança.

Randolfe confrontou o ex-diretor do INSS, Alessandro Stefanutto Oliveira, durante a sessão da CPMI. O senador leu trechos da auditoria e questionou a extinção da Divisão de Acordos Nacionais de Benefícios (DANB), setor responsável pela fiscalização desses convênios.

A DANB foi extinta por portaria assinada pelo próprio Oliveira, com aval do então ministro da Economia, Paulo Guedes, do presidente Bolsonaro e do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Oliveira alegou não se recordar da data da extinção, mas Randolfe rebateu: “Essa DANB era a responsável pela fiscalização que o senhor diz ser impossível. E ela foi extinta por portaria assinada pelo senhor mesmo”.

Além disso, Randolfe apresentou um ofício de 2019, assinado por Paulo Guedes, que respondia a um pedido de informações de um deputado da base bolsonarista sobre denúncias de descontos irregulares.

O documento admitia que as entidades conveniadas tinham a obrigação de coletar e arquivar autorizações prévias dos segurados para fins de fiscalização pelo INSS. No entanto, o governo Bolsonaro ignorou os alertas iniciais, permitindo que o número de filiados em entidades fraudulentas explodisse — por exemplo, a Conafer passou de 718 filiados em 2019 para mais de 400 mil em anos subsequentes.

Evidências de Desmonte Deliberado

Randolfe argumentou que o episódio revela um “desmonte deliberado da estrutura de controle no INSS” durante o governo Bolsonaro, confirmado por auditores em documento oficial. Outros pontos levantados incluem:

Veto a Medidas Preventivas

Em 2022, Bolsonaro vetou trechos da Medida Provisória 871/2019, que previa revisão anual de descontos em benefícios previdenciários. O veto ampliou o prazo de fiscalização de 1 para 3 anos e postergou sua implementação, facilitando fraudes. A Lei 14.438/2022, também do governo Bolsonaro, eliminou exigências de fiscalização.

Crescimento das Fraudes

Das 11 associações identificadas como fraudulentas na CPMI, 9 foram estruturadas entre 2019 e 2022. O TCU (Tribunal de Contas da União) alertou, em novembro de 2022, sobre 29 áreas de alto risco de fraude no governo Bolsonaro, incluindo pagamentos indevidos de benefícios sociais no valor de R$ 5,65 bilhões anuais.

Histórico de Desmonte em Outras Áreas Embora o foco seja o INSS,

Randolfe e outros críticos ligam isso a um padrão mais amplo de enfraquecimento de órgãos de controle durante o governo Bolsonaro, como na área ambiental (redução de multas em 40%) e na Previdência (sucateamento geral).

O senador enfatizou que, se as medidas de 2019 tivessem sido implementadas, “não estaríamos nesta CPI constatando o roubo de milhares de aposentados e pensionistas”. Ele defendeu apurações aprofundadas e medidas corretivas duradouras, com investigações da CGU (Controladoria-Geral da União) e da Polícia Federal para ressarcir vítimas e recuperar recursos.

A CPMI do INSS continua em andamento, com foco em responsabilizar os envolvidos. Randolfe, que foi vice-presidente da CPI da Pandemia em 2021 (onde também investigou corrupção no governo Bolsonaro), usa essa experiência para pressionar por transparência. Para mais detalhes, o relatório da Audin de 2024 e os ofícios apresentados na CPMI são documentos chave disponíveis em arquivos oficiais do Senado.


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“Tarcísio passou dos limites, e isso tem consequências”, dizem ministros do STF após ataques do governador a Moraes

A tensão entre Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o Supremo Tribunal Federal (STF), especificamente o ministro Alexandre de Moraes, com ataques verbais durante o ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, foram interpretados como um confronto direto com a Corte, o que gerou reações fortes entre ministros do STF.

A frase “Tarcísio passou dos limites, e isso tem consequências” é atribuída anonimamente a magistrados do tribunal, que veem o episódio como um rompimento de limites institucionais.

Tarcísio criticou duramente Alexandre de Moraes, acusando-o de promover uma “ditadura da toga” e questionando decisões do STF relacionadas a investigações sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele defendeu Bolsonaro e endossou discursos contra a Corte, o que foi visto como uma radicalização política. Analistas interpretam isso como uma estratégia para ganhar apoio da base bolsonarista, mirando a Presidência em 2026.

Ministros do Supremo, em conversas reservadas reportadas pela imprensa, expressaram que o governador “radicalizou seu discurso” e que isso prejudicará o diálogo institucional com o tribunal. Um deles afirmou: “Um ataque tão virulento dirigido ao ministro Alexandre de Moraes atinge todo o tribunal. Tarcísio passou dos limites institucionais, e isso tem consequências.

Certamente, o diálogo dele fica prejudicado com uma boa parcela dos ministros.” O decano Gilmar Mendes reagiu publicamente no X (antigo Twitter), rechaçando as acusações e defendendo o STF como “guardião da Constituição e do Estado de Direito”.

A avaliação no STF é de que Tarcísio, ao se alinhar abertamente com Bolsonaro, pode enfrentar dificuldades em pautas que dependem de interlocução com o Judiciário, como projetos de lei ou decisões administrativas envolvendo São Paulo. Há menções a possíveis “consequências” em termos de credibilidade e relações federativas.

O presidente Lula classificou Tarcísio como “serviçal de Bolsonaro” por causa das críticas a Moraes. No Congresso, há chamadas para impeachment do governador por supostamente abandonar funções em São Paulo para articular anistia a Bolsonaro, considerada inconstitucional. Deputados como Carlos Zarattini (PT) acusaram Tarcísio de “atentar contra a democracia”.

Não há indícios de ações judiciais imediatas contra Tarcísio até o momento, mas o clima é de tensão crescente.


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Lula no New York Times: A Democracia e a Soberania Brasileiras são Inegociáveis

Lula foi convidado pelo New York Times para escrever um editorial, que segue:

Por Luiz Inácio Lula da Silva

The New York Times, 14 de setembro de 2025

Como presidente do Brasil, eu defendo não apenas os interesses do meu país, mas os princípios fundamentais da democracia e da soberania nacional.

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs tarifas sobre produtos brasileiros e exigiu que o Brasil desistisse de processos judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Essas ações são não apenas equivocadas, mas também ilógicas. Elas representam uma interferência inaceitável em assuntos internos de uma nação soberana.

A democracia brasileira foi testada em 2023, quando apoiadores de Bolsonaro invadiram o Congresso, o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto, em uma tentativa de golpe inspirada nos eventos de 6 de janeiro nos Estados Unidos.

Diferentemente do que aconteceu lá, as instituições brasileiras agiram com firmeza: o Supremo Tribunal condenou Bolsonaro a 27 anos de prisão por conspirar para subverter as eleições e planejar assassinatos contra mim e outras autoridades.

Essa condenação não é vingança, mas justiça. Bolsonaro e seus aliados tentaram minar a vontade do povo brasileiro, que me elegeu democraticamente.

As tarifas impostas por Trump — de até 50% sobre café, aço e outros produtos essenciais — são uma resposta punitiva a essa decisão judicial. Elas afetam diretamente a economia brasileira e os laços comerciais entre nossos países.

Eu conversei com o presidente chinês Xi Jinping sobre isso, mas Trump se recusa a dialogar. Isso é inaceitável. O Brasil não aceitará ordens de ninguém. Nossa soberania é inegociável, assim como nossa democracia.

Em vez de interferir, os Estados Unidos deveriam apoiar a democracia no mundo. O Brasil é a quarta maior democracia do planeta, e estamos provando que é possível resistir a pressões autoritárias. Bolsonaro e seus seguidores representam uma ameaça contínua, mas o povo brasileiro e nossas instituições estão unidos para protegê-la.

Eu busco o diálogo, mas não a submissão. O Brasil continuará a negociar com base no respeito mútuo. Aos americanos, digo: apoiem líderes que valorizem a democracia, não a minem. E aos brasileiros: nossa soberania e nossa democracia são inegociáveis.Luiz Inácio Lula da Silva é o presidente do Brasil.


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Bolsonaro e o bolsonarismo morreram. Ele nunca foi líder de porra nenhuma

Bolsonaro, como “mito”, é uma gigantesca piada.

O sujeito nunca aprovou nadica de nada como deputado. Zero! Foram décadas de legislativo sem ter um único projeto aprovado.

Isso é líder de alguma coisa?

O salafra, já na presidência, tentou criar um partido, mas não conseguiu assinaturas suficientes.

Em 2018, Bolsonaro se uniu a Sergio Moro para, juntos, cometerem um crime de fraude eleitoral.

Moro, ainda juiz, viraria sócio de seu governo se prendesse Lula, mesmo sem provas de crime, pois, do contrário, Lula venceria a eleição no 1º turno.

A coisa não parou aí

A farsa da facada para fugir dos debates com Haddad deu certo e ele acabou na cadeira da presidência. Fato este que dispensa comentários.

Ainda tem o genocídio por Covid em que 700 mil brasileiros perderam a vida porque Bolsonaro não comprou as vacinas, negociando propina por unidade, como mostrou a CPI.

Bolsonaro, via Carlos, montou o gabinete do ódio onde formou um exército de mercenários digitais muito bem pagos pelos cofres públicos.

Os tais bolsonaristas não são nada além da fatia reacionária da sociedade brasileira que apoiou o golpe de 1964, elegeu Collor
e FHC, Assim como apoiou o golpe em Dilma e a presidência surrupiada pelo rato, Michel Temer.

Bolsonaro nunca teve estrela para nada além de esquema criminoso de peculato e roubo de benefícios da Câmara de Deputados pnde era parte do submundo do baixo clero

Na bola, jamais seria prefeito de Sucupira.

Por isso não dá para entender gente falando que o “mito” não morreu e que o bolsonarismo está vivo.

Essa diarreia coletiva de direita vai continuar, mas com outro nome e estratégia.

O tal bolsonarismo foi enterrado junto com Bolsonaro nessa última quinta-feira, no STF, com a pena de 27 anos e 3 meses para esse criminoso, corrupto e golpista.


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