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Perfil de Lula dá o troco no Jornal Nacional e mostra a verdade com matéria da BBC no caso da Amazônia

“Brasil é exemplo de sucesso na redução do desmatamento, diz relatório” – Título da matéria publicada pela BBC Brasil em 05 de junho de 2014.
E segue a cruzada da Globo contra Lula e pró Bolsonaro.

Willian Bonner disse que Lula tinha a mesma postura de Bolsonaro na questão da Amazônia, mas matéria da BBC de 2014 mostra exatamente ao contrário.

Após o apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, dizer em rede nacional que o ex-presidente Lula tinha o mesmo discurso que Jair Bolsonaro em relação aos investimentos estrangeiros em programa de defesa da Floresta Amazônica, o perfil de Lula, administrado pela equipe do ex-presidente, respondeu ao telejornal da Rede Globo divulgando nas redes sociais uma matéria de 2014, da BBC Brasil, onde mostra que o governo petista era elogiado pelo sucesso da redução de desmatamento na região.

Na época, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) dava destaque ao país por ter sido a nação que mais tinha reduzido o desmatamento em todo mundo, além de diminuir as emissões de gases para a atmosfera.

“As mudanças na Amazônia brasileira na década passada e sua contribuição para retardar o aquecimento global não têm precedentes. A velocidade da mudança em apenas uma década – na verdade, de 2004 a 2009 – é impressionante”, dizia um trecho do documento.

Na edição do jornalístico da Globo, Bonner tentou equiparar o discurso de Bolsonaro com uma fala de Lula sobre investimentos internacionais para a Amazônia. “Quando a Alemanha e a Noruega anunciaram a suspensão do envio de recursos para a proteção da floresta amazônica, o presidente Jair Bolsonaro repetiu uma postura que o então presidente Lula adotava quando estrangeiros criticavam a política ambiental do Brasil. Os dois presidentes afirmaram que a Europa destruiu todas as suas florestas e que, por isso, não tem moral para dar conselhos sobre a Amazônia”, disse o apresentador.

 

*Com informações da Forum

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Diretor do Inpe, por ter feito críticas a Bolsonaro, diz que será exonerado

O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ricardo Galvão, que esteve no centro da polêmica com o presidente Jair Bolsonaro sobre os dados que mostram alta do desmatamento da Amazônia, será exonerado do cargo. A informação é do blog Ambiente-se do Estadão.

O pesquisador estava no Inpe desde 1970 e cumpria mandato à frente do órgão até 2020. Ele deixa a direção do instituto após duas semanas de intenso bombardeio por parte do governo às informações do instituto que mostram que desde maio os alertas de desmatamento da Amazônia dispararam, atingindo em julho o valor mais alto desde 2015 para um único mês. O desmatamento observado pelos alertas entre agosto do ano passado até 31 de julho é 40% maior do que o período anterior.

A decisão foi anunciada após reunião dele na manhã desta sexta-feira, 2, com o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Depois do encontro, ele falou rapidamente com jornalistas que estavam na frente do ministério e informou a decisão.

“Minha fala sobre o presidente gerou constrangimento, então eu serei exonerado”, disse Ricardo Galvão, segundo o G1. Ele teria um mandato de quatro anos, mas que, apesar isso, o regimento prevê que o ministro pode substituí-lo “em uma situação de perda de confiança”. O diretor afirmou ainda que a a conversa com Pontes foi muito cortês e que concorda com a exoneração.

 

 

*Com informações da Época