30 de setembro de 2021
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Colocando-se como alvo de um complô e citando teorias conspiratórias, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a repetir mentiras sobre o voto eletrônico e subiu o tom nos ataques ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luiz Roberto Barroso, e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem chamou de corrupto e acusou de ‘vender até a mãe’ para permanecer no poder.

Em cerca de 40 minutos de conversa com apoiadores transmitida em suas redes sociais, Bolsonaro fez um resumo do discurso que tem apresentado nos últimos dias pela implementação do voto impresso, sem deixar de distorcer decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os poderes de sua atuação na pandemia, atacar a imprensa e defender uso de remédios ineficazes contra a covid-19 como a cloroquina.

Como tem sido frequente, o discurso de Bolsonaro se baseou em contestações sobre a urna eletrônica já desmentidas pelo TSE. Colocando-se como vítima de um complô, ele discorreu sobre teorias conspiratórias que explicariam uma possível derrota nas eleições de 2022.

“O que que eles fazem? A imprensa está aí para desinformar e falar mentira. Em cima dessa mentira, vem o Datafolha e, depois tudo isso acertado, tem a contagem na sala secreta pelo seu Barroso e meia dúzia de funcionários, tá justificado. E aí se eu quiser eu recorro ao Supremo”, disse.

“Se as eleições tiverem problema, dizem ‘recorra à Justiça’. Qual Justiça? O Supremo, que colocou o Lula para fora e o tornou elegível?”, completou em outro trecho. “Os mesmos que tiraram da cadeira, os mesmos que tornaram elegível é o que vão contar os voto na sala secreta, Vocês acham que não vai voltar?, disse.

Ataques a Barroso e Lula

A teoria conspiratória de Bolsonaro tem como um de seus pontos centrais dois personagens que voltaram a ser atacados: Lula, seu provável adversário nas eleições de 2022, e Barroso.

“Se deixar que se faça eleições dessa forma que está aí, o Barroso ajuda a botar o cara para fora da cadeira e torna elegível, e o Barroso vai contar os votos lá: qual a consequência disso?”, disse Bolsonaro.

Em relação a Lula, Bolsonaro fez ataques pessoais: “Querem dar a direção ao Brasil para um corrupto, cachaceiro, arrebentou as estatais, loteava tudo aqui e vendeu até a mãe para ficar no poder, aparelhou tudo… Querem fazer que nem a Argentina?”, questionou. Em outro momento, ele chamou o ex-presidente de picareta.

Barroso também foi alvo de fortes críticas ao longo do discurso. “Ele acha que é o máximo, mas tem limite dele. Tenho os meus e ele tem os dele. Está abusando não de hoje. A gente espera tratar as pessoas do Brasil dentro da normalidade, mas não continue tratando o povo desta maneira”, afirmou.

Confira:

*Com informações do Uol

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Celeste Silveira

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