Categorias
Pesquisa

AtlasIntel mostra crescimento da aprovação do governo Lula ao longo de 2025

Levantamento indica estabilidade; avaliação do governo apresentou melhora em dezembro e possibilidade de crescimento; entenda

A mais recente rodada da pesquisa AtlasIntel, realizada em parceria com a Bloomberg e divulgada nesta quinta-feira (18), indica estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os meses de novembro e dezembro. O levantamento reforça o cenário de divisão do eleitorado em relação à gestão petista.

De acordo com a pesquisa, 50,7% dos entrevistados desaprovam o desempenho do governo Lula, enquanto 48,8% aprovam. Considerando a margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, os percentuais apontam para uma situação de empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em novembro, houve leve oscilação positiva no grupo que aprova o governo, que passou de 48,6% para 48,8%. Já o índice de desaprovação permaneceu exatamente o mesmo no período.

Apesar da estabilidade nos índices de aprovação, a avaliação do governo apresentou melhora em dezembro. O percentual de entrevistados que classificam a gestão Lula como “boa” ou “ótima” subiu de 44,4% para 46,5%. Por outro lado, a avaliação negativa, “ruim” ou “péssima”, manteve-se praticamente estável, variando de 48,6% para 48,9%, oscilação considerada dentro da margem de erro.

Possibilidade de recuperação

Para os pesquisadores da AtlasIntel, os resultados sugerem uma interrupção no processo de deterioração da imagem do governo observado anteriormente e indicam a possibilidade de recuperação ao longo de 2026. Segundo o instituto, esse cenário pode ser impulsionado pela implementação de programas com impacto direto na população, como a isenção do Imposto de Renda e o fim da obrigatoriedade de autoescolas.

A pesquisa ouviu 18.154 pessoas entre os dias 10 e 15 de dezembro, por meio do método de Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR). O nível de confiança do levantamento é de 95%.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instgram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1OD

Categorias
Economia Política

Inflação sob controle, pleno emprego e crescimento: A exuberância da exonomia de Lula

A situação é de crescimento, melhoria da renda e do emprego, num clima de crescente confiança e sensação de segurança monetária

– Menor inflação em 3 anos desde o Plano Real (há 30 anos): caindo em direção à meta anual de 3%.

– Menor desemprego desde o Plano Real: 5,6%

– Maior crescimento acumulado em 4 anos: 10,8% (est.)

– Maior renda média da história: R$ 3.477

– Maior valorização da Bolsa num ano: 28,8%, aos 154 mil pontos, após 25 quebras de recordes no ano, sendo 13 seguidos até esta sexta-feira.

Diante desses dados só resta parabenizar o presidente Lula e seus auxiliares do Ministério da Fazenda e do Banco Central, pela maneira brilhante com que vêm conduzindo o país a uma virada de ambiente e humor.

A situação é de crescimento, melhoria da renda e do emprego, num clima de crescente confiança e sensação de segurança monetária.

Para além da retórica e das boas intenções, uma gestão deve ser avaliada por métricas que possam ser conferidas por todos e comparadas com outros momentos históricos. Isso evita que avaliações sejam falseadas, que sejam mera para expressão de torcidas ou sentimentos subjetivos.

Vale registrar que o presidente Lula herdou uma situação catastrófica do governo de Jair Bolsonaro. Contas públicas descontroladas, dívidas não pagas, repasses adiados, inflação em rota explosiva, desconfiança generalizada caracterizando bomba relógio prestes a explodir.

Foram necessários dois anos para começar a curar as sequelas daquele período.

Em seu esforço, Lula, mesmo em aparente minoria, teve que negociar com um Congresso por vezes hostil, mas na verdade colaborativo na maioria das votações mais importantes. Colheu, por saber usar o momento, até unanimidades.

Segue tendo que lidar com incompreensões vindas da direita e até mesmo de dentro de seu próprio campo.

Nada está garantido quanto ao futuro. As certezas podem sofrer súbitas mudanças num tempo de imensa fluidez e reviravoltas.

Um dos maiores obstáculos foi o pessimismo, que prevalece em todos os momentos. De todas as conquistas, o avanço na luta contra a inflação foi o mais decisivo para a melhora do humor da população. Refletiu-se diretamente no aumento da aprovação do governo, o que é em geral subestimado por implicar atribuir responsabilidade ao BC e sua gestão da taxa de juros na melhora da aprovação do governo.

Mas a vitória não é propriedade de uma pessoa, nem de um órgão. Ela tem muitos pais e mães, a começar por Lula.

Que ela seja reconhecida como tal, entretanto, constitui uma batalha à parte. Prevalece o negacionismo em relação aos feitos do governo, mesmo entre seus apoiadores. Estes chegam a sorrir ao primeiro contato com as boas novas, para logo retornar ao estado de melancolia, que anda junto da pânico da queda iminente, um catastrofismo.

Que os inimigos no bolsonarismo e na mídia da “terceira via” neguem as conquistas do governo é natural. Fazer o quê?

Que os amigos também neguem, ou que só reconheçam por cumprir uma formalidade, é injusto e errado.

São os números que mostram. A gestão da economia e dos preços no governo Lula vem conquistando resultados que no conjunto enfeixam apenas um qualificativo (é preciso afimar com coragem para ser fiel aos fatos): espetacular.

*Mario Victor Santos/247


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Pesquisa

Datafolha revela crescimento de cinco pontos na aprovação Lula

Presidente interrompe ciclo de queda, avança na classe média e entre os mais escolarizados, e mantém força no Nordeste.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu sinais de recuperação em sua popularidade após meses de desgaste. Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, divulgada pela Folha de S.Paulo, a aprovação de seu governo cresceu cinco pontos percentuais, passando de 24% em fevereiro para 29% em abril. O resultado marca uma reversão na tendência de queda e demonstra que as recentes ações do governo, especialmente no campo da comunicação e da publicidade, começam a surtir efeito.

Entre os avanços mais significativos estão os verificados na classe média e entre os brasileiros com maior escolaridade. Na faixa dos que possuem ensino superior, a aprovação saltou de 18% para 31%. Já entre os que recebem entre 2 e 5 salários mínimos, a avaliação positiva subiu de 17% para 26%. O mesmo padrão de crescimento se repete nas faixas de renda mais alta: entre os que ganham de 5 a 10 salários, e também entre os que recebem mais de 10 salários mínimos, a taxa de aprovação passou de 18% para 31%.

No Nordeste, tradicional bastião de apoio ao presidente, a aprovação voltou a crescer e atingiu 38%, após uma queda registrada entre dezembro e fevereiro. No Sudeste, o avanço também foi expressivo: de 20% para 25%. Entre as mulheres, que haviam demonstrado forte queda de apoio no início do ano, o índice de ótimo ou bom subiu de 24% para 30%.

O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 3 de abril, com 3.054 entrevistados em 172 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A recuperação da imagem do presidente ocorre após uma série de ajustes estratégicos, como a nomeação do marqueteiro Sidônio Palmeira para a chefia da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Na última quinta-feira (3), o governo promoveu o evento “Brasil Dando a Volta por Cima”, com balanços positivos das ações do Executivo —marcando uma nova fase de atuação mais assertiva na disputa pela narrativa pública.

Embora a reprovação ainda seja numericamente maior (38%), caiu em relação ao pico de 41% registrado em fevereiro. A avaliação regular se manteve estável em 32%. Já a expectativa sobre o futuro do governo mostra um país dividido: 35% acreditam que Lula fará um governo ótimo ou bom, o mesmo percentual dos que esperam um desempenho ruim ou péssimo. Outros 28% projetam uma gestão regular.

A comparação com outros momentos históricos também coloca os números atuais em perspectiva. No auge da crise do mensalão, em 2005, Lula registrava índices semelhantes de aprovação (28%). Já em maio de 2021, no terceiro ano do governo Jair Bolsonaro, apenas 24% avaliavam sua gestão como ótima ou boa, enquanto 45% a consideravam ruim ou péssima.

Outro dado relevante é o da percepção sobre a vida pessoal da população: embora 29% afirmem que sua situação piorou desde a posse de Lula, 28% dizem que melhorou —oscilação dentro da margem de erro, mas que mostra uma tendência de equilíbrio. Já os que sentem que nada mudou caíram de 51% para 42%, sinalizando uma percepção de transformação, ainda que incipiente.

Com uma campanha publicitária em preparação e contratos que podem movimentar até R$ 3,5 bilhões em comunicação institucional, o governo Lula aposta na retomada do protagonismo político e da conexão com a população. A recuperação parcial registrada pela pesquisa Datafolha aponta que a virada pode estar em curso.

Categorias
Política

Mídia abutre não quer crescimento, nem alimento barato

Mídia corporativa ignora reaquecimento da economia e relativiza avanços do PIB, reforçando narrativas pessimistas para minar a confiança, escreve Aquiles Lins.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 3,4% em 2024, alcançando R$ 11,7 trilhões. Trata-se do melhor resultado desde 2021, impulsionado pelo avanço da Indústria (3,3%) e dos Serviços (3,7%). O investimento cresceu 7,3%, e o consumo das famílias, responsável pela maior parte da demanda, teve uma alta expressiva de 4,8%. Ainda assim, a cobertura da mídia corporativa sobre esses dados se concentrou em vieses negativos, embalados no falso manto da objetividade, omitindo deliberadamente os sinais de reaquecimento da economia.

Os títulos das notícias sobre o PIB seguiram um padrão: os avanços eram apresentados com conjunções adversativas que relativizavam os ganhos. “PIB cresce 3,4%, mas desacelera no último trimestre”, enfatizaram diversos veículos. O que deveria ser uma celebração de um país que se reergue após a pandemia e anos de estagnação é transformado em um discurso de desalento.

A indústria, além de crescer, gerou empregos com melhores salários. A construção civil, que foi destruída pelos efeitos da Lava Jato, teve um crescimento de 4,3%. Isso mostra um cenário de expansão e dinamismo econômico, especialmente com o aumento da oferta de crédito. Mas para a mídia inimiga do crescimento, como Folha, Globo e Estado, o crédito deve ficar caro e restrito.

Outro exemplo de manipulação da percepção pública foi a decisão do governo federal de zerar o Imposto de Importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais, como azeite, carnes, açúcar e café. A medida busca ampliar a oferta e reduzir os preços ao consumidor, beneficiando principalmente as camadas mais pobres da população. Durante a entrega de 12.297 lotes de terra da reforma agrária para famílias de 138 assentamentos rurais de 24 estados do país, o presidente Luiz iinácio Lula da Silva disse que o governo está aginda conta a alta dos alimentos que não descarta “atitudes mais drásticas”.

No entanto, a imprensa corporativa preferiu tratar esta informação com ceticismo, sugerindo que os impactos de zerar imposto de importação serão irrelevantes ou que a isenção beneficiará apenas importadores. O fato de que a redução de impostos sobre alimentos básicos é uma das formas mais diretas de aliviar a inflação, por aumentar a oferta, é solenemente ignorado.

A omissão não é casual. Ao insistir em narrativas pessimistas mesmo diante de indicadores positivos, a mídia cumpre um papel político: minar a confiança na economia, desestimular investimentos e criar um ambiente de insatisfação que favorece determinados interesses da direita. Não se trata de exigir uma imprensa chapa-branca ou acrítica, mas de reconhecer que a mídia hegemônica tem um projeto de poder e atua de forma seletiva para promover seus interesses. O Brasil cresce, os investimentos aumentam, e o consumo das famílias segue forte. Mas, para a mídia abutre, nada disso importa. Seu negacionismo econômico é um entrave ao progresso e um desserviço à população.

*Aquiles Lins/247

Categorias
Economia

Comércio Fecha 2024 Com Alta De 4,7%, Maior Crescimento Desde 2012

Economia está desaquecendo?

É preciso ser muito canalha pra fazer careta para os índices econômicos do governo Lula.

Vamos aos fatos

Entre os fatores que impulsionaram o crescimento está a expansão da massa salarial e aumento do número de trabalhadores ocupados, como prometeu Lula

O crédito estável e a baixa taxa de desemprego (6,6%), a menor já registrada pelo IBGE, também contribuíram de forma decisiva.

Desemprego, fome, desamparo, desesperança são marcas de um governo canalha, neofascista, como o de Bolsonaro/Paulo Guedes.

A mídia, que tem interesses diretos na alta dos juros, ataca Lula diuturnamente, além de outros ratos do agronegócio que operam como bandidos comuns porque exploraram os brasileiros com incentivo de Bolsonaro usarem o mesmo expediente.

Todos os índices econômicos do governo Lula foram tonificados e melhoraram a vida da sociedade como um todo.

Muito diferente do governo do genocida, em que a população sofreu uma azia crônica durante quatro longos anos de purgatório.

As esquerdas brasileiras, em sua grande maioria, estão cientes da abrangência desse divisor.

A candidatura para a reeleição de Lula em 2026 se afirma como a única capaz de impedir a volta de um deserto econômico que devolveu 34 milhões de brasileiros ao mapa da fome.

O resto é ataque baixo, na mídia, dos operadores do caos que dobram a aposta no veneno para tentar desgastar a imagem de Lula.

Categorias
Opinião

Zero chance do terceiro mandato de Lula dar errado

Os pilantras de sempre, que se classificam liberais ou conservadores, já entenderam isso. Essa é a mensagem que chega para anunciar ataques em bloco no sentido de uma sobrevida para a direita como um todo, porque sabem que Lula vai tratorar geral.

Olhando para qualquer parte de qualquer pasta, as medidas do governo Lula são 100% assertivas e os números, escancaram o que de fato está acontecendo. Quando o sionista do Estadão anuncia uma fantasia inflacionária em contrapartida ao crescimento do Brasil, é puro suco de desespero.

O Brasil, ao vivo, é o oposto do Brasil editado pelas redações dos barões da mídia. Torcer contra e retorcer os fatos, é a principal parte da receita que a mídia tem pra anunciar tragédias virtuais. O x da questão nunca entra nas labaredas reacionárias dos eternos golpistas.

Há um alarido em parte da esquerda, que recebeu informações editadas das últimas pesquisas, que jura que isso é um alarme, uma luz amarela para o governo Lula. A esquerda não pode virar massa de manobra das manobras funestas dessa mídia de frete de banco. O jogo ainda nem começou.

Categorias
Política

Com Lula, Brasil passa a ser 7º em ranking de crescimento e pode voltar ao top 10 das maiores economias em 2023

O Brasil alcançou a sétima colocação no ranking de melhor desempenho do Produto Interno bruto (PIB) no segundo trimestre de 2023 ante o primeiro trimestre de 2023, segundo os cálculos da agência de classificação de risco Austin Rating. A Austin já prevê que a economia brasileira possa retornar ainda neste ano ao grupo de dez maiores economias do mundo, segundo o Estadão.

O PIB brasileiro cresceu 0,9% no segundo trimestre ante o primeiro trimestre do ano, informou nesta sexta-feira, 1º, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na lista, que inclui dados de 46 países, o Brasil ficou atrás apenas do desempenho do Japão (1,5%), Eslovênia (1,4%), Taiwan (1,4%), Costa Rica (1,3%), Turquia (1,3%) e Malásia (1,0%).

O crescimento da atividade econômica brasileira no segundo trimestre superou o de países como China (0,8%), Indonésia (0,8%), México (0,8%), Estados Unidos (0,6%) e Coreia do Sul (0,6%), por exemplo.

Com a projeção atual de resultado do PIB para este ano, o Brasil volta a fazer parte do grupo das dez maiores economias do mundo já em 2023, ressaltou Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor

Pix: 45013993768

Agradecemos o seu apoio

Categorias
Política

Lula celebra crescimento do PIB três vezes acima da previsão do mercado: “Está sentindo a diferença?”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (1), que mostram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro acima das previsões do mercado no 2º trimestre de 2023.

Segundo o IBGE, o PIB cresceu 0,9% no segundo trimestre de 2023 em relação ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal. Frente ao mesmo trimestre de 2022, o PIB cresceu 3,4%. No acumulado dos quatro trimestres terminados em junho de 2023, o PIB cresceu 3,2%, em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No semestre, a alta acumulada foi de 3,7%.

“PIB do 2º trimestre crescendo acima da expectativa do mercado e taxa de desemprego de 7,9% em julho, a menor desde 2014. Os números mostram o trabalho incansável e o compromisso do governo federal em fazer nosso país crescer de forma justa e com melhoria real na vida dos brasileiros. Está sentindo a diferença?”, escreveu Lula através de suas redes sociais.

O comentário do mandatário veio acompanhado de uma publicação do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, que também comemorou a notícia e publicou um gráfico comparando o crescimento do PIB com a expectativa do mercado.

“O Brasil surpreende mais uma vez: nosso PIB no 2º trimestre desse ano cresceu o triplo do esperado pelo mercado. Tivemos alta de 3,4% comparado ao segundo trimestre do ano passado. Destaque para os resultados da nossa política industrial: que também surpreendeu analistas e cresceu 0,9%, sustentando, ao lado do setor de serviços, o crescimento do nosso PIB nesse trimestre”, escreveu Alckmin.

“O que vimos até agora no governo do Presidente Lula? PIB surpreendendo para cima, desemprego e inflação surpreendendo para baixo. Seguimos com consistência a plataforma que o presidente Lula apresentou na campanha: crescimento com estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade”, prosseguiu o vice-presidente.

https://twitter.com/geraldoalckmin/status/1697629853619536326?s=20

“Eu quero lembrar que, nessa mesma época, as projeções médias do mercado eram de um crescimento inferior a 1%. Portanto, em relação ao que estava sendo projetado para a economia brasileira no começo do ano pelo mercado, nós estamos com um crescimento três vezes superior ao que estava sendo pensado”, afirmou ainda o ministro

https://twitter.com/i/status/1697664620666712135

*Com Forum

Categorias
Saúde

Covid-19 – Máscaras, máscaras e máscaras, por Felipe Costa

Entre 20 países, a taxa de letalidade está em 1,1%. A taxa brasileira está em 2,1%, a Argentina, 1,4%; e Colômbia, 2,3%.

Este artigo atualiza as estatísticas mundiais a respeito da pandemia da Covid-19 divulgadas em artigo anterior (aqui). Em escala mundial, já são 532 milhões de casos e 6,3 milhões de mortes. No caso específico do Brasil, o artigo também atualiza os valores das taxas de crescimento. Entre 30/5 e 5/6, esses valores ficaram em 0,0947% (casos) e 0,0118% (mortes). A taxa de casos subiu pela nona semana consecutiva. É preocupante. Além da vacinação, é necessário retomar (pronta e vigorosamente) algumas medidas adicionais de proteção, notadamente o uso de máscaras.

1. UM BALANÇO DA SITUAÇÃO MUNDIAL.

Levando em conta as estatísticas obtidas na noite de ontem (5/6) [1], eis um balanço da situação mundial.

(A) – Em números absolutos, os 20 países [2] mais afetados estão a concentrar 73% dos casos (de um total de 531.913.170) e 66% das mortes (de um total de 6.298.936) [3].

(B) – Entre esses 20 países, a taxa de letalidade (para uma definição, ver Apêndice de artigo anterior) está em 1,1%. A taxa brasileira está em 2,1%. (Dois países vizinhos que também estão no topo da lista mostram os seguintes valores: Argentina, 1,4%; e Colômbia, 2,3%.)

(C) – Nesses 20 países, 368 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 94% dos casos. Em escala global, 506 milhões de indivíduos já receberam alta [4].

2. O RITMO DA PANDEMIA NO PAÍS.

Ontem (5/6), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, foram registrados em todo o país mais 6.266 casos e 8 mortes – valores subestimados, infelizmente (ver nota 9). Teríamos chegado assim a um total de 31.159.335 casos e 667.005 mortes.

Na semana encerrada ontem (30/5-5/6), foram registrados 205.756 novos casos e 552 mortes. (Na semana anterior, 23-29/5, foram 162.359 casos e 826 mortes.)

3. TAXAS DE CRESCIMENTO.

Em dois anos (2020-2022) de esforço visando monitorar de perto o ritmo e o rumo da pandemia [5], sigo a usar como guias as taxas de crescimento no número de casos e de mortes. As duas tornaram a se desencontrar: a primeira escalou e segunda caiu.

*Por Felipe Costa/GGN

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

Dois institutos de pesquisa antecipam os próximos números de Lula que deve aparecer ainda mais forte pra vencer no 1º turno

Segundo alguns recortes da mídia industrial, o caso de Bolsonaro é sério, ele está sendo destituído da presidência da República pela inflação.

O custo de vida está insuportável para as camadas mais pobres da população, mas também para a classe média e ambas as classes estão esculpindo o Royal Straight Flush que vai reduzir essa maquete de Mussolini a pó nas eleições.

O ex-deputado miliciano está mal na fita, e muita gente do seu lado já está convencida de que ele será fragorosamente derrotado por Lula, tendo em vista que os institutos de pesquisa que trarão a público os novos números de intenção de voto, dão conta de que Lula frisará ainda mais sua vitória no primeiro turno com um crescimento eletrizante.

Por ora, ficamos à mercê da fantasia interpretativa de quem na grande mídia diz ter acesso à pesquisa e análise dos institutos e seguir fundindo a esperança e a militância para que Lula saia vencedor no pleito desse ano, traduzindo assim o sentimento da população.

Na vida real, o que pude constatar quando, de forma provocativa em recintos ou ambientes que julgo serem bolsonaristas, é que ninguém mais defende Bolsonaro, dizem que a coisa está péssima, que o Brasil está numa crise profunda, mas não citam Bolsonaro como culpado pela crise, mas também quando eu o critico, ninguém o defende, numa nítida mudança de disposição em redutos, antes protagonizados por um eleitorado até então cegamente fiel a Bolsonaro.

Sobre Lula, ocorre o contrário, quando se afirma o voto nele, ninguém se opõe a sua escolha.

Siga-nos no Telegram

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição