20 de janeiro de 2021
  • 19:24 Vídeo: Dra. Margareth Dalcolmo, da Fiocruz, chora e diz que falta de vacinas é ‘absoluta incompetência’ do governo Bolsonaro
  • 18:43 A falta de insumos e vacinas é resultado do golpe em Dilma e da prisão política de Lula
  • 17:09 Revoltados, subprocuradores publicam nota contra ameaça de “estado de defesa” feita por Aras
  • 15:32 Nota de Aras traz reação dos ministros do STF que temem agravamento da crise política com atraso na vacinação
  • 14:37 Lewandowski dá 72h para que Anvisa informe sobre uso emergencial da vacina Sputnik

A notícia foi dada hoje, na Folha, pela jornalista Monica Bergamo.

Há um engarrafamento de processos acumulados no Conselho Nacional do Ministério Público contra Dallagnol. O procurador vigarista é um portento.

O bom moço que toda vovó queria que casasse com sua netinha, hoje já tem uma ficha corrida de dar inveja a muito picareta.

Como mostra Monica Bergamo, em matéria publicada nesta quarta-feira, na Folha de São Paulo, Deltan sofre denúncias, entre outras coisas, por dar palestras em eventos privados “pagas por empresas” que supostamente estavam no rol da Lava Jato, por “articular clandestina perseguição” ao ministro Dias Toffoli, do STF, e por suspeita de participar de contratação de outdoors que faziam promoção de integrantes da Lava Jato.

E segue: Rede – Uma das reclamações também o acusa de usar o Twitter para criticar decisões do STF. Na terça (8), ele sofreu censura do CNMP exatamente por usar a rede social para manifestações políticas.

REDE 2 - Advogados de Dallagnol e integrantes da Lava Jato invocaram o direito à liberdade de expressão para defendê-lo. “Coibir manifestação pública que não fira a ética”, dizem, “acaba fixando a todo procurador e promotor uma possibilidade de participação em debates sociais e um direito de liberdade de expressão menores do que de outros cidadãos”.

Não citada por Monica Bergamo, há também a denúncia sobre os R$ 2,5 bilhões da Petrobras que seriam administrados por uma suposta fundação privada sob o comando Dallagnol e seus pares da Lava Jato, com aplausos de Moro. Ou seja, se um sujeito desse continuar fazendo parte do Ministério Público, é porque acabou a instituição no Brasil.

 

*Da redação

 

 

 

 

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

RELATED ARTICLES
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: