21 de outubro de 2020
  • 00:00 Vídeo: A profecia de Elis Regina, em sua última entrevista, sobre a chegada do neofascismo no Brasil
  • 19:34 Brasil tem a maior inflação dos alimentos desde o início do Plano Real, em 1994
  • 18:11 Vídeo: Por que não causa indignação na mídia Moro libertar os doleiros da Lava Jato?
  • 15:38 Bolsonaro enfia o Brasil no meio da guerra comercial de EUA e China
  • 13:26 Brasil, o pior dos BRICS em 20 anos, teve sua economia detonada por Temer e Bolsonaro

O Procurador-Geral da República pediu que o STF abra inquérito para apurar crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação e obstrução de justiça possivelmente cometidos por Bolsonaro e delatados pelo ex-ministro Moro nesta sexta-feira.

Augusto Aras pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra inquérito para investigar supostos crimes cometidos por Jair Bolsonaro e delatados pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro nesta sexta-feira (24).

A PGR aponta crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

A decisão de abertura do inquérito precisa de aval do Supremo, que é dado pelo ministro relator ainda não definido.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, alega Aras.

“Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”, acrescenta.

 

 

*Com informações do 247

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: