Ano: 2019

Vídeo: Novamente, Bolsonaro dá gargalhada com preconceito contra os nordestinos

Presidente gargalhou após fazer piada sobre o tamanho da cabeça do povo do Nordeste.

Jair Bolsonaro (PSL) parece ser, em uma metáfora para lá de propícia, uma grande metralhadora de preconceitos. Em visita ao Nordeste nesta semana, o presidente da República soltou uma nova fala preconceituosa contra o povo nordestino – e ainda deu uma audível e debochada gargalhada.

No final do vídeo, o presidente ainda brada: “O Nordeste é nosso!”. Nos comentários da publicação feita por Cajado, diversos internautas criticaram a postura de Bolsonaro com relação aos nordestinos.

“O Bozo não perde a oportunidade de falar asneiras e sempre atacando o povo nordestino, se eu fosse esse deputado apagava esse vídeo, tá muito feio isso! Que tristeza!”, escreveu um.

“Que coragem publicar um vídeo desses! Queimou seu filme deputado”, disse outro.

Assista ao vídeo:

Essa não foi a primeira vez em que o Presidente da República se referiu ao povo nordestino com deboche e preconceitos. Certa vez, em reunião com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, sem saber que era gravado, Bolsonaro referiu-se aos governadores do Nordeste como “governadores de Paraíba”.

A fala do presidente, quase inacreditável, foi criticada por muitos brasileiros. A cantora Alcione repercutiu nas redes sociais após direcionar um vídeo porreta a Bolsonaro em que alega não ter se arrependido de não ter votado nele, e exigiu respeito do capitão ao povo nordestino.

 

*Com informações do Catraca Livre

Esculhambação: Carlos Bolsonaro despacha no gabinete do presidente enquanto ele viaja

Um dos mentores da estratégia de comunicação do presidente desde a campanha eleitoral, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) tem usado o gabinete do pai no Palácio do Planalto para fazer reuniões e cobrar de ministros uma defesa mais enfática do presidente Jair Bolsonaro e do governo diante do que ele enxerga como “ataques” da imprensa.

Segundo auxiliares de Bolsonaro, embora não tenha cargo formal no governo, Carlos continua atuando como uma espécie de consultor informal do presidente nessa área. Suas intervenções são dissociadas do trabalho da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), órgão subordinado à Secretaria de Governo (Segov), cujo titular é atualmente o general Luiz Eduardo Ramos.

Carlos esteve ontem pela manhã no Palácio do Planalto, enquanto o pai estava em Sobradinho (BA) para inaugurar uma usina solar flutuante na maior represa do Rio São Francisco. Segundo fontes, ele despachou no gabinete do presidente e passou a maior parte do tempo com os assessores presidenciais Tercio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes. Ambos foram funcionários do gabinete do vereador no Rio e hoje são responsáveis pelas mídias sociais e a comunicação pessoal do presidente.

A auxiliares de Bolsonaro, Carlos demonstrou descontentamento com a timidez com que alguns ministros têm defendido o pai diante de críticas da mídia a declarações do pai ou a ações de governo tidas como controversas. O Valor apurou que Carlos pediu diretamente a alguns ministros que sejam mais proativos.

 

 

*Com informações do DCM

Álvaro Dias, defensor da Lava Jato, é poupado de investigações pela Operação

Defensor da Lava Jato, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) já foi citado como beneficiário de propinas pagas em dois episódios investigados pela operação. Apesar disso, o parlamentar nunca foi oficialmente investigado pela força-tarefa.

A PGR (Procuradoria-Geral da República), órgão responsável por investigar parlamentares com foro privilegiado, declarou que não tem apurações a respeito de Dias. Questionado, o MPF (Ministério Público Federal) do Paraná informou que não comenta inquéritos que possam ter passado pelo órgão. Já a PF (Polícia Federal) de São Paulo, que trabalhou em um caso no qual Dias foi citado, não respondeu à reportagem, mas informou em documento que nunca investigou o senador.

Procurado pelo UOL, Alvaro Dias negou seu envolvimento em esquemas de pagamento de propinas e disse que citações de seu nome não passam de boatos com fins políticos. O senador disse nunca ter sido investigado pela Lava Jato justamente porque nunca houve fatos que justificassem a abertura de inquéritos sobre sua conduta.

Paranaense, Alvaro Dias tem se dedicado a denunciar o que ele chama de “tentativas de dinamitar a Lava Jato”. Essas tentativas, segundo ele, estão ligadas à publicação de diálogos mantidos entre o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e procuradores da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba pelo site The Intercept Brasil, em parceria com outros veículos.

Eis a razão pela qual o senador é poupado.

 

*Com informações do Uol

Vídeo: bolsonarista ataca Mônica Waldvogel na Sala São Paulo

“Stop the music! Nós temos uma jornalista aqui que omite informações da Rede Globo contra o STF”, berrou o homem, em meio a apresentação da Osesp.

Após atacar com perguntas inoportunas a jornalista Mônica Waldvogel, da Globo, um homem interrompe OSSPu o concerto da Orquestra Sinfônica do Estado (Osesp) com gritos buscando expor a comentarista de política. “Stop the music! Nós temos uma jornalista aqui que omite informações da Rede Globo contra o STF”, berrou, recebendo vaias das pessoas que assistiam ao musical.

Antes do concerto, o homem abordou a jornalista nos bastidores e indagou os motivos de ela e a Globo não repercutirem informações divulgadas pela revista de extrema-direita Crusoé.

“Porque a Globo e você não falam das matérias da Crusoé contra o STF, o Dias Toffoli, o Gilmar Mendes? As mesadas que eles recebem. Porque vocês não falam nada?”, indagou o homem, causando constrangimento à jornalista.

O caso ocorreu no dia 29 de junho, durante o concerto da regente Marin Alsop, mas o vídeo viralizou nas redes nesta segunda-feira (5), quando Mônica recebeu a solidariedade de colegas da imprensa.

“Não se abata, nem esmoreça. estamos com você!”, tuitou Rachel Sheherazade, apresentadora do SBT.

“Só há uma coisa a dizer: viva @MonicaWaldvogel”, tuitou Pedro Doria.

 

*Da Forum

Vídeo: Bolsonaro ao ser perguntado sobre Eduardo, fica irritado, cita “filhos de Lula” e abandona entrevista

Eduardo Bolsonaro publicou o vídeo da entrevista em seu Twitter e acrescentou críticas: “Quem dera a imprensa tivesse esse mesmo apetite para com os filhos de outros presidentes. Sou um patriota”.

Em entrevista a jornalistas em Sobradinho (BA), nesta segunda-feira (5), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se irritou ao ser questionado novamente sobre a indicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, para a embaixada dos Estados Unidos.

“O senhor acha que o seu filho vai conseguir dizer ‘não’ ao governo dos Estados Unidos? Sendo, como o senhor acabou de dizer, amigo do presidente Trump e sua família?”, perguntou a jornalista. Em seguida, Bolsonaro responde irritado e cita os filhos do ex-presidente Lula. “Pior se fosse os filhos de petistas, que diziam ‘sim’ para Cuba e Venezuela o tempo todo, tá ok?”, disse, abandonando a entrevista.

Eduardo Bolsonaro publicou o vídeo da entrevista em seu Twitter. Acrescentou, ainda, um comentário criticando a imprensa. “Quem dera a imprensa tivesse esse mesmo apetite para com os filhos de outros presidentes. Sou um patriota”.

Apesar da fala de Bolsonaro na entrevista, os filhos do ex-presidente Lula nunca trabalharam com o pai ou fizeram qualquer declaração política a favor de Cuba ou Venezuela. Porém, não é a primeira vez que são divulgadas fake news sobre os filhos de Lula. A história de que Fábio Luís Lula da Silva seria sócio majoritário da JBS ou que ele e os irmãos teriam uma mansão em Piracicaba de R$ 50 milhões de reais, por exemplo, já foram desmentidas.

 

*Com informações da Forum

Vídeo mostra momento em que jovem é agredida ao criticar Bolsonaro em academia

Caso aconteceu dentro de academia de ginástica em Botafogo

Imagens do sistema de segurança confirmam agressão sofrida pela estudante Isabella Pinheiro, de 18 anos, na academia Body Tech, em Botafogo. O caso aconteceu na quinta-feira, dia 1. A jovem estava no banheiro do estabelecimento quando ouviu uma mulher defender o governo do presidente Jair Bolsonaro. Ao manifestar sua opinião contrária, teve início uma discussão. De acordo com as imagens da academia, as quais o Globo teve acesso, Isabella já estava na recepção do estabelecimento, quando a mulher passa e lhe dá um empurrão. Bem menor que a agressora, a estudante tentou reagir recebendo a ajuda de uma amiga que veio em seu socorro. A mulher, identificada como Heloísa Tavares Fontanet , foi contida por um segurança do espaço.

A Polícia Militar foi chamada e o caso foi parar na 10ª DP (Botafogo). Lá a jovem, que é estudante de Ciência Política na Unirio, disse aos policiais que foi xingada de “vagabunda, alienada, infantil e idiota” e ao sair do banheiro foi atacada pelas costas. Ela ainda relatou que foi jogada contra a parede e bateu fortemente a cabeça. Já Heloísa afirmou que foi xingada pela jovem e sua amiga.

O caso foi registrado como injúria de ambas as partes e lesões corporais e foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim).

— Estamos vivendo um momento delicado. Você não é obrigado a aceitar ou mesmo concordar com opiniões que divergem das suas, mas tem obrigação de respeitá-las. Fizemos a análise das imagens e o procedimento será encaminhado ainda hoje para o Jecrim — afirmou a delegada Moniquel Vidal.

A mãe de Isabella denunciou o caso nas redes sociais. Entre mensagens de apoio e críticas, ela diz querer justiça. Ela conta que a jovem está com hematomas na cabeça:

— Minha filha levou socos e tapas só porque discordou de sua opinião — relatou.

Em nota, a Rede Bodytech informa que repudia qualquer tipo de ato de violência física ou verbal. Segundo o texto, a academia informa ainda que está dando todo suporte aos alunos envolvidos e tomando as devidas providências em relação ao caso.

A 10ª DP (Botafogo) investiga o caso. A reportagem entrou em contato com a acusada, mas até agora não houve resposta.

Assista ao vídeo aqui

*Com informações do Globo

“Trabalhei na Câmara vários anos e posso atestar: Bolsonaro é um vagabundo”, diz presidente nacional do PSOL

O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, comentou a notícia de que Jair Bolsonaro e seus filhos já empregaram 102 pessoas com laços familiares e 37 funcionários fantasmas.

O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, usou seu Twitter nesta segunda-feira (5) para comentar a denúncia feita pelo jornal O Globo de que o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos usaram os cargos comissionados para empregar 102 pessoas com laços familiares entre si e 37 funcionários fantasmas . Ele disse não se espantar com a notícia já que Bolsonaro não fazia nada enquanto era parlamentar.

“Trabalhei na Câmara dos Deputados vários anos e posso atestar: Bolsonaro é um vagabundo, um sujeito limitado que era alvo de chacota cada vez que pisava no plenário. Não é de espantar que usasse seu mandato apenas para ajudar seus parentes (que, como ele, também não trabalhavam).”

Acabou a mamata?

Em levantamento realizado pelos jornalistas Juliana Dal Piva, Juliana Castro, Rayanderson Guerra, Pedro Capetti, Marlen Couto, Bernardo Mello e João Paulo Saconi, das 286 pessoas nomeadas pelo atual presidente Jair Bolsonaro e por seus filhos, Flávio (senador), Carlos (vereador) e Eduardo (deputado federal/aspirante a embaixador), mais de um terço (102) tem algum grau de parentesco entre si.

A “Grande Família” Bolsonaro é suspeita de praticar a “rachadinha”, uma divisão de salários de funcionários com superiores, muitos desses parente sendo “laranjas”. O primeiro caso que veio a tona foi o da família do policial militar Fabrício Queiroz, que, segundo O Globo emplacou oito familiares no gabinete de Flávio Bolsonaro, quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro, e é investigado pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) pelo crime da divisão dos salários.

 

 

*Com informações da Forum

 

 

Bolsonaro esculhamba os desempregados: “Vai ser patrão!”

“Essas pessoas que reclamam que não têm emprego… Vai ser patrão! Vai enfrentar uma CLT! Contrate dez pessoas com a CLT pra ver a barra pesada que é”, declarou Bolsonaro.

Na mesma entrevista, nesta segunda-feira (5), em que declarou que fritar hambúrguer nos EUA dava dignidade – enquanto no Brasil, não –, o presidente Jair Bolsonaro também saiu em defesa do empresariado, em detrimento dos trabalhadores, e disse, em tom irônico, que vai estimular as pessoas a abrirem empresas para ver como é difícil ser empregador.

“Vive sufocado! Muita gente reclama que quer emprego e critica os patrões. Tenho conversado com o Paulo Guedes que gostaria de apresentar um programa ‘Minha primeira empresa’. Essas pessoas que reclamam que não têm emprego… Vai ser patrão! Vai enfrentar uma CLT! Contrate dez pessoas com a CLT pra ver a barra pesada que é. Sei como é difícil a vida dos empregados, mas a do patrão é também”, disse o presidente à jornalista Leda Nagle.

Ele ainda atacou os direitos trabalhistas, dizendo que eles impedem o empreendedorismo. “A mesma coisa é direito trabalhista. Tudo que é demais atrapalha. Muito amor até atrapalha… É tantos direitos! O que o patrão que quer empreender faz? Contrata o mínimo possível e paga o mínimo possível… Pra, quando tem uma rescisão lá na frente, ser o mínimo pra você pagar”, afirmou.

Na mesma entrevista, nesta segunda-feira (5), em que declarou que fritar hambúrguer nos EUA dava dignidade – enquanto no Brasil, não –, o presidente Jair Bolsonaro também saiu em defesa do empresariado, em detrimento dos trabalhadores, e disse, em tom irônico, que vai estimular as pessoas a abrirem empresas para ver como é difícil ser empregador.

 

 

*Com informações da Forum

 

Novo presidente do TRF-4 que julgará Lula é recebido por Moro

Orientações do chefe?

O ministro Sérgio Moro recebe nesta segunda-feira (5) o desembargador Victor Laus, que assumiu há pouco mais de um mês a presidência do TRF-4. O órgão julgará em segunda instância o caso do sítio de Atibaia (SP) envolvendo o ex-presidente Lula.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro recebe nesta segunda-feira (5) o desembargador Victor Laus, que assumiu há pouco mais de um mês a presidência do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4), registra Lauro Jardim. Laus integrava a Oitava Turma do órgão.

O tribunal aumentou a pena a que Moro, quando era juiz da Operação Lava Jato em primeira instância, condenara o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá. E ainda julgará em segunda instância o caso do sítio de Atibaia.

O ex-presidente do TRF4 Carlos Eduardo Thompson Flores agora passa a integrar a Oitava Turma no lugar de Laus. Ao jornal O Estado de S.Paulo, Flores havia classifico a sentença de Moro como tecnicamente “tecnicamente irrepreensível”.

A sentença do triplex foi questionada por vários juristas. Lula foi acusado de ter recebido um apartamento da OAS como propina em troca de contratos com a Petrobrás que teriam beneficiado a empreiteira. Mas o ex-presidente nunca dormiu, nem tinha a chave do imóvel.

 

*Com informações do 247

A República da Contravenção

“Sim, o Senado pode barrar meu filho, sim. Mas imagine que no dia seguinte eu demita o Ernesto Araújo e bote meu filho no Itamaraty. Ele não vai ser embaixador, ele vai comandar 200 embaixadores e agregados mundo afora. Alguém vai tirar meu filho de lá? Hipocrisia de vocês”. (Bolsonaro)

O Brasil está sob o comando de uma república de contraventores, de cavalgaduras, sobre isso não pairam dúvidas.

Como bem disse Saul Leblon (Carta Maior): “Quando você condensa o filme sobra a essência: só mesmo uma trapaça eleitoral, como a que foi costurada entre a mídia, a escória, o dinheiro e o judiciário, poderia alçar alguém tão ligeiramente desasnado à Presidência da República para distrair a plebe enquanto a elite assalta a nação”.

Não fosse a profunda simpatia da elite econômica pelo assalto ao patrimônio público que inspirou o belo talento dos senhores Aécio Neves, Eduardo Cunha e Michel Temer, não teria acontecido o golpe contra Dilma. Sem falar naquele que entorpece  de louvores a Globo, o líder da Orcrim de Curitiba, o ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro. Afinal, o governo Bolsonaro que cada dia mais se mostra uma gangue de contraventores, só chegou lá pelo coro moral produzido pelos contraventores da Lava Jato.

Isso mesmo, a turma da força-tarefa, natural de Curitiba, é a própria contravenção do Estado brasileiro.

Junte os dois elementos, mais precisamente um governo ligado às milícias e um Ministério Público, judiciário e PF ligados a esse governo, está pronta a obra que vem transformando o país num cadáver econômico e a população num amontoado de gente vivendo sob o império da imoralidade, da violência e da estupidez.

É muito difícil definir o que acontece com o Brasil hoje. O cultivo artificial do ódio promovido pela mídia a mando do mercado produziu não só grandes rachas na sociedade, mas um descolamento total das instituições do Estado com a população, pois este está impregnado de contraventores.

Agora mesmo o Globo revela a teia de fantasmas consanguíneos do clã Bolsonaro. Talvez essa seja a expressão patológica mais viva depois das revelações fatais do Intercept sobre a ação criminosa dos procuradores e juiz da Lava Jato.

Diante de um quadro tão espinhento, sob todos os prismas, a queda de Bolsonaro vem ganhando em velocidade e corpo, uma sustança maiúscula. E o cenário se amplia a cada declaração de Bolsonaro e a cada vazamento do Intercept contra Moro e sua Orcrim.

A conferir os próximos capítulos desse trágico Brasil.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas