Ano: 2026

Viraliza vídeo do governo com capivaras pelo fim da escala 6×1

Imagem que mostra uma família de capivaras cantando por mais tempo com a família ultrapassa um milhão de visualizações; veja a tramitação do projeto aqui

Um vídeo pra lá de bem-humorado produzido pela secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom) com uma família de capivaras já ultrapassou um milhão de visualizações.

No vídeo, o grupo de animais aparece caminhando calmamente pelas ruas e cantando uma canção pelo fim da escala 6×1.

“A voz da capivara sussurrou no meu ouvido. Eu não duvido, só quero o fim da 6×1. Bora, gente! Por mais tempo com a família, pra viver, para se cuidar! Tem que acabar SIM”

No final, uma das capivaras ainda fala: “manda esse vídeo pro governo?”

Veja abaixo:

https://twitter.com/i/status/2024592861891620946

*Forum

O fim da escala 6×1
A proposta que prevê o fim da escala 6×1 ainda não foi votada de forma definitiva no Congresso Nacional, mas já é tratada como prioridade máxima para o primeiro semestre de 2026 pelo Governo Federal e pelas presidências da Câmara e do Senado.

Em fevereiro de 2026, o tema avança simultaneamente nas duas Casas Legislativas e deve ganhar força nos próximos meses, em meio a negociações intensas entre parlamentares, governo e representantes do setor produtivo.

Tramitação na Câmara
Na Câmara dos Deputados, o presidente Hugo Motta encaminhou, em 19 de fevereiro de 2026, a PEC 8/2025 para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta trata da reorganização da jornada de trabalho e foi apensada à PEC 221/2019, que já previa a redução gradual da carga horária semanal para 36 horas.

A estratégia de unificar os textos busca acelerar a tramitação e consolidar um modelo único a ser apreciado em plenário. Segundo Hugo Motta, a expectativa é que a matéria esteja pronta para votação no plenário da Câmara até maio de 2026.

Avanço no Senado
No Senado Federal, uma proposta semelhante — a PEC 148/2015 — já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Casa e aguarda inclusão na pauta do plenário.

O líder do governo no Senado tem defendido que a votação ocorra logo após o Carnaval, reforçando o esforço do Executivo para dar celeridade ao tema ainda no primeiro semestre.

Pontos centrais da proposta
O principal objetivo das propostas em discussão é substituir a escala 6×1 por modelos como:

Jornada de 40 horas semanais, no formato 5×2;
Jornada de até 36 horas semanais, com possibilidade de escala 4×3 em determinados setores.
Um dos pilares defendidos pelos parlamentares favoráveis é a manutenção dos salários, mesmo com a redução da carga horária.

Pesquisas de opinião indicam que cerca de 73% dos brasileiros apoiam a mudança. Por outro lado, representantes dos setores de comércio e serviços manifestam preocupação com o impacto financeiro da medida. Empresários alertam para o risco de aumento de custos operacionais e possíveis demissões, argumento que tem intensificado as negociações no Congresso.


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Mídia industrial agora é terrivelmente evangélica

A Veja, que lançou Collor como caçador de marajás e deu no que deu, chegando a Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome no governo do genocida, Bolsonaro, responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, agora é evangélica desde criancinha.

Ou seja, a revistona sempre teve talento de visionário às avessas. É só lembrar que Eduardo Cunha era tratado como rei do Brasil na sua campanha pelo golpe em Dilma.

Como não pretendo descrever c da canalhice dessa bíblia do fascismo nacional, vou somente gargalhar por ver André Mendonça ser tratado como já foram duas ex-celebridades de duas das mais recentes farsas desse país, Joaquim Barbosa, no mensalão e Sergio Moro, na Lava Jato.

Mendonça, como é sabido, não existe, o que existe é Bolsonaro que, de dentro da Papuda, regerá uma orquestração das mais cretinas, via seu afilhado terrivelmente evangélico, para tentar a ferro e fogo mudar o resultado eleitoral para a Presidência da República debaixo de pau.

O homem já recebeu autorização do patrão, preso por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Sim, é isso que restou da direita pós-Bolsonaro, o próprio, transmutado em Flavio e, agora, em Mendonça.

Isso significa que a mídia está mostrando os dentes para Lula, como sempre fez em defesa dos candidxatos da oligarquia.

A matéria publicada pela Veja é um apito de cachorro para convocar os mais alucinados bolsonaristas para uma guerra santa contra o PT, mas sobretudo contra Lula.

O que devemos esperar disso? Porque, para a mídia, do pescoço para cima do candidato Lula, tudo é canela, sem choro nem vela.

E se a esquerda não responder à altura, dará aval para que essa panela chamada elite brasileira possa usar qualquer pinguela para associar o presidente da República a qualquer esparrela.


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‘Frankenstein legislativo’: relatoria de Derrite no PL Antifacção visa penas altas a eficácia investigativa

Manutenção de relator na Câmara amplia tensões; especialistas alertam que endurecimento de penas pode ser “inócuo”

A manutenção do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) na relatoria do Projeto de Lei Antifacção (Projeto de Lei 5.582/2025), por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ampliou a tensão entre governistas e oposição.

O texto, que tranca a pauta do plenário e impede o avanço de outras propostas, tem votação prevista para a próxima semana. Derrite chegou a apresentar seis versões do texto, com forte oposição. Diante disso, líderes governistas questionam a permanência do relator devido às divergências entre as versões anteriores apresentadas por ele e o formato proposto pelo Palácio do Planalto e pelo Senado.

Na plataforma X, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) criticou a permanência de Derrite na relatoria da matéria. “Sua atuação já havia sido contestada por desfigurar o projeto original do governo, apresentando seis versões sucessivas, num verdadeiro Frankenstein legislativo, com mudanças erráticas, contradições e recuos que fragilizaram a coerência jurídica e a efetividade do combate ao crime organizado”, declarou o parlamentar.

Por outro lado, Derrite celebrou a nomeação e ainda disse ver outras mudanças como um “retrocesso” citando a redução de penas para quem comete crimes graves. “Nós partimos de penas de no mínimo 20 e máximo 40 anos, mas podendo chegar a 65 anos de prisão com os agravantes. E o texto do Senado reduziu bastante isso, colocando pena máxima de 30 anos. Então eu julgo que isso é algo que a sociedade não espera do Congresso Nacional”, destacou.

O ex-secretário do governo de São Paulo diz ser contra a possibilidade do direito ao voto dos presos provisórios no Brasil, permitida no texto do Senado, e previsto na Constituição Federal, com efetivação em 2010.

No entanto, a eficácia do endurecimento penal é questionada por especialistas. Felipe Ramos Garcia, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV-USP), alerta que o aumento isolado do teto das penas tende a ter impacto limitado. Para ele, a estratégia pode ser “mais sinal político do que instrumento eficaz de redução do crime”, correndo o risco de transformar a prisão em plataforma de recrutamento se não houver controle real.

“No caso brasileiro, há ainda um risco importante: o aumento de encarceramento e do tempo de permanência no sistema prisional pode alimentar o próprio ecossistema faccional, se não vier acompanhado de um modelo efetivo que envolva separação de lideranças, controle de comunicações, redução de superlotação e ajuste de foco em alvos estratégicos.”

Segundo ele, em crimes envolvendo grupos criminosos organizados, a capacidade do Estado de investigar e produzir provas consistentes “tem mais potencial dissuasório do que simplesmente elevar as penas.”

As divergências nos conceitos também se destacam, enquanto o governo e o Senado, sob relatoria de Alessandro Vieira (MDB-SE), defendem o termo “facção criminosa” para abranger crimes digitais e infiltração no Poder Público, uma das versões de Derrite focava no uso do termo “organização criminosa ultraviolenta”, o que sequer existe no ordenamento jurídico brasileiro, como explica José Carlos Abissamra Filho, presidente da Comissão Especial de Advocacia Criminal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo.

“Derrite cria figuras jurídicas novas ao inserir essas mudanças na lei do terrorismo, estamos oficialmente instalando aqui no Brasil estruturas jurídicas mais próximas da lógica da guerra, o que tende a não dar o resultado almejado, já que a guerra às drogas está em vigor desde a década de 70 e a criminalidade, ao contrário de ser combatida, somente se agrava.”

Ao Brasil de Fato, Vieira argumentou em dezembro que as mudanças do Senado visam “viabilizar o ataque ao andar de cima do crime organizado”, superando a visão de que o crime se restringe ao “pobre na favela com fuzil”.

O senador disse que o crime organizado é uma “atividade econômica fortíssima, estruturada, com infiltração nos três poderes”, exigindo ferramentas que atinjam a lavagem de dinheiro, por exemplo.

O projeto do governo e o que mudou na versão de Derrite
O PL Antifacção é uma iniciativa do governo federal para fortalecer o combate às organizações criminosas e tem percorrido um caminho legislativo marcado por muitas alterações entre sua concepção original e as versões debatidas no Congresso Nacional.

Assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 31 de outubro de 2025, o texto inicial do Executivo buscou atualizar a Lei de Organizações Criminosas (Lei nº 12.850/2013), introduzindo a figura da “facção criminosa” na legislação brasileira.

A proposta governamental previa penas de 8 a 15 anos de prisão para a atuação de facções que visam o controle territorial ou econômico, com homicídios relacionados a essas organizações sendo classificados como crimes hediondos, com penas de 12 a 30 anos.

Além da tipificação, o projeto do governo federal estabelecia eixos para fortalecer a investigação, permitindo a infiltração de policiais e colaboradores em facções, e a criação de um Banco Nacional de Facções Criminosas.

A medida amplia o acesso a dados digitais e de geolocalização, e autoriza métodos avançados de investigação, como a criação de empresas fictícias para rastrear crimes financeiros.

Também visava punir a infiltração no Poder Público, com o afastamento de agentes e impedimento de contratação com o Estado por 14 anos para condenados. O estrangulamento econômico das facções, com apreensão de bens e bloqueio de operações financeiras, e a redução do poder operacional, incluindo o monitoramento de parlatórios e a transferência de presos sem autorização judicial em casos de motim, complementam a proposta.

No entanto, a versão aprovada pela Câmara dos Deputados, sob relatoria de Derrite, introduziu mudanças significativas. Uma das principais alterações foi a substituição do conceito de “facção criminosa” por “organização criminosa ultraviolenta”. Essa categoria especial concentra penas elevadas (20 a 40 anos), focando em repressão rigorosa.

As penas propostas por Derrite eram mais severas, variando de 20 a 65 anos de prisão, com aumento de metade a dois terços para as lideranças.

Em relação ao julgamento, a versão da Câmara retirava a competência do tribunal do júri para assassinatos e crimes contra a vida cometidos por membros de facções ou milícias, transferindo-a para juízes.

A proposta da Câmara ainda propunha o fim do auxílio-reclusão para dependentes de presos por crimes de facções ou milícias. No campo constitucional, as propostas de Derrite enfrentam resistências técnicas. José Carlos Abissamra Filho classifica o texto do deputado como uma “legislação de emergência” com carga simbólica superior à eficácia jurídica.

Ele aponta que o bloqueio do auxílio-reclusão e a punição de quem dá abrigo a investigados podem atingir familiares de forma indevida. “A vedação de direitos como o auxílio-reclusão é uma punição para a família do preso, o que é inconstitucional, pois a pena não pode passar da pessoa do condenado”, explica Abissamra, citando a violação direta ao artigo 5º da Constituição Federal.

Financiamento do FNSP
A proposta de Derrite também previa a divisão dos recursos de bens confiscados entre União e Estados, que seriam destinados ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), caso a Polícia Federal (PF) participasse da operação. O texto previa que os recursos dos bens apreendidos das facções e milícias também seriam distribuídos para fundos estaduais, o que, segundo a PF, retira o financiamento da corporação.

Derrite manteve a previsão “de que o produto ou proveito do crime seja revertido em favor do ente federativo responsável pela investigação”. O texto ainda proíbia o auxílio-reclusão para envolvidos com facções e milícias, além de vedar o direito ao voto para qualquer preso, mesmo os não condenados.

*BdF


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Deus acima de todos, Mendonça acima do STF: como a mídia fabrica um novo Sergio Moro

A mídia está tentando transformar André Mendonça no novo Joaquim Barbosa ou no novo Sergio Moro.

Ele já está na capa da Veja, como seus antecessores.

Na CNN, cujo dono tem negócios com Daniel Vorcaro, do Banco Master, conforme revelado por Vinícius Segalla no DCM, a bajulação do ministro terrivelmente evangélico tomou conta de uma conversa mole.

Thaís Herédia se embrenhou pela “psicologia” do Supremo Tribunal Federal, dando o costumeiro cacete nos demônios Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

“Nós tratamos aqui da soberba do Toffoli e do Alexandre de Moraes… O André Mendonça tem uma personalidade diferente, até em função da religião, tem outro comportamento”, disse.

“Ele pede para as pessoas saírem da sala porque ele quer se dedicar a orações”, completou William Waack, citando sua própria coluna no Estadão. “Mas ele não é arrogante”, afirmou Caio Junqueira.

Sim, de acordo com Waack, aconteceu o seguinte: “Homem de profunda convicção religiosa, o ministro Andre Mendonça teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.

“Notícia suplementar alvissareira, o ministro teria dito a interlocutores que o caso Master é definidor de como ele será considerado pela posteridade, e é salutar que alguém no Brasil ainda se preocupe com o que pensam os pósteros”, escreveu Mario Sabino no Metrópoles.

Na inacreditável Gazeta do Povo, Deltan Dallagnol não se conteve em seu júbilo. “Mendonça derrubou todas as decisões de Toffoli que amarravam a Polícia Federal (PF) e a CPMI do INSS, a qual também havia se debruçado sobre o Master. Moraes e Toffoli, que até poucos dias atrás comandavam o alcance e o fluxo das investigações, perderam o sono com o seu pior pesadelo se concretizando”, escreveu.

Exaltou a “retidão” de Mendonça e referenciou Waack e a cena da oração. “É esse o perfil do magistrado que agora conduz a investigação mais importante da história recente do STF: humilde, temente a Deus, técnico, sério, sem blindagens, sem protecionismos”, declarou.

É daí para baixo. Daqui a pouco Mendonça estará recebendo algum prêmio das mãos dos Marinhos e sendo convidado para chá com bolacha vencida na ABL com Merval Pereira e quejandos. Já virou santo.

Se Deus quiser, vai lembrar do que está em Provérbios 26,28 a respeito dos puxa-sacos: “A língua falsa odeia os que ela aflige, e a boca lisonjeira provoca a ruína”.

*Kiko Nogueira/DCM


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Brasil e Índia assinam acordo sobre minerais críticos e terras raras

Brasil e Índia assinaram hoje (21 de fevereiro de 2026) um acordo (memorando de entendimento – MoU) sobre minerais críticos e terras raras, durante a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Índia, em Nova Délhi.

O anúncio foi feito após reunião entre Lula e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi. Ambos destacaram o acordo como um passo pioneiro e histórico para fortalecer cadeias de suprimento resilientes, especialmente no contexto da transição energética global e da redução da dependência de fornecedores dominantes (como a China, que controla grande parte do mercado de terras raras).

Principais pontos do acordo

Foco em cooperação técnica, investimentos e exploração de minerais críticos (como lítio, nióbio) e elementos de terras raras.

Esses materiais são essenciais para tecnologias como veículos elétricos, painéis solares, smartphones, baterias, motores de aviões, equipamentos de defesa e energias renováveis.

O Brasil possui a segunda maior reserva mundial de terras raras, o que o posiciona como fornecedor estratégico.

A Índia busca diversificar fontes de suprimento para reduzir dependência externa e impulsionar sua indústria de alta tecnologia e transição energética.

Não se trata de um contrato com metas financeiras obrigatórias ou volumes específicos de investimento imediato, mas de um framework para ampliar parcerias futuras, incluindo pesquisa, processamento e cadeias sustentáveis.

Contexto da visita de Lula à Índia:

Os líderes também definiram meta de elevar o comércio bilateral para além de US$ 20 bilhões nos próximos cinco anos (atualmente em torno de US$ 15 bilhões ou mais).

Outros acordos assinados incluem cooperação digital, mineração no setor de aço e parcerias em energias renováveis.

Lula enfatizou que “Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje”.

Modi destacou que “O acordo sobre minerais críticos e terras raras é um grande passo em direção a construir cadeias de suprimento resilientes”.

Esse acordo reforça a parceria estratégica entre os dois países do BRICS e do Sul Global, em um momento de tensões geopolíticas e disputas por recursos estratégicos para a economia verde e tecnologias avançadas.


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Andreia Sadi, uma gringa evangélica na Sapucaí

O colunismo de política no Brasil erra tanto quando quer catequizar os telespectadores e leitores, que o cipó aroeira acaba acertando a própria bunda.

Eles, os jornalistas, num só evento nas suas linhas gerais, confundem samba com rumba, porque essa é a grande verdade que norteia os modernos comentaristas da GloboNews, por exemplo, onde a sonoridade da bateria de uma escola que prima por um ideal antifascista, é transformada em pedra que atrapalhará a candidatura de Lula à reeleição.

Essa alma maquinizada pela central de jornalismo da Globo é uma das principais correntes de navegação num mar de bosta, porque como essa gente gosta de falar merda!

Mas Andreia Sadi conseguiu ser pior que Andreia sadi. Vestida de pudica evangélica tentou emplacar as latinhas da Acadêmicos de Niterói numa ponte com o Palácio do Planalto, mesmo à distância.

Então, tome besteira multiplicada por mil, dominada pela natureza bruta da ignorância sobre aquilo que comentará.

A moça, coitada, que tem uma cultura sofrível, conseguiu em torno de si todos os adjetivos de uma pessoa idiota, intelectualmente atrofiada, republicadora de asneiras dentro do estrito espaço da mediocridade nacional.

Quando ela tenta sugerir uma interferência do governo Lula no desfile da escola que o homenagiou, Sadi não resiste e sapeca, ao vivo e a cores, as maiores sandices colossais, mas sobretudo coloniais de uma gringa evangélica na Sapucaí, ganhando o troféu mundial de comigo ninguém pode, quando o assunto é ignorância sistematizada por ouvir o galo cantar sem saber aonde.

Seu relatório não trouxe um esboço de realidade, ao contrário, só mostrou que, para falar da cultura brasileira, do desfile de escolas de samba, ela é um poço de estupidez.


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Sobe para 65 o número de mortes suspeitas após uso de canetas emagrecedoras, diz Anvisa

As mortes, segundo o órgão, ocorreram no período entre dezembro de 2018 e o mesmo mês de 2025

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) investiga 65 mortes suspeitas após o uso de canetas emagrecedoras. A informação foi revelada pela Agência Pública e confirmada pela Folha de S.Paulo.

As mortes, segundo o órgão, ocorreram no período entre dezembro de 2018 e o mesmo mês de 2025. Esse número supera um balanço anterior, divulgado pela própria Anvisa. Conforme noticiou a Folha, seis mortes eram investigadas até o começo deste mês, além de 225 eventos adversos, número agora atualizado para 2.436.

Segundo a agência, os óbitos ocorreram após o uso de remédios à base de semaglutida (princípio ativo do Ozempic e do Wegovy, ambos da Novo Nordisk), da liraglutida e da tirzepatida, esta última princípio ativo do Mounjaro.

Anvisa aprova uso de Mounjaro para tratamento contra obesidade

“A Anvisa não investiga óbitos de forma individual. O que faz é a análise das notificações de suspeitas de eventos adversos recebidas como parte do monitoramento de farmacovigilância. O valor das notificações como evidência está no conjunto de dados que, somados e analisados de forma global, podem indicar mudanças no perfil de segurança e eficácia de medicamentos”, disse a agência em nota.

Os casos também resultam de canetas produzidas por farmácias de manipulação e por laboratórios não autorizados. Há canetas que chegam no Brasil por contrabando de outros países da América do Sul e são comercializadas clandestinamente.

As investigações passam por um longo processo clínico e científico, segundo a Anvisa. Isso porque a despeito do uso desses remédios pelos usuários que morreram, não é possível dizer se eles são a causa direta dos óbitos, que podem também estar relacionados à combinação com outros medicamentos e comorbidades.

No dia 9 de fevereiro, a Anvisa emitiu um alerta para os riscos de pancreatite decorrentes do uso de canetas emagrecedoras.

A Eli Lilly disse, na ocasião, que a bula do Mounjaro (tirzepatida) aponta a inflamação do pâncreas (pancreatite aguda) como uma reação adversa incomum. A empresa orienta que os pacientes conversem com um médico para saber mais sobre os sintomas e, em caso de suspeita de pancreatite durante o tratamento, informem o profissional de saúde e interrompam o uso do medicamento.

A Novo Nordisk, que comercializa os medicamentos Ozempic, Wegovy e Saxenda, afirmou em comunicado que “embora o risco já conste nas bulas aprovadas no Brasil, as notificações têm aumentado no cenário internacional e nacional, o que exige reforço das orientações de segurança”.

*ICL


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A lata de conserva se transformou na candidata da direita à Presidência da República em 2026

A propagação da piada, criada pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, rendeu frutos políticos inimagináveis contra a própria direita, que tentou crucificar Lula pela piada.

A lata de conserva, tão popular no Brasil, na leitura dos teóricos da conspiração evangélica, transformou-se num ícone da direita, mais importante do que o principal candidato de oposição a Lula.

Somente um abestado, incapaz de entender uma piada que não ofendeu ninguém além do gado bolsonarista, por sua escolha estúpida de súdito do seu próprio algoz, para fazer barulho nas redes contra uma galhofa em um evento chamado carnaval, que é, em última análise, o ponto alto da galhofa nacional.

Isso é ser mais que um gringo na Sapucaí, é não entender patavinas de carnaval, de escola de samba e, menos ainda de piada, já que ódio não produz arte, muito menos criatividade, quiçá alegria.

Que culpa tem o brasileiro alheio à picaretagem religiosa de fazer parte de uma grande festa nacional em que uma lata de ervilha, segundo os cachorros loucos do bolsonarismo berram que foi ataque a cristãos quando, na verdade, não há qualquer menção religiosa quando se refere a conversadores na lata de conserva?

A ideia foi genial, é daquelas sacadas de estalão que emenda de bate-pronto uma palavra na outra com sentido jocoso, conservadores de lata de conserva, até porque a designação conservador, no Brasil, serve como massa de modelar, fakes para servir de arma política da direita.

Ali, na batata, nenhum desses soldados obedientes ao apito de cachorro tem a mais tenra compreeensão do significado conservador, até porque eles são tão analfabetos políticos quanto em qualquer área do conhecimento.

Se essa gente acha que, bater lata contra Lula em pleno carnaval, fará barulho contra ele, sinto dizer que, no carnaval, as latinhas e conserva sempre serviam de instrumento de batucada para a massa do povo que, politicamente, paga pela ignorância sobre a própria cultura brasileira, a cultura popular, aquela que vive sendo atacada por pastores malandros e pela direita oportunista que se diz conservadora.

O fato é que, hoje, fala-se mais na lata de conserva do que em Flavio Bolsonaro.

Grande marketing político às avessas da direita!


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Pastor que apoia Bolsonaro, presta?

No empobrecido cenário político em que a direita se encontra, por culpa, principalmente de Bolsonaro, por não admitir que qualquer correligionário coloque a cabeça pra fora, surge uma montanha de patifes do submundo evangélico que se arvoram em se apresentar como pastores, apoiadores de Bolsonaro, que só assegurou ganhos estratosféricos para seu clã, enquanto a população via seu chão derreter.

Como pode um pastor apoiar um sujeito que foi responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, devolveu 34 milhões de brasileiros para a mais absoluta miséria, dos quais grande parte das vítimas dessa engenhosa forma de corrupção, era do rebanho desses mesmos pastores picaretas que ajudaram a maquinizar apoio político ao próprio algoz da população.

Isso, sem falar na comunhão do mesmo Bolsonaro com tudo o que não presta nesse país e, claro, o vigarista tentou dar um golpe de Estado em que Lula, Alckmin e Moraes seriam vítimas fatais, por envenenamento ou por arma de fogo, daquela brutalidade, como foi delatado por vários comparsas de Bolsonaro.

Então, diante de um quadro como esse em que Bolsonaro dominava o território dito evangélico, por conta de pastores mercenários, o que motiva um charlatão a apoiar outro, se não for por puro mau-caratismo e interesses que movem tal escrescência.

Não dá para o sujeito posar de escapulário da fé cristã tendo como senhor dos senhores o capeta em forma de presidente.


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