Categorias
Política

Está enrolado: marqueteiro abandona campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência

Marcello Lopes alegou que precisa focar em sua empresa, mas saída ocorre em meio a duras críticas internas após o vazamento da relação do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro

crise gerada pelas revelações da relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, fez a sua primeira vítima na pré-campanha à Presidência da República. O publicitário Marcello Lopes, o “Marcellão”, amigo pessoal do parlamentar, deixou a coordenação de comunicação da equipe nesta quarta-feira (20).

O movimento ocorre no momento em que o bolsonarismo tenta apagar o incêndio causado pelo vazamento de áudios em que Flávio cobra repasses milionários do ex-banqueiro. Oficialmente, Marcellão divulgou uma nota afirmando que a decisão partiu dele próprio para focar em sua agência, a “Cálix Propaganda”. Nos bastidores, no entanto, a realidade é outra.

Marcello Lopes foi alvo de um intenso processo de “fritura” e críticas internas pela forma como a campanha reagiu às reportagens do The Intercept Brasil. Parte do entorno do senador reclamou da demora na resposta e das pontas soltas na narrativa para explicar o pedido de R$ 61 milhões a Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, ficção inspirada na vida de Jair Bolsonaro.

Em seu perfil no X (ex-Twitter), o ex-secretário-executivo do Ministério das Comunicações e chefe da Secretaria de Comunicação Social no governo de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, saiu em defesa de Marcellão.

“Eu não tolero injustiças: O Marcelão é ótimo, alma boa. Foi sabotado pela política. Ele não caiu, pediu para sair. A política não entende nada de comunicação e nem deveria se meter. Ele é a pessoa certa para a função. Ele é calmo e agregador e possui a confiança e amizade do Flávio”, disse o advogado. “Estou tentando fazer o Marcelão reconsiderar e caso não tenha êxito, vou sugerir alguém da confiança do Marcelo, que já teve contato com o grupo até o momento. Os nomes que pipocam como candidatos a assumir a tarefa NÃO servem. Meu celular derrete nesse momento para que nenhum desses nomes seja sequer considerado.”

Flávio Bolsonaro e contenção de danos
Para tentar reduzir os danos e reestruturar a equipe, Flávio Bolsonaro aproveitou uma viagem a São Paulo para avançar na contratação do publicitário Eduardo Fischer como novo marqueteiro.

Em paralelo, o senador iniciou uma turnê para tentar tirar o foco do escândalo, marcando reuniões com as bancadas do PL no Congresso Nacional e com agentes do mercado financeiro.

Apesar da gravidade das denúncias, a equipe de Flávio tenta demonstrar otimismo com base em supostas pesquisas internas (trackings). Segundo aliados, os levantamentos indicam que, embora a maioria dos eleitores considere um erro o pedido de patrocínio ao banqueiro investigado, há uma percepção de que o senador não obteve vantagem financeira direta, diz a Folha de S.Paulo.

A cúpula do PL tem atuado para blindar o pré-candidato e afastar rumores de que ele poderia ser rifado da disputa presidencial. Aliados garantem que a bancada mantém o apoio e que não haverá substituição de nome.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro está emperrada sem marqueteiro, aliados e com alta rejeição

Senador enfrenta rejeição elevada, dificuldade de montar palanques regionais e disputa interna no campo conservador

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) iniciou a pré-campanha presidencial sob um conjunto de obstáculos políticos e estratégicos. Sem o respaldo explícito de lideranças expressivas da oposição, ele enfrenta dificuldades para reduzir índices de rejeição, ampliar apoios além do núcleo bolsonarista e se firmar como um nome competitivo para 2026. O cenário é agravado pela presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), visto por setores do campo conservador como uma alternativa eleitoralmente mais viável ao Palácio do Planalto, o que pressiona o senador a acelerar a organização de sua campanha, relatam O Globo e 247.

Interlocutores próximos avaliam que o principal desafio de Flávio é construir uma imagem que ultrapasse o chamado bolsonarismo raiz, mantendo a associação com o pai, Jair Bolsonaro (PL), mas com um perfil mais moderado e próprio. Esse diagnóstico impulsionou a busca por um marqueteiro capaz de estruturar a comunicação, integrar redes sociais, imprensa e agenda territorial, além de oferecer um roteiro estratégico para a disputa presidencial. A avaliação interna é de que a campanha precisará abandonar um discurso excessivamente reativo e centrado em pautas identitárias, avançando para temas como economia, institucionalidade e capacidade de diálogo político.

A rejeição ao nome do senador segue como um dos principais entraves. Levantamento mais recente da pesquisa Genial/Quaest aponta uma redução nesse índice, de 60% para 55%, ainda assim superior ao registrado por Tarcísio de Freitas, que aparece com 43%. No entorno de Flávio, há o entendimento de que apenas a mobilização orgânica do bolsonarismo não será suficiente para sustentar uma campanha nacional competitiva.

No esforço de reforçar a comunicação digital, o publicitário Daniel Braga, próximo ao senador Rogério Marinho (PL-RN), passou a colaborar na produção de conteúdos para redes sociais durante a pré-campanha. Apesar disso, a avaliação predominante é que ele não assumirá o papel de estrategista principal. Outro nome cogitado foi o de Duda Lima, marqueteiro do PL, hipótese considerada improvável em razão do desgaste após a campanha municipal de 2024 em São Paulo.

A comparação com o alcance digital de Jair Bolsonaro também pesa. Mesmo sem publicações desde julho, o ex-presidente mantém cerca de 27 milhões de seguidores no Instagram. Flávio soma aproximadamente 8,3 milhões, número que corresponde a cerca de 30% da base do pai, ainda que tenha registrado crescimento desde que passou a ser tratado como presidenciável.

Além da comunicação, a construção de palanques regionais aparece como um desafio central. O foco está especialmente no Nordeste, região em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concentrou sua maior vantagem eleitoral em 2022. Rogério Marinho surge como peça-chave nessas articulações, por sua proximidade com a família Bolsonaro e por sua atuação política na região. Segundo ele, o partido trabalha com estratégias diferenciadas por região. “Cada região vai ter uma estratégia. Nas outras quatro regiões onde o Bolsonaro venceu, a ideia é ampliar essa distância”, afirmou.

Em 2022, Lula venceu nos nove estados nordestinos, com cerca de 69,3% dos votos válidos na região, contra 30,6% de Jair Bolsonaro, desempenho considerado decisivo para o resultado nacional. Apesar de Bolsonaro ter vencido no Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, a diferença construída no Nordeste foi determinante para a vitória do atual presidente.

No plano interno do PL, ainda há impasses em torno de palanques estaduais considerados estratégicos, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás. Paralelamente, ganha relevância a movimentação de Michelle Bolsonaro. De acordo com aliados, ela atua para reabilitar o nome de Tarcísio de Freitas como opção presidencial, diante da possibilidade de Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar e permanecer inelegível. Dirigentes do partido reconhecem que Flávio ainda precisa consolidar apoios dentro do próprio campo político e demonstrar capacidade de liderar esse processo de transição.

Embora Tarcísio reafirme publicamente a intenção de disputar a reeleição em São Paulo, seu nome segue sendo tratado como alternativa preferencial por segmentos do empresariado e do centrão, o que mantém a disputa interna em aberto e amplia a pressão sobre a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Uncategorized

Depois de criminalizar os marqueteiros na Lava Jato, Moro está desesperado atrás de um e não consegue

São dois os problemas sérios que Sergio Moro enfrenta, e as razões são daquelas praticamente indissolúveis, porque não há como lantejoulas e miçangas douradas transformarem toda a podridão da República de Curitiba comandada por Moro em alguma coisa que o afaste da imagem de fascista e corrupto.

Como a mídia finge que o que Moro cometeu não foi crime, ele veste essa moldura em frente ao próprio espelho.

O fato é que o ex-herói fabricado pela mídia caiu de sua babilônia num abismo letal, mesmo com aquela conversa de escusas pra lá e escusas pra cá, ele enfrenta a pior das sentenças, a do povo.

Na verdade, era isso que ele pretendia produzir contra Lula e não conseguiu, mesmo antes das revelações bombásticas feitas pelo Intercept na série Lava Jato.

O ex-juiz sem escrúpulos já deveria ter percebido que seu método oficial de exterminar adversários políticos na base do martelo e da toga, tinha dado errado, pois mesmo o PT sofrendo golpe em Dilma, e vendo Lula, sua maior liderança, preso injustamente, já no cárcere político cresceu 16% nas pesquisas e venceria a eleição no primeiro turno, caso Barroso não ordenasse que o nome de Lula não aparecesse nas urnas.

É bom lembrar que Moro fez questão de criminalizar a atividade do marketing político criminalizando os próprios marqueteiros. Agora parece que ele acredita que o marqueteiro pode substituir sua imagem de corrupto e fascista por uma que o coroe a cabeça de louros, já que sua campanha saiu da estagnação e começou a caminhar para aquele mundo sombrio rumo ao mesmo resultado de seu parceiro de picaretagem, João Dória. Ambos, queridinhos da grande mídia.

Por isso Moro está atrás de um marqueteiro que venda sonhos, que produza um sentimento nostálgico daquela Lava Jato que agiu como fogueira da inquisição.

Mas todos sabemos que não se devolve a pasta de dente para o tubo. E Moro, independente de um marqueteiro, continuará tomando cacete nas redes até desaparecer da cena política e nem se manter nesse rodamoínho em que gira em torno de si mesmo.

Siga-nos no Telegram

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

Moro não consegue encontrar marqueteiro, todos se recusam a trabalhar para ele

Marqueteiros dizem: “Moro fez de tudo para criminalizar a nossa atividade”.

“Fomos tratados como bandidos”, reclama um dos marqueteiros procurados pela equipe do ex-juiz parcial.

Sérgio Moro e seus aliados do Podemos têm dedicado os últimos dias de 2021 a sondar marqueteiros para assumir a campanha presidencial do ex-juiz no ano que vem. Mas não está sendo fácil encontrar alguém disposto a assumir a missão, informa Malu Gaspar, de O Globo.

Nos últimos dias, conversei com dois marqueteiros sondados por Moro ou seus emissários, que rejeitaram a aproximação. À equipe do ex-juiz da Lava Jato, eles alegaram já ter outros compromissos. Mas, quando falam sob reserva, a explicação é outra.

“Não vou trabalhar para alguém que fez de tudo para criminalizar nossa atividade”, resumiu um deles. “Somos só prestadores de serviço, mas fomos tratados como bandidos.”

Ao investigar e denunciar pagamento de propina em forma de caixa dois de campanha, entre outros crimes, a Lava Jato atingiu em cheio marqueteiros como João Santana e Renato Pereira, hoje de volta à política.

Santana e a mulher, Monica Moura, que comandaram as campanhas presidenciais de Lula e Dilma, fizeram delação premiada, confessando ter recebido dinheiro da Odebrecht no caixa dois. Mas a condenação foi anulada no início de dezembro pelo Superior Tribunal de Justiça, que declarou a Justiça Federal incompetente para julgar crimes eleitorais.

Renato Pereira, que trabalhou para Sérgio Cabral e Eduardo Paes, não chegou a ser preso, mas fez delação premiada, também confessando ter recebido dinheiro de caixa dois de fornecedores governamentais. Hoje Santana trabalha para Ciro Gomes (PDT) e Pereira, para Marcelo Freixo (PSB).

Já Moro tem sido assessorado por Fernando Vieira, que trabalha para o Podemos e já atendeu diversos partidos e campanhas regionais, mas nunca fez uma campanha presidencial.

A falta dessa experiência no currículo tem sido a justificativa dos aliados de Moro para a procura de um novo profissional.

Mas, se vigorar o estado de espírito dos primeiros consultados, o ex-juiz terá que se conformar com os marqueteiros mais jovens, sem experiência e também sem traumas da Lava Jato.

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Marqueteiro Markinhos Show é nomeado assessor especial do trapalhão Pazuello

Atuando na pasta desde dezembro, marqueteiro Marcos Eraldo foi oficializado no cargo na quarta-feira (20/1). Nos perfis das redes sociais, ele se define como master coach e hipnólogo.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, oficializou a nomeação de Marcos Eraldo Arnoud como assessor especial. Conhecido como Markinhos Show, o marqueteiro e hipnólogo, como se define nas redes sociais, já atuava desde dezembro de 2020 na chefia de comunicação da pasta e permanece no cargo a fim de auxiliar na imagem do ministro general.

Na descrição pessoal no site “venda para o cérebro”, Markinhos se auto denomina ‘Palestrante Motivacional, Master Coach, Analista em Neuromarketing, Especialista em Marketing, SEO, Hipnólogo, Mentalista, Practitioner em PNL, Músico, Empreendedor e Especialista em Marketing Político’.

No Ministério da Saúde, a função de Markinhos é reposicionar a figura de Pazuello, que sofre críticas desde que foi nomeado para o cargo de chefe da pasta, mesmo desconhecendo a engrenagem do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os episódios que enfraqueceram a imagem de Pazuello está, também, a contradição em publicizar a cloroquina e o “kit-covid”, mas dizer que não defende o uso de medicamentos no tratamento contra a doença. Outra polêmica recente foi a crise de oxigênio em Manaus, na qual Pazuello, apesar de prometer e trabalhar para assistir à capital amazonense, admitiu que a situação saiu do controle.

Repaginada

Em meio ao cenário marcado por contradições, a repaginada na imagem de Pazuello deve estar alinhada com os direcionamentos do presidente Jair Bolsonaro. Nas redes sociais, Markinhos posa ao lado do mandatário, reforçando que o objetivo não é entrar em conflito com os ideais de Bolsonaro e, sim, conectar a atuação do Ministério da Saúde mais diretamente ao governo federal.

Campanha frustrada

Markinhos prepara uma campanha publicitária em relação à vacinação contra a covid-19. Uma das primeiras ações seria o evento no Palácio do Planalto no último dia 19 que, simbolicamente, marcaria o início da imunização. No entanto, a cerimônia foi cancelada após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se antecipar em ação semelhante, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial da Coronavac. Em resposta, o governo federal realizou uma coletiva que marcou o início da distribuição das doses aos estados, sem a presença de Dória.

*Correio Braziliense

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/HP8y7rcSg0Z5XQeXMYWpd8

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68

PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente a sua contribuição