Ano: 2026

O escândalo do Master que envolve Flavio e Eduardo Bolsonaro, é de polícia e não de política

Se Flavio Bolsonaro, com seu proselitismo barato, quer punir criança de 14 anos por crime, como sugere seu projeto, que quer a redução da maioridade penal para 14 anos, o que dizer, do ponto de vista policial, do envolvimento de Flavio (45 a.) e de seu irmão, Eduardo (41 a.) com um criminoso preso por desviar fortuna incalculável de dinheiro público?

Ridiculamente, dizer que a fonte dos R$ 134 milhões, é privada, é chamar de idiotas os brasileiros e as autoridades.

Isso, sem falar na folha corrida desses dois vigaristas. Flavio e as rachadinhas são coisas que se confundem, ou seja, peculato e formação de quadrilha, envolvimento com milícia e assassinos de aluguel como, Adriano da Nóbrega, do escritório do crime.

Eduardo, antes mesmo de entrar para a política, já era funcionário fantasma de ninguém mais, ninguém menos que Roberto Jefferson.

Como um e outro viraram deputado federal e senador debaixo das barbas da justiça? Esta é uma pergunta que tem que ser feita todas as vezes que se falar do clã Bolsonaro, somado às mil e uma formas do próprio pai, de cometer crimes no varejo e no atacado, o messmo que plantou a semente da vagabundagem em todos os filhos.

Nisso, não há qualquer dilema. assim como o pai, Flavio e Eduardo deveriam estar na cadeia, preventivamente, esperando um julgamento criminal, até porque, se Flavio acha que uma criança de 14 anos já tem discernimento do que é ou nao crime, imagina esses dois farrapos morais.

Lembrando que os dois confessaram o crime, mesmo tentando justificar o injustificável.

Então, que a justiça cumpra a sua parte para que se possa ver uma luz civilizatória destruída pelo governo Bolsonaro, com mãos de ferro, dentro das instituições, para facilitar a vida de bandidos manjados como os do clã.

Esperar que as urnas façam justiça nas eleições de outubro, é um acinte à inteligência nacional.


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Transformar o Brasil num putei…, Digo, num Rio de Janeiro

A famosa capacidade de regeneração da extrema-direita e do Centrão: tomam banho de lama e saem cheirando a perfume. O Rio de Janeiro virou laboratório vivo do bolsonarismo: violência, milícia, corrupção e aparelhamento. Mesmo assim, parte expressiva da população ainda entrega o voto para repetir a receita em escala nacional — transformar o Brasil inteiro num grande Rio de Janeiro.

O país finge normalidade. Jair Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado. Flávio Bolsonaro, o “filho do caos”, circula como se nada representasse risco à democracia. A imprensa — inclusive a dita progressista — trata o clã com luvas de pelica. “Se eu sei tantos podres da família Bolsonaro, imagina o que a imprensa sabe”, desabafa quem acompanha o circo de perto. Ainda assim, há quem cogite votar no filho para presidente em 2026. É o cúmulo da amnésia coletiva.

Na extrema-direita e no Centrão, escândalo não mata ninguém. Tomam banho de lama, saem cheirando a perfume Chanel e voltam para o palco como se nada tivesse acontecido.

A grande mídia brasileira, elitista e racista até o osso, faz exatamente o que Malcolm X avisou: “Se você não for cuidadoso, a imprensa te fará odiar os oprimidos e amar os opressores.” E o pior: está funcionando para muita gente.

O Rio de Janeiro já é o laboratório do bolsonarismo: milícia, violência, corrupção e aparelhamento. E tem brasileiro querendo repetir essa receita no Brasil inteiro. Querem transformar o país num grande Rio de Janeiro… ou melhor, num grande puteiro.

Pois é, bolsonarista, a sua piscina está cheia de ratos e suas ideias não correspondem aos fatos, mas saiba que ainda estão rolando os dados porque o tempo não para. E viva Cazuza!!!!!!


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Zarattini: “Lula virou o jogo e vai crescer nas próximas pesquisas”

Deputado do PT afirma que operação contra Ciro Nogueira e agenda internacional de Lula alteraram o cenário político

O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) afirmou que o cenário político mudou após a operação da Polícia Federal envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington. Segundo ele, a conjuntura que até poucos dias atrás era marcada por avaliações negativas sobre o governo federal passou a apresentar sinais de recuperação política do presidente.

“Até alguns dias atrás o clima era de derrota do governo. Falavam que o Flávio Bolsonaro estava crescendo nas pesquisas, que o Lula tinha virado um ‘pato manco’. Mas bastaram alguns dias para a situação mudar completamente”, declarou.

Para Zarattini, a busca e apreensão realizada pela Polícia Federal contra Ciro Nogueira e a agenda internacional de Lula alteraram o ambiente político nacional. “Hoje, o pato manco já não está mais manco. A situação é outra. Já começaram a aparecer pesquisas mostrando redução dos votos do Flávio Bolsonaro”, afirmou.

O parlamentar também relacionou a mudança de cenário ao desempenho do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontando crescimento da desaprovação ao governo paulista. Segundo ele, isso pode impactar diretamente o campo bolsonarista na disputa presidencial.

“Em São Paulo já existem pesquisas mostrando aumento da desaprovação do Tarcísio. Isso é muito importante porque a votação paulista é decisiva. Se a votação do Haddad cresce e a do Tarcísio diminui, isso repercute nacionalmente”, disse.

Zarattini avaliou que a gestão estadual enfrenta desgaste em temas como a privatização da Sabesp e o sistema de pedágio eletrônico free flow. “Existe uma revolta muito grande da população com a privatização da Sabesp. Há pesquisas indicando que mais de 60% defendem a reestatização. O free flow também está amplamente rejeitado”, afirmou.

Na avaliação do deputado, a mudança no ambiente político pode produzir novos resultados eleitorais já nas próximas semanas. “O cenário está mudando rapidamente. Pode ser que em poucos dias a gente veja pesquisas apontando outra realidade”, declarou.

O parlamentar também comentou os reflexos desse quadro sobre a estratégia eleitoral do campo governista para 2026. Segundo ele, a prioridade do PT será ampliar alianças nos estados e aumentar as bancadas no Congresso Nacional.

“Nós queremos ampliar a bancada na Câmara e reduzir a presença da extrema direita no Senado. Vamos fazer alianças para construir uma base mais sólida”, afirmou Zarattini ao 247.

Zarattini disse ainda que o governo precisará manter articulação política para aprovar projetos considerados prioritários, como a redução da jornada de trabalho e medidas econômicas ligadas ao controle da inflação. Mesmo diante de derrotas recentes no Congresso, ele afirmou que o governo não deve agir de forma imediatista.

“A gente tem que levar em conta aquele velho lema: vingança é um prato que se come frio. Vai chegar o momento em que será possível dar a virada”, declarou.


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Nem orando: Tempos penosos para a direita bolsonarista

O momento é complicado para o campo da direita bolsonarista no Rio e na pré-campanha de 2026. Duas frentes principais envolvem Flávio Bolsonaro (pré-candidato à Presidência pelo PL) e Cláudio Castro (ex-governador do RJ, do PL, cotado para o Senado).

Flávio Bolsonaro e o caso Daniel Vorcaro (Banco Master)

O principal problema recente é o vazamento de áudios (divulgados pelo Intercept Brasil em maio de 2026) em que Flávio cobra valores (cerca de R$ 135 milhões) de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master (em liquidação e alvo de investigações por fraudes bilionárias, esquema tipo pirâmide e ligações com milícias).

O dinheiro seria para o filme The Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro (com Jim Caviezel cotado). Flávio admitiu o pedido, mas classificou como patrocínio privado para um filme privado, negando irregularidades ou influência política. Ele disse frases como “não tem que justificar nada”.

A PF investiga relações com Vorcaro. Há resistência interna no PL para defender Flávio por medo de mais revelações. Pesquisas (como Datafolha) estão sendo feitas para medir o desgaste na corrida contra Lula. Aliados veem “inferno astral” na pré-campanha.

Isso se soma a casos antigos como as rachadinhas (ainda com tramitações no STJ/STF, mas com dificuldades de reabertura).

Cláudio Castro e a Operação Sem Refino (Refit)

Em 15 de maio de 2026, a PF deflagrou operação com mandados de busca na casa de Castro (Barra da Tijuca). Ele foi alvo por suspeitas de uso da máquina pública para favorecer o Grupo Refit (refinaria de Manguinhos), em esquema de fraudes fiscais, lavagem de dinheiro e rombo estimado em R$ 52 bilhões (bloqueio de ativos).

Investigação aponta que o governo Castro teria criado parcelamentos tributários e dificultado ações contra o grupo. Alvos incluem ex-secretários, policiais e o empresário Ricardo Magro (com difusão vermelha da Interpol).

Castro já enfrentava inelegibilidade até 2030 em alguns julgamentos, como no TSE por contratações na Ceperj e outras apurações sobre Rioprevidência e Banco Master.

Impacto no PL: Castro era o nome de Flávio para o Senado no RJ. Agora, ala majoritária do partido no Rio quer retirá-lo do palanque para evitar contágio na campanha presidencial de Flávio e na de governador Douglas Ruas. Flávio deve dar a palavra final.

Tempos ruins para a direita

Esses episódios ocorrem em ano pré-eleitoral, com Flávio aparecendo bem em algumas pesquisas de 2026 contra Lula, principalmente em segundo turno), mas com desgaste crescente.

A direita bolsonarista no RJ governa o estado desde 2019, Wilson Witzel → Castro, e enfrenta acusações de ligação com milícias, fraudes e favorecimento a empresários investigados.A narrativa de parte da oposição e da mídia é de “desgaste” ou “bomba” na pré-campanha.


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Mudou: Em nova versão de mentiras, Flavio admite que tem outras ligações dele para Vorcaro

Agora, Flavio admite outros contatos com Vorcaro, inclusive um videozinho.

Flavio, desde que estourou o escândalo de seu áudio para Vorcaro, cobrando uma dívida milionária, em função de acerto entre o banqueiro e o clã, segue o velho padrão de pilantras, explicar seus rolos criminosos de forma confusa para serem confusamente entendidos pela sociedade brasileira.

Resultado, toda hora o vigarista cai do galho.

Agora, ele diz que podem surgir, inclusive vídeos enviados ao banqueiro, garantindo que é um contato com um irmãozão dele para tratar de financiamento.

Novamente, Flavio tenta se defender do indefensável com versões ainda mais coprometedoras em meio ao escândalo que não para de surpreender quem observa suas falas que sassaricam pelos jornais televisivos e podcasts nas redes sociais.

Trocando em miúdos, cada vez que abre a boca com um novo lero lero, o caldo de Flavio só entorna. E se pesquisas mostram que, nas redes sociais, 70% do que se publica é contra o vigarista, a tendência é só piorar e muito diante da opinião pública.

Ou seja, é a velha questão que envolve os picaretas, se ficar quieto, afunda, se abrir a boca, afunda ainda mais.


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PGR denuncia Zema por calúnia contra Gilmar Mendes

Manifestação menciona vídeos publicados em redes sociais

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta sexta-feira (15) o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelo crime de calúnia contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

A denúncia faz menção a uma série de vídeos publicados por Zema em suas redes sociais, intitulados “Os intocáveis”. Os vídeos trazem sátiras que relacionam Mendes e outros ministros da Corte com o caso do Banco Master.

A manifestação da PGR foi protocolada por volta das 17h30 e ainda não tem relator.

O crime de calúnia é caracterizado pela imputação falsa de um ato que é considerado crime.

Zema é pré-candidato à presidência da República e passou a trocar farpas com Gilmar após uma entrevista concedida pelo ministro à imprensa.

Além de criticar os vídeos publicados pelo ex-governador, Mendes caçoou do sotaque do político e disse que ele “governou Minas com liminares do STF”, se referindo a decisões que suspenderam o pagamento da dívida do estado com a União.

No auge do embate, Gilmar pediu a inclusão de Zema no inquérito das Fake News, relatado por Alexandre de Moraes.

Em nota à imprensa, Zema declarou que “intocáveis não aceitam críticas”.

“Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos. Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros. Não vou recuar um milímetro”, declarou.

*Agência Brasil


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Eu vivi para saber da boca do senador peleleca que dinheiro privado, não é roubado

Quer dizer que o senador Flavio Malandragem, naquela troca de mensagens com Daniel Vorcaro, cobrando dívida por favores feitos pelo governo do pai para a criação do banco mais pilantra da história do Brasil, para irrigar a própria conta, não é dinheiro público, mesmo que tenha roubado de vários estados e municípios Brasil afora.

Mesmo com a rodagem que já estou, que não é pouca coisa, tive que aprender mais essa que, definitivamente, há uma marcação entre o público e privado que eu desconhecia.

Se alguém roubar o dinheiro dos cofres públicos e investir num banco privado, ele não tem mais nada a ver com a coisa pública, portanto, segundo Flavio, é dinheiro privado.

Ou seja, Flavio Bolsonaro, conhecido como Flavio Peleleca, é um lavador moderno, e esse termo de lavagem de dinheiro tem uma equação própria para a prosperidade do ladrão. Possui um grau tão descarado de cinismo. que não há palavra que defina tal lapidação linguística, sobretudo se essa grana roubada dos cofres públicos for parar nas mãos de um vigarista que resolveu investir no cinema nacional pelo título da obra prima, “O Azarão”.

E tem gente quem acha que a direita não liga para a arte, principalmente as famílias, Vorcaro, Bolsonaro.

Sim, essa gente tem visão de futuro e, pensando no Brasil, acha que aumentar, de forma nunca vista, um investimento privado com roubo de grana pública, é um rendimento que traz um futuro brilhante para o país, se esse for a sétima arte.

Nota-se o entusiasmo da cobrança de Flavio a Vorcaro, ou seja, nada melhor do que o tempo para transformar merda em brilhante depois de lapidado nas entranhas da malandragem nacional.

Se o Banco Master operava com fraudes (captação irregular de clientes, possível envolvimento de recursos de estados/municípios via esquemas ou depósitos de vítimas), então o dinheiro que saiu dali carrega suspeita de lavagem ou ocultação de bens de origem ilícita. Transferir para um filme “privado” não limpa magicamente a fonte. Isso é exatamente o que investigações de lavagem examinam: camadas de transações para dar aparência de legalidade.


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Atlas: Lula abre 7 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

Levantamento Atlas aponta mudança no cenário após vazamento de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro

Trackings diários realizados pelo Instituto Atlas indicam uma mudança no cenário eleitoral para a disputa presidencial. Após o vazamento de áudios em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menciona o banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a simulação de segundo turno com vantagem de sete pontos percentuais.

Os dados, obtidos pela CNN Brasil e atualizados às 11h desta sexta-feira, mostram Lula com 49,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 42,6%. O resultado representa uma reversão em relação ao cenário anterior, marcado por empate técnico entre os dois adversários.

Na projeção dos votos válidos, de acordo com fontes ligadas ao instituto, Lula alcança 54%, contra 46% do senador fluminense.

Ainda segundo o levantamento, outros nomes cotados no campo da direita, como Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), não apresentaram alterações relevantes no cenário eleitoral. Os três registraram leve crescimento nas intenções de voto no primeiro turno, mas tiveram recuo nas simulações de segundo turno.


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‘Se continuar candidato, será destruído até outubro’: é hora de Flávio Bolsonaro desistir da pré-candidatura?

Analistas alertam para desidratação do filho do ex-presidente, que pode ser pressionado a abrir mão do pleito eleitoral

A divulgação das conversas entre o pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, provocou uma hecatombe na política brasileira. Ainda sob escombros, a extrema direita já reflete sobre os rumos da campanha do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Cientistas políticos escutados pelo Brasil de Fato falaram sobre a continuidade da pré-candidatura da extrema-direita. “Com (o senador) Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro jogados no olho do furacão, uma coisa é certa, a direita e a extrema direita perderam muito nestas duas semanas, vão ter que rebolar para se recolocarem no jogo eleitoral. O jogo está sendo jogado, contudo, é bom termos em conta que nem todas as cartas estão na mesa, muita coisa ainda deve aparecer das investigações dos escândalos do Master, o que embolará ainda mais o lado direito do tabuleiro das eleições”, afirma José Henrique Artigas, professor de Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba (CCHLA-UFPB).

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é uma peça-chave para compreender a relação de Vorcaro com o bolsonarismo. O parlamentar foi apontado pela Polícia Federal como “braço político” do banqueiro para se aproximar do Congresso Nacional e teria recebido mesadas de R$ 300 mil a R$ 500 mil, de acordo com as investigações.

Meses antes de apresentar uma emenda que propunha a alteração no valor-teto do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, medida que favoreceria o Banco Master, Nogueira comprou um imóvel em São Paulo que custou R$ 22 milhões.

A relação de Nogueira e Vorcaro se tornou pública em 7 de maio deste ano. Desde então, Flávio Bolsonaro não citou mais seu aliado em entrevistas e materiais para as suas redes sociais. Em março deste ano, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se referiu ao senador do PP como o “vice dos sonhos” para uma chapa presidencial.

Na última quarta-feira (13), o site Intercept Brasil divulgou áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para produzir o filme “Dark Horse”, que contará a vida de seu pai. Durante as conversas, o senador chama o banqueiro de “irmão” e os dois deixam transparecer uma relação íntima.

A proximidade de Flávio e seu núcleo político do escândalo do Banco Master foi fatal para a campanha do senador ao Palácio do Planalto, para o cientista político Rudá Ricci. “Se continuar candidato, ele será destruído até outubro. Se eu estou no comando das articulações políticas da direita, neste momento, trabalharia para afastar Flávio imediatamente”, diz.

O primeiro aliado a soltar a mão de Flávio foi o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que também é pré-candidato à presidência. “Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, afirmou.

“Entenda, o pessoal do Zema não quer que o Flávio desista, eles querem que o Flávio sangre em praça pública até outubro. Dessa forma, haverá um chamado ao voto crítico em Zema ou no Ronaldo Caiado”, explicou Ricci.

Para Artigas, somente um eleitor se manterá fiel a Flávio. “Parte do eleitorado bolsonarista, especialmente aquele mais aguerrido, o bolsonarismo raiz, mostrou-se historicamente fiel mesmo em face das mais graves denúncias e condenações contra o clã Bolsonaro, o que pode sugerir que, mesmo fortemente impactada, a campanha de Flávio possa ser mantida e sustentada pelos grupos mais radicalizados do bolsonarismo, embora sem o mesmo potencial eleitoral e competitivo que vinha demonstrando nas pesquisas de intenção de voto até agora.”

Porém, alerta Artigas, “o bolsonarismo raiz representa a menor parte do eleitorado que vinha expressando intenção de voto em Flávio Bolsonaro, de sorte que os áudios vazados certamente terão uma expressiva repercussão negativa na campanha do PL, com grande possibilidade de inviabilizar sua competitividade se mantida a candidatura de Flávio.”

A relação de Nogueira e Vorcaro se tornou pública em 7 de maio deste ano. Desde então, Flávio Bolsonaro não citou mais seu aliado em entrevistas e materiais para as suas redes sociais. Em março deste ano, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se referiu ao senador do PP como o “vice dos sonhos” para uma chapa presidencial.

Na última quarta-feira (13), o site Intercept Brasil divulgou áudios de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro para produzir o filme “Dark Horse”, que contará a vida de seu pai. Durante as conversas, o senador chama o banqueiro de “irmão” e os dois deixam transparecer uma relação íntima.

A proximidade de Flávio e seu núcleo político do escândalo do Banco Master foi fatal para a campanha do senador ao Palácio do Planalto, para o cientista político Rudá Ricci. “Se continuar candidato, ele será destruído até outubro. Se eu estou no comando das articulações políticas da direita, neste momento, trabalharia para afastar Flávio imediatamente”, diz.

O primeiro aliado a soltar a mão de Flávio foi o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que também é pré-candidato à presidência. “Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa. É preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”, afirmou.

“Entenda, o pessoal do Zema não quer que o Flávio desista, eles querem que o Flávio sangre em praça pública até outubro. Dessa forma, haverá um chamado ao voto crítico em Zema ou no Ronaldo Caiado”, explicou Ricci.

Para Artigas, somente um eleitor se manterá fiel a Flávio. “Parte do eleitorado bolsonarista, especialmente aquele mais aguerrido, o bolsonarismo raiz, mostrou-se historicamente fiel mesmo em face das mais graves denúncias e condenações contra o clã Bolsonaro, o que pode sugerir que, mesmo fortemente impactada, a campanha de Flávio possa ser mantida e sustentada pelos grupos mais radicalizados do bolsonarismo, embora sem o mesmo potencial eleitoral e competitivo que vinha demonstrando nas pesquisas de intenção de voto até agora.”

Porém, alerta Artigas, “o bolsonarismo raiz representa a menor parte do eleitorado que vinha expressando intenção de voto em Flávio Bolsonaro, de sorte que os áudios vazados certamente terão uma expressiva repercussão negativa na campanha do PL, com grande possibilidade de inviabilizar sua competitividade se mantida a candidatura de Flávio.”

*BdF


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VÍDEO – “Pega ladrão”: Em evento da PM, Flávio Bolsonaro é chamado de “bandido”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi recebido com vaias, gritos de “ladrão” e protestos durante evento realizado nesta sexta-feira (15), no Quartel-General da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A manifestação ocorreu em meio à repercussão das mensagens e áudios divulgados pelo Intercept Brasil envolvendo o parlamentar e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Um grupo de manifestantes levou cartazes com frases como “Devolve o dinheiro da presidência”, “Familia Bolsonaro com Banco Master” e “Familia Bolsonaro Bandida”. Durante a chegada do senador ao local, também foram ouvidas vaias direcionadas ao pré-candidato à Presidência da República.

A reação pública ocorre após a divulgação de áudios em que Flávio cobra Vorcaro por pagamentos ligados ao filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro. Segundo reportagem do Intercept Brasil, o banqueiro teria prometido US$ 24 milhões para financiar a produção, com parte dos recursos já transferida entre fevereiro e maio de 2025.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador admitiu que pediu dinheiro ao empresário para viabilizar o filme, mas negou irregularidades. O parlamentar afirmou que Vorcaro “simplesmente parou de honrar com as parcelas do contrato” e disse que a interrupção dos pagamentos colocava em risco a conclusão do longa.

Vorcaro está preso preventivamente em Brasília, acusado pela Polícia Federal de comandar um esquema de fraudes financeiras estimado em até R$ 12 bilhões. O caso também passou a envolver investigações sobre a origem dos recursos usados no financiamento do filme “Dark Horse”.

Nesta sexta-feira (15), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de uma investigação preliminar para apurar o uso de emendas parlamentares na produção do filme. A representação foi apresentada por parlamentares da base do governo, entre eles a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O ministro já intimou os deputados Mário Frias (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF) e Marcos Pollon (PL-MS) a prestarem esclarecimentos sobre possíveis repasses ligados à obra. Segundo Dino, apenas Bia Kicis e Marcos Pollon já apresentaram manifestação formal ao STF.

*DCM


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