17 de janeiro de 2021
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A coluna de Cantanhêde, hoje ,no Estadão, com a matéria intitulada “O pino da granada” somada à fala de Otávio Guedes na GloboNews, não deixam dúvidas.

A mídia sempre soube que Moro cumpriu um papel nefasto não simplesmente contra Lula e Dilma, mas contra a democracia, contra o povo e contra as instituições.

Com a abertura da caixa de pandora do hacker, os advogados de Lula vão apenas juntar os fios com a acusação sem provas de Moro e os escabrosos casos revelados pela Vaza Jato do Intercept com o material explosivo contra a república de Curitiba comandada por Moro. Tudo isso, junto, será estricnina pura contra essa farsa dantesca.

Ao mesmo tempo, Gilmar Mendes quer colocar em votação a suspeição de Moro já em fevereiro, o que, certamente, anulará todas as ações contra Lula desse teatro bufo de quem colocou Bolsonaro no poder e o país que, com Lula e Dilma, ocupava a 6ª maior posição na economia global, caiu sete posições e foi parar na 13ª, mesma posição em que FHC entregou o país quando saiu do governo. Isso, sem falar no caos sanitário e econômico em que o Brasil se encontra.

Cantanhêde foi enfática ao dizer que Lula deve ser o candidato da esquerda em 2022, capaz de enfrentar Bolsonaro.

Há dúvidas de que Bolsonaro consiga completar o seu mandato, se completar, chegará se arrastando ao final da linha, já que tem pela frente uma tempestade de problemas de toda ordem.

O jornalista Otávio Guedes, quando perguntado sobre o furdunço eletrônico entre Moro e o atual ministro da Justiça, André Luiz Mendonça, tripudiou, “eles se merecem”, ao estilo, cara de um, focinho de outro ou briga de cachorros magros, disse mais ou menos isso, duas grandes porcarias.

Ouvir uma avaliação dessa na GloboNews é quase uma revolução, já que Bolsonaro, Moro e Mendonça são produtos que saíram da arquitetura arcaica da mídia para devolver o poder à direita e o país ao inferno.

O fato é que a direita não tem candidato para nada, sequer para fingir moderação ou para manter o discurso de ódio.

Para piorar, a vida real como ela é, se comparada ao período Lula com o de Bolsonaro, não tem graça comentar.

Na verdade, Moro é como um marombeiro de janela, que se encheu de anabolizante durante a Lava Jato e, agora, sem bomba e sem armadura de ferro que a toga lhe concedia, descobriu-se também que ele tem perna fina, além do seu real tamanho, que é minúsculo diante da grandeza de um líder como Lula que ocupa lugar de destaque na galeria das maiores democracias do planeta.

Como disse a ex-presidenta Dilma, em entrevista a Breno Altman, uma liderança não se forja, ela se impõe pela força do meio de onde veio.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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