A orientação foi a de esquecer que é ligado a milícias, que tinha relações com o Escritório do Crime, e concentrar na sua postura educada
Conforme já havia alertado, começou o jogo do lavajatismo midiático, com vistas às eleições. Por exemplo, o caso de Lulinha com o tal “careca do INSS”. Lulinha tem relações de amizade com uma aventureira, Roberta Luchesinger, que se apresentava como herdeira do Credit Suisse. Roberta se apresenta aos lobistas como amiga da família e se especializou em vender vento. Convenceu o careca de que Lulinha poderia facilitar a venda de cannabis para o Ministério da Saúde.
Levou Lulinha para Portugal, para mostrar um galpão onde, segundo ele, está preparando a plantação de cannabis. Lulinha foi, voltou, e não fechou nenhum negócio. Primeiro, porque não teria entrada alguma no Ministério da Saúde. Segundo, por ser gato escaldado e não se expor em nenhum contrato. Acabou a história.
Aí a CPI do INSS convoca Lulinha e a Polícia Federal pede a quebra de seu sigilo. O resultado é uma enxurrada de manchetes ligando o nome de Lulinha ao careca. E, perdido no meio das manchetes, a reportagem com a secretária do careca afirmando não ter feito qualquer pagamento a Lulinha.
É assim o jogo. Por exemplo, repórteres devem ter investigado se em algum momento Lulinha estava no Ministério da Saúde. Se investigaram nada encontraram, se nada encontraram, seria notícia. Foi mau jornalismo não apurarem se as visitas ocorreram ou não noticiarem, se apuraram e nada encontraram.
Pouco importa, nas redes sociais e para a maioria dos leitores o que importa é a manchete, a associação do nome Lulinha ao do careca.
O caso Flávio Bolsonaro Na outra ponta, Letícia Caetano dos Reis, que vem a ser administradora do escritório de advocacia do Zero Um desde sua fundação, em 2022, é “irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio do Careca do INSS na empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e alvo de uma operação da PF por suspeita de lavagem no exterior do dinheiro das fraudes praticadas contra os aposentados”, segundo nota de Lauro Jardim, de 1o de fevereiro passado.
Um autógrafo da Malu Gaspar para quem encontrar uma reportagem sequer sobre o tema na mídia corporativa.
Digamos que a relação de parentesco não significa, automaticamente, uma admissão de culpa. Mas Flávio Bolsonaro saiu candidato a Presidente da República. A orientação, nos jornais, foi a de normalização de sua conduta, esquecer que é ligado a milícias, que tinha relações diretas com o Escritório do Crime, e concentrar apenas na sua postura educada.
*Luis Nassif/GGN
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Em guerra aberta contra Moraes, clã Marinho revela que peritos da PF “ouvidos de forma reservada” seriam as fontes dos vazamentos seletivos do Caso Master aos jornalistas da Globo.
Em guerra aberta contra Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o clã Marinho, por meio do jornal O Globo, usou peritos da Polícia Federal “ouvidos de forma reservada” – ou seja, “em off”, sem identificar a fonte no jargão jornalístico – para contradizer a versão do ministro sobre a suposta troca de mensagens com Daniel Vorcaro no dia 17 de novembro de 2025, horas antes de o dono do Banco Master ser preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde embarcaria em um jatinho tendo Dubai como destino final.
Na capa da edição digital deste domingo (8), o jornal – porta-voz político do clã Marinho – mostra o desejo de que Daniel Vorcaro firme um acordo de delação com a PF, de onde partem os vazamentos seletivos ao grupo de mídia, e não com a Procuradoria-Geral da República.
Em nota de cinco linhas, o colunista Lauro Jardim – que aparece sendo ameaçado por Vorcaro nas mensagens tornadas públicas na última semana – afirma que o banqueiro “passou a considerar a sério uma delação premiada” e ventila que “a ideia é que a colaboração seja feita com a PF — e não com a PGR, onde a avaliação é que haja menos espaço para que seja aceita”.
Em outra nota curta, de três linhas, na mesma edição, o jornalista ainda afirma, sem apresentar quaisquer provas, que Moraes, além da mansão de Brasília, “conheceu também a casa de R$ 300 milhões que o banqueiro liquidado alugava em Trancoso — um imóvel de 40 mil metros quadrados, 12 suítes, cinco bangalôs e muito, muito mais”, em novo achaque ao ministro.
Vazamentos O jornal ainda revela, em reportagem intitulada “Software da PF e peritos contradizem explicação de Moraes sobre diálogo com Vorcaro”, que os vazamentos ao jornal partem de peritos e agentes da Polícia Federal, que agora municiam o clã Marinho para rebater a versão de Alexandre de Moraes sobre a suposta ligação a Vorcaro no fatídico 17 de novembro de 2025.
Em nota divulgada na última sexta-feira (6), Moraes afirma que “análise técnica realizada nos dados telemáticos de Daniel Vorcaro, tornados públicos pela CPMI do INSS, constatou que as mensagens de visualização única enviadas por ele no dia 17 de novembro de 2025 não conferem com os contatos do ministro Alexandre de Moraes nos arquivos apreendidos”.
“A mensagem e o respectivo contato estão na mesma pasta do computador de quem fez os prints (Vorcaro). Ou seja, fica demonstrado que as mensagens (prints) estão vinculadas a outros contatos telefônicos no computador de Daniel Vorcaro, jamais ao Ministro Alexandre de Moraes”, diz o ministro na nota, afirmando que sabe “os nomes e contatos das pessoas vinculadas aos respectivos arquivos”, mas que não revelaria pois o caso está em sigilo, decretado por André Mendonça.
No mesmo dia, o clã Marinho, em nota n’O Globo afirma que as informações divulgadas pela coluna de Malu Gaspar não estão baseadas nos documentos tornados públicos pela CPMI do INSS, embora os prints das conversas divulgados pelo jornal constem no material sem alusão direta ao destinatário.
As supostas conversas com Moraes, incluindo a que o banqueiro teria indagado “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”, teriam sido feitas em bloco de notas e enviadas por print da tela e estão alocadas em uma pasta com as imagens nos documentos divulgados pela CPMI, conforme confirmado pela Fórum.
“No material exibido pelo GLOBO, constam no envio das mensagens o número e o nome do ministro Alexandre de Moraes, que foi conferido e checado pelo jornal. Para proteger informações pessoais do ministro, o número de Moraes usado à época dos diálogos com Vorcaro foi coberto nos prints publicados nas edições impressa e digital da reportagem. As informações foram checadas ao longo da última quinta-feira (5) com fontes que acompanham de perto os desdobramentos do caso”, disse O Globo na sexta-feira, sem citar quais seriam essas “fontes”.
Peritos da PF Na reportagem deste domingo, O Globo revela que essas fontes são peritos da PF “ouvidos pelo GLOBO de forma reservada” que teriam atuado na perícia realizada no aparelho celular de Vorcaro.
“Peritos da PF que já trabalharam com o IPED, ouvidos pelo GLOBO de forma reservada, confirmaram que, ao extrair os arquivos, o programa utiliza outra lógica para organizá-los”, diz o texto.
O IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais) é um software desenvolvido pela Polícia Federal que foi usado para análise do material enviado à CPMI. Como o software é livre, ele foi distribuído juntamente com os documentos tornados públicos sobre o celular de Vorcaro.
A versão de Moraes cita o uso desse software e, conforme confirmado pela Fórum, mostra que os arquivos não estão conectados a uma suposta troca de mensagens entre o ministro e o banqueiro.
“Pela lógica apresentada pelo ministro, a divisão dos arquivos nas pastas disponibilizadas à CPI demonstraria que as capturas de tela feitas por Vorcaro seriam direcionadas a terceiros, e não a ele. Entretanto, uma análise dos arquivos revela que os prints e os contatos só foram alocados na mesma pasta por um padrão utilizado pelo software de extração de evidências usado pela PF, que, neste caso, não vincula o arquivo ao seu destinatário no WhatsApp”, diz o jornal.
Em seguida, O Globo afirma que o histórico de conversas por WhatsApp do banqueiro “não consta nesta extração entregue à CPI , mas também pode ser recuperado, o que, conforme publicado pelo GLOBO na sexta-feira, foi feito pela Polícia Federal no decorrer das investigações”.
O porta-voz do clã Marinho, então, revela que teve acesso a um outro material da perícia “realizada por um software específico que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, revertendo, na prática, a visualização única da mensagem”, mostrando que é municiada por agentes da própria PF.
“Peritos da PF ouvidos pelo GLOBO afirmam que, diferentemente do que o ministro diz, o fato de os arquivos estarem na mesma pasta não tem relação com o envio de mensagens. Segundo eles, essa distribuição dos prints e dos contatos salvos no celular de Vorcaro, após serem extraídos do celular, é uma organização própria do programa”, diz o clã Marinho, confrontando a versão do ministro.
“Corrupção” Na mesma edição, o clã Marinho escala seu principal porta-voz, o editorialista Merval Pereira, para atacar Moraes em um artigo com o sugestivo nome “sobre corrupção”, termo historicamente usado pela mídia corporativa e a burguesia para atacar inimigos políticos e incitar animosidades às vésperas de eleições decisivas.
“Nenhuma pessoa em juízo perfeito aceitaria que sua mulher tivesse um contrato de R$ 129 milhões com um banqueiro que está enrolado pela Justiça e claramente acabará sendo julgado pelo mais alto tribunal do país, do qual faz parte. Moraes garantiu ser mentira que parentes de ministros do Supremo atuem em casos que estejam sendo julgados por eles, mas é a própria contradição ao que afirma. O contrato pode ser legal, mas é imoral diante de qualquer parâmetro do mercado advocatício”, dispara, usando o pagamento, não comprovado, do valor à Viviane Barci de Moraes atrelando à “corrupção”.
“Usar mensagens que se autodestroem no aplicativo significa, segundo o próprio ministro Alexandre de Moraes, uma tentativa de obstruir a Justiça, um indicativo de culpa de quem tentou impedir que suas mensagens fossem lidas, segundo afirmou em algumas de suas decisões. Mas ele mesmo usou esse artifício em diálogos suspeitos com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no dia de sua primeira prisão. Quem fez maior dano ao país, à sociedade brasileira, o ladrão que corrompeu as autoridades para fazer seus negócios, ou aquele que se deixou corromper?”, segue Merval, em linha com o bolsonarismo.
Após ignorar figuras do Centrão e ex-ministros de Jair Bolsonaro (PL) envolvidos na trama do banqueiro – focando nos ministros do STF e obviamente em Lula, Pereira enfatiza a torcida da Globo por um acordo de delação com suas fontes na PF.
“Com uma coisa Vorcaro pode se contentar: aconteça o que acontecer, ele desmontou um sistema de conluios e corrupção que dominava o centro do poder. Que será totalmente desvelado se (quando) fizer sua delação premiada’, conclui.
*Plinio Teodoro/Forum
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Estou falando da mulambada que escreve nos jornalões e que desapareceu, da noite para o dia, com o none de Moraes dos noticiários, numa espécie de campanha da Lava Jato.
Neste sábado, o assunto fervilhava nas principais manchetes do baronato e, hoje, a fauna rasa de escribas por encomenda, não deu as caras, não fareja mais o sangue do mininstro do STF. Parece que a carapaça realmente caiu e devem estar pensativos e remoendo planos para surpreender seu público com uma nova presa, com outros absurdos editorializados, como vimos, por exemplo, com Lulinha e Moraes que caíram no vazio.
Mas o que chama mais atenção, é como um suposto suicida, que é parte central de um alegião inumerável de guardas-costas de Vorcaro, simplesmente, desapaeceu do noticiário ralé da grande mídia. Nem nos arredores dos periódicos o nome de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o sicário, aparece, nem uma linha, nem uma palavra, nada.
Os carniceiros, da noite para o dia, desapareceram com o nome de uma peça central que envolve Vorcaro. Um sujeito que, segundo o reino da fofoca, era peçonhento, contagioso e estampava a imagem das mandíbulas que trituravam os adversários do patrão.
Para surpreender ainda mais, a veracidade dessa trama, que terminou no suposto suicídio capcioso, não despertou qualquer curiosidade ou desejo de descobrir a verdade no meio do jornalismo industrial.
As sensações que nos vêm é a de que não há na mídia brasileira ninguém interessado em saber a verdade sobre o assunto, nem viva, nem morta. Removeram seu nome, sua imagem, seu suicídio das págimas sangrentas das cortes midiáticas. Todas se encontram hoje com as portas fechadas para esse assunto.
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A Polícia Federal apreendeu um envelope identificado com a palavra “Congresso” durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, realizada em novembro de 2025, quando agentes cumpriram mandados contra o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. O material foi recolhido no imóvel do empresário em Brasília durante a operação que investigava suspeitas envolvendo o grupo financeiro. Com informações da revista Veja.
O envelope foi localizado pelo caseiro responsável pela residência no momento da ação policial. A defesa de Vorcaro utilizou a existência do documento para argumentar que o caso deveria ser analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mencionando a possibilidade de relação com um projeto imobiliário que envolveria o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA), que possui foro privilegiado.
De acordo com a investigação, o parlamentar não aparece formalmente como investigado no processo. No entanto, mensagens apreendidas nos celulares de Vorcaro e analisadas pela Polícia Federal mostram referências a diferentes figuras da política brasileira, incluindo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o presidente do União Brasil, Antonio de Rueda, e o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
Os dados foram encaminhados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. As mensagens indicam ainda que Vorcaro mencionou encontros com autoridades do Judiciário. Em uma conversa registrada em abril de 2024, ele afirma ter participado de um evento com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), organizado em Londres pelo Fórum Jurídico Brasil de Ideias.
As mensagens citadas pela investigação foram filtradas pela Polícia Federal com autorização do ministro do STF André Mendonça, relator do caso na Corte. O conteúdo completo do envelope apreendido permanece sob sigilo e não foi divulgado publicamente até o momento.
A investigação contra Vorcaro inclui uma série de medidas adotadas desde novembro de 2025, quando a Polícia Federal realizou a primeira prisão do empresário. O caso envolve apurações sobre o Banco Master e outras instituições ligadas ao grupo financeiro, com decisões judiciais que determinaram que parte das informações fosse encaminhada ao Supremo Tribunal Federal, segundo informações do DCM.
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Centenas de pessoas foram mortas e centenas de milhares foram deslocadas na região, enquanto a guerra entra em sua segunda semana.
Em uma postagem nas redes sociais na manhã de sábado, o presidente Trump prometeu que o Irã seria em breve “atingido com muita força” e que o ataque aéreo israelense-americano, que já durava uma semana, se expandiria para atingir novas “áreas e grupos de pessoas”.
Anteriormente, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em um pronunciamento televisionado que a exigência de rendição incondicional feita por Trump era “um sonho que nossos inimigos levarão para o túmulo”. Pouco depois do discurso de Pezeshkian, sirenes de ataque aéreo soaram no Bahrein e no Catar, um sinal de que os ataques retaliatórios do Irã ainda estavam em andamento.
O Sr. Pezeshkian, aparentemente buscando amenizar a raiva contra o Irã no mundo árabe, também pediu desculpas às nações do Golfo Pérsico por lançar ataques em seus territórios. Esse comentário parece ter levado o Sr. Trump a afirmar que o Irã havia se “rendido a seus vizinhos do Oriente Médio”.
Mas o presidente iraniano afirmou posteriormente nas redes sociais que o Irã continuaria tentando danificar as bases americanas no Golfo. “Não atacamos nossos países amigos e vizinhos”, disse ele. “Em vez disso, temos como alvo bases, instalações e estruturas militares americanas na região.”
Os detalhes dos ataques americanos ao Irã no sábado permanecem obscuros. Autoridades americanas de alto escalão informaram o público sobre os combates pela última vez há dois dias. Na sexta-feira, os militares dos EUA divulgaram um comunicado afirmando que as forças americanas atingiram pelo menos 3.000 alvos desde o início da guerra no fim de semana anterior, um aumento significativo em relação aos 2.000 ataques registrados no início da semana, mas forneceram poucos detalhes.
Ataques israelenses atingiram o Aeroporto Mehrabad em Teerã durante a noite, incendiando-o, segundo informações militares. Os alvos eram aviões ligados à Guarda Revolucionária do Irã, informou o exército. Moradores de Teerã descreveram enormes bolas de fogo e fumaça subindo ao céu.
O número de mortos no Irã também permanecia envolto em incerteza. No início desta semana, a Sociedade do Crescente Vermelho havia informado que quase 800 pessoas haviam sido mortas, mas não forneceu uma atualização oficial desse número nos últimos dias. Na sexta-feira, o embaixador do Irã na ONU elevou o número de mortos para mais de 1.300.
Eis o que mais abordaremos:
Baixas americanas: Esperava-se que o Sr. Trump estivesse presente quando os corpos dos primeiros militares americanos mortos no conflito com o Irã chegassem à Base Aérea de Dover, em Maryland, na tarde de sábado.
Relatório de inteligência: Um relatório do Conselho Nacional de Inteligência, concluído antes dos Estados Unidos e de Israel lançarem ataques contra o Irã, previa que mesmo um ataque militar em larga escala contra o país dificilmente derrubaria seu governo teocrático, de acordo com autoridades americanas informadas sobre o trabalho.
Aeroporto de Dubai: O Aeroporto Internacional de Dubai anunciou no sábado que retomou parcialmente suas operações, após ter informado anteriormente que todos os voos estavam suspensos.
Líbano: Durante a noite, aviões de guerra israelenses bombardearam repetidamente os arredores do sul de Beirute, um reduto do Hezbollah onde os militares israelenses haviam alertado centenas de milhares de moradores para fugirem ou enfrentarem perigo iminente. Cerca de 300 mil pessoas foram deslocadas no Líbano, segundo estimativas do Conselho Norueguês para Refugiados.
Missão fracassada: O exército israelense informou que suas forças especiais também lançaram uma rara incursão no leste do Líbano na madrugada de sábado para buscar — sem sucesso — os restos mortais de Ron Arad, um soldado israelense considerado desaparecido em combate desde a década de 1980. A incursão provocou confrontos nos quais pelo menos 41 pessoas morreram, segundo autoridades libanesas e a mídia estatal.
Ali Larijani, chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã, fará um pronunciamento à nação esta noite, segundo a televisão estatal iraniana. No sábado, altos funcionários iranianos demonstraram publicamente divergências sobre sua estratégia de guerra, com o presidente afirmando que o Irã cessaria os ataques a países árabes vizinhos e comandantes militares o contradizendo. Espera-se que Larijani tente projetar uma mensagem mais coesa em seu discurso.
Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos interceptaram mísseis e drones provenientes do Irã na noite de sábado, informou o Ministério da Defesa do país em um comunicado. Os fortes ruídos ouvidos em todo o país foram causados pelas interceptações realizadas pelos sistemas de defesa aérea e por caças, acrescentou o ministério.
Em uma postagem nas redes sociais na manhã de sábado, o presidente Trump prometeu que o Irã seria em breve “atingido com muita força” e que o ataque aéreo israelense-americano, que já durava uma semana, se expandiria para atingir novas “áreas e grupos de pessoas”.
Anteriormente, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em um pronunciamento televisionado que a exigência de rendição incondicional feita por Trump era “um sonho que nossos inimigos levarão para o túmulo”. Pouco depois do discurso de Pezeshkian, sirenes de ataque aéreo soaram no Bahrein e no Catar, um sinal de que os ataques retaliatórios do Irã ainda estavam em andamento.
O Sr. Pezeshkian, aparentemente buscando amenizar a raiva contra o Irã no mundo árabe, também pediu desculpas às nações do Golfo Pérsico por lançar ataques em seus territórios. Esse comentário parece ter levado o Sr. Trump a afirmar que o Irã havia se “rendido a seus vizinhos do Oriente Médio”.
Mas o presidente iraniano afirmou posteriormente nas redes sociais que o Irã continuaria tentando danificar as bases americanas no Golfo. “Não atacamos nossos países amigos e vizinhos”, disse ele. “Em vez disso, temos como alvo bases, instalações e estruturas militares americanas na região.”
Os detalhes dos ataques americanos ao Irã no sábado permanecem obscuros. Autoridades americanas de alto escalão informaram o público sobre os combates pela última vez há dois dias. Na sexta-feira, os militares dos EUA divulgaram um comunicado afirmando que as forças americanas atingiram pelo menos 3.000 alvos desde o início da guerra no fim de semana anterior, um aumento significativo em relação aos 2.000 ataques registrados no início da semana, mas forneceram poucos detalhes.
Ataques israelenses atingiram o Aeroporto Mehrabad em Teerã durante a noite, incendiando-o, segundo informações militares. Os alvos eram aviões ligados à Guarda Revolucionária do Irã, informou o exército. Moradores de Teerã descreveram enormes bolas de fogo e fumaça subindo ao céu.
O número de mortos no Irã também permanecia envolto em incerteza. No início desta semana, a Sociedade do Crescente Vermelho havia informado que quase 800 pessoas haviam sido mortas, mas não forneceu uma atualização oficial desse número nos últimos dias. Na sexta-feira, o embaixador do Irã na ONU elevou o número de mortos para mais de 1.300.
Eis o que mais abordaremos:
Baixas americanas: Esperava-se que o Sr. Trump estivesse presente quando os corpos dos primeiros militares americanos mortos no conflito com o Irã chegassem à Base Aérea de Dover, em Maryland, na tarde de sábado.
Relatório de inteligência: Um relatório do Conselho Nacional de Inteligência, concluído antes dos Estados Unidos e de Israel lançarem ataques contra o Irã, previa que mesmo um ataque militar em larga escala contra o país dificilmente derrubaria seu governo teocrático, de acordo com autoridades americanas informadas sobre o trabalho.
Aeroporto de Dubai: O Aeroporto Internacional de Dubai anunciou no sábado que retomou parcialmente suas operações, após ter informado anteriormente que todos os voos estavam suspensos.
Líbano: Durante a noite, aviões de guerra israelenses bombardearam repetidamente os arredores do sul de Beirute, um reduto do Hezbollah onde os militares israelenses haviam alertado centenas de milhares de moradores para fugirem ou enfrentarem perigo iminente. Cerca de 300 mil pessoas foram deslocadas no Líbano, segundo estimativas do Conselho Norueguês para Refugiados.
Missão fracassada: O exército israelense informou que suas forças especiais também lançaram uma rara incursão no leste do Líbano na madrugada de sábado para buscar — sem sucesso — os restos mortais de Ron Arad, um soldado israelense considerado desaparecido em combate desde a década de 1980. A incursão provocou confrontos nos quais pelo menos 41 pessoas morreram, segundo autoridades libanesas e a mídia estatal.
*New York Times
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Republicano atribui decisão iraniana de cessar ataques a países do Golfo Pérsico como suposta ‘fraqueza’; país persa reafirma que não irá se render
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que neste sábado (07/03) o Irã será alvo de novos e mais intensos ataques militares, em meio à ofensiva perpetrada por Washington e Tel Aviv contra o país persa.
“Hoje, o Irã será duramente atingido! Áreas e grupos de pessoas que não eram considerados alvos até este momento estão sob séria consideração para destruição completa e morte certa, devido ao mau comportamento do Irã“, disse o presidente dos Estados Unidos, em sua Truth Social.
A declaração ocorre depois do presidente iraniano Masoud Pezeshkian anunciar que cessará os bombardeiros contra os países do Golfo Pérsico, a menos que ocorram ataques destas nações contra o Irã. Desde o início do conclave no último sábado (28/02), o país persa vem retaliando as bases militares norte-americanas localizadas nos países vizinhos.
Em sua postagem, Trump atribuiu a decisão iraniana ao ataque “implacável dos Estados Unidos e de Israel” e avaliou a medida como um sinal de rendição: “o Irã, que está sendo duramente atacado, pediu desculpas e se rendeu aos seus vizinhos do Oriente Médio, prometendo que não atirará mais neles”, escreveu.
“Essa promessa só foi feita por causa do ataque implacável dos EUA e de Israel. Eles buscavam dominar e governar o Oriente Médio. É a primeira vez em milhares de anos que o Irã perde para os países vizinhos do Oriente Médio”, acrescentou Trump.
Ele ainda afirmou que o país persa “não é mais o ‘valentão do Oriente Médio’, mas sim ‘o perdedor do Oriente Médio’, e continuará sendo por muitas décadas até se render ou, mais provavelmente, entrar em colapso total!”.
Rendição está fora de questão, diz Irã O presidente iraniano Masoud Pezeshkian, no entanto, deixou mito claro que as exigências de rendição incondicional de Washington não serão aceitas: “os inimigos do Irã levarão para o túmulo seus sonhos de nossa rendição incondicional”, disse em mensagem divulgada na manhã deste sábado (07/03).
Já sobre o fim dos bombardeios aos países do Golfo, ele afirmou: “estamos comprometidos com a paz duradoura na região, mas não temos dúvidas, nem hesitação, em defender a honra e a autoridade do nosso país. Os alvos apropriados dos esforços de mediação devem ser aqueles que, ao subestimarem o povo iraniano, incendeiam a região”.
*Opera Mundi
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O que há de disponível no momento para a direita, é o terrivelmente evangélico, André Mendonça, que rebrotou da capoeira para acalmar os ânimos do judiciário com as folhas maduras com as quais tenta um caminho sombrio para determinar como parte do STF pode fixar em pechas morais em Lula em pleno ano eleitoral.
Sim, para a mídia, sobrou do maior partido de extrema direira, o imponderável.
O que a bolsomídia do baronato midiático quer, é que o brasileiro dê uma apalpadela, no escuro, na própria memória para que não se lembre que Mendonça foi o escolhido por Bolsonaro para blindar seus filhos e comparsas da sua turma para substituir Sergio Moro que, em projeto de traição ao chefe da gangue da qual Moro era parte, armou uma cama de gato e foi descoberto pela Abin paralela.
Está tudo documentado no Google, basta dar um clique na busca por aquela fatídica reunião ministerial em que Bolsonaro faz uma análise sobre a tarição de Moro para, em seguida, meter-lhe o pé na bunda.
Ou seja, foi rato engolindo rato e, no caso de Bolsonaro, escolhendo um novo roedor para o Ministério da Justiça que, por sua lealdade à turma na tarefa de blindar toda a cambada do governo Bolsonaro, teve sua recompensa com uma cadeira de ministro do STF pelas mãos do genocida golpista.
Basta pegar uma pipoca, sentar de frente para um IA da vida ou, grosso modo, para o próprio Google, que entenderá que o atual herói a mídia nativa, André Mendonça é fruto de dois guinchos gorfados por Bolsonaro. O que, na verdade, é um seminário autoexplicativo da linha oficial de um governo bandido que, em bate-boca com o traidor, Bolsonaro o demitiu e deu à pasta do Ministério da Justiça a importância de culto ao terrivelmente evangélico.
Isso nos permite enxergar plenamente o que a mídia espera de Mendonça, rebocado no STF, para glamourizar o mega picareta, rei do Rio das Pedras e Muzema, Flavio Bolsonaro, a novo pastor do gado bolsonarista e, consequentemente o espelho do próprio pai, preso por uma lista incalculável de crimes.
Nunca foi tão fácil entender o lamaçal que a serpente midiática trafega na busca por um candidato antipetista para que a Faria Lima, onde Vorcaro é Deus, junto com o PCC e a grande mídia, além de toda a fauna de abutres do país sugam o sangue dos brasileiros.
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A rota mais fácil para o paraiso da manipulação são os cortes e recortes dos fatos.
Com a chegada da inteligência artificial, a mídia estrutura seus textos com altos percentuais de termos e adjetivos que se travestem de análise para marcar, com certos tipos de frases, a estrutura clássica da dominação emocional.
Os modelos de liguagens reproduzem muito bem exatamente esse padrão para ter o mínimo de probalidade de uma palavra ou expressão ser mal interpretada contra os hábeis manipuladores da mídia.
Ou seja, toda a formulação de uma matéria passa por um filtro para ter a precisão cirúrgica que atinja o alvo. Soma-se a isso os motivos centenários dessa forma de escrita por encomenda para servir como mercadoria política em prol das classes dominantes.
No Brasil, a imprensa industrial, sobretudo das Organizações Globo, não se furta a usar todos os procedimentos para proteger seus objetivos e entregar a mercadoria pronta aos patrões, que são a sua rica clientela.
Esse é o padrão Globo de jornalismo, seguido pelo Estadão, Folha, Veja e congêneres.
Digo isso para alertar que, mais uma vez, a mídia de cartas marcadas seguirá sendo a mais agressiva, a mais extremista, despudorada e raivosa direita nacional. E será ela, como já está fazendo, quem tentará a todo custo convencer o eleitorado a repudiar a reeleição de Lula, seja com entrevistas combinadas com candidatos de direita, economistas de direita dos mais pândegos, para vender uma direita romanceada de moderada, enquanto pintam Lula como o diabo em forma de presidente.
Essa turma que está se estapeando entre si no campo da direita, tentando subir no pódium dos que odeiam o PT e seus candidatos, é titica perto da campanha que está estourando contra Lula na grande mídia, ao mesmo tempo em que tenta catapultar a candidatura de Flavio Bolsonaro.
A quebra de sigilo de Lulinha não encontrou qualquer ligação dele com o careca do INSS. Assim, uma mudança de rumo para atingir o objetico de atacar Lula, será feita e a charanga que usa o martelete contra o presidente durante 24 horas nos jornalões e TVs da grande mídia, seguirá apontando o dedo para um outro recorte para que os olhos da ´população fiquem parados, pensativos e imaginativos.
Essa mídia costureirazinha viverá, até a eleição deste ano, de tentativas sabidas de manipulações de sentimentos coletivos de forma pirata em busca do triunfo da direita que, consequentemente, busca, na prática, o fracasso da campanha de Lula.
Simples assim.
Que a campanha de Lula se prepare para a guerra da mídia que plantará todo santo dia uma semente de ódio contra a reeleição do presidente da República.
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No horizonte das eleições, Mendonça e a PF jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, consolidando candidaturas bolsonaristas.
Não há mais margem para dúvidas. O grande personagem das eleições de 2026 será o Ministro bolsonarista do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.
Digo bolsonarista não apenas por ter sido nomeado por Jair Bolsonaro, mas porque mostrou, no inquérito do Banco Master, que trabalhará alinhado com o bolsonarismo.
Ontem ocorreu uma chuva de vazamentos do inquérito do Banco Master. Atribuiu-se à CPMI do INSS. É um sofisma. Logo no início do inquérito do Master, a Polícia Federal vazou mensagens contidas no celular de Daniel Vorcaro. A postura de Dias Toffoli foi trazer o inquérito para o STF e indicar peritos sérios, que impedissem os vazamentos.
A razão era óbvia. O caso Master tem tudo para repetir a Lava Jato 1. Há um sentimento disseminado de corrupção, um caso que envolve dezenas de personagens. Nessas circunstâncias, as investigações são comandadas pela cobertura jornalística, e esta se submete ao vazamento de informações. Quando há a parceria mídia-PF – como agora – o desfecho é previsível.
Antes, tinha-se uma operação comandada por um juiz de 1a instância, com a mídia garantindo a onda que intimidou os tribunais superiores. A operação foi desmanchada quando cessou a cobertura midiática e o STF pode decidir sem pressão.
Agora tem-se uma Lava Jato 2 em que o Sérgio Moro de ocasião é um Ministro da Suprema Corte. É totalmente dele a responsabilidade pela chuva de vazamentos do inquérito. Os principais suspeitos do caso Master são políticos bolsonaristas e do Centrão. Ao enviar o inquérito para o Congresso, era óbvio que a consequência seria o vazamento das informações, de acordo com os interesses do Centrão. Firmou-se ali, sem nenhuma sutileza, o pacto que deverá marcar a campanha eleitoral desse ano, com a PF e Mendonça jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, visando consolidar as candidaturas bolsonaristas.
E vai se queixar para quem? Para o bispo? Fosse um juiz de tribunal superior, e se o Conselho Nacional de Justiça funcionasse, Mendonça estaria respondendo a um inquérito sobre seu estratagema, para vazar as informações.
Do mesmo modo, teria que explicar as razões que levaram à quebra do sigilo de Lulinha, se as suspeitas se referiam expressamente às supostas ligações com o tal careca do INSS.
O país entra desarmado em uma eleição que poderá definir o nosso futuro como nação. Tem-se a situação esdrúxula de um candidato umbilicalmente ligado às milícias, ao Escritório do Crime, a processos nítidos de enriquecimento ilícito, sendo levado ao poder por essa aliança terrível de mídia, mercado, Centrão e um Ministro do Supremo atuando como articulador da orquestra.
*Luis Nassif/GGN
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Somente quem tem a consciência tranquila, abre suas contas para mostrar a movimentação financeira, entrada e saída de dinheiro, como fez Lulinha.
A BolsoGlobo usou mãos de luva para roubar a verdade e induzir, com seu capotão, que Lulinha recebeu depósitos R$ 19 milhões em 4 anos, quando, na realidade, ela soma as entradas e saídas da conta. Ou seja, entraram, por conta do trabalho de Lulinha, que é empresário, quase R$ 9 milhões em 4 anos, da mesma forma que saíram. Detalhe, nenhum centavo é público. Somando os dois, entrada e saída, aproximadamente R$ 19 milhões.
É o velho truque dos Marinho, de dar uma manchete confusa para ser confusamente compreendida pela população.
Isso deixa claro que a Globo está apostando tudo na campanha de Flavio Bolsonaro que, assim como irmãos e pai, jamais trabalhou na vida e todos viveram e vivem, um a um, das gordas tetas do Estado, ou seja, do suor dos impostos pagos pelo povo brasileiro, a quem a Globo tanto odeia.
A pergunta chega a ser boboca, os Marinho têm coragem de abrir suas contas bancárias para saber quem e quanto é depositado durante 4 anos para pagar a campanha que fazem em favor dos grandes banqueiros agiotas desse país?
Esse incessante ladrido contra Lula desde que o atual presidente da República ainda era líder sindical, em plena ditadura apoiada pela Globo, é guiado pelo próprio rabo que norteia os interesses de quem fez império a partir de sua parceria com a ditadura e com os EUA contra o Brasil e os brasileiros.
O Jornal Nacional, assim como o jornal O Globo, com suas matérias canalhas, não provou qualquer ilícito de Lulinha, mesmo sabendo disso, sua intenção é incorporar contra Lula, a favor de Flavio, uma pulga atrás da orelha dos eleitores.
Assim, ela vai constuindo cortina de fumaça para um passado todo cagado de corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, rachadinha e peculato que fazem parte do sarcófago da história do clã Bolsonaro e, junto, testar hipóteses que possam dar nova direção de seus ataques a Lula.
A matéria não traz absolutamente nada contra Lulinha, mas a monarquia dos Marinho acrescenta na variedade de acusações contra Lula e sua família, mais uma pecha de irrigação contra a seriedade e legalidade de todos os passos dados por Lula há pelo menos 50 anos.
Na verdade, não há diferença moral entre a turma do Vorcaro com a turma dos Marinho. Por isso, de vez em quando, eles se estranham, como acontece com as organiações criminosas no Brasil.
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