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Genial/Quaest: Lula lidera em todos os cenários e amplia vantagem sobre Flavio no 2º turno

Lula cresce e abre 8 pontos no segundo turno desde maio, quando Flávio Bolsonaro foi abatido por áudio com Vorcaro, iniciando uma série de crises na campanha da ultradireita.

esquisa Genial Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) revela que Lula continua crescendo nas intenções de votos e ampliando a vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL), que continua caindo desde maio, quando foram revelados o áudio e a relação fisiológica com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, iniciando uma série de crises na campanha da ultra direita.

Segundo o levantamento, realizado entre os dias 10 e 13 de julho, Lula cresceu 4 pontos percentuais na pesquisa espontânea – quando não são revelados os candidatos – desde maio, chegando a 26%. Flávio Bolsonaro é citado pelos mesmos 14% de três meses atrás.

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Na estimulada, Lula oscilou um ponto para mais e chegou a 40%. Flávio, por sua vez, caiu 5 pontos desde maio e chegou aos 28%, oscilando um para menos no último mês. Indecisos são 11% e brancos e nulos somam 8%.

Ronaldo Caiado (PSD) marca 4% e Renan Santos (Missão) 3%. Os demais somados chegam a 4%.

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Segundo turno

No segundo turno, Lula virou em maio (42% a 41%) e abriu 8 pontos na atual pesquisa, vencendo Flávio Bolsonaro por 45% a 37%.

O presidente também vence Caiado, por 45% a 36%, e Romeu Zema (Novo), por 45% a 35%. Contra Renan Santos, o presidente vence a disputa por 45% a 33%.

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A Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios entre os dias 10 e 13 de julho. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2 pp. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e está registrada no TSE (BR-7181/2026)


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Pesquisa BTG/Pactual: Lula mantém vantagem e venceria Flávio Bolsonaro no 1º e 2º turnos

O instituto também mediu a rejeição dos candidatos; Aécio Neves aparece como o nome mais rejeitado, com 61%; o filho de Bolsonaro está em segundo também, com 50% de rejeição

Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Nexus encomendada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (13). O levantamento aponta vantagem do petista tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada e indica que ele venceria todos os adversários testados em eventuais cenários de segundo turno.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula registra 35% das intenções de voto. Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 24%.

Espontaneo BTG

Já no cenário estimulado, em que os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos eleitores, Lula alcança 40%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 34%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, e Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), ambos com 4%.

Estimulado BTG

Segundo turno
O instituto também simulou confrontos de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente teria 47% das intenções de voto, contra 44% do senador, mantendo a liderança. Segundo a pesquisa, Lula também supera os demais adversários avaliados.

BTG Segundo Turno

Rejeição
Além das intenções de voto, o levantamento mediu a rejeição aos potenciais candidatos. O ex-governador Aécio Neves (PSDB) aparece como o nome mais rejeitado, com 61%. Flávio Bolsonaro registra 50% de rejeição, enquanto Lula tem índice de 46%.

Aprovação do governo
A pesquisa Nexus também mediu a aprovação do governo Lula. Segundo o levantamento, pela primeira vez desde março, há um empate entre os que aprovam (47%) e os que desaprovam (47%) o governo.

Aprovacao BTG

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07981/2026. Forum.


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Pesquisa

Atlas: Lula abre 7 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

Levantamento Atlas aponta mudança no cenário após vazamento de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro

Trackings diários realizados pelo Instituto Atlas indicam uma mudança no cenário eleitoral para a disputa presidencial. Após o vazamento de áudios em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menciona o banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a liderar a simulação de segundo turno com vantagem de sete pontos percentuais.

Os dados, obtidos pela CNN Brasil e atualizados às 11h desta sexta-feira, mostram Lula com 49,1% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 42,6%. O resultado representa uma reversão em relação ao cenário anterior, marcado por empate técnico entre os dois adversários.

Na projeção dos votos válidos, de acordo com fontes ligadas ao instituto, Lula alcança 54%, contra 46% do senador fluminense.

Ainda segundo o levantamento, outros nomes cotados no campo da direita, como Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), não apresentaram alterações relevantes no cenário eleitoral. Os três registraram leve crescimento nas intenções de voto no primeiro turno, mas tiveram recuo nas simulações de segundo turno.


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Pesquisa

Pesquisa Atlas: Lula abre frente no 1º turno e Flávio Bolsonaro para de crescer

Novo levantamento mostra presidente ampliando vantagem na simulação principal por pequena margem. Disputa de 2º turno aponta empate técnico

nova pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (28), traz uma interrupção na tendência de aproximação que vinha sendo registrada nos meses anteriores do levantamento em relação à disputa no primeiro turno.

Enquanto o presidente Lula voltou a oscilar positivamente no principal cenário estimulado, passando de 45,9% para 46,6% em comparação com a pesquisa do instituto divulgada em março, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) parece ter batido no teto de seu eleitorado no momento, recuando de 40,1% para 39,7%.

Mais atrás, aparecem Renan Santos (Missão) com 5,3%, acima dos 4,4% de março, Ronaldo Caiado (PSD) com 3,3% e Romeu Zema (Novo) com 3,1%. Votos brancos, nulos e indecisos somam apenas 0,6%.

pesquisa Atlas

Em um segundo cenário de primeiro turno, com uma lista ampliada de candidatos, Lula mantém a liderança com 44,2%, seguido por Flávio Bolsonaro com 39,3%. Renan Santos marca 5,1%, Romeu Zema tem 3,5% e Ronaldo Caiado fica com 3,0%. Samara Martins (UP) e Ciro Gomes (PSDB) registram 2,0% e 1,3%, respectivamente.

pesquisa atlas 2

O instituto também testou um cenário de primeiro turno sem a presença de Lula, substituído pelo ministro Fernando Haddad (PT). Nessa simulação, há um empate técnico na liderança: Haddad marca 40,5% contra 39,2% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos anota 5,8%, seguido por Zema (3,8%) e Caiado (3,6%). Neste quadro, brancos e nulos sobem para 4,8%.

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Simulações de segundo turno na pesquisa Atlas
As projeções para um eventual segundo turno mostram uma disputa acirrada. No confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador do PL aparece numericamente à frente com 47,8%, contra 47,5% do atual presidente, configurando empate técnico.

Lula venceria em outros cenários testados. O presidente superaria Jair Bolsonaro (PL), inelegível e cumprindo pena em prisão domiciliar, por 48% a 46,8%, Romeu Zema por 47,4% a 46,5%, Ronaldo Caiado por 46,8% a 42,2% e Renan Santos por 47,1% a 23,5%.

Já nos cenários de segundo turno sem a participação de Lula, Flávio Bolsonaro venceria os eventuais adversários substitutos do presidente. O senador derrotaria Fernando Haddad por 48,1% a 44,3% e também superaria o vice-presidente Geraldo Alckmin por 47,5% a 45,9%.

Avaliação e aprovação do governo
Além dos cenários eleitorais, a pesquisa Atlas/Bloomberg mediu a percepção dos eleitores sobre a atual gestão. A avaliação do governo do presidente Lula manteve-se praticamente estável em relação ao mês de março. Atualmente, 42% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom, mesmo patamar do levantamento anterior. Já a parcela que avalia a gestão como ruim ou péssima oscilou ligeiramente de 51% para 51,3%, enquanto 6,8% a consideram regular.

Quando questionados especificamente sobre o desempenho pessoal do presidente Lula, os números mostram um cenário dividido. Segundo o levantamento de abril, 52,5% dos eleitores desaprovam seu desempenho (eram 54% em março), contra 46,8% que o aprovam (eram 46% no mês anterior). Apenas 0,7% não souberam responder.

A pesquisa Atlas/Bloomberg ouviu 5.008 eleitores da população adulta brasileira entre os dias 22 e 27 de abril de 2026. O levantamento utilizou a metodologia de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR) e a margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07992/2026. Forum.


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Pesquisa

CNT/MDA: Lula, além de liderar no 1º turno, vence todos os adversários no 2° turno

O presidente Lula segue liderando as intenções de voto no primeiro turno da eleição de 2026, conforme aponta a mais recente pesquisa do Instituto MDA, realizada entre os dias 8 e 12 de abril de 2026, e contratada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Essa é a primeira vez que o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi testado, já que na anterior, realizada em novembro de 2025, ele não era pré-candidato.

De acordo com o levantamento, Lula apresenta 39,2% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro ocupa o segundo lugar com 30,2%. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 4,6%, seguido pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,3%.

Outros candidatos, como Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC), obtêm 1,8% e 1,5%, respectivamente, enquanto 10,4% dos eleitores optam por branco ou nulo, e 8,9% permanecem indecisos.

Nos cenários de segundo turno, Lula continua à frente de todos os adversários. Em um possível confronto direto com Flávio, o presidente obteria 44,9% das intenções de voto, contra 40,2% do filho do ex-presidente.

Além de Flávio, outros cenários de segundo turno entre Lula e candidatos de direita também mostram o presidente com vantagem. No confronto com Ronaldo Caiado, Lula teria 44,4%, contra 32,7% do ex-governador de Goiás.

Contra Romeu Zema, Lula aparece com 45,2%, enquanto Zema obtém 31,6%. Já no caso de Aldo Rebelo, o petista lidera com 45,4%, contra 29,1% do candidato do DC.

No cenário com Renan Santos, o presidente também seria o vencedor, com 45% das intenções de voto, contra 28,3% de Santos. Em todos os cenários, a vantagem de Lula sobre seus adversários é superior a 10 pontos percentuais.

A pesquisa CNT/MDA entrevistou 2.002 pessoas no Brasil e tem uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Os dados foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02847/2026.

*DCM


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Pesquisa

Datafolha: Lula vence Flavio com 15 pontos no 2º turno

A divulgação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a Presidência em 2026 encontrou um cenário adverso já medido pelo Datafolha. Segundo o levantamento mais recente, realizado entre terça (2) e quinta-feira (4), o primogênito do golpista seria derrotado por Lula (PT) por 51% a 36% em um eventual segundo turno se a eleição ocorresse hoje. O anúncio de sua candidatura só veio na sexta (5), portanto após as entrevistas feitas pelo instituto, publicada pelo DCM.

Outros nomes da direita apresentam desempenho mais competitivo. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) perderia por 47% a 42%, enquanto Ratinho Jr. (PSD-PR) marcaria 41% contra 47% de Lula, números próximos aos registrados no levantamento anterior, de julho.

Já outros integrantes da família Bolsonaro têm desempenhos semelhantes: Eduardo Bolsonaro passou de 37% para 35% e Michelle Bolsonaro aparece com 39%, frente a 50% de Lula no segundo turno testado.

O Datafolha também simulou um cenário com Jair Bolsonaro, embora sua candidatura seja improvável devido à condenação que o tornou inelegível. Sua desvantagem cresceu: de 47% a 43%, passou a 49% a 40%. O instituto ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos.

No primeiro turno, Lula mantém a dianteira em todos os cenários. Contra Flávio, o petista registra 41%, seguido pelo senador com 18%, Ratinho Jr. com 12%, Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) com 7% e Romeu Zema (Novo-MG) com 6%.

Substituído por Eduardo, o resultado praticamente se repete. Com Michelle como candidata, a direita melhora levemente: 41% para Lula e 24% para a ex-primeira-dama.

A presença de Tarcísio altera mais o panorama: o governador paulista aparece com 23%, ainda distante dos 41% do presidente, mas acima dos demais nomes da direita. As simulações pressupõem múltiplas candidaturas conservadoras e, portanto, grande dispersão de votos, cenário considerado realista por analistas, já que acordos costumam se acertar apenas no segundo turno.

Os índices de rejeição reforçam a dificuldade de candidatos ligados ao bolsonarismo. Jair Bolsonaro aparece com 45%, empatado tecnicamente com Lula, que tem 44%. Flávio registra 38%, Eduardo 37% e Michelle 35%, apesar de nenhum dos três ter disputado a Presidência. Já os governadores têm taxas muito menores: Tarcísio tem 20%, Caiado 18%, Ratinho Jr. e Zema 21%.

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Conflito

Intolerância após 2º turno amplia conflitos familiares com insultos e expulsão de casa

Especialistas dizem que debate político é saudável, mas que é preciso haver respeito ao contraditório.

De acordo com a Folha, o clima de polarização política que tomou conta do país durante as eleições deste ano não gera conflitos apenas nas ruas, mas também invade as casas dos eleitores e acirra os ânimos entre familiares.

Logo após a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último domingo (30), surgiram nas redes sociais relatos sobre agressões motivadas pelo resultado do pleito. São casos que vão desde ofensas verbais a pais tentando expulsar filhos de casa em razão de divergências políticas.

Uma internauta escreveu no Twitter que recebeu um áudio no qual a mãe diz que a jovem não tem caráter por ter votado em Lula. Outra diz que o sogro parou de falar com o próprio filho porque o rapaz votou em Bolsonaro.

Na família de Paola Belchior, 38, o clima também é de tensão. Isso porque a mãe da administradora pública é eleitora de Bolsonaro, enquanto o resto da família votou no candidato petista.

Desde que o resultado foi anunciado, Paola diz que a mãe se afastou dos parentes e não voltou a falar no grupo da família no WhatsApp.

“Ela era muito participativa. Mandava fotos e perguntava como a neta estava. De repente, veio esse silêncio e a gente não sabe o que está acontecendo”, diz Paola, acrescentando que está preocupada com a saúde mental da mãe.

“Não sei até que ponto ela pode cometer algo contra si mesma ou contra outras pessoas por causa desse radicalismo que a igreja e o governo Bolsonaro pregam.”

Apesar da preocupação, ela afirma evitar que a mãe frequente a sua casa. “Não quero que ela ensine esse radicalismo para a minha filha.”

A Folha deixou mensagem e ligou para a mãe de Paola, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

Casos de conflito como esse cresceram em relação ao período anterior às eleições, diz Fábio Roberto Rodrigues Belo, professor de psicanálise da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

“Percebi um aumento exponencial no atendimento desses casos. De 2018 para cá, aumentaram muito os conflitos e as rupturas de relacionamento”, diz ele, que é coordenador do grupo de pesquisa psicanálise e política.

O especialista afirma que optar pelo silêncio, como fez a mãe de Paola, é uma estratégia comum diante de desentendimentos políticos na família.

Segundo ele, isso acontece para evitar que os conflitos piorem e porque o discurso extremista inviabiliza abertura ao contraditório. Por isso, adeptos desse ideário podem se afastar do que não está de acordo com sua visão de mundo.

Escolher esse caminho, porém, pode gerar prejuízos emocionais. “As pessoas ficam sob o efeito do que Freud chamou de recalcamento, o que pode causar depressão e mal-estar”, diz ele. “As pessoas estão perdendo muito mais do que uma companhia de esquerda. Elas estão perdendo filhos e filhas.”

Segundo pesquisa Datafolha realizada de forma presencial com 2.556 pessoas no final de julho, 49% dos eleitores deixaram de falar sobre política com pessoas próximas. A situação atinge 54% dos que declaravam voto em Lula e 40% dos que apoiavam Bolsonaro.

Diretora da clínica psicológica Ana Maria Poppovic, da PUC-SP, Marcia Almeida Batista diz que a polarização política tem intensificado conflitos familiares.

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Pesquisa

Ipec: Lula tem 54% dos votos válidos no 2º turno, e Bolsonaro, 46%

Resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. Levantamento foi feito entre quinta-feira (27) e sábado (29) e tem margem de erro de dois pontos, para mais ou para menos.

O Ipec divulgou neste sábado (29) sua última pesquisa antes do segundo turno da eleição presidencial. Encomendada pela Globo, a sondagem aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 54% dos votos válidos e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 46%. Os eleitores vão às urnas neste domingo (30).

O novo levantamento foi feito entre quinta-feira (27) e sábado, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

*Com G1

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Vídeo: Fernando Henrique pede voto pra Lula no 2º turno

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) divulgou um vídeo nas redes sociais onde pede votos para o ex-presidente Lula (PT) no 2° turno da disputa pelo Palácio do Planalto, que ocorrerá no próximo domingo, 30.

“Você melhorou de vida com o plano Real e acredita no Brasil? Não tem dúvida. Vote no 13. Vote no Lula. Ele vai melhorar mais ainda sua vida”, diz FHC.

Vale lembrar que no 1° turno, o tucano declarou seu apoio a Lula e justificou dizendo que a candidatura do petista e ex-adversário era “uma história de luta pela democracia e inclusão social”.

* O Cafezinho

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Pesquisa

Datafolha: Lula segue na liderança com 4 pontos de vantagem

Pesquisa foi feita entre segunda (17) e esta quarta-feira (19); margem de erro é de 2 pontos, para mais ou para menos. Se a eleição fosse hoje, Lula teria 52% dos votos válidos, e Bolsonaro, 48%. Resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A diferença dos candidatos está no limite da margem de erro, com o petista em vantagem, diz o Datafolha.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (19), encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 45%.

A diferença dos candidatos está no limite da margem de erro, com o petista em vantagem, diz o Datafolha.

O novo levantamento foi feito entre segunda-feira (17) e esta quarta (19), e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

  • Lula (PT): 49% (49% no levantamento anterior, em 14 de outubro)
  • Bolsonaro (PL): 45% (44% no levantamento anterior)
  • Brancos e nulos: 4% (5% no levantamento anterior)
  • Não sabe ou não respondeu: 1% (1% no levantamento anterior)

Nos votos válidos, o levantamento apontou que Lula tem 52%, e Bolsonaro, 48%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

Já na pesquisa espontânea, os entrevistadores não apresentam previamente o nome de nenhum dos dois candidatos. Nesse cenário, Lula aparece com 47%, e Bolsonaro, com 44%. Além disso, 1% deram outras respostas. Brancos e nulos somaram 5%; outros 3% disseram que não sabem em quem votar; e 1% dos entrevistados deram outras respostas.

Este é terceiro segundo levantamento do Datafolha após o primeiro turno das eleições, em 2 de outubro. O Datafolha entrevistou 2.912 pessoas, em 181 municípios, entre os dias 17 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-07340/2022.

No primeiro turno, Lula recebeu 57,2 milhões de votos (48,4%), e Bolsonaro, 51,07 milhões (43,2%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

Destaques da pesquisa

O levantamento mostra que Lula lidera:

  • entre as mulheres (51% a 42%);
  • na parcela dos mais jovens, de 16 a 24 anos (50% a 41%) e na faixa de 45 a 59 anos (51% a 44%), e
  • entre os com 60 anos a mais (52% a 43%);
  • entre eleitores menos escolarizados (58% a 38%);
  • na parcela mais pobre, com renda familiar de até 2 salários mínimos (57% a 37%);
  • no Nordeste (67% a 29%);
  • entre católicos (58% a 37%);
  • e entre quem se declara de cor preta (58% a 38)

O levantamento mostra que Bolsonaro lidera:

  • em todas as faixas de renda acima de dois salários (53% a 41% de dois a cinco salários, 54% a 41% na faixa de cinco a dez salários, 55% a 41% entre os que têm renda acima de dez salários)
  • nas regiões Sul (55% a 38%) e Centro-Oeste (53% a 39%) e no Sudeste (50% a 43%);
  • entre eleitores evangélicos (66% a 28%);

*G1

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