2 de dezembro de 2020
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Nada mais falso do que a condenação de Lula. E não é somente eu quem diz, Dallagnol afirmou, com todas as letras, em mensagens a Moro, vazadas pelos Intercept, que, para condenar Lula, o ponto de partida não poderia ser o das provas, porque elas não existem, ele foi bastante claro e primitivo ao dizer que não tinha provas concretas contra Lula e que precisaria da Globo para tirar o foco das provas e enfatizar a condenação.

E foi a partir desse arranjo que Moro condenou Lula sem provas. Uma verdadeira arte de dissimular, de conduzir a opinião pública a não buscar o motivo e a prova de sua prisão.

Para Moro e a Globo, Lula é culpado e está acabado. Essa era a mola mestra que obscureceu a vista de milhões de brasileiros, porque foi martelado dioturnamente durante meses para que não restasse dúvidas de que Lula era um condenado e que merecia a condenação.

Essa trama macabra só foi possível especialmente com a participação da Globo, pois ela estava nas negociatas entre Moro e os Marinho. Dallagnol não se fez de rogado e disse, em outras palavras que, sem a manipulação da opinião pública de forma massiva, o que eles possuíam contra Lula não provava nada que merecesse qualquer condenação.

Então, é preciso repetir que no dia 20 de agosto, terça-feira próxima, a prisão política de Lula completa 500 dias, naquilo que a política tem de mais imundo, a utilização de bandidos fantasiados de agentes públicos, em parceria com barões da comunicação, para tirar do páreo o candidato que venceria as eleições. Isso está mais do que provado e descarado.

Lula ainda segue preso porque o STF continua acovardado. O que esperamos é que, com Moro desmascarado, essa intimidação que se pratica contra o STF tenha menos peso para que Lula, o maior líder político e o melhor presidente da história do Brasil, enfim, seja libertado de seu cárcere político.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

 

Celeste Silveira

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2 COMMENTS

  1. antonioubirajara Posted on 19 de agosto de 2019 at 19:51

    A Situação do país está gravíssima no governo de Jair Bolsonaro e, ainda, mais, com Sérgio Moro no comando da pasta da Justiça e Segurança Pública. Eu também defendo uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar esquema criminoso da Lava Jato. Eu só digo uma coisa: Essa Lei de Abuso de Autoridade que foi aprovada, recentemente, lembra muito bem os abusos e atrocidades cometidos pelos agentes “fora da Lei”: o ex-juiz Sérgio Moro, Deltan Dallagnol, em conluio com os procuradores da Lava Jato, e “o chefe do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Roberto Leonel, que compunham o “trio de ferro” da Lava Jato. Leonel, instado por Dallagnol e Moro, investigava ilegalmente dados fiscais de pessoas vítimas dos algozes da Lava Jato. É crime gravíssimo. Como esta quadrilha está ainda em seus cargos e no serviço público?” Essa Lei de Abuso de Autoridade, surge em boa hora para frear e dar um basta na farra dessa “gang” empoderada, que quebrou as maiores empreiteiras do Brasil, deixando milhões de trabalhadores desempregados, inclusive, utilizando-se de “lawfare”, que é a utilização indevida da lei para fins políticos; é a utilização indevida da lei contra os inimigos. Foi assim que o ex-juiz Sérgio Moro, em conluio com Deltan Dallagnol, os procuradores da Lava Jato e o chefe do Coaf agiram contra o ex-presidente Lula, condenado-o, sem prova, porém, forjando provas contra o ex-presidente para que ele não fosse eleito Presidente da República e, com isso, facilitou a eleição de Bolsonaro. O ex-juiz Sérgio Moro, se corrompeu! Em recompensa, o ex-juiz foi contemplado com o cargo de Ministro da Justiça e Segurança Pública, ficando, portanto, comprovada a utilização de “lawfere”, bem como a quebra da imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, atuando em conluio com seus comparsas como agentes “fora da lei”, motivos pelos quais, o ex-presidente Lula não teve um julgamento justo. O que houve, na verdade, foi um acerto de condenação. Cabe, agora, ao Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte de justiça deste país, anular as condenações, sem prova, do ex-presidente Lula, libertá-lo do cárcere, afastar Sérgio Moro do cargo de Ministro da Justiça, exonerar Deltan Dallagnol, os procuradores que atuaram em conluio no caso Lula, bem como o Chefe do Coaf, Roberto Leonel, a bem do Serviço público, e puni-los, exemplarmente, na forma da Lei, inclusive, impedi-los de exercer quaisquer cargos públicos neste país por manterem condutas incompatíveis com o exercício do cargo, para aprenderem a respeitar as Leis, a Constituição Federal e as autoridades supremas deste país. Aqui se faz, aqui se paga! Quem com ferro fere, com ferro será ferido. É a lei do retorno. A lei é para todos! Ninguém está acima da lei! Ninguém mesmo! nem o juiz, nem os procuradores, nem os policiais!

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  2. afonso Schroeder Posted on 19 de agosto de 2019 at 20:12

    Acorda Justiça (STF): Desde o golpe de estado em abril/2016 vemos os fascistas de direita tentando enganar com suas inverdades e descumprimentos da Constituição/88 afastamento e cadeia já: Sabemos a verdade graças a INTERCEPT de Glenn Greenwald que comprovou que alguns “juízes e promotores” são os descumpridores da Constituição/88 devem ser afastados e punidos, ate quando vamos ver a inercia do (STF) para libertar (Lula) e anular os processos indevidos?

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