25 de junho de 2022
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Quem diria que os poderosos barões da mídia nativa cairiam em desgraça tão profunda na foto de capa de seus veículos de imprensa.

Não, a foto não está lá, ela é metafórica, mas sobretudo, simbólica.

A grande imprensa brasileira que não faz outra coisa que não seja operar de forma sistemática para levar todas as águas desse país para o mar de dinheiro dos banqueiros e rentistas, hoje é uma unanimidade para o povo no sentido mais negativo. Pior, ela não tem como editar essa realidade.

Não há novidade na vexatória candidatura de Simone Tebet, que caiu de 2% para 1% no Datafolha, depois que tomou um banho de mídia que se transformou num abraço de afogado da Globo e congêneres.

Não é que a Globo hoje é ruim de voto, ou tem dedo podre. Ela, que representa o maior império de uma mídia familiar com DNA escravocrata, simplesmente se transformou no maior queima filme desse país.

A tal 3ª via, criada pelas redações industriais, deveria ser ao menos um rescaldo da Lava Jato. No entanto, a primeira grande vítima foi justamente Sergio Moro, o herói feito de raspa de tacho da UDN.

Até os insuspeitos, Guga Chacra e Merval Pereira, jogaram a toalha e disseram que não tem como Lula perder essa eleição e mandaram colocar a ideia de jerico de 3ª via no quarto dos loucos.

Dória, que se lambuzou da grande mídia na promoção pessoal com as vacinas, simplesmente foi excretado pela sociedade na primeira pesquisa sem chance de sair da lona.

Agora, foi a vez de Simone Tebet passar pelo constrangimento de se transformar na queridinha dos ex-todo-poderosos barões da mídia e amargar um vexame que lhe custará muito caro daqui pra frente.

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Carlos Henrique Machado

Compositor, bandolinista e pesquisador da música brasileira

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