20 de maio de 2022
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“Existem apenas duas classes sociais, as do que não comem e as do que não dormem com medo da revolução dos que não comem.” (Milton Santos)

Em última análise, a frase de Milton Santos, que sintetiza o drama secular desse país, é que definirá o pleito de outubro no Brasil.

De um lado, Lula que ousou em oito anos, tirar 40 milhões de brasileiros da miséria para construir uma outra realidade no país. Do outro, Bolsonaro, que em menos de 4 anos, devolveu quase 30 milhões de brasileiros ao mapa da fome, produzindo, em tempo recorde, a maior tragédia social que um governante poderia produzir.

Foi exatamente por conta dessa síntese de Milton Santos que Dilma sofreu um golpe da escória desse país, e Lula foi condenado e preso sem prova de crime por um juiz que entra para a história como o maior vigarista saído do judiciário.

Do filé com Lula ao osso com Bolsonaro.

Basta lembrar de duas frases do banqueiro e ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, para entender com bastante clareza o que disse Milton Santos.

Referindo-se aos governos de Lula e Dilma, Paulo Guedes se dirige à goma alta do dinheiro grosso no Brasil, dizendo que, naqueles governos a coisa virou uma bagunça, pois até empregada doméstica estava indo para Disney.

Numa outra oportunidade para o mesmo público, Guedes disse que, nos governos do PT, filhos de porteiro estavam fazendo faculdade, dando um tom de absurdo à sua narrativa.

Pois bem, uma das marcas, senão a maior do governo Lula foi a fartura na mesa dos brasileiros, e o símbolo máximo disso era o que já tinha como tradicional nos governos de Lula e Dilma, era churrasco em família nos fins de semana.

Os trabalhadores, num país de pleno emprego e o salário com o maior poder de compra da história, podiam usufruir, porque, além de tudo, os preços dos alimentos nunca foram tão baixos e todos podiam fazer o que sempre sonhou Lula, as três refeições por dia.

E foi isso que apavorou a elite brasileira, e também por esse motivo é que, através de dois golpes, elegeram o pior brasileiro da história desse país, porque, além de produzir fome e miséria, tendo a fila do osso como símbolo dessa hecatombe, uma economia aos cacos, o desemprego em patamares recordes, foi o mentor e executor de um projeto de extermínio em massa que matou por covid, até então, quase 700 mil brasileiros e mais o dobro que tiveram covid e até hoje sofrem as sequelas da doença.

É disso que se trata a disputa em outubro próximo. A civilização x barbárie. Não há termos de comparação como a mídia que participou ativamente dos golpes, insiste inutilmente em fabricar, já que ela, hoje, é parte da classe social dos que não dormem com medo da revolução dos que não comem, revolução iniciada no governo Lula e que o Brasil tem urgência que seja retomada pelo povo, com Lula, é lógico

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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