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“Bolsonaro sabia de tudo e é réu confesso”, diz Jandira Feghali

“Bolsonaro sabia de tudo! Os áudios divulgados na reunião, no caso das rachadinhas, deixam claro”, diz a deputada.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ressaltou em suas redes sociais que Jair Bolsonaro é “réu confesso” após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidir, nesta segunda-feira (15), levantar o sigilo da gravação feita de forma clandestina pelo ex-chefe da Abin Alexandre Ramagem com Jair Bolsonaro, o general Augusto Heleno, então chefe do GSI, e a advogada do senador Flávio Bolsonaro.

“Bolsonaro sabia de tudo! Os áudios divulgados na reunião grampeada por Ramagem com a cúpula da defesa de Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas deixam claro: havia uma armação para tentar anular relatórios fiscais que envolvem as movimentações financeiras suspeitas do filho do ex-presidente. Jair dizia no áudio sobre o temor e desconfiança de estar sendo gravado.

“Agora, Ramagem confirma a reunião e movimentos em torno da atuação do GSI em defesa do filho do presidente. E não para por aí: durante reunião “secreta”, Bolsonaro afirmou que o ex-governador do Rio, Wilson Witzel, pediu uma vaga no STF para salvar Flávio da cadeia. A coisa só piora”, acrescentou.

https://twitter.com/i/status/1813009263834419429

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“Já tem mais do que motivos para prender Bolsonaro”, diz Jandira Feghali após depoimento de Delgatti

Após depoimento do hacker Walter Delgatti, que contou à CPMI dos Atos Golpistas nesta quinta-feira (17) ter sido acionado por Jair Bolsonaro (PL) e pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) para participar de uma campanha de descredibilização das urnas eletrônicas e para assumir um grampo do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes – em troca de um indulto -, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que não falta mais nada para determinar a prisão de Bolsonaro, diz o 247.

“Não precisamos de mais nada. Depois do depoimento do Walter Delgatti não precisamos de mais nada para deixar claro quem é o mandante do golpe neste país”, disse. >>> Bolsonaro disse a Delgatti que “agentes de outro país” grampearam Alexandre de Moraes

A parlamentar ainda afirmou que cada vez fica mais claro que Bolsonaro e seu entorno formavam uma “quadrilha”. “O presidente da República quer contratar um hacker para simular uma fraude na urna eletrônica e envolve – pasmem – o Ministério da Defesa e o comandante do Exército. Eles se envolvem na tentativa de fraudar a eleição ou de tentar criar um ambiente em que a fraude da eleição poderia existir. E a deputada Carla Zambelli, além de pagar pelos serviços, manda subornar – com o dinheiro que fosse – o funcionário da Tim. É um crime atrás do outro. Isto é uma quadrilha o que estava no Palácio do Planalto, com a assessoria da deputada Carla Zambelli”.

“Olha a gravidade desse depoimento. O presidente da República que grampeia um ministro da Suprema Corte ilegalmente, contrata, através da deputada Carla Zambelli, um hacker para tentar invadir as urnas eletrônicas, coloca por cinco vezes esse profissional no Ministério da Defesa, que envolve diretamente o ministro Paulo Sérgio Nogueira, que envolve o comandante do Exército, que invade o CNJ a pedido da senhora Carla Zambelli e que recebe dinheiro por isso, além de tentar subornar um funcionário [de operadora de telefone] com dinheiro encaminhado pela senhora Carla Zambelli. Já está pronta a prisão do senhor Jair Bolsonaro, já tem mais do que motivos para a prisão do senhor Jair Bolsonaro como o mandante desses crimes todos e dos atos golpistas que ocorreram no Brasil, particularmente a invasão dos Três Poderes”, resumiu.

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Vídeo: Benedita da Silva se emociona após votar: “estamos com a melhor das expectativas”

Acompanhada da deputada federal Jandira Feghali, a candidata do PT disse que a expectativa é a de chegar ao segundo turno da disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

Candidata do PT à Prefeitura do Rio de Janeiro, Benedita da Silva chegou por volta das 10h deste domingo (15) à Escola Municipal São Tomás de Aquino, no bairro do Leme, para votar nestas eleições municipais.

Benedita esteve o tempo inteiro acompanhada pela deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), sua colega na Câmara dos Deputados.

Após realizar seu voto, em uma rápida coletiva, a candidata petista não escondeu sua comoção ao participar novamente de uma disputa eleitoral no Rio de Janeiro, e disse que está otimista com a possibilidade de chegar ao segundo turno: “foi um momento emocionante para mim, fizemos uma campanha muito bonita, fomos para a rua, conversamos com as pessoas e estamos com a melhor das expectativas”.

“Tem muitas coisas ruins acontecendo e nós queremos que coisas boas aconteçam. Foi com muita esperança que nós entramos nessa campanha e dialogando muito com as pessoas. Para termos uma cidade mais acolhedora, é preciso que a gente converse sempre com todos os segmentos da sociedade. A esperança que tenho é chegar no 2º turno e ganhar as eleições”, declarou Benedita.

 

*Com informações da Forum

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Vídeo: Deputados escracham pronunciamento de Witzel sobre Ágatha: “faz da morte palanque eleitoral”

Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Helder Salomão (PT-ES) afirmou que acionará a Organização das Nações Unidas (ONU) para que organismos internacionais averiguem a política que vem sendo conduzida no Rio.

O pronunciamento do Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, 72 horas depois da morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, repercutiu entre os parlamentares. Poucos minutos depois de defender a política de segurança adotada por sua gestão e de declarar, em coletiva, que “é indecente usar um caixão como palanque”, o assunto se tornou o mais comentado nas redes sociais nesta segunda-feira (23).

“Na política de segurança pública do governador Wilson Witzel morrem cidadãos, inclusive crianças e jovens, morrem bandidos e morrem policiais. Só não morre a violência, que aumenta e atinge todos”, avaliou o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA).

“A Ághata podia ser tua filha, tua irmã, tua sobrinha, tua neta…Uma criança, mais uma, assassinada em ação policial no Rio de Janeiro. É hora de estarmos todos no Rio de Janeiro, no Morro do Alemão. Não há como aceitar essa barbárie de assassinatos de crianças”, defendeu.

Líder da Minoria na Câmara, Jandira Feghali (PCdoB-RJ) apontou a demora no posicionamento do representante e criticou a postura do atual governador.

“‘Indecente’ é o genocídio que vem sendo praticado como política de Estado no Rio de Janeiro, fomentado pelo Witzel como solução para a violência que assola os fluminenses. Demorou mais de 70 horas para dar uma declaração, logo o senhor, governador”, escreveu em seu Twitter.

Também eleito pelo estado do Rio, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) foi outro a usar seu perfil para declarar repúdio à fala do atual governador.

“Uma criança de 8 anos foi brutalmente assassinada. E o que faz, Wilson Witzel, de forma hedionda em entrevista coletiva? Diz que sua política de segurança é um sucesso. É um desrespeito profundo à memória da Ágatha e à dor de sua família. Witzel faz da morte palanque eleitoral”, criticou.

ONU será acionada

Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Helder Salomão (PT-ES) afirmou que acionará a Organização das Nações Unidas (ONU) para que organismos internacionais averiguem a política que vem sendo conduzida no Rio.

“A gente não pode assistir a morte de uma criança e achar que isso é normal. Fiz essa denúncia na ONU. Vamos acionar os órgãos responsáveis. Este modelo de segurança pública não combate apenas o crime”, declarou.

Representante do PSB pelo estado do Rio, Alessandro Molon lamentou a falta de resposta e o conteúdo do pronunciamento de Witzel.

“Foram 72 horas à espera de uma palavra do governador sobre a morte de Ágatha, e Witzel foi incapaz de pedir desculpas à família. Seu governo teve a audácia de afirmar que a morte nada tem a ver com a política de segurança, tratando a morte como um “caso isolado”. Tudo errado!”.

Já a deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP) questionou a capacidade do dirigente em apresentar-se diante da menina morta com um tiro de fuzil.

“Wilson Witzel disse que está satisfeito com a política de segurança pública do Rio de Janeiro. Será que ele teria coragem de dizer isso olho no olho dos familiares das crianças vítimas desse massacre?”.

Mesma postura adotada pelo deputado federal José Guimarães (PT-CE). “A que ponto chegamos. Witzel deveria olhar no olho dos familiares das crianças assassinadas e pedir desculpas”.

 

 

*Com informações da Forum

 

 

https://youtu.be/EY_F69tfPHE?t=16